Bad girl

18 Capítulo 18


Notas iniciais
E aí gente! Bem, tentei ser rápida. Até por que não esta muito difícil, eu to amando essa nova fase de "Bad Girl", e espero realmente que vocês gostem também, eu to dormindo pensando em Nora, sonhando com o Patch - Haha - E acordando pensando em um final perfeito para esse romance.

Sua mãe abriu a porta, antes de um olhar breve para Nora, como se esperasse que tivesse algo haver com Nora.

–Senhora Grey? –A voz do Detetive Basso silenciou a todos, onde Nora se lembrou de respirar.

–Sim? –Blythe respondeu.

–Sou o Detetive Basso, sua filha Nora já deve ter te deixado informada de todos os acontecimentos. –O Detetive alongou o pescoço ainda sem entrar, a procura de Nora. Ela negou com a cabeça.

–Aconteceu alguma coisa grave? –Sua mãe olhou para os dois, preocupada. –Me desculpe, entre detetive.

Detetive Basso entrou. Blythe fechando a porta atrás de si.

–O que aconteceu? –Sua mãe já prevendo o pior.

–Você deve ser Hank Millar. –O detetive estendeu a mão para ele, Hank levantou-se, seu olhar assim como o de todos ali se mortificando a cada segundo. Todos de pé, somente Scott de uma maneira relaxada sentado.

–Sua filha Marcie foi assassinada. –O detetive finalmente disse aquilo que Nora já previa.

–Como foi... Assassinada? –Hank cuspiu as palavras, o ódio preenchendo seu rosto rapidamente.

–Recebemos a ligação de Patch, o que seria nosso principal suspeito, estava começando a escurecer. –O detetive começou a relatar os fatos, Nora sentia que ia desmaiar, mas se ordenou para não demonstrar nenhuma reação.

Até sua mãe abrir a boca.

–Patch? Mas esse é o namorado de Nora. –Blythe se virou para filha em choque.

–Sim. –Nora lutava para fazer sua voz sair. –Mas dou certeza absoluta que não foi ele. Foi Rixon.

–Mais quem é Rixon? –Blythe disse. Hank calado só analisando aquela situação. Nora teve a sensação que ele poderia explodir a qualquer momento.

–Eu não daria tanta certeza. –O detetive ignorou Blythe, dando um olhar desconfiado para Nora.

Só faltava ele me incluir nessa lista de suspeitos.

–Patch chamou a polícia, e quando chegamos ao local ele não estava lá, Marcie foi encontrada em uma rua não muito conhecida, enfrente ao Fliperama do BO. –O detetive continuou, seu olhar focava a todos agora. –Ela tinha uma bolsa, a pegamos para achar seus documentos, mas já sabíamos quem ela era. Na bolsa encontramos um diário, estamos analisando ele. Em uma das paginas Marcie contava que estava sendo perseguida há meses. E só descobriu seu nome na noite passada: Patch.

–Mais isso é um absurdo. Rixon pode ter escrito sobre Patch, para incriminá-lo, já que ele estava saindo com ela. –Nora não se conteve. –Se Patch tivesse assassinado Marcie, por que ele ligaria para polícia?

–Acalme-se senhorita, estamos ponderando isso. E foi justamente isso que nos levou a Rixon ser um suspeito. No diário também dizia, que ela não sabia que era ele de verdade, e achava ele bem estranho, mas apesar disso... –O detetive se interrompeu para não dizer a próxima palavra.

Apesar disso ele era gostoso, provavelmente seria essa a palavra, pensou Nora, imaginando essas palavras saírem da boca de Marcie. Pobre Marcie!

–Foi onde, por uma imensa coincidência, o encontramos. –O detetive continuou, agora explicava a Bythe. –Rixon, senhora. Tentou matar sua filha e a amiga dela.

–O que? –Blythe se dando conta do grande abismo em sua frente. –Mas por que esse tal Rixon?... –Ela deixou a frase morrer no ar, sabendo que era quase óbvio que ninguém sabia.

–Não se preocupe mãe. Estamos bem. –Nora disse, sabendo que estava mentindo, talvez estivesse bem só por fora, mas por dentro estava despedaçada, assim como cacos de vidro.

–A questão é se eu fosse você, ficava bem longe do Patch. –O detetive deu um longo olhar sério para Nora, ela se sentiu em capaz de desviar. –E se ele vier atrás de você, chame a polícia imediatamente, assim como Rixon ele será preso.

Nora pensou em dizer que ele estava errado. E dizer que não se afastaria de Patch, por que ele era inocente, e se ele viesse atrás dela não chamaria a polícia, mas simplesmente ficou calada, enquanto o detetive Basso conversava com Hank, como se sucederiam as investigações. Nora se concentrou em ficar bem longe de todas aquelas conversas, escutando sua mãe, falar ao seu lado se deu conta que era com ela.

–Nora, por favor, escute o Detetive ele esta certo. Patch esta sendo acusando de assassinato. –Ela disse.

.. Assassinato... Assassinato... Nora repetiu a palavra subindo os degraus da escada de dois em dois. Percebendo depois de um tempo que tinha deixado sua mãe falando sozinha. Olhou para trás, todos da sala a observavam, até mesmo Scott Parnell.

Nora direcionou seu olhar especialmente para Vee e disse:

–Vee, se quiser pode dormir comigo.

O detetive quebrou o silêncio provocado por Nora.

–Senhor Hank, pode me acompanhar. –Olhando de soslaio para Nora, que ignorava os olhares diferentes de cada um naquela sala.

–Claro. –Hank disse, abriu a porta e esperou que o detetive saísse, e seguiu sem se despedir.

–Só vou procurar um remédio para dor de cabeça. –Vee finalmente respondeu Nora, que se virou sem dizer mais nada.

Caminhou rumo ao quarto, lutando contra as lágrimas, na esperança de conseguir chegar ao seu refúgio, sem derramar nenhuma. Mais foi impossível, percebeu que sua visão já se tornava embaçada antes mesmo de abrir a porta.

Pois ao abrir, todas as lágrimas guardadas se multiplicaram ao ver o seu Patch, sua mandíbula rígida, seu corpo petrificado no meio do seu quarto, seus olhos sombrios como sombras negras.

Sem nem mesmo pensar, Nora se jogou em seus braços, se agarrando ao seu pescoço, parecia ser um sonho.

–Te devo explicações. –Patch sussurrou em seu ouvido.

–Não, você é inocente. –Nora colocou seu dedo indicador, na boca de Patch, impedindo de falar alguma coisa.

E depois o beijou, Patch correspondeu, mas Nora podia senti seu corpo tensionado.

A palavra que Nora não parava de pensar enquanto o beijava, o medo de perdê-lo era maior do quer qualquer coisa. Mais como um balde de gelo, Patch a afastou do seu corpo, Nora tentou analisar seu rosto, já que não sabia o que aquilo significava. O rosto tenso, mas os olhos revelavam a decepção de ter que fazer isso.

–Eu quero que saiba. –Patch disse.

Nora suspirou.

–Eu acredito em você...

–Anjo... –Patch interrompeu, lendo nos olhos de Nora que ela gostaria de entender tudo isso, mas apesar de tudo acreditava nele.

–Tudo bem, por que não começa com... Por que Rixon, Elliot, querem tanto me ver morta?

Notas finais
Meus queridos, espero que eu não tenha deixado vocês com raiva, por terminar assim, mas enfim... Cometem suas raivas, alegrias, o que esperam pro final, sei lá, só não me deixe esperando comentários, pois enquanto não tiver, não posto outro capítulo. Até mais...