Because I Love You .
11 Maldito celular!
Notas iniciais
Conforme Thalia se aproximava da casa já conseguia ouvir a musica alta e o barulho de conversa, entrou na festa e imediatamente procurou pro Annabeth ou Piper. Mas para varias não as via em lugar nem um.
Devem tá se agarrando com alguém por ai.
Caminhou até a escada enquanto desviava-se da multidão de pessoas, sentando-se em um dos degraus da escada e pegando seu celular em mãos. Ficou surpresa ao vê que tinha duas mensagens ali, ficou ainda mais surpresa ao vê de quem era as mensagens. Luke.
Imediatamente sentiu-se mal ao lembrar do louro. Suspirou tentando espantar aqueles sentimentos e clicou na primeira delas, que recebera as 21:00, dizia o seguinte:
“Lia, já cheguei em casa. Queria saber se você está melhor... Não consigo parar de pensar em nosso beijo. Bom, Quando vê a mensagem responda, princesa. Tchau.”
Novamente sentiu-se mal, estava tão ligada ao que acabara de acontecer na piscina que nem sequer lembrava do beijo que dera em Luke. Voltou e clicou na próxima que recebera as 1:20 da manhã:
“Bom, Thalia. Fiquei preocupado por você não me responder, então voltei para casa do Di Ângelo. Mas parece que vocês estavam se divertindo muito na piscina não é? Simplesmente esqueça o que falei sobre o beijo okay? Pode fingir que nunca aconteceu.”
Thalia sentiu o chão faltar aos seus pés. Os olhos quase que imediatamente encheram-se de lagrimas, suas mãos pareceram perder completamente a força deixando o celular cair no chão.
Por que não posso fazer nada direito?!
Perguntou-se enquanto passava as mãos pelos cabelos, abaixando-se em seguida e pegando o celular novamente em mão. Discando habilmente o numero de Luke, como se já tivesse o feito milhões de vezes antes. Enquanto subia as escadas — Em uma tentativa de afasta-se ao menos um pouco do barulho. Sentia as lagrimas escorrendo pelo rosto, sua consciência estava completamente pesada.
Chegou ao corredor e fez a primeira tentativa:
“Sua chamada está sendo encaminhada para caixa de mensagens, estará sujeito a cobranças após o sin-...”
Thalia desligou tentando novamente. Mais uma vez uma tentativa falha, novamente caixa postal. Suspirou e dessa vez decidira deixar uma mensagem para ele:
— Vamos lá loiro. Atende. Preciso falar com você, olha me perdoe pelo que aconteceu na piscina... Vamos Luke atenda!
Praguejou internamente. Por mais distante que estivesse da festa, a musica ainda estava absurdamente alta. Thalia achou que o melhor seria encontrar algum lugar fechado. Mas não tinha a coragem o suficiente para arriscar entrar em um dos quartos e encontrar algum casal... “namorando”.
Caminhou até uma porta branca, estava entreaberta de forma que podia ver parte da pia.
Ótimo, ali deve ser o banheiro. Ninguém se pegaria no banhei-...
Seus pensamentos perderam-se no ar assim que viu aquela cena. Tá, aquela devia ser a cena mais traumática que já vira em sua vida:
Piper e Jason se agarrando. Jason a mordia no lábio inferior e já estava sem camisa. Arranhões marcavam completamente seu abdômen exposto. Piper estava toda descabelada, com a maquiagem borrada, o vestido todo torto em seu corpo e algumas marcas de chupão em seu pescoço.
Assim que viram Thalia — O que demorou muito para acontecer. —Arregalaram seus olhos e separaram-se imediatamente.
— Ai Deuses! Desculpa! — Thalia fechou a porta novamente saindo dali em passos rápidos.
— Espera, Lia. Não é o que você está pensando! — Piper abriu a porta seguindo-a em passos surpreendentemente rápidos, considerando o fato de seu salto ser absurdamente gigantesco. Ela tropeçava às vezes e puxava a barra do vestido para baixo em uma tentativa frustrada de arruma-lo.
— Não estou pensando em nada, Piper. — Thalia continuou a seguir pelo corredor, sem ao menos olhar para trás.
Piper a segurou pelo braço, fazendo-a olhar em sua direção.
— Ai, meus deuses, Lia. Você está chorando? — Sua expressão era de total espanto. — Por- Por que está chorando? Olha se foi por causa do Jason e...
— Piper! Vocês podem se pegar o quanto quiserem okay? Não estou chorando por isso! — Gritou soltando-se dela.
A boca de Piper se contraiu e seus olhos ficaram marejados.
— Ah, não, não, não... Não chora Pipes. — Thalia sentiu-se a pior pessoa do mundo.
— Não precisava ser grossa! Só estou preocupada com você. — As lagrimas escorriam por suas bochechas.
Thalia sentiu seu coração se partir, fazer Piper chorar, era o mesmo que fazer uma criancinha inocente chorar.
— Desculpa, Cherokee não quis ser grossa. — Abraçou-a. — Só estou... Um pouco nervosa, só isso.
Tinha esquecido de como Piper é sensível.
Ela fungava enquanto passava a mão pelos olhos, secando as lagrimas.
— Ah, qual é Pipes. Era para você está me consolando!
— Desculpa... — Fungou novamente. — Minha maquiagem tá borrada?
O rímel preto escorria por suas bochechas e seu batom estava completamente borrado por sua boca.
— Está. Mas duvido que seja pelo choro. — Thalia deu um mínimo sorriso de lado enquanto também secava as lagrimas de seu rosto.
O rosto de Piper ficou um pouco vermelho, mas ainda assim ela sorriu.
Jason estava vindo no fim do corredor — Agora vestido graças aos deuses. A mão estava na nuca e tinha um rosto corado assim como Piper.
Mas antes que ele se aproximasse mais. Piper fez um sinal com a mão. Balançando-a abaixo do rosto como se dissesse: “Abortar missão, abortar missão!”. Jason pareceu entender o recado, deu meia volta e desceu as escadas, deixando-as sozinhas no corredor.
— Vêm Lia. — Puxou Thalia até um dos quartos vazios. Entrou e acendeu a luz, sentando-se na cama. — Me conta porque estava chorando.
— Fiz uma grande merda Pipes... — Thalia suspirou, apoiando o rosto entre as mãos. — Magoei, Luke. Magoei a única pessoa que me ajudou quanto estava confusa de mais para pensas. A pessoa que me ajudou quando estava com raiva, ao ver Nico com aquela garota.
— Como assim, Lia? Me explica isso direito. Pare de falar coisa com coisa!
— Presta atenção, Piper. Porque só vou falar isso uma vez. — Thalia respirou fundo. — Bom, quando cheguei à festa. Nico estava beijando Drew. Eu vi aquela cena e senti uma coisa horrível, como se minha garganta fechasse e um mal tomasse meu coração. Bem, eu bebi. Chamei Luke para dançar, bebi mais e mais. Mas não importa o quanto eu bebesse aquele desconforto em meu coração não cessava. Naquele momento Luke me puxou para mais perto, nossos rostos ficaram próximos e... Deuses ele ficava tão atraente naquele ângulo, era tentador.
Piper escutava atentamente, como se aquele fosse o melhor filme de romance do século. Seus olhos chegavam até mesmo a brilhar.
— Depois de um tempo daquela forma, não resisti à tentação e o beijei. — Quando Thalia disse quilo, Piper deu um gritinho batendo palmas enquanto sorria. Thalia arqueou uma das sobrancelhas.
— Desculpe. — Piper fitou o chão, envergonhada.
— Bom. Continuando... Nos beijamos e foi ótimo. Aquele desconforto amenizou. Alias tudo a minha volta pareceu desaparecer junto com o aperto em meu coração. Tudo estava as mil maravilhas. Até o Di Ângelo esbarrar em Luke, acabando com o beijo. Depois disso eles discutiram e eu e Nico logo em seguida. Luke foi embora nervoso e Nico também.
Agora Piper tinha um olhar assustado no rosto. Tampou a boca com a mão e murmurou um: “Ran!” Espantado. Fazendo um sinal com a mão para que Thalia continuasse.
— Depois de um tempo fui pegar um pouco de ar fresco na piscina. Me sentei na beirada dela com os pés sobre a água. Estava perdida em pensamentos até finalmente notar a presença de alguém na água.
— Era o Nico não é? — Os olhos de Piper brilhavam.
— Sim, Piper. Era o Nico... E não sei o porquê, mas me senti feliz em vê-lo ali. Fui levada por meus desejos e me atirei na água. Nadei em direção a ele enquanto Nico fazia o mesmo vindo em minha direção. Parecia até cena de um filme. Nos encontramos no centro da piscina e como se fosse programado... Nos beijamos.
Piper colocou as mãos contra as bochechas dando um gritinho eufórico. No mesmo momento Thalia lhe lançou um olhar mortífero.
— Desculpa, Lia. Mas essa historia é muito linda. — Levantou os braços em rendição.
— Mas ai vêm a parte ruim. Luke viu tudo. — Os olhos de Thalia começaram a arder novamente. Pegou seu celular e mostrou as mensagens a Piper, que encarava atentamente.
— Thalia, você é essa mania de pegar tudo que se move. — Sorriu.
— Piper, agora não é hora de piadinhas! Preciso de sua ajuda. Eu ligo para Luke, mas só da caixa postal, ele não me atende.
Piper suspirou remexendo-se inquieta.
— Olha Thalia, me desculpa, mas... No lugar dele, também não atenderia.
Thalia fitou o chão como se já esperasse aquela resposta.
— É pra que ligar para ele? Você não sabe o que vai fazer sabe? — Thalia voltou a encarar a amiga. — Quer dizer... Você não pretende abrir mão do Di Ângelo, pretende?
Seu rosto esquentou e novamente cortou contato visual.
— D-Do que está falando Piper? Eu e o Nico... Nos não temos nada!
— Thalia, você pode até enganar a si mesma. Mas não pode me enganar. Consigo ver em seus olhos. O amor não escapara dos olhos de uma filha de Afrodite.
— Amor? Do que está falando Cherokee? Eu não amo o Nico. — Estava completamente corada. — E qual é. Não é como se sua mãe fosse a Deusa do amor. Ela só tem o nome em sua homenagem.
— Calminha ai, não se exalte. Olha, se você não vai desistir do Di Ângelo, O que têm pra falar com Luke? Pense nisso. — Piper se levantou. — Agora tenho que ir... Jason deve estar me esperando lá embaixo. — Desviou o olhar, seu rosto também corado.
Thalia deu um mínimo sorriso.
— Tudo bem, Pipes. E valeu pela ajuda...
Ou quase isso.
— Não foi nada Lia. Agora fica bem. E vê se não faz mais besteira okay?
— Pode deixar... — Sorriu.
Piper saiu do quarto, deixando Thalia somente acompanhada de seus pensamentos.
Piper está certa. Não sobre o fato do amor. Qual é eu não amo o Di Ângelo. Nos só... Temos uma química muito, muito forte. Mas será que seria capaz de abrir mão dele novamente?
Sua cabeça estava confusa, confusa e cheia. Thalia encarava o teto do quarto enquanto tentava por os pensamentos em dia.
— Thalia! Onde você tá em? Piper disse que estava em um dos quartos! — Annabeth gritava no corredor.
— Aqui, Annie. — Thalia se levantou e caminhou até o corredor.
— Bom... Vamos pra casa. Já são mais de duas horas e tenho que levar você e Piper para casa...
— Tá, Annabeth. Não precisa me convencer okay?
Essa festa já acabou pra mim faz tempo...
— Quem disse que estou tentando te convencer? Estou tentando me convencer. — Annabeth fez um bico.
— Ah é mesmo... Você finalmente pegou o Percy não é?
— Eu n-...
— Nem tente negar, Chase! Eu vi. Agora vamos. Piper deve está esperando. Ah... E sobre Piper. Ela pegou Jason. — Falou casualmente.
Annabeth parecia espantada.
— Deuses! Sério? Como sabe?
— Eu vi. — Thalia falou desgostosa. — Peguei os dois juntos no banheiro. Foi uma cena traumática...
— As santinhas são sempre as piores! — Annabeth sorriu.
Finalmente desceram as escadas e seguiram até a porta da casa. Do lado de fora todos já estavam esperando encostados ao carro de Annabeth: Percy, Jason, Nico, Piper e um garoto que estava muito bêbado.
— Por que estão todos encostados no meu carro? — Annabeth franziu a testa.
— Porque você foi á única que não bebeu. — Percy passou os braços por seus ombros.
— Tá, mas é Nico? — Apontou em sua direção. — Cara, você mora aqui.
Nico levantou os braços em rendição.
— Calminha ai loira... Mas sabe, ali tem cinco pessoas e infelizmente no seu carro só cabem quatro...
Nico olhou para Thalia discretamente enquanto passava a língua pelos lábios.
— Ou felizmente... — Falou somente mexendo a boca, piscando para Thalia em seguida, mas ninguém pareceu notar.
Ainda bem...
— Mas enquanto aquele ali? — Annabeth apontou para o garoto bêbado. — Eu nem se quer o conheço.
— Olha Annie, esse é o Leo. — Percy falou casualmente. — Ele é legal, nos conhecemos na festa, mas ele também é de nossa escola. Acontece que Leo bebeu de mais... E não tem carona para casa. Eu sou a única pessoa que ainda lembra o endereço dele então... Leo têm que vim comigo.
— Ótimo! Então vai você ele e Jason no carro de Nico. E eu Piper e Thalia vamos no meu. — Sorriu.
— Mas eu quero ir com você Annie. — Percy fez um bico. — Para poder lhe dar beijinhos enquanto dirige... — Essa parte sussurrou em seu ouvido.
Um choque correu por seu corpo.
— O-okay... Novos planos. Percy, Thalia, Piper e o garoto bêbado. — Apontou para Leo. — Vão comigo. E Nico leva Jason.
— O quê? Não! — Jason e Piper falaram ao mesmo tempo, corando em seguida.
— Então não sei o que fazer... — Annabeth fez um bico.
— Eu vou com Nico. — Thalia finalmente pronunciou-se. — Já que os apaixonadinhos não podem se separar por um segundo.
Annabeth olhou para Thalia com um sorriso malicioso nos lábios.
— Bom. Então vamos lá... — Falou cortando contato visual entrando no carro em seguida.
Percy foi ao seu lado no banco da frente, Piper e Jason no banco de trás juntos com o garoto bêbado. Logo seguira.
Pobre garoto... Vai ficar de vela a viagem inteira.
Thalia foi tirada de seus pensamentos por duas mãos, que a abraçaram na cintura.
— Você merecia um Oscar, Grace... — Nico sussurrou próximo ao seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha em seguida.
Thalia mais uma vez sentiu arrepios por todo seu corpo. Virou-se com um sorriso nos lábios, entrelaçando seus braços no pescoço dele, ficando na ponta dos pés para alcançar seu ouvido sussurrando também:
— Merecia não é mesmo? — Passou sua língua delicadamente por ali encarando-o fixamente nos olhos. Nico sorriu mordendo-a no lábio inferior, puxando-o gentilmente para frente, juntando seus lábios aos dela em seguida.
E sabe aqueles pensamentos? aqueles sobre ela conseguir ou não abrir mão dele novamente? Agora Thalia tinha sua resposta. Só de está perto de Nico tudo ficou claro, como se ter pensado sobre o assunto um dia fosse ridículo. Não conseguiria ficar longe de Nico, nem se quisesse. Ele era como uma droga, depois de experimentar uma vez, você ficava totalmente viciado.
Depois de um tempo daquela forma, logo o oxigênio se fez presente. Thalia separou-se dele.
— Vamos, Baby. Você tem que me deixar em casa.
— Okay, Okay. Vamos lá. — Nico solto-a na cintura e caminhou até o carro, abrindo a porta.
— Oh... Que cavalheiro. — Thalia sorriu entrando no carro.
— Sempre. — Nico piscou fechando a porta, caminhando até o outro lado e entrando no carro também. Sentando-se no banco do motorista. — Então vamos lá. A casa da Grace! — Sorriu dando partida.
— Nico, falando nisso... Como descobriu onde eu morava?
Nico desviou os olhos da estrada por um segundo, encarando-a com um olhar meio psicopata.
— Eu venho observando você. Por muito... Muito tempo.
Thalia sentiu um arrepio correr por sua espinha, seus olhos arregalaram-se, e ela recuou no banco um pouco assustada. Nico manteve aquele olhar por alguns segundos começando a gargalhar depois de um tempo.
— Qual a graça? — Thalia ainda estava assustada em seu banco.
— Estou só brincando, boba. Eu perguntei á Annabeth onde você morava. — Nico sorriu voltando a encarar a pista.
— Idiota! — Thalia socou seu ombro. — Fica abusando da minha inocência.
— Você pode ser tudo, Grace... Menos inocente.
Thalia lhe mostrou a língua e Nico devolveu com uma careta, o que a fez sorrir. Seguiram o caminho inteiro assim, sorrindo por bobagem até que chegaram ao apartamento de Thalia.
— Prontinho, Baby. Entregue. Inteirinha como o prometido. — Soltou-se do sinto de segurança encarando Thalia com um sorriso.
Aquele sorriso lindo que fazia a respiração de Thalia falhar.
— Sabe Di Ângelo. Você me disse isso da outra vez. E lembra o que aconteceu? — Thalia mordeu o lábio inferior encarando Nico fixamente nos olhos.
Ele pareceu se perder nos olhos dela, encarando tão fixamente que por um segundo Thalia ficou até mesmo assustada. Mas de repente ele pareceu voltar a si. Inclinou-se sobre o banco beijando-a.

O beijo era tudo menos calmo. Nico puxou-a pela cintura colocando-a sentada em seu colo, com uma perna de cada lado de seu quadril. Beijou-a intensamente enquanto passava as mãos por suas coxas, infiltrando-as em seu vestido, apertando com força fazendo Thalia arfar contra seus lábios. As mãos dela puxavam seus cabelos com força trazendo-o para mais perto. O oxigênio se fez necessário e Thalia afastou sua atenção da boca de Nico, descendo a seu pescoço, mordendo com força e puxando a carne entre os dentes. Nico grunhiu aprovador, apertando-a nas coxas com mais força. Thalia sorriu contra seu pescoço o que o fez arrepiar, ela passou a língua pela área onde acabara de morder e um choque passou por todo o corpo de Nico que novamente arfou em aprovação. As mãozinhas dela infiltraram-se em sua camisa onde passou a arranhar delicadamente a pele. Nico suspirou passando as mãos por suas costas tentando achar o zíper daquele maldito vestido. Até que finalmente achou. Pegou entre seus dedos e quando ia puxa-lo para baixo o telefone de Thalia tocou.
Thalia deu um pulo por conta do susto, batendo sua cabeça no teto do carro.
— Au... — Grunhiu, com a mão sobre a cabeça. Saindo de cima de Nico em seguida, pegando o celular e sentando-se no banco do passageiro novamente.
Maldito celular!
Nico praguejou silenciosamente.
Thalia observou o aparelho com ainda uma careta de dor. Até que finalmente lera o nome que piscava no identificador de chamadas. Seus olhos arregalaram-se. Nico percebeu sua mudança repentina.
— Algum problema?
Thalia olhou em sua direção e depois novamente par ao celular.
— Desculpa, Nicolas. Mas tenho que ir. — Thalia saiu imediatamente do carro. Indo até a janela do lado onde Nico estava. Dando um selinho no mesmo e correndo para até o prédio, disparando pela recepção e sumindo pelas escadas.
Nico ficou parado em seu carro, sem entender absolutamente nada.
Assim que Thalia chegou em frente a porta de seu apartamento atendeu ao telefone. Suas mãos tremiam segurando o aparelho.
— Alô. Luke?
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