Back To London
7 Produtos de limpeza.
Notas iniciais
POV. Lúcia.
\\n\\nHoje era um dia de faxina, eu estava ajudando mamãe a arrumar a casa. Papai havia ido encontrar seu antigo chefe após receber um convite do mesmo para um chá. Ontem a noite, depois de deixar Natália em sua casa, Edmundo entrou radiante em casa, sorrindo largamente e cantarolando. Sim, isso mesmo, cantarolando!
\\n\\nMamãe, papai e eu estávamos na sala assistindo TV, nós trocamos um olhar e mamãe perguntou ao meu irmão o motivo de tanta alegria. Edmundo, ainda sorrindo, parou, nos olhando com um breve suspense. Então ele falou em alto e bom som.
\\n\\n“Eu vou me casar!”
\\n\\nQuase caí da poltrona com o susto, então ele contou como foi que fez o pedido a Nathy e que no dia seguinte, hoje, ele iria fazer o pedido oficial ao pai dela. Deve estar fazendo isso agora mesmo....
\\n\\n-Não brinca! — Susana me encarou.
\\n\\n-Estou falando sério! — garanti, entendendo o espanto dela, polindo a cômoda. — Edmundo conversou com Nick ontem, pouco antes dos dois saírem e foi hoje falar com o futuro sogro. — contei sorrindo de orelha à orelha.
\\n\\nCaspian havia saído para encontrar algum lugar que venda suflê de morango para Susana; Pedro e Júlia ainda estavam viajando, mamãe estava limpando o seu quarto, Eustáquio e Jill continuavam em Cambridge, nos telefonando de vez em quando. Edmundo, como já disse, foi almoçar na casa da noiva com a família dela e isso inclui Nícolas.
\\n\\nNós iriamos ao cinema hoje a tarde, mas o almoço especial adiou esse encontro, então tirei o dia para arrumar a casa com mamãe e cuidar da minha querida irmão Susana Teimosa Pevensie.
\\n\\n-Susana, se você pegar nessa vassoura de novo, eu chamo a mamãe. — ameacei, lançando um olhar sério para ela.
\\n\\nMinha irmã soltou o cabo da vassoura e deixando o objeto encostado na parede, voltou a se sentar na cama, emburrada.
\\n\\n-Não aguento ficar aqui sem fazer nada o tempo todo. — reclamou.
\\n\\n-Você precisa descasar, lembro o que o médico falou. — lembrei. — Leia um livro.
\\n\\nEla me encarou, em seguida apontou uma pequena pilha de livros sobre o criado mudo.
\\n\\n-Está vendo esse? Já li todos. Quero dar uma volta, quero me movimentar, me comportar como qualquer pessoa normal, poxa, eu estou grávida, não doente!
\\n\\n-Primeiro, você tem que descansar. Segundo, você tem estado muito frágil com este início de gravidez. Terceiro, você é Rainha de uma terra mágica em outro mundo, você nunca será uma pessoa normal. — lembrei e nós rimos.
\\n\\nFoi nesse momento que ouvimos a campainha tocar. Mamãe gritou um “Lúcia, vá abrir a porta!” e eu larguei tudo o que estava fazendo, desci as escadas aos saltos e, esquecendo-me completamente da roupa velho, do cabelo desarrumado e que estava cheirando a produtos de limpeza, abri a porta.
\\n\\nDeparei-me com um rapaz elegante, bem arrumado que segurava um buquê de tulipas de diversas cores, escondendo seu rosto. Ele baixou lentamente o buquê revelando um par de olhos cristalinos e um sorriso deslumbrante.
\\n\\n-Nick?! — para meu completo pavor ele me viu naquele estado deprimente.
\\n\\nMeu primeiro impulso foi correr e me esconder, eu estava horrível! Tentei ficar escondida atrás da porta o quanto pudesse, torcendo para que viesse um vento de algum lugar e soprasse para longe o cheiro dos produtos de limpeza.
\\n\\n-Er... O... O que faz aqui? Edmundo foi à sua casa, não foi? — tentei não parecer nervosa.
\\n\\n-Sim, ele ainda está lá, mas o almoço já acabou faz tempo, então eu vim ver você. Ainda podemos sair. — disse ele.
\\n\\n-Nick! — Susana cumprimentou da escada. — Como vai? Venha, entre, me conte tudo, como foi o almoço? — ela o pegou pela mão e o levou até o sofá. Suspirei e fechei a porta.
\\n\\n-Foi ótimo! Edmundo fez o pedido ao meu pai antes do almoço, ele estava tão nervoso que por um momento achei que ele não conseguiria. — ele riu. — Mas ocorreu tudo bem, o almoço acabou e eu vim ver se Lúcia ainda queria sair comigo. — nessa hora ambos olharam para mim, ainda de pé, eu sorri, já subindo as escadas.
\\n\\n-Vou me trocar.
\\n\\nPOV. Lúcia.
\\n\\nHoje era um dia de faxina, eu estava ajudando mamãe a arrumar a casa. Papai havia ido encontrar seu antigo chefe após receber um convite do mesmo para um chá. Ontem a noite, depois de deixar Natália em sua casa, Edmundo entrou radiante em casa, sorrindo largamente e cantarolando. Sim, isso mesmo, cantarolando!
\\n\\nMamãe, papai e eu estávamos na sala assistindo TV, nós trocamos um olhar e mamãe perguntou ao meu irmão o motivo de tanta alegria. Edmundo, ainda sorrindo, parou, nos olhando com um breve suspense. Então ele falou em alto e bom som.
\\n\\n“Eu vou me casar!”
\\n\\nQuase caí da poltrona com o susto, então ele contou como foi que fez o pedido a Nathy e que no dia seguinte, hoje, ele iria fazer o pedido oficial ao pai dela. Deve estar fazendo isso agora mesmo....
\\n\\n-Não brinca! — Susana me encarou.
\\n\\n-Estou falando sério! — garanti, entendendo o espanto dela, polindo a cômoda. — Edmundo conversou com Nick ontem, pouco antes dos dois saírem e foi hoje falar com o futuro sogro. — contei sorrindo de orelha à orelha.
\\n\\nCaspian havia saído para encontrar algum lugar que venda suflê de morango para Susana; Pedro e Júlia ainda estavam viajando, mamãe estava limpando o seu quarto, Eustáquio e Jill continuavam em Cambridge, nos telefonando de vez em quando. Edmundo, como já disse, foi almoçar na casa da noiva com a família dela e isso inclui Nícolas.
\\n\\nNós iriamos ao cinema hoje a tarde, mas o almoço especial adiou esse encontro, então tirei o dia para arrumar a casa com mamãe e cuidar da minha querida irmão Susana Teimosa Pevensie.
\\n\\n-Susana, se você pegar nessa vassoura de novo, eu chamo a mamãe. — ameacei, lançando um olhar sério para ela.
\\n\\nMinha irmã soltou o cabo da vassoura e deixando o objeto encostado na parede, voltou a se sentar na cama, emburrada.
\\n\\n-Não aguento ficar aqui sem fazer nada o tempo todo. — reclamou.
\\n\\n-Você precisa descasar, lembro o que o médico falou. — lembrei. — Leia um livro.
\\n\\nEla me encarou, em seguida apontou uma pequena pilha de livros sobre o criado mudo.
\\n\\n-Está vendo esse? Já li todos. Quero dar uma volta, quero me movimentar, me comportar como qualquer pessoa normal, poxa, eu estou grávida, não doente!
\\n\\n-Primeiro, você tem que descansar. Segundo, você tem estado muito frágil com este início de gravidez. Terceiro, você é Rainha de uma terra mágica em outro mundo, você nunca será uma pessoa normal. — lembrei e nós rimos.
\\n\\nFoi nesse momento que ouvimos a campainha tocar. Mamãe gritou um “Lúcia, vá abrir a porta!” e eu larguei tudo o que estava fazendo, desci as escadas aos saltos e, esquecendo-me completamente da roupa velho, do cabelo desarrumado e que estava cheirando a produtos de limpeza, abri a porta.
\\n\\nDeparei-me com um rapaz elegante, bem arrumado que segurava um buquê de tulipas de diversas cores, escondendo seu rosto. Ele baixou lentamente o buquê revelando um par de olhos cristalinos e um sorriso deslumbrante.
\\n\\n-Nick?! — para meu completo pavor ele me viu naquele estado deprimente.
\\n\\nMeu primeiro impulso foi correr e me esconder, eu estava horrível! Tentei ficar escondida atrás da porta o quanto pudesse, torcendo para que viesse um vento de algum lugar e soprasse para longe o cheiro dos produtos de limpeza.
\\n\\n-Er... O... O que faz aqui? Edmundo foi à sua casa, não foi? — tentei não parecer nervosa.
\\n\\n-Sim, ele ainda está lá, mas o almoço já acabou faz tempo, então eu vim ver você. Ainda podemos sair. — disse ele.
\\n\\n-Nick! — Susana cumprimentou da escada. — Como vai? Venha, entre, me conte tudo, como foi o almoço? — ela o pegou pela mão e o levou até o sofá. Suspirei e fechei a porta.
\\n\\n-Foi ótimo! Edmundo fez o pedido ao meu pai antes do almoço, ele estava tão nervoso que por um momento achei que ele não conseguiria. — ele riu. — Mas ocorreu tudo bem, o almoço acabou e eu vim ver se Lúcia ainda queria sair comigo. — nessa hora ambos olharam para mim, ainda de pé, eu sorri, já subindo as escadas.
\\n\\n-Vou me trocar.
Notas finais
Beijokas!!
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