BAD GIRL: Selvagem

4 Esquecida por "uma" vagina.


Foi até o trabalho de meio período Davi. Ele estava de amassos com Angelica sua colega de trabalho em um beco atrás da loja. Davi percebeu sua irmã ali e parou surpreendido com sua presença lá, exatamente naquele momento pra ser preciso. Angelica envergonhada entrou na portas dos fundos pra dentro da loja. Marina deu sorriso tímido quanto aquela situação.

– Poxa Mar! Fazia um tempo que estava tentando pegar a gostosona ali. — Mar levantou as sobrancelhas e riu do amigo.

– Ui ui garanhão! — Mar levantou as mão balançando-as.

– E como foi com seu pai?

– Foi aterrorizador inicialmente

– E...? Tá de castigo ou algo do tipo?

– Não.

Ele franziu o cenho confuso e curioso. -Então vai pra um convento?

– Não, mas vou pra um lugar do qual não tem praia. Isso você pode apostar.

– Mar... não me diga...

Marina interrompeu Davi antes que ele pudesse completar a frase, a suspeita de seu amado irmão. — Vou pra Brasília. — Disse ela com seu olhos enchendo de lágrimas. Ele a abraçou e ela chorou em seu ombro por um par de segundos, logo se afastando e limpando as lágrimas.

–Bom, poderia ser pior. Ele poderia te mandar pra Escócia ou pra Índia. Ouvi falar que lá eles ainda usam o sistema de casatas. -Ela da leve sorriso e ele afaga sua cabeça. — E há outra coisa boa nisso. — Ela olha com curiosidade. -Você pode derrotar o mafiosos do congresso no ninho deles. Se for você Mar, não tenho dúvidas. -Os dois se entreolham e caem na gargalhada chegando a doer a barriga. Nunca sua desgraça havia sido tão engraçada. Ela não conseguia imaginar sua vida sem Davi e Matheus com suas piadas estúpidas e a salvando de brigas inconsequentes das quais ela vivia se metendo.

–Acho que você me deu um motivo pra querer passar um tempo lá. Será que você pode vir comigo um instante. Você e o Teu? Quero que vocês vão comigo a um lugar antes de ir.

– Tem que ser agora? -

–Tem!

–Tá vou dar um jeito aqui. Espera aqui só dois minutos.

Ele demorou bem mais que dois minutos. Davi teve que pagar um preço por pedir ajuda a sua bela colega de trabalho. Digamos um trabalho lambuzado e molhado do qual ele teve um grande e imenso prazer de fazer. Mariana podia ouvir os altos gemidos da moça pela pequena janela do banheiro do estabelecimento, e estava começando ficar irritada com a demora de seu irmão, que aparentemente havia esquecido dela. Davi gostava de ter as mulheres gritando por seu nome, mas estava em horário de trabalho, então teriam que ser mais discretos quanto possível. Finalmente quando sua colega estava saciada ela o liberou. Ele saiu do trabalho limpando os sucos ao redor dos lábios com a língua. Tão vulgar, pensou sua irmã revirando os olhos ao ver aquela cena. Ele deu um sorriso diabólico e feliz de mais pra ela. Que ficou um tanto chateado pelo fato dele ter esquecido que ela iria embora e uma vagina o faria esquecer que ela sempre esteve lá ao seu lado e agora ela iria embora.

Marina se levantou no pulo pra dar uns cascudos no irmão que a deixou esperando por causa de uma vagina. — Não acredito que me deixou aqui criando raízes por uma vagina. -Disse ela dando alguns socos na costela de seu irmão que contraiu de dor em resposta aos fortes socos da garota. — Uma que você pode se lambuzar todo dia. Não no dia em que eu to indo pra cidade sede da máfia Brasileira. — Finalizando com um chute em suas bolas. Davi caiu no chão. Ninguém tinha pernas tão potentes quanto aquela garota. Nem a Marta teria. Pera, Marta, Marina, e as duas tem mar no nome e tem pernas potentes. Coincidência estranha, pensou Davi. Mal de Mares, vai ver. Davi sabia que merecia os socos, no entanto havia achado covardia ela dar-lhe o super potente chute no saco, quando ele fez o possível para a sua bela colega de trabalho chegar ao clímax o mais rápido que pôde, ele se esforçou de verdade. Mas não iria compartilhar isso, até porque a dor o impossibilitava. Marina deu leves tapinhas em suas costas, como uma mãe faz com seu filho quando ele se engasga só que mais leve e no lembro esquerdo. — Desculpa irmão, mas você sabe... bem que mereceu. — Ele se estabilizou.

Notas finais
Pobre Davi, confesso que fiquei com um pouco de dó dele, entretanto... ele sabe como a miga dele é né. Beijocas pessoas.