Notas iniciais
Neste capítulo, serão apresentados os protagonistas. Já vou avisando que um deles é apenas provisório! São eles: Tiberius, Jamie, Kate, Jenna, Shane e Billie.
Os dois amigos vêem-se em um veículo enorme, o qual aparentava ser uma nave — porém, ela não era tão futurística assim: Algumas coisas no local já haviam sido melhoradas no tempo presente, mas Rick e George não faziam a menor ideia de onde estavam. Eles viram-se no que mostrava-se semelhante à Sala de Mecanismos, local conhecido por eles em diversos filmes e séries e que, geralmente, serve para consertar os motores e outras engenhocas das naves. Ao redor deles, haviam várias pontes que interligavam os mecanismos, além de algumas escadas. Do lado esquerdo, havia um corredor, protegido por uma porta de ferro; Do direito, um elevador. Restava à eles saber qual era a opção mais segura de se sair daquele lugar, visto que aquilo não era uma nave fantasma e, mais cedo ou mais tarde, eles poderiam ser descobertos — e este momento não demorou muito para chegar...
?????: MENSAGEM DIRETA PARA O CAPITÃO: Intrusos foram detectados no Setor 5 da nave! Repito: Formas de vida humanas detectadas no Setor 5! Procurem, localizem e, mais importante: DESTRUAM-AS!
George entrou em pânico. O que eles fariam? Estavam em um lugar não muito estranho do que eles já conheciam, porém não era ficção — era algo totalmente novo, como se fosse o nascimento de uma Nova Era. Eles estavam sentindo-se no lugar de todos os personagens que já assistiram na TV.
Rick: Ah, que ótimo... Muito obrigado, George, por me meter nessa enrascada. Agora estamos sendo perseguidos por possíveis aliens e o que estamos fazendo? Absolutamente nada! Estamos parados aqui esperando que o destino nos ajude!
George: Nada disso importa. Precisamos descobrir alguma forma de sair desse lugar!
Rick: Nós temos 3 opções: As escadas, o elevador e o corredor. Qual você escolheria?
George: Por que não tentar todas?
De repente, as portas do corredor se abriram. Para a surpresa dos dois, saíram de lá algumas criaturas caracterizadas com armaduras de aço, as quais vestiam um capacete de prata com detalhes dourados, o qual cobria o rosto até a parte do nariz, acompanhado de um uniforme prateado. “Até que não fazer nada foi uma boa escolha”, pensou Rick, e os dois começaram a correr em direção às escadas.
????: Surrender!George: N-Não somos americanos! Na verdade, moramos em New York, porém somos brasileiros naturalizados!
????: Já sabia, só estava zoando com a cara de vocês... Estamos com suas fichas no Setor Principal da nave. Muito esperto de nossa parte, não é, Rick Kepler?
Rick: Droga. — chutou a arma do que aparentava ser uma garota —
Hasta la vista!Os dois subiram as escadas, deixando para trás os integrantes da tripulação. Quando Rick olhou para trás, eles começaram a atirar com armas de baixa tecnologia, porém combinadas à gadgets que eles nunca haviam visto antes. Correndo o risco de serem atingidos pelos tiros, eles pararam de subir e tiveram que tomar a decisão de pular lá de cima até o elevador, que estava subindo. Rick tirou uma corda de sua mochila — a qual ele havia preparado desde noite passada para suas aventuras — e prendeu-a na parte de cima do elevador, e então eles prepararam-se para pular.
George: Tem certeza de que quer fazer isso?
Rick: Absoluta. Só não me segure enquanto pulamos, por favor. Você não é uma princesinha. Fique na parte de trás da corda enquanto eu vou segurar na parte da frente.
Eles deram alguns passos para trás, ainda desviando dos tiros, e de repente começaram a correr em direção ao elevador. “GERONIMO!”, gritou Rick, e os dois caíram na parte de cima do elevador, o qual não parava de subir. George tirou uma chave de fenda do bolso e abriu as portas, e então os dois entraram lá — porém eles não poderiam imaginar que iriam encontrar alguém muito importante lá dentro...
????????: Fim de jogo, forasteiros. — tirou duas algemas do bolso, e colocou-as nos braços de Rick Kepler.
Rick: Sem querer ser rude, mas quem é você mesmo?
????????: Meu nome é Tiberius Napper, mais conhecido como o Destruidor de Mundos, capitão de Western — que, neste caso, refere-se à esta nave.
George: Ok... — suas mãos também foram algemadas — O que você irá fazer conosco?
Tiberius: Não sei ao certo. Os dois parecem duas crianças procurando desesperadamente pelos pais, então vou ser legal com vocês e deixá-los presos na Cela de Vidro do Setor 7, o último setor da nave.
Rick: Se isso é ser legal, imagina o que é ser cruel...
Tiberius: Acredite, ser cruel é bem pior do que você imagina. — apertou o botão que indicava o número “7” em uma tela que ali havia, e as portas do elevador se abriram — Sigam-me.
Viram-se em uma sala enorme, com vários tubos com pessoas hibernando lá dentro, celas de diamantes com prisioneiros e alguns alienígenas congelados; Além disso, também haviam objetos valiosos presos dentro de hologramas, joias espalhadas por todo o corredor e quadros espaciais que poderiam valer mais de 1 milhão de dólares. Nesses quadros, haviam pinturas do Velho Oeste, da Terra, dos famosos cassinos de Las Vegas e de alguns planetas que Rick e George não conseguiam reconhecer — afinal, eles estavam bem longe de casa... Após caminharem pelo corredor, os três chegaram até a cela de vidro, que estava vazia. As portas do local se abriram, e dois dos “soldados” que estavam atirando nos dois amigos entraram e foram em direção à Tiberius.
?????: Já identificou-os, capitão? — ele tirou o capacete, revelando ser um garoto com idade aproximada aos 19 anos.
Tiberius: Ainda não, Jamie, mas você não precisa se preocupar com isso. Se eles forem úteis, podem servir para nossa tripulação, mas primeiro eu devo conhecê-los melhor.
????: Eu não sou de dizer essas coisas, Tiberius, mas eu acho que eles vão servir pra muita coisa...
Tiberius: Não comece com suas fantasias, Kate. Eu ouvi você implicando com o garoto dos cabelos castanhos!
Rick: Hey, alguém poderia me dizer o que está acontecendo?
Tiberius: Oh, eu esqueci que vocês estavam aí. Desculpem-me, Rick Kepler e George Lune. Este é um dos meus homens de confiança, Jamie Carlton — o primeiro-oficial da nave. Esta é a primeira-oficial, Martha Kate, mas todos chamam-a apenas de Kate mesmo. Guardem essas informações, pois se vocês saírem dessa cela, terão que adaptar-se à tripulação.
George: O “garoto dos cabelos castanhos” vai adorar saber disso...
Rick: George, eu estou do seu lado.
George: Tanto faz. Você sempre sonhou em pilotar sua própria nave, não é?
Tiberius: Haha! Esta nave está longe de pertencer à vocês dois! — deu uma risada irônica — Apesar disto, eu não lhe culpo por ter esse sonho, Rick Kepler. Quando eu era criança, sempre vestia meu chapéu — ele apontou para uma das prateleiras, onde havia um chapéu de cowboy — e sonhava em viajar pelas estrelas. Esta nave era de meu pai, porém após sua morte, eu tive de aprender a pilotar...
Rick: Entendo. Todos nós perdemos alguma coisa ao longo de nossas vidas... Ah, e pode me chamar apenas de Rick.
Jamie: C-Capitão, eu acho que entramos em uma rota de colisão... — disse, mexendo em uma tela que estava em sua mão direita — Precisamos voltar para o Setor Principal imediatamente!
Tiberius: Está bem... Você e Kate podem voltar para lá e resolver esse problema. Eu ficarei aqui com os prisioneiros.
Kate: Não acha isso muito perigoso, capitão? Eles possuem Manipuladores de Vórtex. Podem usá-los como arma a qualquer momento.
Tiberius: Se eles quisessem, já teriam os usado há muito tempo. Voltem ao trabalho, tripulantes.
Enquanto isso, em um lugar desconhecido...No mesmo tempo de Rick e George, as duas amigas viram-se em uma nave de tamanho semelhante à Western, porém um pouco menos pesada. À direita, havia uma espécie de videogame melhorado, com games avançados para a época delas e televisões passando programas em que o perdedor era simplesmente “apagado” da existência; À esquerda, mesas feitas de hologramas e diversos tipos de jogos, como ping-pong, tênis, basquete, futebol e muitos outros esportes. No centro — onde elas estavam — haviam alguns instrumentos totalmente tecnológicos, como guitarras que atiravam lasers azuis, teclados com luzes fluorescentes e baterias que produziam um som tão alto que poderiam matar todos os presentes no local em menos de 1 segundo. O chão era transparente, e do lado direito haviam teleportes que levavam diretamente para a Sala de Comando, que estava abaixo delas.
Sally: C-Claire...
Claire: Veja o que você fez! Agora estamos a vários quilômetros longe de Rick e George, e nem sabemos onde eles estão.
Sally: A culpa é toda minha, não é?
Claire: Agora não há tempo para se lamentar. Estamos bem longe da Terra. Nós temos sorte por ainda estarmos vivas... — digitou algumas coordenadas no Manipulador — Não sei se Rick já fez isso, mas estou digitando as coordenadas da Terra para ver a distância de lá até onde nós estamos. — o aparelho apitou.
Sally: Vejamos... Estamos no centro da Via Láctea. Apenas alguns anos-luz da Terra. Não é tão ruim, não é?
Claire: Você tem razão... Poderíamos estar bem mais longe. Não faço ideia de onde meu irmão e George possam estar, mas espero que estejam seguros.
A conversa das duas garotas foi interrompida por um som considerado “leve”, vindo da Sala de Comando.
?????: Notificação: Formas de vida humana detectadas na Sala de Jogos da nave. Alerto a capitã Jenna Winker a receber as visitantes.
Sally: Hey, somos nós! — sorriu.
Claire: Isso não é bom... Quem sabe eles não querem nos prender ou coisa assim? Precisamos sair desse lugar, e rápido.
Sally: Eu já assisti muitos filmes de ficção científica, e sempre que os comandantes querem prender alguns intrusos, eles dizem “Aviso” ou “Atenção”. Aqui, esse não foi o caso.
Claire: Por um lado, você está certa... Mas eu acho que devemos—
Foram interrompidas novamente, porém agora foi por causa das portas do corredor, que se abriram. Uma mulher, que aparentava ter seus 27 anos, entrou ao lado de dois adolescentes, um garoto e uma garota, que pareciam ter 16 anos.
?????: Sejam bem-vindas à East Wind! — disse a mulher, caminhando em direção às meninas — Estou sendo simpática com vocês, mas primeiro devo avaliá-las para ver se vocês não causarão problema algum à nave.
Sally: Q-Quem é você?
?????: Como já foi dito, sou Jenna Winker, a capitã da nave a qual acabei de me referir — no caso, a que todos nós estamos agora. Estes ao meu lado são os primeiros-oficiais da nave, Shane Enors e Billie Deater. Nós de East Wind criamos essa nave para viajar do futuro para o passado e conhecer melhor a criação da Terra, o modo de vida dos seres humanos, entre outros.
Claire: Nós começamos nossas viagens agora, então você poderia nos informar em que século nós estamos?
Jenna: Não se preocupem. Estamos no Século 21, e se essa for a época de vocês, poderemos ficar aqui o quanto vocês quiserem.
Claire: Eu nunca imaginei que chegaríamos no espaço sem sermos sequestradas, assassinadas ou coisas assim... O que está acontecendo agora é muito diferente de tudo que eu já vi. Minha vida foi uma mentira.
Jenna: Não faça tanto drama, Claire Kepler... Já conheci pessoas em que as mentiras foram muito piores do que as contadas para você. — olhou para o bracelete de Claire — Esse Manipulador deve ter sido feito por seu irmão, não é?
Claire: Como você sabe quem nós somos?
Jenna: Na Sala de Comando há um computador com os nomes de todos os habitantes da Terra, estejam eles mortos ou não — e é claro que vocês estão incluídos na lista. Falando nisso, prazer em conhecê-la, Sally Austin.
Sally: Okay... Também estou impressionada por ter conhecido uma capitã.
Shane: Que tal fazermos uma pequena comemoração em relação à entrada das duas novas tripulantes, comandante? Daria uma boa festança.
Sally: Não sei ao certo se é uma boa escolha fazer parte da tripulação. O que vocês fazem por aqui?
Claire: Oh, Sally, você não imagina as vantagens de viajar pelo tempo e pelo espaço...
Jenna: Well, aqui vocês poderão aprender a manusear armas futurísticas, conhecer os computadores que só irão surgir no Século 51 e que podem responder perguntas como “o que acontecerá no fim do universo?” e, em breve, construir portais interdimensionais. O que acham?
Claire: Jenna, o lugar em que estamos agora t-tem algo a ver com o universo dos sonhos?
Jenna: Fique tranquila, você está acordada. Estamos bem longe de chegar até lá. Tudo aqui é real, Sally e Claire... Até mesmo as coisas mais improváveis. A partir de hoje, começaremos uma jornada ao impossível.
Billie: E então, Jenna? Já decidiu sobre a festa?
Jenna: Já que vocês tanto pedem... — tira um walkie-talkie tecnológico do bolso, e aproxima-o de seu rosto — Notificação: Em comemoração à entrada de duas novas tripulantes na nave, faremos uma grande festança na Sala de Festas de East Wind! A festa terá início às 23h — ou seja, agora — e o fim será decidido por cada um de vocês... depende da hora que vocês decidirem deixar o salão. Bom divertimento!
Sally olhou para o relógio, e eram realmente 23h. Elas descobriram, então, que não haviam viajado apenas pelo espaço, mas também pelo tempo. Após isto, Jenna, os primeiros-oficiais e as duas garotas entraram em um elevador, em direção à Sala de Festas.
Enquanto isso, em Western...Enquanto Sally e Claire aguardavam a chegada à Sala de Festas, Rick e George conversavam com Tiberius sobre suas vidas e sobre o objetivo que eles gostariam de alcançar. Apesar de uma mera implicância no começo, os três começaram a se entender e o capitão começou a aceitá-los do jeito que eles eram — afinal, ele é uma boa pessoa, precisa apenas seguir a direção certa. Seguindo o pensamento de que os dois poderiam ajudá-lo tanto em sua vida pessoal quanto na tripulação, ele finalmente percebeu que eles poderiam significar muita coisa para a jornada de Western.
Tiberius: Depois de tudo o que vocês me contaram, o que desejam fazer agora?
Rick: Eu gostaria de saber mais sobre você. De onde você veio, como seus pais reagiram ao saberem que você tem uma nave...
Tiberius: Não vou revelar nada de mim por enquanto, Rick. Acabamos de nos conhecer, mas apesar disso, ainda é cedo para começar a revelar à vocês minha história — até porque é algo bem longo e complicado de se entender. Meus pais nem tiveram a oportunidade de me ver pilotando uma nave... É uma cena que existe apenas nos meus sonhos.
George: Ok, então eu gostaria de saber de duas garotas...
Tiberius: Duas o quê?
George: Isso mesmo. Nós não viemos parar aqui por esse motivo — na verdade, viemos sim, mas nós estamos procurando por duas meninas.
Tiberius: Vejamos... — ele caminha até uma mesa, abre uma gaveta e tira de lá uma tela média, semelhante à um tablet, porém melhorado — Vocês devem estar procurando por Sally Austin e Claire Kepler. Wow, Rick, não sabia que você tinha uma irmã.
Rick: Você e sua mania de falar o nome completo das pessoas...
Tiberius: Você deveria ser menos otimista, Rick. Eu sinto muito, mas Sally e Claire estão tão longe que não podem ser localizadas.
Rick: Espere um momento... Onde nós estamos?
Tiberius: Na ponta da galáxia de Andrômeda, quase partindo para outra galáxia.
Rick: MAS QUE—
Tiberius: Eu sei, os dois estão muito longe de casa... Mas eu lhes prometo que os levarei de volta para a Terra. — sorriu, e apertou um botão ao seu lado que abriu a Cela de Vidro — Agora vocês podem sair.
Rick: Você não tem uma esposa, não é?
Tiberius: Ainda não. Como não tive uma família ao longo de minha vida, e com tudo o que escutei de vocês, tenho certeza que poderei preencher o espaço vazio com vocês dois.
Rick: Não acha isso meio... Er, como posso dizer... Sentimental demais?
Tiberius: Foi apenas uma forma de dizer, Rick Kepler. Se quiser, ignore. — começou a mexer na tela novamente — Mas, confie em mim... Nada é tão sentimental que não possa ser correspondido. É preciso dizer o que você pensa na hora certa, pois se você demorar... Mesmo que seja só um pouco... Às vezes pode ser tarde demais.
George: Beleza. O que iremos fazer agora?
Tiberius: Agora a única coisa que eu pretendo fazer é dormir. Os quartos da nave ficam no Setor 6, então dirijam-se até lá se quiserem fazer o mesmo — e vocês vão querer, já que não existem mais opções.
Rick: E amanhã?
Tiberius: Aguarde um instante.
Ele colocou a tela no chão, e os dois garotos estranharam — afinal, qual é a lógica de colocar um “tablet espacial” extremamente valioso no chão de uma nave? George começou a rir um pouco, mas Rick estava sério, tentando deduzir o que iria acontecer. De repente, Tiberius simplesmente “tirou” as informações da tela com as próprias mãos — explico: ele colocou as duas mãos acima da tela, e começou a tirar de lá todas as informações que ali haviam, que tornaram-se hologramas hiper-realistas — e colocou-as na frente dos garotos, que ficaram impressionados. O holograma mostrava um planeta, e ao lado dele estava escrito “Cenner — Classe C”. Abaixo, estavam algumas informações sobre o local.
Rick: C-Capitão...
Tiberius: Ficaram impressionados, eu sei. Acostumem-se, pois verão cenas como essa todos os dias. — tirou uma espécie de headset melhorado da prateleira e colocou-o em sua cabeça; logo, estava transmitindo para toda a nave — Próximo destino: Planeta Cenner, Classe C, localizado a apenas alguns quilômetros daqui. Kate e Jamie, ajustem as coordenadas! Câmbio, desligo. — tirou-o novamente, e deixou-o em seu pescoço.
Rick: Como funciona esse negócio de classe planetária?
Tiberius: É simples: Pegue a primeira letra do nome do planeta e você terá a classe dele. Decidi organizar dessa forma pois era mais fácil lembrar-se das classes. Geralmente, os planetas de Classe A são os mais visitados.
George: Interessante... Podemos dormir agora?
Tiberius: É claro, tripulantes! Acompanharei-os até seus novos dormitórios. Sigam-me.
Os três começaram a caminhar para o corredor, em direção ao elevador que os levaria até o Setor 6, onde estavam localizados os quartos da nave. Terminado o dia, chegaram lá e dormiram rapidamente, pois o quarto possuía sensores que ajudavam a melhorar a qualidade do sono e, mesmo que você insistisse em não dormir, seu cérebro iria contra a sua vontade e faria você cair no sono.
Enquanto isso, em East Wind...Enquanto a tripulação de Western dormia, East Wind estava longe disso. A festa estava mais animada do que nunca, com bebidas, discoteca e tudo o mais, além de Shane estar tocando guitarra no palco principal. Durante a diversão, eis que Jenna recebe um alerta em um dos dispositivos da nave —
TANET, abreviação para
Tecnologia Avançada no Espaço-Tempo.
Jenna: O que há, TANET?
TANET: Capitã, eu receio que haja uma fenda defeituosa no tecido do espaço-tempo que precisa ser reparada imediatamente.
Jenna: Ah, por favor. Deixe-me curtir uma baladinha monstra pelo menos uma vez na vida!
TANET: Tudo bem, Jenna Winker, mas esse é um problema que poderá causar problemas no fut—
Desligou antes que a mensagem pudesse ser terminada — afinal, à esse ponto ela nem estava tão consciente quanto antes. A curtição de East Wind estava boa, porém eles mal imaginavam que ela poderia causar problemas no dia seguinte...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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