Be Free
43 Capítulo 43
Notas iniciais
Cap novo aí!!
Esse é o penúltimo cap gente... ):
Boa leitura!!
ps: Leandra Barros, parabéns pela recomendação. Cap dedicado à você.
''Eu acredito nele, sei que ele fará de tudo para cumprir a promessa. Mas mesmo assim, o meu medo era maior. Nem era por mim e sim pelo bebê que tem aqui dentro. Temia pela vida dele ou dela. Meu Deus, por favor, me ajude.
– Como está minha gata? — perguntou aquela voz sinistra
– Acho que ignorar pode não ser o melhor caminho, minha gata. — o tom de voz dele era de repreensão. Me deu medo. Ele me dá medo.
Ele passou as costas da mão em meu rosto, só que me retrair com o seu toque. Ele percebeu e ficou furioso, pois sua respiração acelerou. Jogou o objeto que segurava com extrema força ao chão, que o fez se partir em milhões de pedaços.
– Pelo jeito você quer ser minha por mal. — falou ríspido — Vamos lá, então.
Tentou me beijar a força. Eu tentava me esquivar daquela boca nojenta, mas era meio difícil conseguir êxito, quando se está preso em uma cadeira. Suas mãos, vagavam pela lateral do meu corpo. De vez em quando, ele apertava minha cintura, me causando dor. Ele subiu suas mãos na direção dos meus seios. Me ajude! Eu gritava internamente. Sei que assim ninguém me escutará, mas eu tentava. Ben, me ajude! Sem mais nem menos, assim derrepente, a porta daquele quarto se abre num estrondo. ''Filho da puta!'' Aquela voz me era conhecida. Estava tão fraca, que não conseguir distingui-la direito.
– Eu vou te matar, Peter. — era Ben! — Seu merdinha do caralho!
– Isso, me bate mesmo. Já fiz o que queria nela. — Peter tinha uma voz de deboche — Já a fiz minha, meu caro
– Seu filho da puta! — grita Ben — Agora mesmo que eu te mato. — um soco — Você tocou na minha garota. — mais um soco — Te mato por isso. — outro soco — Seu canalha!
– Chega Ben! — ouço a voz de Sam ali — Para! Ele vai ter o que merece na cadeia. Não estrague sua vida por causa desse verme. Vai ver sua garota, vai.
Ben sem pensar larga Peter todo ferrado no chão e vem ao meu encontro. Ele se ajoelha para ficar do meu tamanho.
– Princesa? — me chama baixo. Olho para ele e sorrio de leve — Ah princesa. Tive tanto medo! — me abraçou
Depois, a polícia chega e leve Peter preso. Ben me leva diretamente ao hospital. Chegando lá, ele pede tudo que é exame. Para a nossa felicidade, nosso bebê estava bem. Mas Ben ficara mais feliz, quando soube que Peter mentiu a ele. Eu nunca tinha sido dele. Só falou aquilo para provocar. Na hora que ele soube que não haviam me tocado, ele me beijou com paixão e sussurrou ''viu, você é só minha e sempre vai ser.''
Depois daquele dia, fiquei internada por uma semana. Ben dormia comigo no hospital todos esses sete dias. Dizendo que nunca me deixaria sozinha mais uma vez. Em casa, ambos deitados na cama dele, Ben acariciava minha barriga com uma leve saliência.
– Ei bebê, papai morreu de medo, sabia? Nunca senti isso antes. Só comecei a sentir depois que conheci a mamãe. — me faz sorri — Essa garota aqui me mudou por completo. — levanta o olhar e me encara — Eu te amo, princesa
– Também te amo, príncipe.
Quatro meses depois...
Hoje estou completando cinco meses de gestação. Minha barriga já está bem grandinha. Ben me mima de tudo que é jeito. Realiza todos os meus desejos. Sendo eles o mais absurdos e inoportunos. Já tive desejo de comer sorvete de creme misturado com chantilly, calda de morango, caramelo, um pouco de coca e para finalizar, um copo de vitamina de abacate. Nunca gostei de abacate. Ben disse que eu passaria mal comendo aquela mistureba, e ele tinha razão. No dia seguinte, parecia que eu ia morar no banheiro. A cada cinco minutos, me dava enjoo e lá estava eu com a cara no vaso sanitário.
Minha mãe estava mais que feliz. Achei que ela iria ficar meio assim, pois com os meus 19 anos recém feito, achei que ela diria que é muito cedo. E é. Ah meus dezenove anos. Benfez uma surpresa pra mim naquela dia. Acordamos cedo e ele me levou para um passeio. Passamos a manhã inteira no Central Park. Comi dois hot dog's completos. Com tudo que eu tinha direito. Chucrute, milho, ervilha, ketchup, maionese, bastante mostarda e uma colher bem generosa de chilli. Me lambuzei toda. Mais tarde aquele mesmo dia, Ben me leva ao shopping. Vamos direto para uma joalheria. Lá a moça da loja o vê e sorri. Epa, perdi algo? Minutos depois, ela volta com uma caixinha de veludo vermelha. Ben a pega e guarda no bolso da calça. Franzo o cenho para ele e ele só sorri para mim dando de ombros.
Naquele dia mais tarde, voltamos para casa e ao abrir a porta, tive uma surpresa. Lá estava todos meus amigos. Até Sizzy estava lá. Devia muito a ela. Foi definitivamente o melhor aniversário que tive. Mais tarde, depois que todos foram embora e eu e Ben ficamos sozinhos, ele me deu o meu presente. E que presente. Mas o que me deixou surpresa não foi isso e sim o que veio depois. Um pedido de casamento. Ben esticou sua mão, pegando aquela caixinha de veludo vermelha e disse com todas as letras ''Katherine Stormes, deseja ser casar comigo e ser minha para sempre?'' Não pensei em nada, só avancei em cima dele, pelada mesmo. Ambos estávamos. E o beijei. ''Sim'', foi o que sussurrei. Ele na hora me abriu um sorriso mais que perfeito dele e fizemos amor mais uma vez.
Hoje, é o grande dia onde nós saberemos o sexo do bebê. Ben quer que seja um menino, pois assim vai jogar bola com ele, ver jogo na tv e claro, como ele disse, vai poder pegar geral. Já eu quero uma menina, pra ficar do meu lado sempre. Meu futuro marido já disse se for menina, só beija ou transa depois dos 30. Machista mesmo.
Enquanto a doutora passa a maquininha em minha barriga, escutamos o coraçãozinho dele ou dela. Eu só era lágrimas e soluços. Ben estava lá, se fazendo de forte.
– Então, papai e mamãe prontos para verem o sexo do bebê? — assentimos — Meus parabéns, é uma menina.
Naquela hora mesmo eu já estava aos prantos. Ben não aguentou e deixou uma lágrima caí. Se abaixou e me beijou. ''Eu te amo'', sussurrou para mim. Quando saímos da clínica, Ben logo foi em uma loja de bebês e comprou um vestidinho para a nossa menina. Chegamos em casa e ele me pegou no colo todo feliz. Parecia uma criança quando ganha doce.
De noite, depois do jantar, eu fui me deitar. Ben apareceu logo depois, vestindo apenas uma cueca boxer dele. Se jogou na cama e levou sua mão para a minha barriga.
– Princesinha dois, já vou logo avisando que beijo ou transa só depois dos 30. — falou convicto
– Papai super protetor. — murmurei rindo dele
Ele levanta a cabeça fazendo bico para mim. Sorri depois e me beija castamente.
– Eu te amo demais! -
Notas finais
E aí, gostaram?!
Comentem!!
O fim do Peter não é a morte, para mim é algo pior pra um machão como ele escroto.
Valeu!!
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