Batalha dos Sobrehumanos
4 1 Rodada
Notas iniciais
Nome: Andrew Mosley Herdier
País: Inglaterra, Londres
Poderes: Absorção de Matéria, consegue adquirir temporariamente os componentes este em seu corpo e resistência a poderes psiquicos.
Ps Importante: Não é uma fanfic misturada com outras histórias, os jogos que escreverei são BASEADOS. Por tanto, terão de ser refeitas os perfis que conter na ficha:
- País (vila, cidade, você pode inventar): ???, Hogwarts. ~ L.A., Acampamento Meio-Sangue.
- Fale um pouco da sua personagem: Filha de Apolo, tem o martelo de Thor e anda frequentemente com Tonny Starks pelas ruas de Mistic Falls (é assim que se escreve?).
Bem, vocês já entenderam.
Kisses, Veneficae
Desculpe se soou como ofensa ou ríspido
Andrew Herdier P.O.V
No refeitório nenhum dos campeões podia falar com o outro. A mesa era branca, de um lugar só e separada por divisórias embaçadas e esbranquiçadas.
Toquei na superfície da divisória esquerda, senti a matéria sólida e inquebrável penetrar em minha mão... meus músculos... minhas veias... minhas entranhas... orgãos e tudo mais. Logo todo meu corpo estava do mesmo material que a divisória, esbranquiçada e embaçada. Tentei quebrar a divisória de alguma forma, eu podia fazer isso enquanto estava transformado daquele jeito, mas de alguma forma fazê-lo fora impossível.
Percebi uma figura entrar na sala oposta, uma mulher, pelas curvas femininas. Se sentou e... olhou direto para mim.
Acenei, sorrindo, mas não sei se ela percebeu.
Ela se levantou e encostou sua mão contra o vidro onde do lado oposto havia a minha.
De repente senti uma leve picada no meu cerebro — ela estava tentando ler minha mente, uma telepata.
Sua cabeça tombou de lado, confusa.
– Você me ouve? — perguntei, mas nada respondeu. — Cara, esse lugar é um refeitório ou uma prisão? Se fosse para viver como um preso, preferia ter roubado algo interessante em vez de estar competindo para uma coisa que nem sei se vou conseguir.
Então de repente a mesa de dentro do seu refeitório começou a se contrair, mudar de forma, como líquido. Ele se transformou então num
... L...
... Y...
... L..
... I...
... A...
... M...
– Lyliam, olá Lily. — murmurei.
Ela assentiu, percebendo minha boca se movimentar.
Me senti tão impotente, não podendo me apresentar como ela mesmo fez. Mas tentei ver pelo lado bom: caso ela estivesse de TPM, eu estaria a salvo.
Narrador P.O.V
Então a conversa silenciosa dos dois, de Lyliam e Andrew, foram interropidas por um tipo de alarme, tambores e trombones soando alto. Os dois olharam para os autofalantes, confusos.
Antes que Lily pudesse se despedir, Tom Storn, um guarda-costa gigante que podia se multiplicar (como clone das sombras da série Naruto) pegou Andrew e os outros campeões e levou-os para fora.
Havia cinco pessoas numa arena enorme feita de pedras claras e arquibancadas em volta, muito parecido com o Coliseu de Roma, só que mil vezes mais alto e estilo funil. Estava cheio de gente, desconhecidos, parentes dos campeões no meio de multidões estranhas, torcedores amigos e inimigos.
O sol brilhava forte e quente lá em cima, mas era impossível ver o rosto dos torcedores — o rosto de todos eles estava escuro.
O solo era de areia do deserto, beje, havia um simbolo marcado em branco nela — o símbolo de Saturno.
E cada participante estava em uma de suas cinco pontas.
– Bem-vindo a classificação dos três grupos para o primeiro jogo da competição! — disse o porta-voz, num palanque há 10 metros a cima dos campeões. — O primeiro jogo é de Sobrevivencia e Eliminação, presos na selva ilhadas de Nova Guine, com seu terreno limitado por uma cúpula de aço transparente gigante. E, para facilitar ou complicar suas "estadias ali", vão ser separados em três grupos.
Rafaela Ramirez olhou para o palanque, estranhando a separação em grupos, ninguém havia mencionado isso quando se inscreveu.
– O primeiro grupo é: Os Espartanos. — disse o porta-voz. — Estes terão o privilégio de levar a arma de melhor manejo de cada campeão, barraca de acampamento não inflamável e máscara de gás. O Segundo grupo é: Suiça. Estes poderão levar na mochila uma adaga, três frascos de vidro e uma máscara de gás do inferior do rosto para cada campeão. E o Terceiro e último é: A Resistência. Levarão uma câmera fotográfica antiga de 33mm, um caixinha de cigarros e uma mini máquina de mão que é semelhante a máscara de gás. — e tossiu. — A classificação vai ser por meio de notas pelo seu desempenho nessa prova. Essa é a primeira rodada, com os primeiros cinco competidores. Peço para que olhem em volta, campeões.
Lily, Andrew e Rafaela era um dos três competidores. Os outros dois eram fois homens. Um deles se chamava Sarieli, tinha mais ou menos uns 23 anos, face carrancuda, cabelos cacheados, óculos escuro e uma cicatriz no pescoço. O outro era Ephaetos, um moreno grego, de olhos sedutores, cabelos pretos lisos, vestia — como todo mundo — o uniforme de Catastrítio, embora branco e usava um colar com um pingente em forma de foice.
Então os cinco competidores olharam em volta, para cada rosto escurecido e estranhos.
– O objetivo é encontrar no meio de toda essa multidão um pingente, que estará escondido em qualquer parte do corpo e em qualquer andar do Coliseu. Há cinco pingentes escondidos entre todos da platéia para cada campeão, terá a forma da parte do corpo respectiva de cada competidor em que tem Maldição de Aquiles. Entendido, campeões?!
– Sim! — gritaram todos os cinco.
– Ao som do estouro da bomba de gás no centro da arena, saiam a procura. Terão apenas dez minutos para acharem, ir até meu palanque e entregar o pingente para mim.
– Mas só dez minutos?! — reclamou Ramirez.
Então a bomba estorou.
Um gás púrpura encheu todo o Colizeu, de cima a baixo.
E os cinco campeões se separaram em direção opostas. Todos queriam pegar o mais rápido possível sem que ninguém vesse, para que não descobrissem seus pontos fracos, o que deixaria o inimigo numa vantagem maior.
O essencial ali era rapidez e ótima percepção e eles usariam seus poderes se precisassem.
Notas finais
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Espartanos: por eles terem sido os lendários ganhadores da Guerra de Tróia.
Suiça: por ela ser um país neutro, não ser afetado por nenhum outro país.
E Resistência: quem já viu Revolution ou qualquer filme onde alguém domina o mundo, sempre vai haver uma resistência e normalmente são eles que voltam ao poder.
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