Bad Reputation Will Be Alright
2 Capítulo 1 - Traição
Notas iniciais
Taylor POV
Peguei uma maçã e fui me sentar para assistir TV. Estou tentando emagrecer, não me julguem por tentar fazer uma tarefa difícil dessa... estou tentando!!!
Passei pelo escritório do meu pai e ele estava trocando sms com alguém eu acho... Meu pai levantou-se e foi tomar seu banho matinal.. Celular, mesa, curiosidade, OK, não pude resistir.
Peguei seu celular na mão e por favor me entendam, um grito de “OOOH” passou pela minha mente, aquele momento foi glorioso, ou não.
“1 nova mensagem recebida” vamos ver quem é.. “Hay”? QUEM DIABOS É HAY?
“Eu não sei, mas acho que temos tudo pra dar certo ♥” Isso foi um coração... OU FOI UM SORVETE DEITADO??
Não sei, só sei que eu queria vomitar
Não me levem a mal, quero dizer, levem sim. Eu me decepcionava a cada mensagem lida. Eu precisava desabafar com alguém e como é sábado de manhã as vadias das minhas amigas estão dormindo. Tive que recorrer a dona da BGO, que por sinal é minha loja preferida
- Eu não sei, acho que não estou preparada pra isso
-Entenda Tay, seu pai pode não estar mais amando sua mãe e quer aproveitar... essas coisas acontecem e temos que aceitar
- Você fala isso porque já trocou de “marido”... Quantas vezes mesmo?
- Oito, não, calma... Nove? Com esse agora são dez – ela disse sorrindo
- Este agora? – perguntei confusa
- É! Não lembra que eu comentei com você?
- Não...?
- Aquele cara do novo Studio.. acho que temos tudo pra dar certo dessa vez!
Calma, daquele Studio? Tudo pra dar certo? Ela tá falando do meu... PAI?
- Hay – HAY, CARALHO, COMO NÃO PENSEI NISSO ANTES? – T-enho que ir, a gente se fala?
- Ok né, beijo gata
- beijo...
Eu não sabia se berrava, se começava a discutir ou recorria aos meus métodos que ultimamente foram os mais usados... PORRADA! Ok, não, eu resolvi manter a postura e enfrentar isso com responsabilidade e respeito
Brigando com meu pai
- Como você teve coragem? – disse abrindo a porta de seu escritório com brutalidade
- Do que você tá falando? – falou ele sem tirar a fuça do computador
- Pai, não se faz! Eu vi o que você tá fazendo com minha mãe
- Mas filha... – O interrompi
- MAS FILHA O CARALHO
- Eu ia contar...
- Contar? Quando? Dia de são nunca? Cala boca pai, vai chupar uma cana
- Olha a educação mocinha – falou ele se levantando e alterando seu tom de voz
Para um deboche básico, fiquei o observando
- Estou olhando o exemplo de pessoa.. – falei com ironia
- Não vou perder meu tempo com você agora
- Mas lembre-se que você me deve uma explicação
Aquele final de semana foi o pior de todos. Eu não falava com meu pai, e não conseguia olhar para minha mãe sem lembrar daquele fato horrível. Ela tinha que saber, mas eu jamais teria coragem de contar isso a ela. Apesar de nós não sermos tão próxima uma da outra, acho que ela deveria saber de tudo que meu pai está fazendo
Chega segunda-feira de manhã e junto dela vem a preguiça acompanhada do tédio. Mas como é período integral precisava me levantar para tomar banho e me preparar psicologicamente para mais um dia inteiro no inferno da escola
Fiz minha higiene matinal, tomei banho e fui me vestir. Usei uma calça jeans com o tecido escuro, uma blusa caída branca e um vans da cor preta e resolvi ir com minha bolsa de moustache.
Roupa: (http://www.polyvore.com/escola_taylor/set?id=50461923)
Ótimo, meus pais saíram e não deixaram café da manhã para mim. QUE LINDO PAI, MUITO OBRIGADA!
Como a preguiça é maior que tudo eu só preparei um Nescau. Queria passar na padaroca (padaria, mas sempre gostei de por “nomes” estranhos nos lugares e comidas) antes de ir, porém, tenho uma amiga muito sem paciência que já estava em frente da minha casa buzinando
- VAMOS TAYLOR! – gritou ela já nervosa
- Calma caralho, quanto amor a escola, pelo amor de Deus!
Peguei minha bolsa e meu skate (eu sempre voltava pra casa de skate, só na ida eu vou com Abby) e sai andando calmamente apenas para provocar
- Oi Abby –falei entrando no carro
- Oi vaca. POR QUE DEMOROU?
- Preguiça de andar
- Já era de se esperar
- O, não, mas agora é sério, tenho altos bagulho pra te contar
- Como assim? Que bagulho? Desenrola ai
Contei tudo o que estava acontecendo comigo, com meu pai, inclusive sobre a Hayley. Chegamos na escola no mesmo momento em que acabei de contar
- Puta merda, eu queria ter passado na padaroca antes de vir, eu não comi nada – falei saindo do carro, Abby fazia o mesmo
- Relaxa guria, parece até que vai morrer se não comer
- É mais ou menos isso, você sabe que a refeição matinal é a mais... – ela me interrompeu concluindo
- É eu sei, a mais importante do dia.. – revirou os olhos
- Se eu morrer da fome ou minha barriga roncar alto na sala a culpa sua
- Mais credo... – Fomos rindo até chegar na sala de aula, como sempre veio aqueles seres idiotas, mais conhecidas como “patricinhas metidas” me encher o saco pra ser minha amiga, por interesse é claro
- Então o que você achou amiga? Será que seu pai vai gostar? – ela disse depois de ter cantando uma música maravilhosa, que se transformou numa coisa de outro mundo depois que ela abriu a boca
- Nossa, muito bom... você canta muito bem – falei, Abby apenas ria da situação
- Ai sério linda? Que bom que você gostou, espero que seu pai ame também.. – ela falou LINDA? Ela disse linda? Só não vomitei porque o professor entrou na sala, UHUL LEGAL QUÍMICA – sentiu a ironia?
Nas duas primeiras aulas eu até consegui agüentar, mas quando chegou a terceira aula, que era de Educação física, eu quase surtei. EU ESTAVA MORRENDO DE FOME, NÃO AGUENTAVA MAIS, SE ME OFERECESSEM UMA BOLA DE FUTEBOL EU COMIA, eu estava com muita fome, e quando estou com muita fome eu fico nervosa e muito estúpida. Então só deu merda nessa aula, de tantas vezes que eu respondia o professor. Para minha alegria, a aula passou rápido chegando assim a hora do recreio
- Graças a Deus — disse enquanto saia do vestiário junto com Abby
- Quanto desespero! – falou Abby zoando da minha cara, eu a fuzilei e tenho certeza que se arrependeu de ter dito aquilo. Eu andei (digamos corri) para cantina e no meio do caminho me esbarro com uma guria
- Sua selvagem, não olha por onde anda? – falou ela com a roupa toda suja do lanche que eu havia acabado de derramar nela
- Selvagem? Vejo que não somos muito diferentes uma da outra – falei olhando para sua roupa, tínhamos o estilo muito parecido por sinal
- Que seja – ela revirou os olhos e saiu esbarrando no meu ombro V A C A.
- Vamos comer? – falei animada puxando Abby para fila da cantina. Peguei de tudo um pouco, sei que estava tentando fazer regime, mas como não havia comido nada no café da manhã abri uma exceção. Sentamos na nossa mesa de sempre, logo veio Nick, Stefan e Justin
Notas finais
P.S OS BOYS VAO APARECER UM POUCO MAIS DEPOIS
P.S² QUANDO TIVER 15 REVIEWS EU POSTO O 2ª CAP.
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