Baseado em Fatos Reais
6 Nós só sabemos fazer sexo, caçar e nadar!
Aioria: Ué, mas já acabou?
Mu: Não reclama! Pelo menos você teve uma participação ativa.
Tatsumi: Você volta sua praga. – O cavaleiro de Áries pareceu cabisbaixo com o fora que levou de Tatsumi. — Alê, Alex, Alexei, Alexan e Alexia chegaram na casa de vir... Sexta ilha. Como eles chegaram, não interessa. – O mordomo tentou prevenir uma nova rodada de perguntas e comentários. – Quando eles chegaram na casa, eles viram um homem muito gordo, muito gordo mesmo. Tão gordo que nem dava pra ver o que tava atrás dele. Alexin exprimiu sua surpresa: “Nossa, que homem gordo!”
Shun: Alexin? Mas não era Alexan?
Tatsumi: É... isso aí, tanto faz... É o pseudo Shiryu da estória. – O mordomo já não negava que aquilo não passava de um plagio mal feito da vida dos cavaleiros de bronze. – De trás da estátua do homem gordo, sim era uma estátua, Seiya, saiu um outro homem. Este não era gordo. Ele era loiro e estava de olhos fechados.
Ikki: Tatsumi, todo mundo aqui conhece o Shaka. – O mordomo olhou irritado pelo retrovisor para o cavaleiro de fênix.
Tatsumi: Bem, Alex, que era muito burro, – deu outra olhada para Ikki. – perguntou: “Por que você esta de olhos fechados?” E o homem respondeu: “Para não ter de olhar para sua cara feia.”
Afrodite: Ahh, mas o Shakito não seria tão grosso assim.
Tatsumi: A estória é minha e ele fala o que eu quero! Os índios contaram para o homem o motivo de estarem ali e ele, sendo uma pessoa muito boa, ficou comovido. Mas mesmo assim, não quis deixar eles passarem. Ele disse: “Na minha religião nós temos de ser gordos para atrairmos felicidade.”-
Shaka: Que?! Seu ignorante, budismo é fundado com conceitos muito mais importantes como, o karma, a reencarnação, as quatros verdades, o ciclo de sams-
Mu: Calma... calma... É só a estória imbecil do Tatsumi.
Tatsumi: Ô Barbie! Eu nunca disse que o cara era budista, só disse que na religião dele tem um cara gordo. – O cavaleiro de virgem se recolheu em seu assento, ligeiramente envergonhado pela cena que tinha feito. – Na religião que eu inventei, as pessoas precisam ser extra obesas para serem felizes.
MdM: Sacaneou, hein, Tatsumi. – Falou entre gargalhadas.
Tatsumi: Continuando, o cara fez um desafio aos índios: “Eu deixo vocês passarem, desde que cozinhem para mim. Para eu poder ficar tão gordo quanto a minha estátua.” Alex pareceu revoltado e disse: “Mas não sabemos cozinhar. Nós somos índios! Nós só sabemos fazer sexo, caçar e nadar!” – Nesse momento o mordomo foi interrompido.
Aldebaran: Mas eles não sabiam nadar!
Saga: Depois de mais de cinqüenta anos, continuar na ignorância é foda né.
Tatsumi: É, isso aí, eles aprenderam. – O cavaleiro de gêmeos estava virando o novo herói de Tatsumi, apesar de ainda não saber de qual dos dois se tratava. – Mas os índios não tinham escolha, então foram na selva procurar ingredientes-
Camus: Mas não era mar?
Tatsumi: A selva também estava dentro do mar.
Kanon: Claro, porque essa resposta é totalmente satisfatória. — ¬¬
Tatsumi: Eles então pegaram vários ingredientes diferentes.-
Shura: Numa floresta embaixo d’água, só alga mesmo.
Tatsumi: Não importa! Eles pegaram muitas coisas. Só que eles estavam precisando de leite para fazer a comida, mas isso não foi problema, pois o guardião da ilha tinha uma vaca e deixou que eles ordenhassem.
Miro: Mas porque o Shaka teria uma vaca. Ele nem come churrasco!
Tatsumi: Mas ele tinha uma vaca! E depois de ordenharem, os índios começaram a cozinhar, eles demoraram muitas horas para preparar a comida. E finalmente estava pronta. Uma lasanha de frango ao molho branco. A lasanha tinha uma aparência muito boa. Era muito bonita mesmo. Ela veio num prato redondo, com dois pedacinhos triangulares de pão, um de cada lado.
Shura: Como eles conseguiram ingredientes para uma lasanha de frango, na selva?
Shiryu: E o prato?
Afrodite: A lasanha tinha chifres? – O pisciano perguntou enquanto fazia duas formas de triangulo com as mãos, imaginando cada triangulo em uma extremidade de um prato de lasanha imaginário.
Tatsumi: Tinha, parecia coisa do demo. – O olhar do mordomo nesse momento se perdeu em alguma memória distante e provavelmente muito traumática. – Então o guardião da ilha deu uma garfada na lasanha, esperando sentir o gosto correspondente a sua aparência. Mas tudo que pôde pensar foi: “Não tá boa... mas também não está ruim.” Ele deu outra garfada e dessa vez pensou: “Na verdade, está ruim sim. Beeeem ruim. Mas dá pra agüentar.” E na terceira garfada e pensou: “Mas que bosta de lasanha! Eu não agüento mais.” E, nesse momento, ele entrou em coma irreversível.
Afrodite: Tadinho dele!
Tatsumi: Nem me lembre, os médicos acharam que eu nunca sairia do coma.
Hyoga: Você comeu mesmo essa atrocidade?
Tatsumi: Infelizmente sim. Foi quando a senhorita resolveu que queria aprender a cozinhar. Ela precisava de uma cobaia e eu tava lá né! Aí fazer o que, é a lasanha ou o desemprego! Só que depois, o desemprego pareceu mais apetitoso...
Aioros: Mas tava tão ruim assim? – Perguntou inocentemente.
Ikki: Caralho, imagina a Saori na cozinha… As merdas que não devem sair.
Saga: Mas mulher que não sabe cozinhar não é mulher né! Tem que ser feminina! De salto alto e tudo!
Kanon: Ah, pois é. Por exemplo, tem de ser muito castrado para encarar as mulheres machas lá do santuário!
Miro: Por isso que a Shina para mim nunca foi amazona e sim uma mulher cavaleiro! (*1)
Saga: Por que você acha que eu tinha meu harém particular? Para não ter de encarar isso aí! É dose né! Eu ainda tenho o telefone de todas! Isso que é mulher, elas sabem fazer tudo!
Afrodite: Nooooossa Saga, com essa cara de homem sério, ninguém diz que você é tão machista assim! Seu porco chauvinista! Nojento!
Shaka: Afrodite, só porque você se acha uma mulher, não precisa se ofender que nem uma.
Shun: Mas nenhum de vocês sabe cozinhar? – Shun pareceu chocado com o fato de ninguém se pronunciar. – Mas como é que vocês comem?
MdM: Ué, a gente junta qualquer gororoba e manda ver! E pra o meu crédito, nos fins de semana eu faço uns pratos de massa lá em casa. E esses abusados aproveitam.
Aldebaran: É, mas a gente também come muito naquela birosca lá perto.
Seiya: Tá tudo muito bem, muito bom, até eu já fui obrigado a comer as pedras que a Marin chama de comida, mas e a estória? Ô TATSUMI!
Tatsumi: Até o pão tava queimado... – O grito de Seiya tirou o mordomo de seu devaneio mortal, quase um Fantasma de Fênix. – Ah, claro! É... Onde a gente tava mesmo?
Hyoga: Na lasanha. O Shaka comeu e entrou em coma.
Shiryu: E depois disso, começamos a divagar em torno da alimentação dos cavaleiros de ouro.
Tatsumi: É, bom, aproveitando o coma do guardião da ilha, Alê, Alex, Alexei, Alexan e Alexia passaram sem maiores problemas.
Notas finais
E assim acaba mais um capítulo da saga dos índios! XD
Tadinho do Shaka, ter que encarar a lasanha não é pra qualquer um não. Tivemos até que entrar em contato para saber se a pessoa que tinha comido estava viva. XD
*1: Quem adivinhar a referência ganha um biscoito!
E agora os agradecimentos:
Vallim007: Ficamos muito felizes com o seu comentário! E esperamos que esse capítulo não tenha decepcionado. Também estamos pensando em fazer outras fics de CDZ, todas baseadas em acontecimentos reais, mas ainda não sabemos qual acontecimento deve ser o primeiro...XD Beijinhos
Pandora Hiei: A Inteligência do Seiya realmente impressiona, mas nada supera o fato da irmã dele morar a 3 metros do Santuario e ele achar que é a Marin...XD Esperamos que tenha gostado
Litaa-chan: Aí está a sacaneada do Shaka. Estamos torcendo para ser o suficiente para te agradar...acho que ele foi o que sofreu mais...Essa lasanha não foi brincadeira!XD
Camie01: Olha, tenta ler esse capítulo num horário normal, para não incomodar os vizinhos....Ah, quer saber? Fodam-se os vizinhos, lê quando quiser! XD E se você soubesse cada coisa que a gente presencia que dá fic... Estamos planejando fazer uma sobre o jogo mais absurdo do mundo. XD Beijos
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