Bad Wolf

1 Xícara de açúcar


Notas iniciais
Essa fic é faz parte do #DESAFIO RELEITURA DOS CONTOS DE FADAS, do nosso grupo de Whatsapp. Aproveitando o Aniversário do Líder Kai-san, também estará envolvida com a temática do Halloween. Feliz Aniversário Kai-san!!! Boa leitura.

Bad Wolf

Numa vila um pouco distante do centro urbano viviam três irmãos. Os três quando criança estavam sempre rolando na lama e brincando com terra, sendo apelidados de os 3 porquinhos por sua mãe.

Os irmãos tinham pouca diferença de idade, por volta de 3 anos de diferença. Yutaka, o mais velho é um jovem moreno dotado de lindas covinhas que quando sorria parecia iluminar o lugar e agradava a todos com suas risadas gostosas. Era muito responsável e disposto a ajudar sua mãe, sendo muito prestativo.

Quando seus irmãos nasceram, Yutaka às vezes pregava peças malvadas com eles, aprontando e jogando a culpa nos gêmeos fazendo sua mãe ficar uma fera.

Quando maiores, os gêmeos Takashima e Shiroyama, aprenderam a fazer bullying com seu irmão mais velho, o qual eles apelidaram de Kai. Eles se davam super bem. Eram cúmplices nas artes deixando sua mãe de cabelo em pé.

Pensando no futuro dos filhos, seus pais ao longo do tempo conseguiram adquirir três lotes de terra em um condomínio novo na área urbana onde deixariam para o filhos construírem suas casas, quando adultos.

Eram de uma família muito respeitada. Os irmãos mesmo sendo bagunceiros, sempre eram educados e bem queridos na vila. Na escola os gêmeos faziam quase tudo juntos. Sempre completavam a frase um outro e estudavam na mesma sala. No começo os professores tinham dificuldades em saber diferenciá-los mas com o tempo, cada um apresentou um modo de agir que ajudou a identificá-los melhor.

Takashima era o caçula e o menos esforçado dos três. Era tido como preguiçoso e relaxado, estava sempre atrás do irmão para brincar o fazendo deixar os afazeres e tarefas de lado. Ele ganhou um apelido de Uruha, o encantador aquele de beleza resplandecente.

Shiroyama, o irmão do meio, nasceu 2 minutos antes. Era o mais atencioso e cuidadoso dos três. Tentava ser mais responsável e fazer suas tarefas mas tudo se perdia quando Uruha o chamava para alguma travessura onde acabava se tornando imaturo, frágil como uma flor, ganhando o apelido de Aoi. Malva rosa parecia maduro no entanto era delicado como uma flor.

Yutaka era uns três anos mais velho. Já estava avançado nos estudos mas ainda sim estudava na mesma escola com os irmãos. Sempre que havia problema na escola entre os irmãos, Kai como era chamado pelos gêmeos. Sempre eram advertidos pelo mais velho, era o que escutavam do irmão se sua mãe ficasse sabendo o faziam na escola.

Os gêmeos viviam em conflito com um garoto loiro abusado de uma outra sala que gostava de importunar eles toda vez no intervalo. Seja pegando seu lanche sem pedir ou outras coisas pessoais. O loiro era conhecido como bad boy da escola. Fazia o tipo malvado com os novatos. Seu nome era Akira, o mesmo vinha de família onde os pais eram separados e ele fora criado pela avó. Tinha implicância com os gêmeos por sempre estarem felizes com sua família perfeita.

Reita como ficou conhecido, fazia o tipo lobo mau e só andava com turma da pesada. Em algumas vezes batia de frente com Yutaka que o advertia que se continuasse mexendo com seus irmãos a briga seria com ele.

O tempo passou, as intrigas da escola se dissolveram e os irmãos concluíram os estudos assim como Akira. A última vez que se encontraram foi na cerimônia de entrega dos diplomas da conclusão de ensino médio. Quase jovens adultos, seguiram caminhos diferentes iniciando a vida adulta com suas carreiras ou não.

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Alguns anos depois….

Era uma bela manhã de sábado, Reita havia levantado bem cedo. Queria fazer uma surpresa para sua avó no seu aniversário. Pensou em lhe fazer um bolo mas só precisava dos ingredientes necessários. Como o dinheiro estava curto resolveu pedir nas casas dos seus vizinhos um pouco de cada coisa assim poderia fazer seu bolo.

A pouco tempo tinha se mudado para aquela vizinhança perto da cidade grande. A casa foi herdada depois que seus pais se separaram. Na partilha deixaram o imóvel para ele quando ainda jovem. Na época do colégio era muito rebelde e andava com um galera da pesada, se metia em muita confusão e algumas brigas. Em uma dessas brigas acabou cortando feio perto do nariz onde ficou uma cicatriz bem aparente e desde aquele dia ele usa uma faixa para esconder essa marca no seu rosto.

Atualmente aderiu o uso de uma máscara de couro preto que cobria quase todo rosto onde eram vistos só os seus olhos e sua boca, mantendo o estilo Bad boy. Agora na cidade, andava com pessoal com aparência gótica, que curtia muito rock e tinha fama de mau por onde passavam, ganhando o apelido de Bad Wolf. O que poucos sabiam era que no fundo ele era uma boa pessoa. Suas companhias pareciam más, pois eram diferentes do padrão que a sociedade define como normal. Fazia parte de uma banda e tocavam em alguns bares, casas noturnas. Iam levando a vida em busca de um dia conseguirem fazer sucesso com a música.

Reita tinha feito uma lista dos ingredientes que precisava e foi bater na casa dos vizinhos.

Os confeitos e doces para enfeitar o bolo, conseguiu com uma senhora muito amável que cuidava de duas crianças. Pareciam ser seus netos, que eram chamados de João e Maria.

Na próxima casa, morava uma mulher muito bela que a pouco tempo tinha ficado viúva. Ela mantinha no seu terreno um pomar de maçãs muito apetitosas. Corre um boato que sua enteada engasgou-se com uma maçã e a culpou tanto que recebeu o apelido de Rainha Má pela vizinhança. Ela é uma ótima vizinha, sempre disposta ajudar com sua cesta de frutas.

A próxima casa era de um casal um pouco estranho. Ela era de uma beleza deslumbrante. Já o rapaz alto e forte porém bem peludo, Reita os apelidou de a Bela e a Fera. Vai entender o amor, não é mesmo? De bom grado Bela arrumou o leite e a farinha.

Só faltava conseguir os ovos e o açúcar. Reita lembrou-se de uma nova vizinha. Ela era do interior então em seu quintal criava galinha e gansos. Era uma doçura de pessoa e lhe contou que trabalhava em uma propriedade como Guardadora de Gansos, onde conheceu seu amor que uma vez fora enganado.

Reita levou todos os ingredientes para sua casa, agora precisava do item mais importante para o bolo: o açúcar que parecia fácil conseguir, mas seus próximos vizinhos eram egoístas e nunca o trataram bem, desde o tempo da escola eram 3 irmãos que todos achavam fofos e educados. Sempre estavam se exibindo com roupas e sapatos novos e que sua família tinha pais amorosos que davam dinheiro para comprar lanches na escola.

Mas quando Reita pedia um pedaço do lanche ou um pouco do suco, que por muitas vezes sua avó não tinha condições de mandar, os gêmeos eram egoístas nunca repartiam o lanche, então Reita pegava deles, pois na maioria das vezes estava com fome e a escola não tinha merenda. Em outras oportunidades era mais pela vontade de importuná-los mesmo e tirar aqueles sorriso bobos da suas faces.

Então mimados como eram sempre apelavam para o irmão mais velho, Yutaka que tinha o sorriso com covinhas muito bonito e o mais irritante deles, toda vez o ameaçando que se não deixassem os seus irmãozinhos em paz a briga seria com ele, se engana quem olha para o rosto sorridente do moreno era o mais malvado deles.

Reita então criou coragem e saiu em direção a casa do primeiro irmão, o caçula era o mais preguiçoso deles, Uruha fez sua casa estilo num oca de índio, era toda feita de palha e bambu bem rústica e frágil. Aquele dia estava ventando muito e toda aquela palha com certeza irá atacar sua rinite alérgica.

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POV Reita

Cheguei próximo a casa de Uruha e bati palmas, pois não tinha campainha. Como não obtive resposta abri o portão e fui até a porta daquela habitação que parecia muito frágil.

— Ohayoo… Uruha-san! Está em casa?_ Escuto passos vindo na direção da porta.

— Quem está aí? Não quero comprar nada._ Uruha fala já despachando sem saber do que se trata.

— Sou eu, seu vizinho Akira. Posso lhe falar um pouco?_ Tento ser educado.

— Akira??? Não conheço nenhum Aki… _ Não acredito que ele é tão desligado assim, o vejo olhar pela abertura da porta._ Ah! é você Reita-Wolf, o que você veio me atormentar?

— Somente Reita, nunca gostei desse apelido Wolf._ Ele e o irmão sempre me chamavam de lobo mau na escola._ Uruha-san tô fazendo um bolo para minha avó e meu açúcar acabou…

— Volte depois agora estou ocupado, me arrumando para um ensaio fotográfico._ Uruha já tentou ser músico, modelo, agora está fazendo fotos para revistas, não tinha emprego fixo, não ligava para ter uma estabilidade financeira nem luxo, só para ele mesmo. _ Não tenho tempo para perder com você, Reita-Wolf.

— Larga mão de ser chato Shima-chan! _ Bato mais uma vez na sua porta e as palhas caem me fazendo espirrar forte. _ Dá para deixar de ser egoísta uma vez, me emprestar um pouco de açúcar, sei que você deve ter alguma comida aí dentro.

— Reita-Wolf nunca dei essa intimidade, para você brincar com meu nome._ Ele se aproxima da porta abrindo uma janelinha para falar. _ Já disse que estou ocupado, e não tenho açúcar.

— Sempre mal educado, Shima-chan! Vou pedir para Shiro-chan, ele deve ter comida naquela casa._ Uruha abre a porta, assim que escuta o nome do irmão.

Na época da escola, quando eles não queriam dividir o lanche, eu os chamava de Gêmeos Shi-chan só para provocar, eles só gostavam dos apelidos Uruha e Aoi que seu irmão Kai lhe dera e os outros costumavam chamar. Ficavam muito irritados e me chamavam de Reita-wolf inventaram até uma música tão insuportável como eles, então eu corria atrás deles para fazê-los parar. Eu sempre perdia por que eles corriam para o irmão mais velho Kai dizendo que eu que estava perseguindo eles, sendo que os dois que me provocavam com aquela música, que era algo assim : “ Quem tem medo do Lobo Mau? Lobo Mau?”

Não sei ao certo o que aconteceu, eu estava indo embora, vi ele na porta e pensei em voltar para fazer ele me ajudar a força. Começou uma ventania muito forte e levantou toda aquela palha fazendo uma poeira enorme, só vi Uruha fechar a porta rápido. Meus espirros eram tão fortes que tentei segurar num dos bambus que dava sustentação para casa. Não lembro se foi a força do espirro ou se o bambu não estava bem fixado que acabou saindo na minha mão.

O problema que a aquela frágil construção começou a cair, com seu morador dentro em questão de minutos, a combinação do vento forte que parecia um mini tornado, meus espirros e o bambus que como esse tivesse empilhados com um castelo de cartas caíram muito rápido.

Assim que a poeira baixou, eu vi a casa toda no chão havia palha espalhada por todo terreno. Precisava encontrar Uruha, será que ele se machucou comecei chamar por ele.

— Uruha-san cadê você? Me responde._

Fui separando a palha abrindo caminho, procurando e chamando por ele.

— Você tá ferido? Shima-chan onde você está?_

Continuava a espirrar, o que não estava ajudando na busca, então peguei o lenço amarrado na calça e coloquei em volta do nariz, justo aquele dia tinha saído de faixa no nariz em vez da máscara.



— Me responda! Por favor, grite, me dê um sinal que você tá vivo.



Um pouco mais a frente vi algo se mover, certamente que devia ser ele. Chegando mais perto, tive um certo trabalho para resgatá-lo muitos do bambus estavam em cima dele. Fui tirando com cuidado, então o vi deitado no chão de barriga para baixo, uns bambus haviam acertado sua cabeça dava para ver que sangrava um pouco.

— Uruha, tá me escutando? É o Reita consegue se mexer?_

— Reita?? O que aconteceu? Aí minha cabeça doí. O que você fez?_

— Fiz nada sua casa caiu em cima de você, e um bambu acertou sua cabeça._

— Reita Wolf, você derrubou minha casa tão bonita. Por que fez isso?_

— Vamos tenta se levantar. Você não tá bem, tá delirando. _

— Por que você tá aqui Reita? Onde você vai me levar?_

— Lembra vim pedir açúcar, mas você não me ajudou. Vou te levar para minha casa._

— Não quero ir na sua casa, me leva para casa do meu irmão. O que você vai fazer comigo?_

— Minha casa tá mais perto se apoie em mim. Vou deixar você deitado lá, enquanto chamo ajuda. _

— Gomennasai, Reita fui rude com você e mesmo assim está me ajudando._



Uruha está apoiado em mim, auxílio ele a sair de toda a aquela destruição, vejo umas lágrimas no seus olhos, não sei se posso dizer que são de tristeza ou felicidade. Então caminhamos até minha casa que não fica tão longe, entro com ele apoiado mais se arrastando que andando. Toda aquela destruição e não apareceu ninguém para ajudar, ajeito ele na cama tento dizer para não dormir, mas acho que ele desmaiou, vou correndo na casa do Aoi para ele chamar ajuda para o irmão.

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Sem perder muito tempo, corro para casa de Shiroyama para avisar do acidente do irmão. Ao chegar na sua casa, tenho um mau pressentimento. A casa está melhor construída que a primeira, pois foi feita de ripas de madeira paralela com uma cobertura na entrada com 4 pilares de madeira só apoiando o telhado que ainda não estava pregado.

Yuu deve tá fazendo a reforma ainda, pois tem muito material espalhado no chão, fios perto da escada que está encostada em outros postes de madeira que estão em pé em volta da casa como se fosse dominó. Penso que ele quer fazer uma varanda em volta da casa, só que do jeito que ele colocou os pilares de madeira, se esbarrar, pode cair em sequência provocando um acidente, se tornando uma casa muito perigosa.

Vou logo entrando no quintal e batendo na porta, tenho uma certa pressa, não sei o estado do danos causados no Uruha, quanto antes ele for socorrido é melhor.

— Aoi-san, está em casa? Atende a porta rápido._ Continuou batendo na porta de madeira que me parece bem frágil, até escutar passos.

— Quem tá batendo na porta com esse desespero todo? _ Escuto uma voz vindo de dentro da casa se aproximar da porta e tentar ver pela abertura da porta.

— Sou eu, Akira, seu vizinho. Preciso de sua ajuda, é urgente?_ Estou bem encostado na porta esperando ele responder.

— Não lembro de nenhum vizinho chamado Akira?? Você é novo no bairro? _ Deve ser mal de gêmeos, ele também não lembra do meu nome.

— Shiro-chan, abre logo essa porta preciso lhe falar. Já esqueceu do meu nome?_ Escuto ele passar a corrente na porta e abrir um pouco e me para me ver.

— Ah…tá é tu Reita-wolf! O que você faz aqui? O que é tão urgente? _ Lá vamos nós de novo com esse apelido, que raiva. Nem estamos mais na escola.

— Na verdade eu queria uma xícara de açúcar, para fazer um bolo para minha avó…_ Aoi me interrompe…

— Não me diga que esse escândalo todo, era para apenas por uma xícara de açúcar._ Aoi não me deixou terminar agora fica supondo._ Como isso pode ser tão urgente assim.

Lógico que é urgente sem açúcar não dá para fazer o bolo para minha querida avó, mas o problema aqui socorrer o desmaiado lá em casa.

— Shiro-chan, você não deixou eu falar. A urgência é sobre Shima-chan ele sofreu um acidente._ Aoi tira a corrente da porta para falar de frente para mim.

— Reita-Wolf, o que você fez com meu irmão Uruha?! _ Aoi fica nervoso achando que machuquei seu irmão. _ Diga logo que acidente foi esse, como você tá envolvido?!

— Shiro-chan se acalme, por favor. _ Melhor dizer logo antes que ele me bata. _ Não tenho culpa se a casa dele é frágil e desabou em cima dele.

— Como Assim?! Desabou? O que você fez? O que você fazia lá? _ Aoi me enche de perguntas tudo de uma vez tá querendo partir para cima de mim.

— Como eu não sei ao certo, teve um vento forte atacou minha rinite. Então comecei espirrar e tudo veio ao chão._ Aoi já se desespera colocando as mãos nos cabelos._ Eu fui lá pedir açúcar, mas ele não quis me arrumar.

— Vento forte… Rinite?! Reita-Wolf você tá inventando tudo isso. _ É a verdade foi isso que aconteceu._ Onde tá meu irmão!? Você machucou ele não foi! Conta logo ou vou chamar…

— Chamar... uma ambulância, foi para isso que vim. Ele bateu a cabeça, desmaiou e tá na minha cama agora._ Aoi só tá me acusando e não acredita no que tô dizendo._ Vamos seu irmão precisa de ajuda.

_ Ah… Meu Deus! Não tenho telefone aqui. Só na casa do Kai. _ Aoi entra na casa procurando alguma coisa e volta me indagando._ Porque ele tá na sua casa?_

Esse irmão é mais complicado que o outro, não estou com paciência para ficar explicando o que houve com detalhes, tô preocupado com Uruha.

— Não temos tempo para tanta pergunta. Uruha pediu para chamar você. _ Aoi não sabe o que fazer então tento apressá-lo._ Não ia deixar ele lá no meio daquela destruição toda, então deixei ele em casa e vim atrás de você para ajudar.

— Tudo bem, Reita Wolf eu acredito em você. Vamos até a casa do Kai, meu irmão vai saber o que fazer. _ Até que fim Aoi decidiu o que fazer.



Hoje não deve ser meu dia. Aoi se atrapalha para sair da casa e se enrosca naqueles fios que ele deixou no chão. Tentei ajudar, mas só piorei a situação, pois o fio estava enrolado na escada que ao puxar para liberar Aoi, fez a escada acertar com força o poste de madeira em pé e num efeito dominó, um poste foi derrubando o outro, caindo em cima da cobertura que era sustentada pelos pilares ainda soltos, fazendo a estrutura frágil não bem projetada da casa desmoronar como a casa de palha.

A cobertura da entrada caiu sobre Aoi que não teve tempo para sair. Eu estava um pouco afastado da entrada então não fui atingido, já que toda aquela poeira me fez espirrar com tanta força que fui arrastado para longe das madeiras da casa.

Nem preciso chamar por ele, vendo-o perto da entrada. Corro até ele para ver se não tá muito machucado, tinha umas madeiras em cima dele. Observo se não tem nada quebrado ou sangrando. Retiro as madeiras e levanto ele dos escombros o apoiando sobre meu ombro. Ele é mais pesado que Uruha, mas é menor em estatura.



E agora o que faço? Não posso levar Shiro-chan assim nesse estado na casa do Kai, ele sim pode querer me bater e vai achar que fui eu machuquei seus irmãos. Vou deixá-lo junto do Uruha e corro para avisar o Kai espero que ele acredite em mim.

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Notas finais
Deixem suas teorias nos comentários. Obrigada por ler Obrigada por favoritar Obrigada por comentar ❤ Obrigada muuuito obrigada Capítulos novos assim que ficarem prontos. PS: Bad Wolf está sendo publicada ao mesmo tempo no Spirit