Baby ! ...Cicatrizes Passadas...
24 Capítulo 24 - Addicted . ( Final)
Notas iniciais
Kelly Clarkson — Addicted — http://www.kboing.com.br/kelly-clarkson/1-48315/
Ao abrir seus olhos, Cato tenta focar sua visão em algum ponto na intenção de consegui identificar onde está. Sabia que estava deitado em uma cama, pois sentia o seu corpo dolorido.
-Oh! Que bom que acordou! – ele vira seu rosto para sua direita encontrar o olhar de uma enfermeira e um senhor que aparentava ter cinquenta e poucos anos.
Ambos estavam vestidos de branco, embora fosse evidente que o homem era medico e a mulher enfermeira. De algum modo Cato reconheceu o medico, mas naquele momento sua mente não permitia raciocinar direito, pois tudo o que queria saber era o que tinha acontecido com ele, e porque não sentia suas pernas?
-Porque estou aqui? Não consigo mover minhas pernas... – Cato dispara aquela pergunta tentando se sentar na cama, mas é impedido pelo medico.
-Calma... Terá a resposta que precisa, só deixe que te examine primeiro.
Sem alternativa, Cato permite que o medico o examine. Minutos depois o medico termina com sua checagem, prescreve alguma coisa numa prancheta e volta a encara-lo.
-Sente alguma dor ou desconforto senhor Ludwig?
Cato contem para não rolar os olhos, mas responde.
-Não algo que seja difícil de suportar. Mas o que quero saber é porque não consigo mover minhas pernas?
-O senhor está no hospital por ter sofrido um grave acidente...
-Isso já sai. – Cato o interrompe impaciente.
Ignorando a falta de paciente de Cato, o medico ignora prosseguindo com seu relato.
-Sim, e por sorte não houve nada mais grave. Porem devido as lesões com a pancada e ter ficado com as pernas presas nas ferragens, fizemos alguns exames e testamos a sensibilidade de seus nevos, porem vi que as consequências disso o senhor teria uma paralisia .
Cato arregalou os olhos aterrorizado.
-Vou ficar Aleijado? É isso?
-Mantenha calma... Sua paralisia é temporária... Com seções de fisioterapia e sendo medicando corretamente no máximo daqui a três meses voltará caminhar perfeitamente.
Cato escutou toda explicação do medico encarregado em cuidar dele, embora não fosse ortopedista pode entender que seu castigo seria eterno.
Todavia, Cato esperava saber o que aconteceu com Peeta e Katiniss. Sabia que se Peeta não o matou antes o faria já que ainda está vivo. Porem, a surpresa foi imediata assim que a enfermeira ligou a TV que tinha no quarto. Cato viu todo o noticiário não acreditando que Peeta tenha morrido e que naquele momento ocorria seu sepultamento.
Mesmo não tendo sido o culpado por ter causando a morte de seu falecido amigo, Cato sentia todo peso sobre suas costas em remorso por tudo o que fez. Peeta morreu o odiando, e isso não era bom... Por outro lado, Cato se alimentaria de uma pequena esperança de que pelo menos Katniss o perdoasse um dia.
(***)
Meses depois...
Com todo esse tempo, Katniss ainda não havia procurado Cato para que houvesse esclarecimento. Claro que suas limitações somente permitiram que ela contasse para Prim que havia mentido e seu pai não se chamava Peeta e sim Cato. Por ter mentido e se auto culpando, a raiva que carregava em sentir por Cato aumentou por conta disso, porem isso não anulava seus sentimentos ilógico pelo loiro de olhos verdes.
Mesmo negando-se em procura-lo soube que havia se divorciado de Clove, essa não só fez um grande estrago lançando uma bomba relógio em suas vidas, como conseguiu tirar ate o ultimo centavo do ex-marido, e finalizando covardemente afastando seu filho do pai, alegando que Cato não tinha condições ou moral para ter direito a uma guarda compartilhada. Ela para conseguir esse intuito teve que se rebaixar um nível sem limites, mas mesmo assim Cato declarou que essa seria uma grande briga para eles... Essa briga não durou muito, pois o juiz avaliou o caso do casal, e que Cato tinha sim condições de obter a guarda, então não foi dessa vez que Clove venceu. Por fim a megera arranjou um novo alvo, e como não queria bagagem para atrapalhar sua nova investida deixou o filho com o pai, sem a mínima intenção de voltar e requerer seus direitos de mãe.
Prim, diferente de todos estava feliz por ter um pai e aumentando a equação um irmão a qual se dava muito bem... Katniss resolvendo a situação da filha pediu para que sua mãe fosse encarregada de levar a neta aos fins de semana para ficar com o pai, pois não queria obter contado com ele.
Todavia, mesmo sabendo que Cato estava quase recuperado de sua paralisia devido ao acidente, a coragem lhe faltava para que o procurasse.
No entanto, sobrava somente o fato dela tentar se entender com ele de uma vez por todas, e nos últimos dias ela não conseguia parar de pensar no que devia fazer. Não conseguia se concentrar direito em seu trabalho, e naquele momento fazia uma analise mental do que aconteceu com ela, Peeta e Cato quando adolescente.
De fato sempre amou Peeta, e quando conseguiu obter sua atenção e tê-lo como seu namorado foi a melhor realização que poderia ter naquela época. Mas então, veio Cato declarando um sentimento por ela na qual desconhecia. Isso a perturbou por dias, e mesmo depois que as chances estavam nulas incentivando Cato a prosseguir com suas investidas a elas, o tempo passou e ao reencontra-lo, o mesmo sentimento de adolescente aflorou novamente.
“Como poderia ser?” – ela pensou ainda confusa. O certo ela ter sentido isso por Peeta, mas não. De uma maneira ou de outra, Peeta somente foi um sonho consumado em que ela viveu tudo o que desejou e depois de anos não tinha ambição de reatar o que tiveram ainda jovens, mas com Cato era diferente... Talvez fosse isso! Sentia tudo aquilo por não ter vivido com ele o sentimento que teve no passado, ou, Cato realmente fosse aquele que seria o certo para ela, o que seria o que imaginou que Peeta fosse.
Sem relutar, Katniss tomou a coragem que lhe faltava e naquele instante estava diante da porta do quarto de Cato. Após o acidente e alta do hospital continuou hospedado na casa de seus pais por insistência dos mesmo que queria cuidar do único filho.
Sem saber ou imaginar que estava do outro lado da porta reunindo coragem para bater, Cato saia do banheiro com uma toalha enrolada na cintura por ter acabado de sair do banho. Ele já não usava mais a cadeira de rodas e somente quando necessário recorria a uma bengala metalizada para descer escadas ou passar por elevações no solo. Mas isso não o impedia de se virar realizando suas coisas.
Katniss respira fundo e leva sua mãos fechada em punho ate a porta batendo em três toques. Seu desconforto por está ali não era por duvida ou medo, mas que o certo era que alguém viesse chama-lo para recebê-la na sala enquanto ela o esperava, mas a mãe de Cato disse que ela poderia subir assim ele não teria de descer novamente já que em minuto havia subido para o quarto. Percebendo que a mãe de Cato era do tipo que tem superproteção a cria, não quis argumentar, somente subiu como foi permitido.
-Entre. – Cato responde acreditando que fosse sua mãe querendo força-lo a comer ou beber algum tipo de vitamina. Desde o acidente ela tem o tratado como um bebe isso é um tanto exagerado, mas quando a viu chorar e dizer que não teria suportado perde-lo, Cato relevou o comportamento exagerado da mãe e aceitou seus cuidados. Imaginando ser sua mãe, não se apressou em se vestir rapidamente já que ela já o viu por varias vezes seminu.
Ao abrir a porta, Katniss fica paralisada com a visão diante de seus olhos. Cato sempre mostrou ser um homem viril, másculo, mas aquilo diante de seus olhos era uma versão melhorada de um homem perfeito. Ela estava sem palavras, ao ver que Cato a olhava surpreso por vê-la olhar minunciosamente seu corpo, enrubesceu.
-Desculpe. Devia ter dito... Sua mãe... ela disse. – gaguejou.
Cato sorriu achando lindo como Katniss ficou corada.
-Não. Tudo bem... Devia ter perguntado quem era. – ele tenta amenizar.
-Acho melhor esperar você se vestir lá fora. – Katniss disse quase saindo, mas Cato a impede.
-Não precisa... Entre, eu vou me vestir no closet. – sem dá-la chance de negar ele passa por uma porta que de frente parece ser à entrada do banheiro.
Não sabendo se o certo era entrar ou sair dali e esperar que ele viesse falar com ela em outro lugar, por fim Katniss decidiu fechar a porta e esperar por Cato.
Em poucos segundo Cato passava pela mesma porta que havia entrado antes terminando de vestir uma camisa preta.
Katniss não pode evitar novamente a observar o belo peitoral do loiro. Perguntou-se por um segundo se ele estivesse fazendo aquilo de proposito ou haveria uma espécie de complô sedutor contra ela.
Por fim decidiu ignorar e mentalizar sobre a razão a qual veio ate ali.
-Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa com Prim? – Cato leva sua mão direita ao ombro de Katniss que é desperta ao senti uma arrepio gostoso percorrer por seu corpo devido ao toque.
Ela afasta bruscamente dele, devido à reação que sentiu. Cato franzi a testa com sua atitude brusca.
-Prim está bem... Eu vim porque preciso saber de uma vez por todas o que foi que aconteceu.
Cato respira fundo entendendo onde ela queria chegar, mas não por querer fugir daquela conversa que já deveria ter tido. Ele senta a beira de sua cama, e aponta para que ela sente ao seu lado. Katniss hesita em fazer buscando uma forma de se sentar mais o distante possível, mas infelizmente o único lugar que tinha para se sentar eram duas poltronas que estavam bem distante.
-Não vou fazer nada... Só vamos conversar. Não é por isso que veio? – Cato perguntou ao perceber que Katniss parecia relutar em está perto dele.
Isso o magoou profundamente, mas o que poderia fazer já que merecia essa reação vindo dela a ele?
Katniss nada diz somente se senta ao lado dele, então Cato começa a dizer.
-Demorou muito a vir me procurar. Mas tudo bem... Está aqui agora.
-Porque transou comigo quando estava bêbada naquela festa? Por acaso me odiava tanto para chegar a esse ponto? – ela perguntou sentindo seu coração doer com aquela possibilidade.
Cato a olhar ofendido, mas não reluta em responde.
-Acredita mesmo que sempre te odiei? Acha mesmo que fiz o que fiz por ódio? Esta engana.
-Então... Se fosse o contrário, porque não tentou se aproximar de mim como qualquer garoto faria?
-Eu não era qualquer garoto e tão pouco você era qualquer garota. – ele a interrompe. — Mas a questão é: Como conquistar uma garota inteligente, segura de si, que era melhor que você em todos os sentidos, e evidentemente não merecia tê-la como sua namorada? Era isso que eu sentia... Não sei como e quando me apaixonei por você, mas quando percebi já estava. O pior não foi ter me apaixonado pela nerd da escola, e sim o medo, a covardia de tentar conquista-la e mesmo assim rejeitar. Por conta disso optei em ser indiferente com você, mas quando a via toda grudada com Peeta, e ele te defendendo de tudo e qualquer um isso me matava, porque queria esta no lugar dele te defendendo, ser seu amigo.
-E porque não tentou me conquistar, porque não fez as coisas de maneira normal?
-Você acreditaria em mim? Acreditaria que eu estava interessado em você? Claro que não... Quando tentei não parecia acreditar ou não queria. Você só tinha olhos para Peeta, e sinceramente nem sei como ele foi tão cego por não perceber o quanto você estava de quatro por ele. Mas depois do que aconteceu mesmo sendo tarde ainda tentei te conquistar.
-Para reparar seu erro, amenizar sua culpa. — Katniss supõe.
-Não. Nada disso... O que fiz não poderia voltar atrás para concertar... Mas o que poderia fazer é não cometer mais erros, deixar de ser um covarde e lutar porque desejava, e fiz. Você relutou só que no fundo sentia que em algum momento você cederia, e talvez tivesse minha chance. Mesmo assim nada que fizesse iria reparar o erro que cometi.
-Eu nunca vou te perdoar. – Katniss declara mantendo seus olhos presos ao dele.
Cato engole a seco, e diz.
-Não espero que perdoe. Mas se não irá me perdoar, então pra que veio?
-Eu... Eu precisava saber... – é tudo o que ela diz.
Por um segundo, ambos ficaram se encarando. Katniss pode ver magoa, tristeza e raiva nos olhos de Cato. E ele a única coisa que viu, era que tudo acabou. Era o fim. Quebrando o silencio ente os dois, Cato diz.
-Agora já sabe. Então não tem nada mais a fazer aqui...
As palavras dele fez com que o coração de Katniss vacilasse duas batidas. Subitamente ela se põe de pé dando o primeiro passo para que a levasse até a porta do quarto, porem ao dar o segundo passo algo a impediu. Não Cato não suas pernas que não tinham forçar para conduzi-la para longe dele, e sim o seu coração.
As palavras de Annie vieram em sua mente. Ela amava Cato, mesmo que fosse estranho ela o amava como também no fundo já tinha o perdoado e desejava fervorosamente deixar todas essas magoas e cicatrizes passadas ficarem para trás, para poder escrever uma nova estória, pois a dela com Peeta já foi escrita e já obteve seu fim, mas a estória que ainda não havia escrito com Cato, essa nem ao menos teve o começo da escrita... Era hora de começar escreve-la.
Katniss não sabe se Cato teria lido seus pensamentos e decisões, pois ao se virar novamente em direção a ele, o encontrou diante dela com suas mãos rapidamente rodeando sua cintura e a puxando para ele.
Seus lábios colaram, e se abriram encaixando ao dele como se peças de um quebra cabeça começava a se encaixarem com perfeição. Sim, de alguma maneira Katniss começava a ver que Cato era a única peça que faltava em sua vida.
Sem restrições a entrega, Katniss leva suas mãos a barra da camisa dele retirando com fome, ela precisava senti-lo, ser dele novamente. Ser pela primeira vez já que a primeira e real, ela não lembrava.
-Eu te amo tanto... — Cato sussurra retirando o vestido de Katniss a deixando somente de calcinha, esta que logo foi retirada.
Ele a levou para sua cama a deitando delicadamente, seus lábios desceram por seu pescoço, colo, demorando um pouco em cada seio, depois seu ventre, por fim entre suas coxas. Enquanto ele distribuída seus beijos pelo corpo da mulher amada, suas mãos retiravam sua bermuda e cueca o deixando completamente nu.
Katniss gemia loucamente, tendo suas mãos nos cabelos de Cato o conduzindo em seus movimentos. A quentura de sua língua em sua vagina a deixava cada vez molhada e ansiosa por tê-lo dentro dela.
- Tão deliciosa... – Cato sussurra saboreando-a.
Ele não sabia, mas sua voz foi como um estopim para que Katniss obter-se seu primeiro orgasmo. Satisfeito por vê-la gozar lindamente em sua boca, ele sobe seus lábios novamente por seu corpo, porem Katniss o detém invertendo suas posições.
-Katniss, eu...
-Shi... — ela o silencia. – Quero sentir seu gosto.
Entendendo o desejo da morena, ele deixa ser levado pelas sensações de ter seus lábios envolvendo seu pênis. Katniss o levaria a loucura, porem a deteve antes que gozasse, não queria fazer em sua boca e sim em seu interior fervorosamente apertado. Entendendo o desejo de Cato, Katniss posiciona em volta dos quadris de Cato encaixando seus sexos.
Ambos gemeram loucamente com o encaixe. Mas logo voltaram a concentrarem em seus movimentos, Cato comandou cada cavalgada de Katniss ate que voltaram inverterem a posição com ele ficando por cima dela. Dessa vez não houve mais controle, Cato passou a estocar com potencia e Katniss somente pedia por mais.
Chegaram ao clímax ao mesmo tempo. Ambos manteram seus corpos colados um no outro em silencio.
-Sua mãe deve ter escutado... — Katniss quebra o silencio.
-Vai por mim. Dona Alice Ludwig sabe por tampões em seus ouvidos quando quer.
Katniss se movimenta de maneira que faz Cato levantar seu rosto ate então estava repousado entre os seios dela para olhá-la. Ela vê um sorriso em seus lábios e pergunta.
-O que não sei ainda?
Cato não responde de imediato, acaricia seu rosto ainda suado pelo momento de amor minutos atrás e finalmente diz.
- Ela sabe o quando te amo... E não iria atrapalhar a felicidade do filho por questões pudicas.
-Oh. – é tudo que Katniss diz.
Silencio novamente, ate que Katniss volta a quebra-lo.
-Como será para nós dois de agora em diante?
Cato respira fundo e responde.
-Não sei... Mas eu a quero e não vou perder essa chance de conquistar seu coração e seu perdão.
Katniss volta olhar para ele, olhando em seus olhos diz.
-Eu já o perdoei há muito tempo, só não queria admitir. E você já me conquistou desde quando éramos adolescentes. Se neguei esse sentimento foi por que fixei a ideia de que era somente Peeta a pessoa que amava. E quando você veio, eu... Fiquei com medo de arriscar, perder... Não ser perfeita. Hoje já não posso negar, e se continuar fazendo perderei a chance de ser feliz, ainda que no futuro possamos não estarmos juntos, mas preciso viver isso com você, esse amor... Tudo. Não deixar que mágoas, feridas e cicatrizes impeça de sermos felizes.
Com aquela declaração Cato sorri, e puxa Katniss para um beijo apaixonado. Ele não poderia dizer que não era o homem mais feliz da terra naquele instante. Ele errou, a vida tratou de puni-lo, mas por seus arrependimentos, teve sua recompensa.
Na verdade, nessa estória ninguém foi perfeito, ou inocente, cada um obteve sua quota de culpa. Mas cada escolha tem suas consequências e resultados. Peeta, Katniss e Cato teve suas respostas a cada escolha...
FIM
Notas finais
Mas serio... Vocês gostaram? Torço que sim... Como disse encerrando essa fic, entro com um novo projeto com a fic chamada : DOMINATES. O que posso adiantar dela, é que não será triangulo amoroso, ou seja, nego vai partilha, vai ser dança do maxixi, endentem? Se não leia para entender.Espero que vocês me apoiem nesse projeto, então deixo o link a baixo para darem uma passada lá e lerem. (http://fanfiction.com.br/historia/361042/Dominantes_/ageconsent_ok )
É ISSO GENTE... AGRADEÇO A TODOS POR TEREM ME APOIADO, POR ATURAREM MEUS PITIS DE AUTORA, AS DEMORAS DAS ATT , E POR MESMO ASSIM TEREM CONTINUADO A LER OS CAPÍTULO. COMO É OBVIO, EU ARRISQUEI EM ESCREVER UMA FIC TENDO UM CASAL NADA COMUM, MATANDO O PERSOANGEM AMADO POR TODAS, MAS SE FIZESSE O CONTRÁRIO DIRIA QUE ESSA NÃO SOU EU...E VOU SEGUIR NESSA SEQUENCIA, ATÉ DESANIMAR. KKK ( NUNCA!) KKK. BOM , É ISSO. BJS PARA TODAS VOCÊS.
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