Be Free
39 Capítulo 39
Notas iniciais
Já to com o enredo de uma fic nova, mas não sei quais nomes dos personagens por. Se tiverem ideia... O nome da fic será: All I Need.
Boa leitura!!
sorry por não comentar todos os reviews, é que a minha net é lenta pra caralho. To tentando responder agora, já que ela tá rápida alguns. Me perdoem se não der todos.
Estou sonhando? — me perguntei isso a noite toda. Não conseguir pregar os olhos e dormir. Estava muito extasiada com tudo o que aconteceu nas últimas horas. A fuga, o reencontro, as lágrimas e o melhor e nem menos importante, a reconciliação. Escuto as pessoas falarem que sexo depois de uma briga é o melhor. Depois é claro do sexo matinal e na escola, como disse meu moreno de olhos azuis. As sensações parecem ser mais intensas, ainda mais no nosso caso que estávamos há um ano sem nos ver ver ou até mesmo tocar um no outro.
Aqui, deitada na mesma cama, onde eu tive a primeira vez perfeita que ele prometeu que eu teria, eu absorvo cada detalhe desse momento. Olhando em volta do quarto, nada mudou. Algumas coisas, porém pequenas, que não tem uma visibilidade. A cortina é do mesmo tom de preto. Diz ele que assim o sol, quando ele não esquece de puxá-la, não bate em seu rosto o proibindo de dormir gostoso. Preguiçoso. Mas havia uma coisa ali, que não sofreu mudança alguma. Menta e chocolate. O cheiro dele não havia mudado. Era o mesmo desde a última vez que pude senti-lo.
Na mesinha de estudo dele, antes que havia notebook, revista de mulher pelada, agora os livros substituíram as revistas playboy's. Ele deve ser escondido em algum lugar — pensei. Olhando para o lado, ele estava ali, dormindo com o semblante calmo. Sem expressão alguma. Mostrava está dormindo bem. Não me aguentei e passei minha mão por seu rosto. A barba por fazer fez cócegas em minha mão. Esse ano que passou, fez bem a ele. O deixou mais maduro, mesmo que ele continue um eterno adolescente. Isso eu amava nele.
Beijando de leve a ponta do seu nariz, me levantei. Peguei uma blusa dele qualquer e vesti. Desci as escadas e para a minha sorte, Jack não estava lá. A casa estava em um silêncio absoluto. Fui para a cozinha, e comecei a preparar o café. Antes disso, liguei o pequeno aparelho portátil de som de Ben. Locked Out Of Heaven, do Bruno Mars começara a tocar. Já que estava sozinha, comecei a dançar como fazia quando essa música tocava.
Preparando os waffles com geleia de morango, os preferidos de Ben, eu dançava. Suco de laranja na mesa, waffles pronto, bacon. Me empolguei tanto que acabei nem percebendo Ben chegar e sentar no balcão da cozinha me fitando. Quando me viro dou de cara com ele sorrindo para mim maravilhado. Na hora eu paro o meu show particular e ele franzi o cenho. Se levanta de onde estava e vem em minha direção. Me olha de cima a baixo, mordendo os lábios. Ihh! Ele caminha como se flutuasse na minha direção. Vestindo só uma cueca boxer branca. Ele foi chegando perto e eu dando passo para trás. Quando dei por mim, encostei na pia, ou seja, estava encurralada ali. Ele sorriu e se aproximou. Sua boca estava a centímetros da minha.
- Não sei porque parou de dançar, princesa. — sua voz estava calma. Muito calma. Melodiosa até. Perigoso! — Vergonha? — pergunta e eu fico muda. Não sabia o que responder, aquela proximidade me deixava assim — Amo isso em você. Mesmo depois de tudo que já fizemos. Mesmo depois de eu ter te visto nua milhares de vezes, mesmo depois de termos feito sexo em lugares inusitados. E mesmo você vestindo só a minha camisa, que é meio transparente, com nada por baixo, ainda está com vergonha? — sorri — Eu te amo, sabia? — e me beija
A voz do Bruno Mars pairava ali, fazendo que a música fosse a trilha sonora daquele momento.
- Opa! — gritou Jack — Pornografia na minha cozinha, é sacanagem!
Fico corada. Ben revira os olhos e só assim percebe onde Jack olhava. Ele dá um pulo parando na minha frente.
- O que é bonito é pra se mostrar, irmão. — disse Jack zoando com ele
- Vai se fuder, Jack!
Meu cunhado ri alto.
- Eu vou depois, com a minha loira. — dá um sorriso e se senta abocanhando um pedaço de bacon
Ben me leva para o seu quarto. Manda eu vesti uma cueca dele. Dizendo ele ''assim ele não vê o que é meu''. Claro que respondi que aquilo era meu. Fazia parte do meu corpo e não dele. Ele apenas riu gostosamente.
- Princesa, você sabe que isso aqui, — colocou a mão. Filho da mãe — é meu. E posso te provar isso agora mesmo. — o tom de malícia naquela voz me causou arrepios. Mas foco, seu cunhado está lá embiaxo
- Nem vem! — me afasto dele
- Bom mesmo, achei que ia topar. Então teria que levar tampão de ouvidos para o meu irmão.
Franzi o cenho com o comentário dele. Hã?
- Não entendi.
Ele riu e se aproximou de mim, me dando um selinho rápido.
- Digamos que você não é muito silenciosa quando mandamos ver. — sorri
Ai que vergonha! Sei que já fiz inúmeras coisas com ele, mas mesmo assim, nunca perderia essa timidez perante aquele moreno espetacular e que aflorava masculinidade.
Depois do café, Ben me leva até minha casa. Quando chagamos lá, pensei que minha mãe brigaria comigo por não ter avisado onde estava, mas quando ela viu Ben vindo atrás de mim, logo abriu o famoso sorriso ''gato da Alice'' pra ele e o abraçou.
- Ai meu querido! — o apertou — Que saudades!
- Também estava sogrinha. — retribui
Deixo-os lá e subo para me trocar. O dia estava com poucos nuvens e era verão. Escolhi um short rendado cor nude, uma blusa de alça branca básica e um cardigã de tecido leve também na cor creme. Nos pés meu vans branco e estava de bom tamanho. Passo meu perfume, uma maquiagem leve e vou para sala. Ben optou para um dia só nosso. Matar as saudades que sentíamos. Concordei é claro.
Depois de me despedir de minha mãe, vamos no meu carro mesmo. Ben pede pra dirigir e eu lhe entrego as chaves. Primeiro vamos dá uma passeada pelo Central Park. Eram dez e meia da manhã. O vento fresco da matina era gostoso. Ben andava ao meu lado segurando minha mão com nossos dedos entrelaçados. Quando paramos e Ben vai comprar uma garrafa de água para nós, meu celular toca. Mensagem.
''Espero que aproveite mesmo em quanto pode, gata. — Peter''
Ler aquela mensagem me deu um frio na espinha. Seria medo? Com certeza era medo. Eu sabia que a partir do momento que colocasse os pés naquela avião e fugisse dele, estaria ferrada, mas minha vontade de ser feliz era maior que o medo que sentia por ele.
- Aqui, sua... Princesa, o que houve? — perguntou Ben — Está pálida. Se sente bem?
Assenti.
- Deve ser sede mesmo. — sorri forçado e ele acreditou
Passamos o resto daquela manhã, embaixo de uma árvore só apreciando um ao outro. Quando deu meio-dia em ponto, Ben me leva para um restaurante japonês. Ben pediu de comida para nós, um prato de rolinhos primaveras com molho agridoce e sushis variados. Para beber, pediu água com gás para mim e coca para ele. O almoço tnha sido perfeito. Rimos muito, namoramos muito. As duas da tarde, fomos ao shopping. Ben insistia em ir, o que eu achei estranho, pois ele nunca foi disso. Ele me levou para tomar sorvete e me mandou esperar na mesa, dizendo que voltaria rápido. Assenti. Dez minutos depois, ele voltou com um sorriso lindo e bobo no rosto. Também um pouco ansioso, pois não parava de balançar a perna quando se sentou.
- Quer me falar algo? — perguntou o incentivando a começar
- Quero. — o encarei esperando ele dizer — Então, não sei como falar isso, pois nunca tive vontade de falar isso. Vou ser direto como sempre fui, Kathy, quer namorar comigo? — perguntou o eu franzi o cenho. Já estávamos namorando. Ele deve ter percebido, pois riu — Oficialmente, com direito até a isso. — tirou uma caixinha aveludada preta
Eram alianças de compromisso. Ai meu Deus! Minha boca se abre em um enorme ''o'' e depois começo a sorri feito boba.
- Claro que aceito. — ele sorri aliviado e coloca em meu dedo a aliança em prata com o nome dele escrito na parte interna e na dele com o meu nome. Ele sorri me beijando
- Eu te amo. — sussurra contra meus lábios
- Eu te... — e me celular toca, aviso de mensagem
''Isso, aproveita em quanto pode, minha gata. — Peter''
Enrijeci na hora, não conseguir nem olhar para Ben, e nem completar a frase. Ben me olhou assustado pela minha reação e tomou o celular de minha mão.
- Que porra é essa? — gritou ele - Kathy?
Começo a chorar e prontamente Ben nos leva para o carro.
- Agora me explica isso. Ele tá te ameaçando? — perguntou e eu assenti — Merdinha do caralho! — bateu no volante — Você e sua mãe vão morar na minha casa, ok? — disse — Não quero vocês duas sozinhas com esse louco por aí.
- Ben, to com medo. — murmurei com a voz chorosa
- Pois não precisa. Agora, você tem a mim pra te proteger. — me beijou castamente nos lábios — Agora ele vai se ver comigo. Me fez se afastar da mulher que eu amo, por um ano inteiro. Ele me paga, e caro.
Notas finais
Agora sim, a fic está chegando ao fim.
Reviews gente!!
Valeu!!
(vou tentar responder)
Fale com o autor