BAD GIRL: Selvagem
19 Presa na piscina.
– Qual o problema de vocês em darem uma festa quando a vovó esta fora por apenas cinco dias?
– Você deveria se perguntar era como o seu biquíni ficou transparente e o que vai fazer pra se cobrir. — André nem terminou de falar quando um três caras do time de futebol pulou na piscina. -Merda! -Vociferou André.– Culpa sua idiota!– Sou eu que está usando um biquíni transparente? – Eu nuca tinha usado esse biquíni, como eu ia saber? E agora o que eu faço? — Perguntou ela preocupada. Nunca havia estado em uma situação tão constrangedora.– Ei André! -Gritou um dos caras. Ele era moreno e todo esculpido tinha olhos castanhos e cabelo curto. Não era tão bonito como Héctor ou como os primos. -Quem é a gata aí? — Marina olhou pro André com cara de: " Sério isso?"– Minha prima. Nem sonhem em chegar perto dela seus babacas. — Ele realmente queria dizer aquilo em literal. A garota estava praticamente nua. Nua. – Okay senhor capitão! — Disse o moreno. Os ouros caras começaram a caçoar dele dando risadas. Marina ja estava impaciente.– André, e agora. — Disse Marina com um olhar suplicante. André queria ajudar ela, só que pra irar ela da piscina teria que tirar os caras de lá, e quando chegou notou uma espécie de vestido branco, também transparente na espreguiçadeira. Aquela peça de roupa não iria ajudar em nada a cobrir ela. Ele também não podia sair e deixar ela ali sozinha com os lobos. Ele conhecia os colegas de time, os garotos pegavam até as coroas. – Vou ficar aqui na sua frente te escondendo, por enquanto.– Que droga! Isso é tudo culpa de vocês, que resolvem dar uma festa e nem me avisam sobre isso.– Desculpa mas eu não o número do seu telefone pra te avisar de alguma coisa. E de qualquer forma eu não lhe devo satisfação. Sempre que a minha avó viaja... -Mar corta ele.– Nossa.– Tá, que seja, eu e o Liam damos uma festa. E em breve essa piscina vai estar lotada. – E a pobre da Sara limpa essa bagunçada toda?– Bom ela é paga pra isso né! – Que imbecil.– Da próxima vez que comprar um biquíni, joga um pouco de água e dá uma olhada no espelho. -Mar franziu o cenho e semicerrou os olhos encarando o primo. Mais pessoas entraram na piscina. Dessa vez eram garotas. Entraram na piscina de calcinha e sutiã. A maioria das garotas eram loiras, tinha uma morena de cabelo tingido em degradé. Liam entrou também na piscina e mais outros caras entraram também. As garotas loiras começaram a fazer briga de galo, subiram no ombro dos caras que estavam loucos para ter uma vagina em sua nuca. — Agora vai ficar mais difícil de sair daqui.– André vem pra cá. -Gritou uma das loiras com uma voz sensual de gata manhosa no cio. Mar teve vontade de vomitar ao ouvir aquilo, fez uma careta de nojo, André pegou o último segundo da careta e riu. – Ciúmes?– Quê?– Você está com ciúmes. — Mar fez a sua melhor cara de indignada ever. – Hump! — Ela deu uma bufada e terminou com as sobrancelhas levantadas. — Eu? André você está em sue estado normal. — Ela colocou a mão na testa dele fingindo medir a temperatura, um movimento que fez ela soltar o braço pra longe da parte de cima do biquíni, André deu uma boa espiada na voluptuosa que ela tinha atrás de peça transparente e percebeu que ele também tinha uma lá em baixo. — Sera que não está delirando.– Você que deve estar delirando. Só que de tesão. — Ele deu um sorriso malicioso pra ela. — Marina riu. Riu de verdade.– Você definitivamente está louco. – Acho que não. E também acho que estou certo. — Ele deu uma encarada nela que fez ela formigar lá em baixo. O pulso de ambos acelerou, quando uma certa voz cortou a tensão entre ambos.– André coloca a música. — Disse Liam atrás do irmão.André e Mar se entreolharam por mais um par de segundos, e ele percebeu que se saísse dali as pessoas veriam a vergonha eminente de Mar. Virou- se para o seu irmão deixando a Mar atrás de si no canto da piscina.– Põe você Liam. — Ele voltou a olha pra ela ainda de costas. — Tô meio ocupado cuidando da Mar.– Desde quando a senhorita gangster precisa de proteção?– Desde que o meu biquíni ficou transparente. — Respondeu Marina intrometendo-se na coversa alheia. Liam pareceu processar o que ela disse um dois pares d segundo e depois caiu na gargalhada.– Sério isso? — Ele ria tanto que a sua barriga doía. Seus olhos começaram a lacrimejar e as pessoas começaram a ficar curiosas em relação ao ataque de risos do gêmeo mais novo. — Mar você merce um prêmio, por me fazer me divertir tanto em um único dia. – De nada. — Disse ela em um tom extremamente irônico. — Aliás, me empresta a sua camisa do time.– Pra quê?– Pra poder sair dessa piscina, gênio.– A minha não, pega a do André.– Vai lá e pega ela então — Disse André. — Anda logo Liam. E oh! Shh...! — Ele colocou o dedo indicador nos lábios, os olhos de Marina foram atraídos diretamente pra lá. Ela balançou a cabeça tentando afastar o pensamento. Pensar em seu primo daquele modo era um tanto de mais. Até pra ela. André se virou pra ficar o mais próximo possível dela, abaixou até a altura de seu ouvido.
Antes de Liam subir pra ir pegar a camisa do irmão, toda suada, colocou uma música pra tocar. Na varanda haviam altos falantes conectados a um som que ficava perto do quiosque da família, usado pra os churrascos e festas, essa como exemplo. Liam selecionou Sever de IamAmiWhoAmI, olhou para o horizonte e notou o Sol já estava dizendo olá para o resto do mundo, e já havia dito adeus para eles. A música tinha um som melancólico, mas ele gostava dela.Ninguém notara o que os dois estavam fazendo ali há tempos, estavam ocupados de mais em suas próprias diversões para notar outra pessoa, além das quais iriam se relacionar naquela noite. Ao ouvir a música André começou a cantar olhando pra ela fixamente. Ele cantou só um certo trecho em seu ouvido. Arrepios tomavam todo o seu corpo. Parecia que havia somente os dois ali e mais ninguém. "Não vou ser enganada pelo seu toque ou suplica emocionalO cheiro de medo e intenso amor que secamosO frio e o nu compreendido tão delicado pelos olhos de alguémÉ o motivo pelo qual não podemos estar juntos e fugir esta noite"Marina nem pensou duas vezes ao pegar as bolas de seu primo e esmagá-las na sua mão, ela pode sentir a ereção dele. Ele se contorcia em cima dela de dor.– Quando você for sair, cuidado para que ninguém veja a sua calcinha. -Disse André, sua voz tinha um tom rouco e sensual. Marina formigou mais um pouco lá em baixo. Se não estivesse fora da piscina já teria trocado a calcinha. E não era porque ela era transparente.– Marina, por essa você me paga, pode apostar. — Ele mal conseguia terminar a frase, seu saco doía muito e Mar não soltava ele. Ela já estava doendo antes, de tesão, agora a dor não era somente de tesão. Tudo bem, ele estava gostando de ter a delicada ( só que não) mão de Mar no seu saco, tão próximo de seu pênis que ele se sentia em êxtase com a proximidade estava quase explodindo na piscina. Ficar perto do pescoço dela não ajudava nem um pouco, o cheiro dela era viciante pra ele, ela parecia alheia de toda aquela situação.– Acho que não. — Ela deu uma última super apertada no saco esbarrando a mão na base do quinto membro dele. André explodiu, com um simples esbarrão na sua base, Marina não percebeu o quanto ele arfava, ele se virou de costa, logo após ela irar a mão de seu saco escrotal. — Quando quiser de novo, é só me chamar. — Mar disse sorrindo maliciosamente. "Pode apostar que sim!", pensou André, absorto na onda de prazer que acabara de receber e a tonta briguenta da prima nem havia percebido o que havia feito.Liam vai até o quarto do irmão e pega a camisa de futebol jogada no cesto de roupa suja. Ao pegar a camisa nota uma foto em questão em cima da escrivania de André. Era das férias em Orlando, quando eles haviam ido para a Disney. Nessa foto estava André e Marina se abraçando todos sorridentes, como se fossem melhores amigos. Liam riu com o pensamento, naquele mesmo dia André teve a grande ideia de pregar os chicletes que eles haviam comprado em todas as coisas da Marina. Mas o plano não deu muito certo, já que Liam havia sido descoberto pela avó ranzinza, além de terem levado uma bela de uma bronca e foram obrigados a pedir perdão para Mar de joelhos, a pirralha se aproveitou da situação, ela fez os gêmeos fazerem udo o que ela queria até brincar de casinha com ela e tudo sobre a constante vigia da avó. Liam desce com a camisa na mão e vê o irmão se contorcendo no ombro de Mar. Ele tinha uma ideia do que estava acontecendo. Ideia não, certeza. Marina sempre os ataca naquele ponto, já que os gêmeos sempre foram mais altos que ela e alguns períodos da vida deles, também mais forte que ela.– Mar, assim o André não vai poder ter filhos. -Disse ele ao chegar perto o suficiente para que somente os três ouvissem, enquanto os convidados estavam ocupados de mais bebendo ou cheirando pó. Mar riu.– Mas ele pode adotar. — Ela passou a mão na cabeça dele. — Né André? — Ele lançou-lhe um olhar furioso. André oma a camisa da mão do irmão e da pra Mar, ainda rindo dele. — Eca! Isso fede.– Ainda bem que é o "meu" suor aí. — Disse ele enfatizando o meu com a voz, o irmão parecia alheio de toda a situação ali, deu de ombros e foi trocar de música, os amigos estavam enchendo o saco querendo Trap ou Trance e não a porcaria melancólica que estava tocando. Como um bom anfitrião ele foi atender o pedido dos convidados. Estava chegando mais gente na casa. Reparou alguns acomodados na sala, outros estavam na varanda. Naomi havia ido pra casa, pra poder trocar de roupa. Gabriel e Shin estavam em casa, o treino de basquete deles era em dias opostos ao de futebol e vôlei, eles chegariam com a Naomi. E Héctor aparentemente estava a caminho. Foi o que combinaram. As festas dos garotos era sempre badaladas. Sara era ótima em cuidar de idiotas bêbados. Ele tinham sorte que o pai do Héctor era Delegado da primeira DP e a mãe dele juíza. Isso ajudava muito em relação às festas dadas pelos garotos. Os vizinhos deles apareciam nas festas, a não ser o da frente que estava sempre viajando.Marina saiu da piscina com a camisa enorme do primo, ela era alta, mas a camisa ainda era bem grande, o suficiente pra cobrir a bunda dela, para a tristeza dos caras que estavam na piscina reparando em seu traseiro enquanto ela de contorcia para subir no chão de concreto e pedra. Subiu para o seu quarto, molhando as escadas, sem se importar com a saída de praia ou com a toalha, só queria tomar um banho o mais depressa possível e tirar o cheiro de André de seu corpo. Ela não queria ter pensamentos sobre ele, afinal ele era seu primo, o que sempre perturbou ela a vida toda. André, o desagradável. Tomou um banho rápido. Colocou uma roupa descente pra descer até lá em baixo e participar da festinha, já que não tinha mais o que fazer em relação a isso, a não ser curtir o momento. E ela definitivamente iria curtir o momento.Decidiu vestir um macaquinho floral solto decotado nas costa com a sua bota baixa de camurça caramelo com franjinhas e um acessórios pra dar uma ar sofisticado e um cinto também caramelo. Fez uma maquiagem básica, até porque el só conseguia fazer o básico, notou pela janela o jogo de luze e lazeres. Agora ela até tinha ficado animada para a coisa.
Notas finais
Look da Mar, em parte.
http://www.minimoni.com.br/mm/wp-content/uploads/2014/06/Macaquinho-floral-01.jpg
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