Notas iniciais
Bom, esse capítulo ficou curto e rápido, o próximos provavelmente também vai ser assim, mas logo voltarei a fazê-los com pelo menos 6 páginas do word ^^ (Sim, eu conto xD)
Apreciem a leitura *-*

– Parece que perdeu o controle, e o carro foi parar na calçada. Por sorte bateu primeiro no poste, então não bateu com força total na Sra.Campbell, e por sorte o pedaço de ferro do automóvel não era muito grande, e por isso não acertou nenhum órgão vital.

– Então foi isso?! E o motorista?! – eu perguntei exasperado, estava tão desesperado ontem que nem perguntei como Annie foi parar no hospital.

– Se encontra em coma. – falou tristemente – Mas bom... – continuou.

– Papai! – uma enfermeira de cabelos negros compridos e traços asiáticos chegou apressadamente.

– Sayu, já pedi para me chama de ‘Dr.Yagami’ no hospital – o Dr.Yagami a repreendeu.

– Sim, Dr.Yagami – falou séria demais, tirando uma com a cara do pai.

– Tá, o que houve? – suspirou.

– A paciente do quarto 277 acordou.

– É o quarto da Annie! – exclamei feliz.

– Sim, irei com você porque eu tenho que fazer um check up.

– Ok!

Emocionado me dirigi junto ao médico até minha mãe. O quarto onde ela estava tinha além da cama e do equipamento um sofá que virava uma cama se você tirasse as almofadas do encosto, uma mesinha (onde coloquei rosas num vaso), uma TV com mais de 500 canais e uma porta para um banheiro particular. O plano de saúde dela é bom.

– Annie! – a abracei com cuidado.

– Olá, meu anjo. Como você está?

– Essa pergunta é minha, não? – sorri e ela deu uma risadinha fraca – Eu estou ótima, ainda mais com o doutor tão bom cuidando de mim – falou simpática e depois sussurrou: — E ele está solteiro...

Sorri, ela nunca mudava, morou uma parte da juventude na Alemanha e foi bem popular lá, era uma conquistadora nata, e mesmo agora como uma senhora de idade, com seus frios compridos e brancos, seu olhar mel é tão vivaz e apaixonante que ela até já conquistou homens mais novos.

– Mas está tudo bem você não ir a escola? – perguntei depois que o doutor já tinha terminado o checá-la e saiu.

– Sim, Mello foi e depois vai me passar a matéria, também foi explicar o porque da minha ausência.

– Estude bastante, mocinho – apertou minha bochecha de leve.

– Sim, sim. Agora me conte como você sabe que o Dr.Yagami é solteiro – pedi sorrindo presunçoso.

– O Soichiro – seu sorriso ficou gatutino – Me contou que se separou da mulher que está no Japão a anos.

– Já o chama até pelo primeiro nome! Mas me conta, como ele é?

– Ah, filho, ele é um homem incrível, sabe? Do tipo que se preocupa de verdade com os pacientes, e sorri todo orgulhoso dos filhos – suspirou bobamente, ah o amor...

– Mas não pense que vou chamá-lo de pai logo de cara, viu? – brinquei, e ela riu.

– Ok, querido!

Conversamos e rimos bastante, até que o Sr.Soichiro bateu na posta antes de entrar.

– Oh desculpe... Eu volto mais tarde – ao que parece ele que falar com Annie...

– Eu já estava de saída, por favor entre. Thau, Annie – beijei sua bochecha, e pisquei antes de sair do quarto, quando o Soichiro estava virado.

Fui para casa.

– Cheguei! – gritei quando entrei.

– Bem vindo, estou aqui na cozinha! – gritou Mello, fui até ele.

Quando cheguei, meia mesa estava arrumada para o chá, inclusive com o bolo na mesa.

– Nossa, que moço prendado – comentei rindo,

– Cala a boca e senta, Matt – riu também.

Me sentei e ele me serviu um pouco de chá preto, depois cortou um pedaço de bolo para mim.

– Você não vai comer?

– Não estou com fome – sentou ao meu lado e apoiou um cotovelo na mesa, sustentando a cabeça com a mão, me olhava intensamente.

Mello’s POV ~

Ele começou a comer, bebericando vez ou outra o chá. Comeu um pedaço do bolo e um pouco da cobertura ficou no canto de sua boca, me inclinei limpei com a língua, aproveitando para roubar um selinho. Ele corou, que fofinho. Credo, como eu estou gay!

– Estava sujo.

– H-Hn. – voltou a comer.

Eu não conseguia parar de olhar para a boca dele, eu a queria. Agora. Me levantei e arrastei a cadeira dele de frente para mim, coloquei um joelho entre suas pernas e beijei aqueles lábios, sentindo o gosto de chocolate misturado ao gosto próprio de Matt. Passei uma mão por dentro de sua blusa acariciando de leve. Eu precisa de mais contato, precisava ver ele gemendo e com uma expressão de prazer.

– Você é sexy demais para o seu próprio bem, Mail – sussurrei e mordi seu ponto sensível, a orelha.

– Hmmm! — esse gemido ainda não era o bastante, comecei a abrir sua calça. Ele segurou minhas mãos, então conectei meu olhar ao seu, ficamos assim por um tempo, perdidos um no outro, e naqueles olhos verdes e grandes eu recebi a confirmação para seguir em frente. Voltei a abrir o zíper, abaixando um pouco a vestimenta, o suficiente pra eu tocar aquele membro levemente rijo, Matt suspirou.

“Lindo” pensei quando vi seu rosto corado, não consegui resistir ao impulso, e comecei a mordiscar seu sexo levemente.

– Mel-lo...

– Geme meu nome – falei sorrindo malicioso, tirei sua Box de forma lenta, o torturando até deixá-lo livre daquela peça de roupa, e comecei a lamber e morder aquela extensão quente e pulsante.

– Mell... Rápido... – eu queria brincar mais pouco, porém (por mais que eu fosse negar até a morte) eu me derretia quando aquela boca pronunciava meu apelido de infância, então enfiei membro dele na boca, começando a masturbá-lo, enquanto beliscava seus botões.

– Hnnnnn! Ahhhhh.... – gemeu, e eu instintivamente aumentei a velocidade e ele me deteu – Não é... Justo que só eu tenha... Prazer... – falou quase ar.

Dei um sorriso cálido e abaixando minhas roupas de baixo (redundância) deixei minha ereção à mostra. Ajudai o ruivinho a levantar e o apoiei na mesa, fazendo-o deitar na mesma, subi em cima dele e entrelaçando nossas mãos comecei a roçar nossas ereções, distribuindo mais mordidas no lóbulo do gamer, ele em nenhum momento fechou os olhos.

– Ahhh... Matty...

– Hmmm, ah!

Aumentei a velocidade cada vez mais, gemíamos e trocávamos juras de carinho, até que chegamos ao nosso ápice de prazer.

– Eu te amo.

– Eu também, meu bebê – ele pareceu surpreso com a forma como o chamei, eu também. Nunca fui assim na minha vida em um namoro, cadê o Mello grosso de sempre? Pois é, morreu – Hey...

– Sim? – perguntou curioso.

– Aquela Box era minha. – sorrimos.


Notas finais
Ficou bobinho, eu sei >.< Sorry Ç-Ç Tentarei fazer o próximo melhor *olhar determinado*
Ah, e levanta a mão no review que gosta do L e do Raito ^^
E... não esqueçam de mandar reviews, viu? >///< Yuki is a good boy!
PS: Achei isso no youtube O-O : http://www.youtube.com/watch?v=uUnefUbWf_M&feature=g-vrec&context=G2ba54f6RVAAAAAAAABw