Because I Love You .

34 Já é o suficiente pra min.


Notas iniciais
Heyyyyy o/ pessoinhas, olha eu aqui. postando tudo super rápido. . .E que minha vida anda parada e sem graça, então meu refugio e postar o/ Essa capitulo ficou mega legal, Bom ao menos na minha opinião né. . Eu adorei escrever ele por que no começo me lembrou o tempo Thalico antigo. .aquele tempo engraçado e fofo. Então eu simplesmente adorei escrever ele. Espero que gostem como eu gostei e a tia se despede por aqui nos vemos la embaixo o/

Já fazia uns 2 minutos que estavam se encarando, nem um dos dois se atreveu a recuar, Nico tinha seus olhos fixos nos de Thalia, completamente vidrado. Por um minuto ficou tentado a se aproximar. E foi exatamente o que fez. Levou seu rosto para frente chegando ainda mais perto dela, puxou a tolha que tinha ao redor do corpo da menina a trazendo para perto também.

Thalia sentiu seu coração na boca, não entendia exatamente o que acontecia ali, seu raciocínio ficou completamente lento. Quando seus lábios estavam a menos de um dedo de distancia, Nico voltou a si. Um ataque de sanidade repentino lhe atingiu, e ele viu a merda que estava prestes a fazer. Soltou a toalha e se afastou da menina.

Thalia ainda se encontrava em estado total de choque, estava imóvel encarando o nada.

Nico lhe lançou um olhar de lado. – Me desculpe. . . – Murmurou logo em seguida cortando contato visual. – Eu. . .Por um momento eu, me perdi completamente em seus olhos. – Deixou fugir de seus lábios.

Se o rosto de Thalia estava vermelho antes, você tinha que ver agora, parecia que saia fogo de suas orelhas, ela engoliu o seco olhando para o chão, seu coração batia tão rápido que chegava a assustar.

O rosto de Nico corou. – Quer dizer sabe, você tem olhos muito bonitos. . .e ai eu fiquei olhando, e meio que me deu vontade de te bei. . . – O menino para no mesmo momento. – De. . . olhar mais de perto. . .

Thalia ficou ainda mais vermelha.

– T-tudo bem. – Tentou falar, não sabia por que se sentia assim. Por algum motivo essa proximidade mexeu seriamente com ela.

Nico a encarou por um segundo, havia se esquecido de como Thalia era incrivelmente fofa com vergonha, deixou um sorrisinho escapar, Então caminhou até a arquibancada de madeira que havia ali, um pouco menor que a do ginásio. Sentou-se e olhou mais uma vez para menina.

– E então esta melhor agora? – Finalmente fala algo. – Quer dizer. . .você parecia realmente mal lá encima. . .

Thalia subiu seus olhos que até agora encaram o chão, e os levou ao dele.

– Bom eu. . . – respirou fundo. – Eu nunca contei a ninguém, até por que acho meio ridículo da minha parte. – Ela caminhou se sentando ao lado do menino. – Mas já que você salvou minha vida. — Ambos sorriram.– Eu. . .Eu morro de medo de altura. – Fala esperando que o menino começasse a rir.

– Hm. . .Entendo. . . – Parou alguns segundos pensativos. – Mas eae ? Você se sente bem? Acho melhor ir à enfermaria.

Thalia lhe lançou um olhar curioso. – Serio isso? Sem risadas ou comentários de como meu medo e idiota?

Nico arqueou as sobrancelhas.

– O que? Claro que não, todos têm medos Thalia. – Ele olhou para frente. – Todos têm medos, e isso que nos faz humanos. – Então voltou seus olhos a ela. – Eu, por exemplo, morro de medo de Poodles. – Fala como se cachorrinhos fofos fossem a pior coisa do mundo.

A menina não pode conter uma risada. – Como assim? Medo de Poodles?

– O que? Não acredita a min? – Ele se finge incrédulo. – Eles são assustadores ok ! Aquele rabinho e aquelas presas são terríveis! – Nico colocou seus dedos na boca imitando presas.

Thalia sorriu descontroladamente. O Menino mais uma vez se fez de incrédulo. – Como pode sorrir em um momento tão serio como esse? Sabe eu estou abrindo o meu coração, e lhe falando sobre meu medo estremo de cães fofos.

Ela tentava para de sorrir. Mas a imagem de um menino como Nico correndo de um cachorrinho na rua era ridícula de mais para permitir.

– Seu monstro. . .

– Ok, ok desculpa, mas. . .Serio poodles?

Nico concordou. – Sim, Poodles aqueles seres de Hades.

Thalia finalmente parou de sorrir, e notou o que Nico acabara de fazer, contou uma historia ridícula para ela não se sentir envergonhada por conta de seu medo.

– Obrigada. . . – Murmura baixinho. – Sabe por me ajudar, eu realmente achei que conseguiria pular, mas aquelas pessoas, elas começaram a gritar e. . .lá encima era tão alto.

– Tudo bem, não foi nada. . .

– Sim. . . foi, Foi algo muito importante, não sei o que faria se você não fosse me ajudar. – Ela se inclinou sobre o menino. Seus rostos mais uma vez ficaram próximos.

Nico a encarou por uns segundos. Suas bochechas ficaram vermelhas, seus cabelos molhados caiam sobre um só lado do ombro, E então olhou para. Seus peitos, sim os seios dela estavam bem na sua cara. Era impossível não olhar, o pouco pedaço de pano que os cobria estava torto sobre o mesmo, mostrando mais do que deveria.

–N-não foi nada. . – Ele fala tentando se afastar da garota. – Agora eu tenho que ir. Sabe, tenho que fazer. . .coisas. – Então em um pulo se levantou da arquibancada, tentando dar os paços mais rápidos que conseguia.

~ — Não pense nos peitos, não pense nos peitos, esqueça os peitos! – e impossível esquecer os peitos...

– Nico espera – Ela segura sua mão. E no mesmo momento sente um choque correr sua veia. Sua cabeça mais uma vez doeu, mas dessa vez doeu mais que o normal, a mão da menina apertou ainda mais a de Nico, seus olhos se fecharam com força e ela gemeu de dor.

Nico tentou ignorar as borboletas que sentia no estomago por ter Thalia segurando sua mão com tanta força, então olhou para traz. Bem a tempo de ver a menina caindo.

Seus olhos se arregalaram e ele a puxou pela mão de encontro a seu corpo. Thalia se chocou contra o mesmo completamente mole, seus olhos ainda fechados.

– Ei! – As mãos dele descem a cintura da menina para mante-lá em pe. – Thalia ei! – Ele a chacoalhou, mas sem resposta alguma ela havia apagado. O coração de Nico mais uma vez apertou. Uma de suas mãos subiu a testa dela. – Pelos deuses! – Thalia queimava em febre.

Ele desceu uma mão às pernas da menina e a outra a suas costas, então a levantou, mais uma vez a pegando em seus braços. Mais uma vez tão próximos, O coração de Nico não agüentaria tanta tortura.

Ele tentou andar o mais rápido que podia com uma garota em seus braços, não que Thalia fosse pesada, mas Nico sentia sua pele formigar em contato com a dela, Thalia era o como uma espécie de kriptonita, sua única fraqueza. Ela tirava sua força e sua sanidade. Ainda mais naquele estado.

Nico agradeceu mentalmente pelos corredores estarem vazios, já que todos ainda estavam em aula. Pensou que seria meio difícil de explicar por que estava com uma aluna desacordada em seus braços, com roupas de banho ainda por cima. . . Finalmente chegou em frente a enfermaria. Virou de costas empurrando a porta com as mesmas, e caminhou até a cama/maca mais próxima.

Colocou Thalia sobre ela, e finalmente passou os olhos pelo lugar, estava vazia. Nem um sinal de enfermeiras. O desespero tomou seu coração. – O que Diabos eu faço agora? – Olhou mais uma vez para Thalia. Bem a tempo de vê-la murmurar alguma coisa. Aproximou-se dela, segurando sua mão.

– Lia?

Thalia fez uma careta ainda dormindo, e então apertou sua mão.

– Luke. . . – Murmurou mais uma vez. E Nico sentiu uma raiva repentina.

–Não Thalia não sou o Luke. . . – Falou com certo desgosto.

– Por quê? . . . Por que você voltou?

– O que? – Ele a encarou mais atentamente. Thalia ainda dormia, ela estava tendo uma espécie de sonho?

– Me ama? – Sua voz soou mais fria agora, e ela apertou a mão de Nico com mais força. – Se me amasse não teria beijado MINHA MELHOR AMIGA. – Essa parte soou tão fria que Nico ficou até com pena de Luke. . .Não esquece, ele nunca teria pena daquele loiro maldito.

E então ele pensou, Thalia havia comentado sobre alguém ter quebrado seu coração uma vez. – Os olhos do menino se arregalaram. –“Por que voltou?”– A menina havia perguntado, ou seja. Ela já Conhecia Luke!

Nico sentiu sua raiva aumentar ainda mais. Ele a traiu com a melhor amiga?...Com Annabeth? – Um gosto amargo veio a sua boca. Ele não era muito melhor que Luke, havia feito praticamente a mesma coisa. Arrependia-se profundamente disso, mas fez. E não poderia mudar o passado.

– Mas posso mudar o futuro. – Pensou soltando a mão da menina. – Você não merece mais ser machucada Lia. – Ele murmura aproximando seu rosto do dela. – Não merece, e eu te machuquei. . .e acho que só vou te machucar ainda mais e . . .

Thalia deu um pequeno sorrisinho.

– Agora se me permite. . . – Ela murmura mais uma vez, e prende a atenção de Nico novamente. – Eu devo explicações ao meu amigo colorido. . .

Ele arregalou os olhos sentindo um choque na espinha. Será que. . .Aquilo havia acontecido? Quer dizer ele e Thalia haviam se separado na época que eram só amigos coloridos. Por que ele a pegou no telefone com Luke. “Eu não sinto nada pelo Nico!”aquelas palavras ainda o incomodavam..

Bom depois daquilo, horas mais tarde Thalia apareceu a sua porta, e. . .O resto todos já sabem. Nico se perguntava se aquela conversa com Luke acontecera nesse pequeno intervalo de tempo. Mas então pensamentos mais perigosos vieram a sua cabeça, se aquilo tivesse mesmo acontecido, quer dizer que Thalia estava se lembrando!

– Não, não, não. . .Escuta Lia! Você tem que acordar. – Ele apertou novamente a mão da menina.

Se seus cálculos estivessem certos, e aquilo fosse mesmo uma memória. Em poucos minutos Thalia estaria em sua porta, ou seja. . .Ela veria seu rosto, eles se beijariam. . .E suas memórias voltariam por completo.

– Thalia vamos! Você tem que acordar. . . Acorda por favor. . . – Ele apoiou o rosto no peito da menina. – Eu não posso ser odiado por você mais uma vez. . . Eu não suportaria.

E então Nico sentiu uma mão sobre suas costas, dando leves tapinhas. Subiu seus olhos até o rosto da menina.

– Ta. . .Isso e meio. . .estranho. . .

Nico não pode conter o sorriso. Um alivio imenso tomou seu peito.

– Você desmaiou. – Fala.

– Desmaiei?

– Sim. . . No meio do corredor, e também estava queimando de febre, então de trouxe pra cá e. .

– Se deitou sobre min? – Ela pergunta confusa.

Nico corou na mesma hora, se lembrando que ainda estava com a cabeça no peito da menina. Levantou em um pulo.

–Bom e que. . .Bem, eu. . .

– Aconteceu alguma coisa aqui? – A enfermeira finalmente chegara ao quarto.

~ Graças aos deuses!

– O que? Não, não aconteceu nada, absolutamente nada. Quer dizer ela. – Nico aponta para Thalia nervoso. – Ela desmaiou, Ai eu a trouxe até aqui. . . Mas ai você não estava, e bem, Agora esta. . .

Ele olhou para Thalia e a doutora que o encarava com as sobrancelhas arqueadas.

– Eu já vou indo. . . – Apontou para porta, e saiu no mesmo momento. E então de repente voltou. – Espero que melhore Lia. – Sorriu e saiu mais uma vez.

Thalia caiu na gargalhada. A mulher lhe encarou.

– Seu namorado?

– O que? – Thalia corou encarando a porta. – Não, não somente amigos.

– Hum. . . – A doutora murmura com um sorriso malicioso. – Então ta, vamos ver como você esta mocinha. – Se aproximou dela com um estetoscópio.

(. . .)

Depois que saiu daquela sala, Nico sorria feito um idiota, imaginando a cena ridícula que acabara de passar. Mas pelos menos Thalia não chegou à parte que eles se encontravam. . .E aquilo poderia até não ser uma memória, poderia ser só um sonho. Nico torcia para que fosse só um sonho.

Caminhou pelos corredores, indo até o vestiário masculino. O sinal avisando o começo da aula já havia tocado, Nico tinha que se trocar rápido e correr para sala, ou os professores não o deixariam entrar mais.

Abriu seu armário, e mais uma vez viu a foto de Thalia, um sorriso bobo escapou. Ele encarou a foto lembrando da sensação maravilhosa de estar próximo dela mais uma vez. Pode tê-la em seus braços mais uma vez, e lembrou de suas bocas tão próximas, de suas peles tão próximas.

Um arrepio correu por sua espinha. Ele não poderia pensar naquilo.

– Não Nico! Esta se aproximando dela mais uma vez!

Ele não poderia alimentar esperanças, aquela hipótese não existia. Ele não poderia se aproximar dela mais uma vez. Thalia poderia se lembrar. – Pegou suas roupas e fechou o armário com certa brutalidade, caminhou até o boxe do vestiário. Precisava esfriar a cabeça. – Não faria tanto mal assim perder uma aula não e mesmo?

Colocou as roupas encima de um dos bancos do lugar, e então ligou o chuveiro. Uma água fria caiu por suas costas lhe dando um choque de realidade. Ele tentou esquecer o que aconteceu. Por um momento de fraqueza quase beijara Thalia. – Coisas desse tipo, não podem acontecer. . . – Murmurou fechando os olhos sentindo a água correr por seu corpo.

– O que não pode acontecer? – Uma voz pergunta a seu lado. Nico abre os olhos olhando para o amigo.

– Percy? O que faz aqui?

– Bem. Eu acabei de sair do teste pro time de basquete. . .Sabe acho que consegui um lugar no time.

Nico não pode não sorrir naquele momento. Ele sabia o quanto Percy queria entrar no time de basquete. E sabia que o amigo jogava muito bem. Estava feliz, por ele.

– Que legal cara. . . – Murmurou tentando parecer o mais desinteressado possível, mas foi em vão, sua voz ainda assim soava feliz.

– Nico por que você. . .Se afastou de nos? – Percy pergunta indo direto ao ponto.

O menino fica alguns minutos em silêncio. – Você não acha que e estranho estarmos conversando no meio de um banho no vestiário masculino?

Percy sorriu. – Realmente muito estranho. . .

Nico desligou o chuveiro pegando a toalha e colocando em volta da cintura.

– Por Thalia. . . – Ele fala caminhando até o banco onde colocou suas roupas.

– Por Thalia? – Percy saiu do banho também, a toalha em volta de sua cintura. – Como assim por Thalia? Vocês estão brigados?

– Não. . . Jason não te falou nada?. . . Sabe sobre as memórias dela.

– Ele comentou sobre algo. Falou para nem um de nós tocarmos no assunto “Nico” perto dela. Mas todos o acharam um idiota por isso, Piper esta sem falar com Jason há semanas.

Nico o encarou com as sobrancelhas arqueadas.

– Sabe Nico. Se você se afastou de nos, por que Jason pediu, eu vou socar seu nariz, e o dele.

O Moreno sorriu. – Não foi por conta de Jason. . .foi por min, por min mesmo. Thalia não lembra min Percy.

– Não lembra de você ?

– Não, ela sofreu uma espécie de trauma no acidente.

– Mas ela lembra de todos nos.

– Jason suspeita que seja algo psicológico. Sabe, eu devo ter ferrado a cabeça dela quando fiz aquilo.

Percy assentiu. – Você não e um cara ruim Nico. . .

– Pra ela sim Percy, pra ela eu sou. – Ele olhou para o amigo. – Diga a Piper para voltar a falar com Jason, ele não tem culpa de nada. Só que ajudar a Irmã e. . .

– Não acha que ela gostaria de saber? – Percy o encarava serio. – Não acha que ela merece saber?

Nico olhou para o amigo serio.

– Saber o que? Que eu a trai? Que eu a trair com sua amiga? Ela não precisa saber disso Percy.

– Saber que você a amava. – O menino responde serio fazendo Nico lhe olhar atentamente. – Que ainda a ama. E que nunca amou outra garota como ama ela.

– Sim eu a amo Percy, e isso e o pior de tudo. – O menino suspira se sentando no banco. – Ficar longe dela e ruim, ficar longe dela sem ela se lembrar de min, e pior ainda cara. E difícil pra min, eu estou sofrendo, mas posso suportar. Deis de que ela esteja bem posso suportar.

– Você e um covarde. – Percy fala com desgosto na voz. – Um covarde Nico. Só covardes fazem isso, preferem evitar a batalha a lutar nela.

– Falou Ares. . . – Ele murmura. – Me chame do que quiser ok? Eu não me importo não me importo por que posso vê-la sorrir, não me importo por que mesmo não a tendo em meus braços, eu não a perdi para um acidente, um acidente eu causei.

– Você não causou aquilo Nico! Pare de se culpar.

– Todos me culparam Percy! – O menino se levanta encarando o amigo. – Todos me culparam e me odiaram, e aquilo fez eu me odiar. Me fez pensar que eu causei tudo aquilo, toda a dor que a garota que eu amo sentiu, foi por minha culpa.

Percy engoliu o seco.

– Então me chame do que quiser ok? Eu não me importo. Por que vê-la respirar, já e o suficiente pra min. – O menino virou as costas pegando suas roupas no banco, e então caminhou até o outro lado do lugar deixando o amigo sozinho.

Percy suspirou se sentando. Lembrou-se do dia em que Nico estava no hospital, chorando e em desespero. Todos os seu amigos lhe viraram as costas. Inclusive ele mesmo havia feito aquilo. E não se orgulhava, no momento em que Nico mais precisara dele. Percy lhe deixou.

Então agora, se recusava a fazer aquilo novamente, não viraria as costas a seu amigo. Não em um momento de tanta necessidade.

Notas finais
Eai? estão sentindo. raiva? ehuehe' você queriam um beijo ali né? mas não teve. . .que pena :v Como eu sou malvada meus deuses. . . Não teve beijo mais Thalico se aproximou divinamente nesse capitulo, já que mal se falavam nos anteriores, me amem u.u Ta mas voltando, comentem ai o que acharam da conversar de "héteros" que o Nico e Percy tiveram no banheiro. A qual é super normal conversar com alguém enquanto esta pelado, quem nunca fez isso ne? E enquanto ao ataque de fofura do Nico? *---* muito kawai, Nico vem pra k :v Bom e isso, comentem! e uma ordem u.u Se comentarem logo eu prometo postar tão rápido quanto esse. A tia de despede aqui, e nos vemos no próximo capitulo o/