Be Stronger
10 Desire and need to go hand in hand
Notas iniciais
Em primeiro lugar eu queria pedir perdão pelos erros de português nos caps. anteriores, isso tem um motivo, mas que não vem ao caso agora!
vamos ao que interessa :BB
(...)
–É claro que tem outra opção. Mas você quer segurança e se considera moralmente, não é mesmo? Mas não esqueça que você pode adquirir uma pneumonia e morrer.-ele riu enquanto retirava seus sapatos — Se eu tivesse o talento de um costureiro, faria roupas com esses sacos — jared abriu o zíper do jeans-Enfim, ao menos temos esse saco de dormir- disse ele apontado para algo a direita-.... E poderemos usá-lo como cobertor, para nos aquecer. Nós dois juntos é claro.
–Chega jared! Você já foi longe demais!
–Pode me dizer o que eu fiz de errado agora?
–Não quero saber de calor humano para me aquecer. Se pensou nisso, você só pode estar muito louco!
–Que pena! Então, me diga o que poderemos fazer. Estou aberto para qualquer sugestão.
–Não seja ridículo!-Katy andou descalça até um armário que ficava mais ao fundo do galpão- eu gostaria muito de abrir isso- ela resmungou, batendo na porta do armário-Droga!
–Droga mesmo- jared repetiu — Porque não usa seus palavrões mais pesados, como fez a pouco tempo La fora?
Ela ignorou o que ele disse.
–Você, que é preito em arrombamentos, quer me dizer como poderemos ver o que tem ai dentro?
–Vou te mostrar-Ele forçou o trinco e a porta se abriu rapidamente — Olha só...-jared ergueu uma peça de roupa verde-escura –Não há muita variedade no tamanho, mas qualquer uma deve servir em você.
–Um macacão. Provavelmente usado como proteção contra as manchas produzidas pelas uvas na época de colheita. — jared desdobrou o macacão para ela ver.
Tirando o macacão das mãos de jared, Katy fitou-o com um olhar interrogativo. Adivinhando o que ela desejava, jared foi logo dizendo:
–De forma alguma eu sairei deste galpão para você se trocar. O Maximo que posso fazer é fechar os olhos. Ou ficar num canto, de costas. Aceita?
–Então, fique de costas — Katy disse
–Que tal nós dois ficarmos de costas e trocarmos de roupa ao mesmo tempo?
–Ok
Jared tirou outro macacão do armário. E ambos uns de costas para outro, começaram a se despir.
Katy estava de calçinha e sutiã quando ele falou, assustando-a:
–Qual o sinal para sabermos quando estamos prontos?
–Apenas fale- ela respondeu, vestindo o macacão com as mãos tremulas.
Estava enrolando as mangas, compridas demais para ela, quando jared disse:
–Ainda não esta pronta?
–Sim, estou.
Porém ela virou-se antes de ele dizer que também estava pronto.
E o viu ainda de cueca, enfiando as pernas no macacão. Bem depressa, ela tornou a ficar de costas e insistiu:
–Me fale quando estiver pronto, sim?
–Estou pronto — Dessa vez katy se virou devagar. jared abotoava a parte de cima.-Sente-se melhor agora?- ele perguntou
–Não sei se muito melhor. Mas seca.
Jared pegou uma pilha de sacos e começou a espalhar pelo chão. Seu macacão mal lhe servia, era pequeno demais, enquanto o de katy a engolia.
Não era justo, que ele vestido assim simplesmente ficasse tão... Tão... Procurou pela palavra certa e enfim veio. Sexy.
Ela não conteve o riso.
–O que foi? – ele perguntou intrigado
–Nada- mentiu
Jared estendeu o saco de dormir sobre os sacos de estopa, para fazer as vezes de cobertor.
–Você fica com sua metade da cama, e eu fico com a minha- ela declarou- e nunca um deve encostar-se ao outro.
–Como você quiser...
Katy sentou o mais longe possível dele. jared esticou as pernas sem constrangimento e disse:
–Já deve ter passado de 03h00min. Estou exausto.
Ela também estava exausta, mas de forma alguma poderia deitar ao lado daquele homem.
Continuou sentada, apoiando as costas na parede. Não podia se mover. Se fizesse isso, encostaria-se a ele. E não queria intimidade mais uma vez. Não poderia acontecer.
–Mal posso acreditar que arrombamos este galpão- ela murmurou
–“nós” não, eu arrombei. Quando vierem nos prender, confessarei tudo, e então você paagará minha fiança se eles me prenderem.
–Ahhh, não seja exagerado, não vão te prender- ela disse rindo
–OHHH, parece que a miss sorriso voltou- ele disse com um ar irônico em sua voz.
Ela apenas o olhou e não disse nada
–Katy...
–Sim?
–Eu sinto muito, me desculpe pelas coisas que disse a você.
–Tudo bem... Não se preocupe
A voz dela era tão calma... Fazia jared se sentir tão bem.
–Mas aquilo que você disse- ela continuou- Com certeza, não é verdade... Algumas coisas podem até ser... Mas na parte de que eu sou “emotiva...” e blabla...
Ele a interrompeu
–Sim eu sei, e tenho certeza de que estava errado.
Ela lançou-lhe um sorriso encantador e logo em seguida bocejou.
Katy cabeceou de sono e depois dormiu. Bem devagar, escorregou para perto de jared, mas sem tocá-lo. jared que também dormia, abriu os olhos e durante muito, muito tempo, ficou observando-a com as pálpebras semicerradas.
Com muito cuidado jared chegou mais perto, deslizando um braço em volta de Katy e puxando-a para perto de si. Ele mudou de posição e a acomodou com a cabeça no ombro e a mão pousada no tórax dele...
A noite passou e com a noite a tempestade também.
Katy não se lembrava de ter dormido. Porém quando acordou soube exatamente onde estava, onde não deveria estar. Havia um braço em volta de seus ombros, um coração batendo contra seu rosto, e um calor por todo seu corpo. jared.Ela estava dormindo nos braços dele, e queria se separar...imediatamente
Jared ainda dormia, graças ao bom deus. Se ela pudesse puxar o braço sem acordá-lo, estaria livre. Ela se levantaria e pronto.
Mas quando começou a se mover, sentiu alguma coisa no ombro, como se pontas de dedos estivessem roçando levemente no tecido do macacão.
Ele não esta dormindo, esta só fingindo... E ainda me toca... Seu...
Mas ele estava tão convincente de que estava dormindo... Mas o roçar continuou, e ela abriu bem os olhos, pronta para se levantar. Então na semi-obscuridade do galpão o que ela viu não era a mão de jared, mas sim um enorme rato. Sua reação foi imediata, pulou para a direção oposta do rato, bem em cima de jared.
Ela deu um grito e fez com que jared acordasse no mesmo instante
–O que houve?
–Um... Um... Rato. — ela apontou para a direção em que o rato seguiu, mas ele já havia sumido, após correr pelo chão de madeira. -Ele estava em mim...
Katy tremia dos pés a cabeça. Quando jared tomou-a nos braços, ela aceitou de bom grado a caricia. Mas não esperava que ele risse.
–O que acha de tão engraçado?-Ela perguntou
–Eu estava pensando... Que o rato teve muito bom gosto, se estava tocando você.
Katy o encarou e o viu com aquele sorriso que tanto a perturbava, com os cabelos desalinhados e as feições suavizadas pelo sono. E os olhos... Embora pouco visíveis devido a escassa luz, eram carinhosos e provocantes, Um olhar afetuoso que a fez vibrar, apesar de ainda estar apavorada pelo rato.
–Foi horrível- ela balbuciou
–Um camundongo do mato, Katy. Pequeno e assustado. Garanto que ele estava mais assustado que você.
–Era um rato enorme.
–Ok, então era.
Jared acariciou-lhe e fez Katy tremeu quando ele gentilmente segurou-lhe o queixo e chegou mais perto.
Os lábios dele tocaram os dela, uma caricia passageira de inicio; Katy condescendeu com algo contra o que lutou durante toda sua vida. De súbito a conexão entre os dois foi explosiva, superior a tudo o que aconteceu antes, até mesmo o beijo na casa de jared.
Katy não conseguia parar com o modo como seus lábios se entreabriam com o modo como seus braços circundavam o pescoço dele, com o modo como pressionava seu corpo ao de jared.
O beijo era fervente, com um quê de desespero. Doloroso num sentido, maravilhoso noutro. A necessidade e o desejo, os dois sentimentos lado a lado.
Ardendo em desejo e necessidade, os dois caíram no leito improvisado, os corpos entrelaçados. Os lábios de jared procuravam a área mais sensível da orelha de Katy, e ela arqueou o corpo, sempre dominada por uma vontade ardente que empanava sua razão.
Katy tentava chegar mais perto de jared, se pudesse, ela teria se derretido dentro dele, e se tornar parte inseparável.
Quando jared removendo o sutiã dela, tocou-lhe os seios com seu tórax, pele contra pele, a reação dela foi quase como uma libertina, uma mulher loucamente necessitada de homem. Passados alguns minutos Katy tentou se controlar queria parar, mas não conseguiu. Ela acariciou o tórax de jared, ela podia sentir o coração dele bater na palma de sua mão. Ela foi descendo as mãos devagar, até chegar ao lugar desejado. Quando ouviram um grito:
–Parem com isso, Parem agora!
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