Bebê de Outubro

14 Capítulo 13


Notas iniciais
Boa noite amores. Obrigada pelos comentários do capítulo anterior. Boa leitura!

Pov.Narradora

Karina estava surpresa ainda com o que vira, desde quando Pedro havia virado ator, ficou olhando enquanto eles recitavam a peça, Karina estava se sentindo estranha queria subir alí e acabar com aquela "palhaçada".

– Espero que essa droga termine logo.- acabou falando alto de mais, arrancando olhares de muitos até Bianca e Pedro olharam disfarçadamente, a loira baixou a cabeça. — Olha lá.- Dizia cade vez que eles davam as mãos. — Quanta falta de noção. — Falava quando diziam coisas bonitas.

– Minha filha pra com isso que eu quero prestar a atenção.- Gael estava impaciente.

– Eu posso ir embora?- Insistiu. — quando acabar sim.- Falou firme. — Que pressa ė essa?.- Perguntou.

– Só não quero ficar pra ver esse dois jun... isso.- Se repreendeu por seu comportamento.

Foi quando Bianca parou no meio da fala e olhou como se estivesse esquecido, Karina percebeu e começou a sussurrar as falas para irmã mas ela parecia estar em outro mundo olhou para trás e viu Duca com cara de interrogação.

– Vai Bi.- Sussurrou Pedro. A garota não estava bem então a única saída que encontrou foi ir correndo o mais longe possível do palco. Pedro ficou plantado, pela primeira vez na vida ele sentiu vergonha. Algumas pessoas começaram a reclamar que haviam pagado e queriam ver a peça toda foi quando Karina tomou coragem donde não tinha se levantou e recitou de onde a irmã tinha parado.

– O que?- Pedro sussurrou novamente, e recebeu um olhar de Karina.

A garota subiu no palco e esqueceu das pessoas que estavam ao redor alí era apenas ela e Pedro ou melhor Romeu e Julieta.Todos acharam estranho principalmente os amigos de Karina que ficaram boquiabertos.

– O que ela está fazendo?- Gael olhou para os lutadores, que apenas deram de ombros.

As pessoas ficaram mais surpresas inda quando viram que peça estava indo bem e que apesar de nenhum dos dois serem atores estavam agindo como tal. A peças estava chegando ao fim e como não teria beijo o desfecho seria rápido pelo menos na cabeça de quem assistia pois ao dizerem os últimos versos foram se aproximando assim como dizia no roteiro mas Pedro segurou Karina pela cintura colando seus corpos e assim como a mão do garoto a de Karina foi até se pescoço e assim uniram seus lábios em um beijo digno de cinemas, aplausos podiam ser ouvido de longe foi quando uma pessoa no meio gritou.

– MAS NA CENA NÃO TEM BEIJO.

– NÃO? Muitos disseram em unísso.

Mas nem isso fez com que eles parassem, mudaram de posição mas mesmo assim continuaram, as pessoas olhavam surpresas afinal aquele sim era um beijo com 'pegada'. Quando o ar faltou eles foram se soltando aos poucos, respiravam ofegante. Inda se olhavam mas Karina percebeu que não era penas eles alí, se soltou dos braços de Pedro e foi descendo do palco.

– Karina? Espera.- Foi segundo mas parou quando a menina começou a dar paços largos. — Esquentadinha, volta aqui. — Foi em vão. — MALUCA. — Gritou e sorriu, arrancando sorrisos dos presente.

As cortinas se fecharam enquanto esperavam começa outra apresentações, Pedro foi para o camarim e tebe de aguentar a euforia de todos lá. Karina foi para casa correndo estava morta de vergonha, mas quando entrou em casa não pode evitar o sorriso, parou um pouco na porta apenas sentindo se coração acelerado e ao passar em frente ao vidro não pode evitar olhar sua boca vermelha, foi para o quarto mas seu sorrido se desmanchou ao ver a irmã sentada na cama chorando compulsivamente.

– Bia, o que foi?- Foi até Bianca e a abraçou. — Está assim por causa da peça? Não precisa se preocupar você ė talentosa e...- Foi interrompida.

– Eu acho que estou grávida. — Bianca foi direta.

– O quê? Como assim do Duca.- Estava em êxtase.

– Ė claro né.- Falou um pouco grossa.- Desculpa.- Se repreendeu.

– Ele já sabe?- Estava tentando achar uma solução.

– Não, eu estou com enjôos e com vários outros sintomas de gravidez. — Começou a chorar novamente.

– Já fez o teste?

– Ainda não.

– Eu vou na farmácia e compro um, temos que aproveitar agora que o pai não vai estar em casa.- Se levantou.- Eu já volto.- Saiu.

Karina foi caminhando até a farmácia que não era muito longe de sua casa.

– Um teste de gravidez.- Disse simples.

– Só isso.- O homem disse entregando a caixinha com receio e Karina percebeu.

– O quê? Ta pensando que ė pra mim?- Foi grossa.

– Ė que...- Foi interrompido.

– Será que não tenho o direito de comprar o que eu quero sem ser olhada com desdém.- Disse deixando o farmacêutico impressionado com tanta violência.

Pedro decidiu ir pedir desculpas pela milésima vez para Karina viu que a garota estava transtornada, então trocou de roupa e foi até a casa da menina mas no caminho viu a mesma saindo da farmácia e indo em direção a praça então abordou-a.

– Ei, ei, ei... espera.- segurou a menina pelo braço.

– O que foi?- Disse assustada por ver o garoto depois de tudo.

– Você ta brava comigo?- Se preocupou. – Não... eu to com pressa posso conversar com você depois?- Disse movimentando as mãos.

– O que ė isso? — Segurou a mão da para ler.- Ė um teste de gravi... Não vai me dizer que você...- Arregalou os olhos.

– Claro que não.- Puxou o braço.

– E é pra quem?- Disse curioso.

– Não posso falar.- Ela ia saindo.

– Espera.- Segurou ela de novo.- Confia em mim.- olhou nos olhos dela.

– Ė pra Bianca.- escolheu confiar.

– Sério? Que barra em.- Pareceu preocupado.- Posso ir com você, afinal ela foi minha parceira de teatro.- Sorriu.

– Se não for agarrar ela pode.- Disse irritada.

– ciúmes.- Provocou.

– De você nunca. — Foi saindo e sendo seguida por ele. Quando entraram na casa da garota.

– Cade o Samuca?- Perguntou ele rondando o local.

– A Fabi pediu para ficar com ele já que eu iria na apresentação. Mas manhã ele estará de volta.- Foi seguindo para o quarto. — Bia?- chamou pela irmã.

– Tô aqui.- disse vindo da sacada.

– O que faz aqui?- Se surpreendeu co. Pedro.

– Não se preocupe só vim ajudar.- falou se sentando na cama junto de Bianca e Karina.

– Toma.- Karina entregou o teste.

Bianca foi até o banheiro, deixando Pedro e Karina em silêncio absoluto, para eles que esperavam foram os 5 minutos mais torturantes. Quando a menina saiu do banheiro eles se levantaram e foram al encontro dela.

– Eai?- quis saber Karina.

– Não tive coragem de olhar, algum de vocês olha pra mim.

Os dois se olharam e quando levantaram a mão para pegar se assustaram.

– Meninas.- Gael havia entrado em casa.

Os três se entre olharam.Foi quando os paços de Gael foi se aproximando da porta.

Continuaa...

Notas finais
Digam o que acharam, está muito ruim? Por hoje ė isso, Bjs.