Notas iniciais
ola!!! ai estava com sdds de vcs!!!! aiii gente aainda nao estou acreditando que recebi minha primeira Recomendaçao daa perfeita gatosa gigicalove,obg linda estou pirando aqui.entao esse cap é dedicado a vc! e se eu to demorando com as outra fics tbm...éporque tenho umas boas desculpas para dar. troquei de oculos(enxergando embaçado) enet uma porcaria(ruim com ela pior sem ela) entao éisso ai Boa leitura bbs!!!!! AAhhh feliz niver trazado le cullen te amo minha linda!!!!!

Pov Esme

Desliguei o celular sentindo uma estranha sensação de preocupação se formar dentro de mim.

Ignorando o fato de ter sido o ogro a ter ligado há segundos atrás, suspirei olhando para mim mesma ainda meio úmida e enrolada em uma toalha parada no meio do quarto, depois olhei para Mary que estava acomodada em minha cama brincando distraída com as próprias mãozinhas.

Fui para o closet, pegando a primeira roupa que vi em minha frente. Peguei uma calça jeans de lavagem clara, uma blusa azul escura sem mangas com babados, uma sapatilha preta básica e um casaco de couro bege.

Sai do closet e me deparei com Mary sentada em minha penteadeira escovando os curtos cabelos castanhos escuros. Dei um pequeno sorriso, me aproximei dela pegando cuidadosamente a escova de suas mãozinhas. Deslizei a escova com cuidado entre suas mechas onduladas e macias.

–Aonde vamos mamãe? — sua pergunta não me surpreendeu, mas me fez ficar receosa ao responder.

–Vamos à casa do Carlisle... — ela se virou me encarando com carinha de sapeca.

–Ele foi embola quer ver ele de novo? — eu arregalei os olhos, por essa eu não esperava.

–Eu não quero vê-lo. Ele ligou e disse para eu ir o mais rápido possível. — ela se colocou de pé em minha frente me encarando com os olhos arregalados.

–Ele também já esta com saudades? — sua cara era a melhor, os olhos arregalados e a pequena boquinha rosada em um O.

–Ah pequena, lá a gente discute isso. Ele parecia preocupado e aflito melhor irmos logo. — mudei de assunto enquanto andava pelo quarto indo à poltrona pegando as chaves da casa e do carro.

Mary veio até mim estendendo os pequenos bracinhos. Dei um sorriso bobo para aquela linda bonequinha ambulante. A envolvi com meus braços a trazendo para mais próximo a meu peito, sentindo seu corpinho se aconchegar em mim. Apaguei as luzes saindo do quarto encostando a porta atrás de mim. Andei pelo corredor até a imensa escada descendo a passos rápidos os degraus.

Apaguei as luzes do primeiro andar e caminhei até a porta saindo de casa e trancando a mesma. Caminhei até a garagem ainda com Mary nos braços, destranquei o carro, caminhei até a porta traseira abrindo a mesma, a acomodei no banco afivelando o cinto de segurança e depositei um beijinho em sua testa a fazendo sorrir docemente. Retribui o sorriso, logo após fechei a porta e me encaminhei ao banco do motorista colocando o cinto e dando partida no carro.

Manobrei cuidadosamente o carro na garagem, sai dali e entrei em uma pista que estava completamente molhada e escorregadia pela forte chuva que ainda caia. Esperava que aquele doutorzinho tivesse um bom motivo pra me fazer ir a casa dele naquela hora da noite e com o tempo naquelas condições.

Tinha toda a atenção na pista tendo o maior cuidado possível, mas algo veio minha mente me fazendo parar o carro no acostamento, peguei meu celular e retornei a ligação de Carlisle.

O telefone chamou algumas vezes me fazendo ficar impaciente, mas em fim ele atendeu.

–Alou?

–Oi, aqui é a Esme. Você é um burro sabia... — comecei a insultá-lo, mas logo ele me interrompeu como o mal educado que é.

–Olha, não da para ser direta? Eu te chamei para algo serio marrentinha. — seu tom de voz pairava do serio ao divertido.

–Como você me pede pra ir pra sua casa sem me dar o endereço? — eu quase gritei ao me pronunciar.

–Ah, mas a falta de inteligência foi sua, porque você desligou na minha cara. — agora seu tom de voz era de acusação.

–Ah, mas se você não fosse um idiota eu não desligaria. — retruquei com o mesmo tom acusativo.

–Vai querer o endereço ou não? A coisa é serio marrenta.

–Tudo bem, pode passar.

Ele falou o endereço que anotei em um pedaço de papel que havia no carro.

–Agora vem logo marrenta. — ele praticamente ordenou, mas antes que eu pudesse dizer algo ele desligou em minha cara me fazendo bufar de puro ódio.

–Idiota. — esbravejei jogando o celular sobre o banco do carona. Olhei para trás e vi Mary balançando a cabeça negativamente. Dei um suspiro virando-me para frente dando partida novamente no carro. Depois de um tempo um pouco maior que o normal por causa da pista molhada, finalmente cheguei a frente de uma enorme casa a qual correspondia o numero que Carlisle me passara.

Os portões estavam abertos, então já fui estacionando o carro ali mesmo. Desci do carro sentindo a chuva fria cair sobre mim. Abri a porta traseira, desafivelei o cinto e coloquei o capuz na cabecinha de Mary.

A peguei nos braços fechando aporta do carro, tranquei e acionei o alarme do mesmo. Caminhei a passos rápidos e chego finalmente a porta coberta apenas pela pequena varanda, toquei freneticamente a porta enquanto sentia o corpo tremer pelo frio intenso que estava ali fora.

Finalmente a porta foi aberta revelando um loiro com aparência de cansaço, mas a expressão perplexa se destacava em seu rosto de anjo.

–Entre. — ele disse ao mesmo tempo em que estendia os braços para pegar Mary. Entreguei a ele. Ele me deu passagem e eu entrei ficando boquiaberta com a beleza da decoração de sua sala de estar. — Eu preciso da sua compreensão. É meio confuso. – disse ele me fitando enquanto empurrava a porta a fechando.

–O que é tão confuso? O que te fez me ligar essa hora da noite me pedindo pra vir ate aqui nessas condições climáticas? — não consegui reprimir minha curiosidade a respeito do que havia me levado até ali.

–Está ali no sofá. — ele apontou para o enorme sofá que ficava de frente a uma enorme TV. Dei um longo suspiro me encaminhando ate lá sendo seguida por Carlisle. Ao me aproximar o suficiente para enxergar por cima do sofá, vi um pequeno corpo todo encolhido, os longos suspiros revelava choro e cansaço.

Eu sabia do que se tratava, mas tive que olhar para Carlisle que confirmou com um movimento positivo da cabeça. Caminhei novamente dessa vez dando a volta no sofá parando em frente ao mesmo. Sentei-me ao lado da pequena criaturinha que matinha seus cabelos e rostos escondidos pelo capuz molhado da blusa.

Como se não acreditasse no que meus olhos viam eu toquei o pequeno corpo que se moveu rapidamente com meu toque repentino. A pequena menina me olhou com olhar assustado, seu corpo estava completamente tremulo, mas não era isso que me deixava perplexa. Fora a semelhança dela e Mary.

Olhando dessa maneira não via diferença alguma.

Olhei para Carlisle que naquele momento colocava Mary no chão, minha bonequinha tinha um olhar curioso até que ela se aproximou da menina parando a sua frente, sua expressão me surpreendeu, pois não foi de espanto. Mas sim de reconhecimento.

–Oi Alice. — ela a conhecia

Notas finais
bomm o queacharam? ate os comentariosss!