Beating Heart
14 Acampamento parte final
Notas iniciais
Inicio +18
Nenhum de nós conseguiu dormir, o ar da barraca parecia cada vez mais quente, minhas mãos passeavam pelo seu peito, subindo e descendo, sentindo por cima da camisa seus gominhos... A mão de Tobias passeava pelas minhas costas levantando levemente a blusa que estava vestindo.
O ar começou a pesar de tão quente que estava aquela barraca, me levantei e sentei na barraca, olhei nos Olhos de Tobias que se sentou quando eu me levantei, o teto da barraca era baixo, mas eu consegui ficar em pé, tirei rapidamente a blusa e o short juntamente com a calcinha e o sutiã.
Tobias me olhava com a boca levemente aberta e levantei uma sobrancelha.
–Não vai tirar? –perguntei e ele rapidamente se desfez da roupa, sentei em seu colo, com uma perna em cada lado do seu corpo. –Agora melhorou.
Tobias tomou meus lábios em um beijo feroz, Seu membro cutucava minha barriga, levei minha mão direita ao seu membro e o apertei levemente antes de começar a estimula-lo, minha mão esquerda estava em seu cabelo, puxando com força.
–Ah... –suspirou abrindo a boca e separando da minha, seu gemido saiu abafado quando ele mordeu meu lábio inferior. –Espere... –aumentei o movimento nas minhas mãos o estimulando mais ainda, levei minha mão até suas bolas e o estimulei ali também. –Eu... Vou... Nããão... Porra... –Tobias gemia cada vez mais rápido e gozou, espirrando seu liquido em minhas mãos e em minha barriga. –Você não devia ter feito isso Tris... –falou com a respiração pesada.
–Agora... Tobias, me fode. –mandei sorrindo para ele e suas mão me forçaram a deitar.
Tobias entrou rapidamente dentro de mim me fazendo gemer alto, ele se movimentava devagar entrando com força em meu interior, mas sua lentidão estava me matando.
–Tobias...
–O que você quer Tris? Peça...
–O que você quer? Forte. –entrou com força e o tranco me fez levantar um pouco do colchonete e arranhei suas costas.
–Sim...
–Rapido? –perguntou aumentando a velocidade e sentia que estava prestes e chegar ao meu ápice, mas parou. –Diga, como você quer ser fodida!
–Tudo... Eu quero tudo. –pedi me agarrando ao seu pescoço e rebolando.
–Então vira. –mandou saindo de mim.
–O que? Tobias! –grunhi, eu mal conseguia sentir minhas pernas que mais pareciam gelatinas, mas ele me virou por ele mesmo e me colocou de costas.
–Prepare-se. –falou antes de entrar em mim novamente.
Tobias começou a se mover mais rápido entrando com força, ele segurou em minha cintura me segurando, gemíamos juntos, nesta posição ele entrava cada vez mais fundo dentro de mim.
Sentia que estava próxima e ele me acompanhava, numa ultima estocada, explodimos juntos em prazer.
Terminou +18
Tobias me deitou e caiu por cima de mim, e rolou para o lado, fiquei sobre ele e cai em sono profundo.
Acordei no meio da noite, meio sonâmbula sai da barraca após vestir novamente minha roupa e fui tomar um ar. Pensei em chamar Cris para ir comigo, mas ea deveria estar dormindo, mas antes que eu pudesse desistir ouvi uma risadinha e um outro barulho de dentro da barraca que ela deveria estar junto com Cara.
Me aproximei da barraca e abri de supetão tentando dar susto nas duas, mas o que encontrei foi pior, fiquei petrificada, a risada parou e dois pares de olhos me encararam surpresos.
–Ai meu Deus! Desculpe. –pedi fechando a barraca novamente e soltei uma risadinha não acreditando no que eu havia visto.
Não acredito que acabei de pegar Lynn com a cara no meio das pernas de Cara... OMG, nunca reparei que elas eram tão próximas a esse ponto...
Voltei para a barraca e deitei como se nada tivesse acontecido, quando amanheceu Tobias já não estava do meu lado, coloquei uma legging e um blusão escovei os dentes na bacia de água que tinhamos colocado na barraca e sai encontrando todos em um circulo comendo alguma coisa, Cara e Lynn estavam de mãos dadas e parecia que ninguém tinha reparado que eu acordei até Cristina gritar meu nome.
–Tris!!! Adivinha quem esta namorando!? –pediu tentando fazer mistério.
–Cara e Lynn? –perguntei fazendo graça.
–Você já sabia não é?
–Imaginei... –falei me sentando do lado de Tobias. –Bom dia.
–Bom dia. –respondeu passando um braço pela minha cintura.
–Então... –Cristina começou a falar. –O que vamos fazer hoje?
–Hoje vamos levantar as barracas e ir para a colônia, um lugar bastante divertido, tem uma baladinha agora a tarde. –Uriah respondeu
–Não trouxe roupa para balada. –Molly falou se intrometendo.
–Então não vai. –falei sem olha-la.
–Vai ser muito bom se isso acontecer... –Lynn falou rindo e todas acompanhamos.
^_^
Estavamos chegando no local em que seria a tal festinha o som de cachoeira estava aumentando, não fazia ideia que teriam tantas Cachoeiras em Chicago, ouvimos o som de musica e risadas, atravessamos algumas arvores e chegamos a uma cachoeira de pedras brancas, todos eram adolescentes, alguns estavam dentro do lago da cachoeira, tinha uma parte mais escondidas onde os casais estavam indo, e na nossa frente estavam a maioria, dançando e se beijando, realmente uma balada, só que a tarde.
Uma garota morena e cabelos longos presos em uma trança francesa lateral, ela se dirigia a nós com um sorriso, seus olhos castanhos escuros nos olhavam avaliando cada um de nós.
–Sejam bem vindos meu nome é Johanna Reyes sou a fundadora do Amity, caso estejam com fome ou sede, não evitem em pegar, infelizmente não posso ficar aqui, mas me chamem se precisar, só lembrando que aqui não é permitido brigas. –Avisou e se retirou com um sorriso nos lábios.
Ela saiu nos deixando só, Tobias me puxou para perto e nos levou para o meio da pista de dança, grudamos nosso corpo dançando de acordo com o ritmo, começou a tocar How long i Will Love you da Ellie goulding, enlacei meus braçou no pescoço de Tobias o trazendo para perto.
–Essa musica reflete tudo que eu sinto por você. –sussurrei. –Eu vou te amar para sempre, mesmo quando você não me quiser mais, eu vou estar ao seu lado, te protegendo... Te ouvindo.
–Não irei me separar de você Tris, você é minha e eu sou seu, feitos um para o outro, e estou grandinho agora. –riu um pouco e o acompanhei. –Não preciso que me proteja, agora eu irei te proteger.
–Eu te amo. –falei grudando nossas testas respirando o mesmo ar que ele.
–Eu te amo. –sussurrou.
Cristina se aproximou com Will, Lynn e Cara, e dançamos juntos animados, cada um com o seu par, passou um cara com uma bandeja com copos com um liquido azul anil dentro, peguei um, igualmente como Cristinha, Lynn e Cara, quando os meninos foram pegar acabou.
Dei um gole na bebida, UAU, muito bom, extremamente delicioso.
–É bom? –Tobias perguntou.
–Muito! –exclamei. –Mas você vai ter que esperar quando vir mais.
–Hum... Minha namorada é um pouco egoísta né? –perguntou brincando.
–Sou mesmo. –falei e virei o copo todo. –Quero mais amor, busca ma... –antes que eu pudesse terminar fui interrompida com o grito da Shauna.
–Sua Vadia! –gritou e a musica imediatamente parou, fomos até onde veio o grito e encontramos Molly e Zeke se beijando, Zeke tentava soltar os braços de Molly do seu pescoço, Shauna foi correndo até ela e puxou Molly pelo cabelo a afastando de Zeke, Shauna jogou Molly no chão e começou a estapear, bem feito, abri um sorriso ao ver que Shauna estava em vantagem e Molly estava levando um surra bem dada, comecei a sentir tontura, meu corpo estava ficando leve e a briga que eu estava assistindo na minha frente estava me deixando triste, elas não deviam brigar assim... Coitada da Molly, Shauna não devia fazer isso.
–Coitada... Tobias você tem que parar isso! –falei agarrando o braço de Tobias e o sacudindo.
–Will! Pare com isso, nós não devemos nos machucar assim, nó devemos viver em paz sem guerra. –Cristina falou começando a chorar.
–Tris... O que você tem? –Tobias perguntou.
–Tobias... –Lynn e Cara falaram.
Algumas pessoas separaram Shauna e Molly e Shauna foi direto para Zeke dando tapa em sua cara.
–Você tem sorte de eu saber o que aconteceu, agora... Vamos para casa. –ela falou arrastando Zeke para dentro da floresta.
–Acho melhor irmos também. –Uriah falou, pegando na mão de Marlene.
–Não... Eu não quero ir. –falei cruzando os braços e fazendo biquinho.
Eu não queria sair daqui estava muito bom, e quero mais daquela bebida deliciosa...
–Acho que foi a bebida que elas tomaram. –Will falou, pegando Cristina pelo braço e Lynn que estava grudada na Cara se beijando. –Podem fazer isso quando eu não estiver por perto? Não é agradável ver minha irmã beijando os outros.
–Vem Tris. –Tobias falou estendendo a mão, mas eu sai correndo e me agarrei a uma arvore.
–Não!! –gritei.
As pessoas da balada começaram a dançar de novo nos ignorando.
Tobias conseguiu me desgrudar da arvore e me jogou por cima do ombro, começando a me levar de volta ao acampamento.
–Acho que nossa viajem para acampar acabou... –Tobias sussurrou.
–Não... Não quero que acabe Tobias!! –falei manhosa para ele.
–Temos que voltar para casa Tris, e torcer para que você volte ao normal. –falou.
–Mas eu estou normal, amorrrr.
–Não esta não.
Não queria discutir com ele então so me deixei ser levada em seu ombro, estava de cabeça para baixo só aproveitando o ar livre... comecei a murmurar uma musica que não conheço.
–Espero que você volte ao normal.... –Tobias sussurrou acho que para ele mesmo.
:::
Já estávamos no carro voltando para casa, agora estávamos sozinhos sem Molly para nos atrapalhar, ou alguém para causar desordem.
Cantei bem alto a musica que tocava no radio, tentei. Tobias estava com uma cara irritada. Comecei a me sentir enjoada então abri a janela e vomitei tudo o que tinha no meu estomago, o carro parou e abri a porta, Tobias me passou uma garrafa de água e depois de enxaguar a boca e começar a mascar um chiclete deitei minha cabeça no encosto do banco.
–Não quero voltar lá nunca mais, bebida do Inferno, como é que você me deixou colocar aquela porcaria na boca, você devia ter me impedido, e se você bebesse, como é que eu te levaria para casa!? –soltei toda a minha frustração de uma vez.
–Que bom que você voltou. –murmurou suspirando de alivio.
–E aquela vadia da Molly? Ai que piranha, se ela voltar a cair em cima de você eu não faço ideia do que eu vou fazer com ela! –gritei, mas antes que eu pudesse continuar Tobias tomou meus lábios nos seus. –Não Tobias eu vomitei.
–Eu não ligo. –falou voltando a me beijar, o puxei seu cabelo impedindo formar qualquer espaço entre nós.
P.O.V Tobias
Eu não fazia ideia do porque Shauna inventar de ultima hora trazer Molly para o acampamento, ela não saiu do meu pé um segundo e o pior quase me fez estragar a surpresa que eu tinha para Tris, ah... Tris... Ela se tornou o sol que estava precisando na minha monotoma e escura vida.
As garotas estavam planejando armar para Molly e eu estava ansioso para ver a criatividade delas e se ela não fizesse acho que eu faria, Quando namorávamos Molly não foi lá a melhor namorada do mundo, apesar dela ser bem gostosa, ela não me entendia, eu não a amava, precisava dela por causa do meu status na escola, dos contatos, assim como ela precisava de mim, nossa relação era estritamente profissional.
Hoje depois do almoço iríamos para a tal festa que Uriah havia falado, no caminho eu e Tris não desgrudávamos, se déssemos uma brecha Molly podia vir atrapalhar, Tris é muito linda, sexy e com ela tive os melhores momentos da minha vida.
Chegamos na tal colônia onde estava tendo a tal balada, e fomos recebidos por Johanna a fundadora da colônia que mais estava parecendo um lugar onde ocorriam as surubas, agora não me perguntem como eu sei disso...
Arrastei Tris para o meio da pista, prestando atenção em tudo, a musica que tocava refletia tudo o que sentíamos um pelo outro, nosso amor não tem validade.
–Essa musica reflete tudo que eu sinto por você. –falou quando me afundava nos seus olhos azuis. –Eu vou te amar para sempre, mesmo quando você não me quiser mais, eu vou estar ao seu lado, te protegendo... Te ouvindo.
–Não irei me separar de você Tris, você é minha e eu sou seu, feitos um para o outro, e estou grandinho agora. –ri do que ela falou, eu iria protege-la, para sempre, não deixaria que nada acontecesse com ela. –Não preciso que me proteja, agora eu irei te proteger.
–Eu te amo. –falou e colamos nossas testas uma na outra, quando fazíamos isso era como se nos fechássemos em nosso próprio mundo, só nós dois.
–Eu te amo. –sussurrei para ela e a puxei colando ainda mais nossos corpos, em nosso encaixe perfeito e sincronia.
Percebi pelo canto de olho que Will se aproximava com as garotas, mas estava entretido demais em Tris, ela saiu dos meus braços e senti um vazio quando ela fez isso, dançamos juntos um do outro, mas sem excluir nossos amigos, um dos adolescentes passou servindo a bebida muito bonita, mas não arriscaria tomar aquilo, mas ao contratio cada uma, Tris, Cris, Lynn e Cara pegaram um copo, Tris deu um pequeno gole e sorriu, ao contrario das outras que viraram todo o copo de uma vez. Isso vai dar merda.
–É bom? –perguntei encantado com a cara que ela fez.
–Muito! –falou com um sorriso aparecendo aos poucos em seus lábios. –Mas você vai ter que esperar quando vir mais.
–Hum... Minha namorada é um pouco egoísta né? –falei brincando e peguei sua cintura com o braço esquerdo me preparando para puxa-la.
–Sou mesmo. –falou e virou todo o copo, droga! –Quero mais amor, busca ma... –antes que eu pudesse terminar fui interrompida com o grito da Shauna, mas não me importei, ela me chamou de amor... Não que eu não goste, não, eu sempre quis que ela me chamasse assim quando estivesse pronta, mas também adoro o jeito que ela pronuncia o meu nome.
–Sua Vadia! –Shauna gritou e não percebi quando a musica parou, Tris foi até onde veio o grito e eu a segui junto com Will e as meninas, consegui ver ao longe Molly e Zeke se beijando, Zeke estava claramente tentando se livrar de Molly o que posso dizer que não é tão fácil mesmo ela sendo uma garota, Shauna foi pisando fundo até os dois e podia jurar que vi em seus olhos chamas de raiva, ela puxou Moly pelo cabelo a derrubando no chão e a estapeando socando, Molly tentava revidar mas não conseguia, Shauna é forte quando quer...Zeke olhava as duas no chão com petrificado, tentei assenar para ele se mover, mas nem olhou para mim, droga... Cade o Uriah... Tenho que admitir que estou adorando ver Molly desse jeito, já era hora.
–Coitada... Tobias você tem que parar isso! –Tris falou e agarrou meu braço com força o sacudindo, seus olhos eram tristes enquanto observava a briga se desenrrolando na nossa frente.
–Will! Pare com isso, nós não devemos nos machucar assim, nós devemos viver em paz sem guerra. –Cris falou chorando ao nosso lado.
–Tris... O que você tem? –Perguntei, WTF.
–Quatro... –Lynn e Cara falaram ao mesmo tempo me encarando.
O pessoal da colonia separou a briga e uma Shauna P da vida foi em direção a Zeke.
–Você tem sorte de eu saber o que aconteceu, agora... Vamos para casa. –ela falou arrastando Zeke para dentro da floresta.
–Acho melhor irmos também. –Uriah apareceu sei La da onde falando e pegou na mão de Marlene.
–Não... Eu não quero ir. –Tris falou cruzando os braços, mais essa agora...
–Acho que foi a bebida que elas tomaram. –Will falou, pegando Cristina pelo braço e Lynn que estava grudada na Cara se beijando de um jeito estranho... –Podem fazer isso quando eu não estiver por perto? Não é agradável ver minha irmã beijando os outros.
–Vem Tris. –falei estendendo a mão, mas ela simplesmente saiu correndo de um jeito meio desengonçado, cambaleante.
–Não!! –gritou abraçando a arvore, mas até ai as pessoas a nossa volta voltaram a ligar o som e a dançarem balançando as mãos e os braços de um lado para o outro.
Tirei ela com um pouco de esforço da arvore e a joguei sobre meu ombro.
–Acho que nossa viajem para acampar acabou... –falei para ela.
–Não... Não quero que acabe Tobias!! –falou manhosa e tive vontade de coloca-la no chão e a agarrar aqui mesmo.
–Temos que voltar para casa Tris, e torcer para que você volte ao normal. –torcia internamente, ela com certeza não estava em seu estado normal
–Mas eu estou normal, amorrrr. –falou sensual... respire Tobias.
–Não esta não.
Ela começou a murmurar uma musica estranha enquanto estávamos caminhando de volta, posso dizer que adoro quando ela me chama de amor, e mais ainda quando me chama de Tobias, sinto meu pau duro e latejante so de ouvir sua voz, mas sabia que esse amor não vinha da minha Tris, e sim dessa bebida estranha que ela tomou.
–Espero que você volte ao normal... –torcia internamente.
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Tris entrou no carro em silencio, mas assim que comecei a dirigir ao som de uma radio qualquer ela começou... Cantava alto, se jogava nos meus braços quase causando acidente e a morte de nós dois e a droga que ela havia tomado não passava, e com isso o balanço do carro,ela começou a ficar verde e colocou a cabeça para fora do carro vomitando tudo que estava em seu estomago, parei o carro no acostamento e ela abriu a porta para ter mais espaço, procurei na minha bolsa até encontrar minha garrafa de água..
Deixei com que vomitasse tudo para dar a garrafa de ela enxaguou a boca cuspindo a água varias vezes e lhe dei um chiclete afinal eu bem que sei o gosto que fica na boca depois de botar tudo para fora, provavelmente agora ela se sentiria melhor.
–Não quero voltar lá nunca mais, bebida do Inferno, como é que você me deixou colocar aquela porcaria na boca, você devia ter me impedido, e se você bebesse, como é que eu te levaria para casa!? –Essa é a minha Tris, um pouco mais revoltada.
–Que bom que você voltou. –falei soltando um suspiro de alivio e pegando em sua mão.
–E aquela vadia da Molly? Ai que piranha, se ela voltar a cair em cima de você eu não faço ideia do que eu vou fazer com ela! –gritou, mas tomei seus lábios nos meus. –Não Tobias eu vomitei.
–Eu não ligo. –falei sincero e voltei a colar nossos lábios, ela com suas mãos minúsculas puxou-me cabelo com força e ah... Como eu adoro isso.
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