Notas iniciais
Olá pessoas lindas e lindos da Cris!! Volteii, nem demorei muito!! Mas agora venho com um aviso, só postarei o capitulo quando tiver 8 comentários ou mais, eu deixo passar disso! kakakkakakakakaka gostei bastante do capitulo, espero que vocês também

Eu tinha adormecido, porque eu sempre odiei viajar de avião como meu pai. Nisto nós erámos muito parecidos. Mas então finalmente quando acordei, aquele troço já estava pousando. Olhei para cima, tinha caído meio que em cima de Annabeth enquanto dormia.

– Você baba enquanto dorme, sabia? – falou ela rindo

– Desculpa – falei limpando a boca

– E ronca – falou

– Isso é mentira – falou

– É mentira Hazel? – perguntou

– Não mesmo – respondeu minha amiguinha querida – Todos do avião reclamaram de você.

– Vocês estão inventando isso – falei passando as mãos no cabelo – Essa viagem não acaba mais não?

– Com medo? – perguntou Hazel

– Claro que não – falei, mas sim, eu estava morrendo de medo

– Teu pai, quase teve um ataque do coração quando teve uma turbulência... doparam ele – falou Hazel e vi Poseidon jogado em uma poltrona

***

– Que lugar bonito – falei para os meninos

– Impressão minha ou você estava se pegando com Annabeth? – perguntou Nico na lata

– A gente só estava... se... beijando — falei meio confuso, efeito da Annabeth em mim

– Hum.. essa viajem vai dá muita coisa – ele riu

– Sinceramente – eu disse notando o segundo sentindo – Eu espero que sim, nos dois sentidos.

Me separei dele e comecei a passear ao redor da casa, que em si, era gigantesca e totalmente branca, chegava a doer os olhos se olhasse diretamente. Caminhei até chegar perto da praia, onde eu via outras pessoas juntas andando e conversando.

Estava agradável o tempo. Então eu vi uma loira andando com uma morena de olhos azuis, seus olhos cinzas se conectaram com os meus e veio um arrepio pela minha espinha. Fiz um movimento leve com a cabeça e segui para um lugar, bem, da última vez que tinha vindo aqui descobri um lugar bom para ficar só.

Sai andando em direção à uma casinha meio que abandonada atrás da gigantesca, entrei lá dentro. Parecia uma oca. Dentro tinha um sofá, um fogão velho e uma janela. Isso aí, só isso, mas que porém não tinha pó e parecia estar tudo muito bem conservado.

Então uma pessoa entra na Oca.

– Vai ter que ser rápido, falei que fui no banheiro – falou Annabeth

– Eu quero falar sobre a gente, ou melhor, explicar umas coisas – falei e ela apenas abaixou o olhar

– Não precisa – começou a falar, mas eu toquei seu rosto com delicadeza a fazendo olhar diretamente nos meus olhos

– Não fui eu quem engravidou a Rachel – falei e ela abriu a boca surpresa, mas não saiu nenhum som – Heitor, comeu ela depois de mim – falei e ela fez uma careta

– Que puta – finalmente disse – E ela é burra? Heitor é negro, ia ter algo de errado nessa história.

– Realmente – falei e peguei seu rosto com as mãos – E ela me fez separar da pessoa que mais amo na vida.

– Mas...

– E me fez passar pelas piores semanas da minha vida, além de botar uma baita de pressão em mim – eu disse

Ela me olhou, parecia não se importar com Rachel, mas algo ainda a impedia de ficar comigo.

– Você não tem raiva de mim por ignora-lo esse tempo todo? – perguntou

– Eu fiquei triste – admiti – Mas está amando é uma bosta, mau posso ver seu sorriso que esqueço tudo!

Ela me encarou. E parecia na duvida ainda, então devagar lhe beijei, sentindo sua boca macia. Então ela me beijou de volta, se jogando contra mim. A abracei como se tivesse medo dela desaparecer dos meus braços.

– Me desculpa, eu te amo Percy – falou

– Tudo bem – falei e ela me olhou sedenta

– Preciso te sentir – ela disse

– Não pode falar assim para mim, Sabidinha – falei, mas ela me empurrou no sofá sentando por cima de mim me beijando feroz

Então levantou e trancou a porta.

– Você falou que ia apenas no banheiro – falei

– Foda-se – falou e então meu auto-controle se foi pela pequena janela que lá havia

A beijei, sentindo como se estivesse voltando para casa depois de uma grande viagem, e finalmente deitando na sua própria cama. A abracei em uma forma de impedi-la que saísse do meu abraço, e acho que pelo resto da minha existência. Como foi que ela conseguiu fazer isso comigo? Como ela conseguiu me transformar desse jeito a esse ponto?

Eu não me importava mais, porque agora sua língua brincava com a minha de um jeito provocativo. Puxei seu corpo para cima e ela enrolou as pernas no meu quadril. A pressionei contra a parede enquanto tentava tirar seu suéter de caxemira.

Ela também estava desabotoando minha camiseta e tirou pelos meus braços de um jeito meio desajeitado. Então suas mãos foram em busca do botão da calça, porém, ela achou outra coisa, me fazendo gemer em seus lábios. Ela sorriu marota para mim, enquanto eu levantava seu suéter e ficava frustado quando encontro outra blusa.

Annabeth aperta as pernas ao meu redor e tira a outra blusa e desabotoa o próprio sutiã. Sem paciência como das outras vezes. Voltei a lhe beijar lhe levando para o sofá e tirando seu short. Me afastei o bastante para vê-la, e fiquei maravilhado com essa visão.

– Eu te amo – falei lhe beijando e acariciando seus seios

Minha boca desceu até seus seios e os chupando até ficarem vermelhos e sensíveis. Meus dedos ágeis tiraram sua calcinha e se introduziram nela sem aviso e ela ergue seu corpo em surpresa. Começo a brincar com aquilo e minha maior sastifação era lhe ouvir gemer meu nome tão manhosa assim.

Então seu corpo pequeno se contorce e ela goza gemendo meu nome bem baixinho. Lhe beijo devagar e com carinho, estava com saudade de tudo dela. Então ela, ainda meio que tremendo, tira minha calça junto com a cueca. Ela pega meu membro com suas mãos macias e gemo de imediato. Então sinto sua língua em mim e vou aos céus.

Ela continuava com os movimentos de vai e vem me chupava com força, e se continuasse deste jeito, eu gozaria como um virgem qualquer recebendo o primeiro boquete. Então a puxo pelos ombros delicadamente para cima, sem que ela terminasse seu trabalho. Ela pareceu zangada, fazendo um biquinho que quis morder desesperadamente.

– Quero entrar em você – falei e busquei uma camisinha na minha carteira e a colocando em mim mesmo

Entrei no meio das pernas da Annabeth a penetrando devagar e a sentindo por inteiro. Mordi seu pescoço, fazendo um chupão logo em seguida. Annie também se mexia, e puxava meus cabelos. Então suas unhas desceram por toda minha costa e apertaram minha bunda. Mas a dor nas minhas costas me deixava ainda mais excitado.

– Estou marcando território – falou no meu ouvido

Dou uma risada. Continuo estocando ficando mais rápido e forte a cada minuto e indo ao delírio com os gemidos de Annabeth no meu ouvido. Então seu interior me aperta com muita força e sei que ela gozou e eu continuo a penetrando até finalmente chegar no meu ápice. Caio sobre ela.

– Eu não menti naquela noite – falou para mim – Você foi o primeiro que amei romanticamente.

– E eu te amo muito – falei lhe beijando

Saio dela e jogo a camisinha fora. Nós nos abraçamos e ficamos juntos, aproveitando a sensação e então decidimos sair dali. Ela se vestiu novamente, enquanto eu apenas observava, então ela jogou minhas roupas no meu rosto e me visto também, só que agora ela que me observava. Fiz uma pequena dancinha sexy, mostrando meu bumbum cheio de marcas das suas próprias unhas.

Saímos da Oca.

– Então estamos namorando novamente? – perguntou

– Eu não posso te obrigar... mas eu achava que sim – respondi ficando confuso

– Claro que eu quero Cabeça de algas – falou e me beijou

Então uma morena engasga quando nos vê.

– Já estão assim? – perguntou – Rápidos vocês... não pera, Annabeth! Você falou que ia ao banheiro!

– Desculpa, cara de pinheiro – falou Annabeth sorrindo – Agora está tudo esclarecido!

– Dá próxima vez, avisa que vai transar, que pelo menos eu não acho que você morreu dentro do banheiro – respondeu saindo sorrindo safadamente para mim, que amiga gente boa eu arranjei

Percy ri e lhe acompanho.

– Bem que nós poderíamos ir à praia agora né? – perguntou sorrindo maroto