Azul

1 O que haveria de ser


Notas iniciais
Por favor, comentem, essa é a minha primeira fic, então gostaria da opinião de vocês

Azul

“No início era o verbo, e o verbo estava com D.E.U.S, e o verbo era D.E.U.S, o verbo habitou conosco, andou ao nosso lado, chorou nossas lágrimas, lutou nossas guerras, amou nossa vida.

Mas o verbo era vazio, tão vivido e amado, mas ao mesmo tempo oco e sem vida, queria correr, pular, sofrer, amar como um de nós, mas Verbo não podia. Ele estava ficando sufocado, como um peixe em um aquário pequeno, em pouco tempo, a nossa vida foi se tornando enfadonha ao verbo.

Era o fim.

Lágrimas de tristeza e raiva escorriam por seus olhos divinos, “Malditos sejam para sempre”, pensava o verbo, mas logo se arrependia, pois sua vida apenas tinha sentido com eles do seu lado. O tempo passou, o verbo continuava a caminhar com os homens, os homens se tornaram em mal, odiavam, matavam gritavam em desespero para depois serem silenciados pela mão escura e ossuda da morte.

Sua maldade os levou ao ponto do insuportável. Um dia estavam lá, e no outro, não mais eram. Um flash, uns punhados de gritos, umas alminhas sendo carregadas pela agora gentil morte, que os livrava do seu sofrimento, os livrava de si mesmos.

“Onde estão meus humanos?” pensava o Verbo ao caminhar pela planície de Ai, andou por inúmeros dias os procurando, quando sentiu a dolorosa verdade:

‘Estou só’

O verbo sentiu uma enorme pontada em seu peito, “Que dor é essa?!”, verdadeiras lágrimas de dor escorriam por seus olhos, “Aziel, Oboe, Gradsh,”.

O verbo que não era homem, sentiu a dor, seu peito se encheu em um grito de horror e súplica, se jogou no chão feito uma criança e regou a terra com sua dor. O verbo que não era homem, sentiu a dor de um homem,

O verbo que não era humano, sentiu a dor de todos, os vingaria do seu assassino cruel. O verbo que não era homem, colocou sua primeira máscara e abraçou a humanidade que não lhe pertencia.

—O quê aconteceu?-

—Porque Ele teria feito uma coisas dessas?-

Seu coração se encheu de ódio, o Azul foi perturbado, a hora mais escura estava chegando, vindo sorrateiro por entre as frestas de raiva que existiam nele, o relógio de sua vida estava para bater a sua primeira hora. Quantas mais haveria de ter?

‘No início era o verbo, e o verbo estava com D.E.U.S, e o verbo era D.E.U.S’

Nada disso

O verbo era o vingador.”

Notas finais
Obrigado seus lindos
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.