Beautiful Disaster
9 Capitulo 9
Notas iniciais
Eu andava devagar pelos corredores, mas não estava prestando atenção por onde andava, já que as pessoas abriam caminho para mim. Mas então esbarro em alguém e ouço barulhos de coisas caindo no chão.
Me abaixei automaticamente e comecei a juntar os livros no chão.
– Desculpa, estava meio distraído – falei e olhei para cima, era Annabeth, seu cabelo cacheado estava ao redor do seu rosto angelical e seus lábios e bochechas rosadas – Oi?
– Oi – ela disse pegando os livros da minha mão e passando uma corrente elétrica por nós – Quanto tempo que não nos falamos – falou corando – Como você tá?
– Hum, levando e você? – perguntei coçando a nuca
– Levando também – falou e sorriu – Quer ir no sábado para o parque junto com o pessoal?
Me surpreendi e meu peito se encheu de alegria. Expectativa estupida! Me xinguei mentalmente.
– Claro, que horas? – perguntei e notei que tinha muitos livros nas mãos – Quer ajuda?
– Obrigada – respondeu me entregando metade deles – Acho que vamos umas 19:30.
– Sabia que faz mais de... hum... 3 anos que não vou a um parque?
– Putz, serio?
– Ahãm, eu ia com minha mãe, ela adorava e eu nem gostava muito – falei e sorri, mas saiu triste – Ela sempre me fazia tirar foto com palhaço, e eu tinha que engolir meu medo.
Ela me olhou por um momento e começou a rir. Corei um pouco.
– Meus Deuses – falou sorrindo, fiquei um tempo bobando seu sorriso
– O que? Pode falar, você também deve ter medo. Aqueles sorrisos, são... meus deuses, são terríveis.
Ela conversou comigo até a sala dela, onde acabava nossa conversa. Aquele mesmo sentimento de perda que me consumiu semana passada me possuiu de novo, e queria apenas pega-la e leva-la para minha casa e... Calma Perseu.
– Engraçado como conversar com você por 10 minutos me alegram tanto – falou e corou um pouco
– Então fale mais comigo – disse na lata e abaixei a cabeça – Senti sua falta.
– Eu também senti a sua – respondeu sorrindo e aquilo realmente me deixou feliz
– Que tal – falei e hesitei por um breve momento – Sairmos hoje? Só nós, digo.
– Claro que sim – ela disse e beijou meu rosto
Sorri e fui para minha sala. A aula passou devagar e torturante como sempre. Senti saudades do Ensino Médio e suspirei exagerada enquanto o sinal tocou e fui para meu carro.
Quando cheguei em casa os meninos estavam no sofá mexendo no celular e com a TV ligada, qual desligo logo em seguida. Eles olharam para mim e joguei o controle na cara do Nico.
– A energia tá cara – falei sorrindo
– Até parece que você liga para isso – falou Grover
– Sou a favor do meio ambiente – respondi, Annabeth disse uma coisas e fiquei realmente assustado
– O que você fez com meu Percy Jackson? – perguntou nico
Também quero saber!
– Eu estou normal – falei – Vou sair, tchau.
– Eu também vou sair – Nico falou levantando
– E eu? – Grover perguntou
– Chama Juliana pra sair – Nico falou
– Aff tá bom – respondeu e cada um foi para seu quarto se arrumar
Coloquei um jeans qualquer e uma camiseta gola polo e meus sapatos. Espero os meninos saírem e depois de 10 minutos vou para a casa da Annie, estaciono na frente e mando uma mensagem para ela. Annabeth vem com um vestido longo, porém simples. Estava linda.
Ela entra no carro e sorri para mim. Levei-a para um restaurante chique, no centro da cidade. Nós nos sentamos afastados dos demais que também estavam ali.
– Você está bonita – falei lhe olhando, seu cabelo estava preso atrás da cabeça
– Obrigada, Pers – falou sorrindo e corando
Aí chegou a garçonete e anotou nossos pedidos. Ela me olhou interessada.
– Não vai querer mais nada? – perguntou
– Não – sorri forçado
Aí ela me olhou chateada e saiu.
– Ela devia ter perguntado: quer ir trepar comigo no deposito? Seria muito mais pratico pra ela – Annabeth disse com raiva
– Ahn? – perguntei sem entender
– Ela deu em cima de você! – falou ficando vermelha
– Tá com ciúmes? – perguntei sorrindo de orelha a orelha
– Não – ela virou o rosto pra cima, seu nariz empinado – Claro que não!
– Hum.. estou vendo que não! – ri dela internamente
– Aí Percy – ela bateu no meu braço com raiva – Como você é idiota!
– Admite que adora esse idiota – falei no seu ouvido, vi sua pele se arrepiar
– Me obrigue – ela disse olhando nos meus olhos
– Só porque estamos em um local publico... – falei baixo
– Hm... o que você ia fazer comigo? – perguntou sorrindo de lado
Sorri mais ainda. Então passei as mãos na sua coxa por cima do vestido.
– Coisas Annabeth – respondi sorrindo
– Que coisas? – perguntou e a safada passou a mão por cima do meu membro
– Primeiro ia te castigar pelo que tá fazendo agora – respondi fechando rapidamente os olhos
Então ela parou a mão em cima dele.
– O que eu tô fazendo? – perguntou inocente e com um sorrisinho no rosto
– Não me provoca Annie – falei e ela fez um bico
– Qual o significado dessa palavra? – perguntou, sua mão ainda estava lá
Então a garçonete traz nossos pedidos e me olha e depois para Annabeth, acho que ela viu onde a mão da danada estava pois revirou os olhos e saiu sem uma palavra. Annabeth sorriu vitoriosa.
– Vaza vadia – ela disse baixinho se ajeitando na cadeira
– Que possessiva – falei brincando
– Sou mesmo – respondeu começando a comer
– Acabou de admitir que estava com ciúmes – notei
– Quer saber? – ela se virou para mim e seus olhos pareciam uma tempestade enorme – Estava mesmo. E você está tão gostoso essa noite que eu quero te arrastar para qualquer lugar e...
Não deixei ela terminar, pois lhe beijei.
– Vamos para casa – falei e tirei minha carteira e jogando o dinheiro lá, apontei para a garçonete e sai puxando Annabeth que ria para meu carro
– Você me mata, garota – falei estacionado o carro em frente mina casa e a puxei para mim ainda nas escadas.
Ela me beijou puxando meu cabelo com força, a joguei contra a parede. Então a pego no colo e a levo pra cama lhe beijando e ficando por cima. Como eu conhecia a Annabeth, ela mesma tirou o próprio vestido, ficando apenas de calcinha.
– Eu quero muito você – ela disse no meu ouvido – Mas também estava com saudade, então me deixa brincar um pouco, certo?
– Hummm – foi a única coisa que consegui falar
Ela me despiu devagar, e logo depois estava apenas com minha boxe preta que já tinha um grande volume. Ela me olhou maliciosa e abaixou minha cueca. Annabeth pegou meu membro e colocou na boca, me fazendo gemer alto, e então lambeu toda a estenção do membro e chupou com força. Eu já estava indo ao delírio quando ela colocou meu membro entre seu seios.
Seus não eram os maiores que já tinha visto, mas não eram pequenos, e eram macios. Muito macios. Joguei a cabeça pra trás e gemi alto. E então Annabeth coloca novamente o membro na boca, e meus músculos que estavam tensionados relaxam.
– Nossa – Annabeth falou depois de engolir
– Sua vez, Sabidinha – falei a virando para mim
Tirei sua calcinha sem delicadeza. E sem aviso nenhum introduzo dois dedos, Annie dá um gemido alto, sopro sua intimidade antes de enfiar minha língua lá. Ela tinha um gosto salgado e doce, que me deixava mais animado.
Peguei seu clorites com os dentes e o soltei, coloquei mais um dedo nela e logo senti um liquido escorrer dela, ela tina um gosto meio doce. Subi meu corpo para ela e a beijei, brincando ainda com seu intimo.
– Que saudade de você Sabidinha – falei no seu ouvido
– Eu também estava – falou no meu ouvido
Nós estávamos sem pressa alguma, queria apenas aproveitar o momento. Coloquei a camisinha e me encaixei nela, sentindo novamente seu interior. Ela arranhou minas costas com suas unhas e apertou minha bunda. Eu me mexia devagar, estava adorando senti-la novamente.
Mas então esses movimentos não pareciam mais satisfazer mais nenhum de nós, então comecei a penetra-la com força e rapidez. Então sinto seu interior me apertar com força e depois de duas estocadas gozei. Cai por cima do seu corpo e rolei para o lado.
Me surpreendi com a Annabeth me beijando e me abraçando logo depois, e sem nenhuma palavra se preparando para dormir.
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