Awdriges

21 I can be who you are


Notas iniciais
Com toda certeza, este capítulo vai ser o mais romântico.  Obs. Eu queria fazer Hentai para todos os casais, mas eu disse que sou péssima, e também acho que não será tão necessário assim neste capitulo para todos eles. Pra mim a alma da coisa é outra *-* mas ninguém dispensa um bom Hentai KKKKKK. Não me xinguem, por favor... E no ultimo ato, escutem a musica Love is not a Fight. Warren Barfield. É a musica mais linda que eu já escutei Voa lá!

RICHIE POV’S.

- TAKE A PIECE OF MY LIFE, TAKE A PIECE OF MY SOUL, and TAKE A PIECE OF MY FAAAAAAAAACE (8) – Munic cantava muito alto. Eu tentava não rir da morena naquele momento. Ela abriu o vidro do carro e ia cantando pela avenida a fora.

- SIIIIIIIIIIIIIING WITH ME LONDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOON! – Gritou ela para o nada. Não tinha uma alma viva naquela avenida.

- Munic, é melhor você se sentar direito! – Falei pra ela. Ela colocou a cabeça para dentro e disse:

- Cante comigo Richie!Vamos... Cante comigo! – Ela começou a cutucar meu braço.

- Ai... Calma... Eu to dirigindo... E não sei cantar essa musica. Nunca escutei tal coisa. – Falei pra ela rindo. Ela cruzou os braços e fez um biquinho emburrada.

- Fala sério! – Resmungou. – É da ruivona a musica!

- Ah sim! Parece ser bem legal... – Fiz uma pequena pausa, e ela ficou em silêncio. – Você não estava desmaiada de tanto beber? Queria entender como acordou do nada. – Falei. Ela apenas bocejou e me olhou com aqueles olhos brilhando.

- Eu não sei do que você está falando! Eu nem bebi U_U – Sim. Ela estava muito bêbada.

- Tudo bem. – Me concentrei na direção. Ela virou a cabeça pro lado e ficou em silêncio. Talvez ela estivesse dormindo de novo. Talvez... Ou não! Eu sei lá!

- A 200 m vire à esquerda. – Ordenou o GPS. Virei à esquerda a 200m e entrei numa rua nada bonita.

- Bem vindo a Street Queen Victoria – 1258 – Parei meu carro em frente de uma casa de dois andares. O jardim era bem cuidado e ela era até bonita.

- Munic... Chegamos... – Falei. Nenhuma resposta até então. Ela estava dormindo! Desliguei o carro e fui até a porta da casa abrir a mesma. Olhei embaixo do tapete e nada. Então olhei embaixo do vaso de flores e vi a chave. Abri a porta e deixei-a arreganhada para entrar com Munic. Voltei para o carro e abri a porta do passageiro. Abaixei-me (bastante, por sinal) e envolvi um dos meus braços na nuca dela, e o outro na cintura, para ela não bater a cabeça no carro. Logo que a tirei, fechei a porta do carro com o pé e a tomei com cuidado em meus braços. Acomodei sua cabeça perto do meu ombro, para que ela não ficasse tombada para trás, e fui andando com ela para dentro. Assim que entramos em casa, também fechei a porta com o pé e tomei o caminho da escada. Ela é muito, mas muito leve. Parecia uma boneca dormindo. Então me dei de cara com um corredor. Tinha três quartos. Entrei no primeiro que eu vi e me deparei com duas camas de solteiro. Ele tinha um grande espelho atrás da porta e tinha cheiro de pêssego. Logo vi num porta retrato a foto dela com Jen. Então ali era o quarto dela. Escolhi uma das camas e a deitei cautelosamente. A primeira coisa que ela fez foi tirar o travesseiro da cabeça e agarrá-lo. Arqueei uma das sobrancelhas. Aquilo era bastante engraçado. Nunca vi alguém que dormisse sem travesseiro, só para agarrá-lo. Olhei para os lados procurando o cobertor dela, e nada. Então caminhei até o armário, abri a porta e vi ali um cobertor. Peguei-o e a cobri até metade da cintura. Segundos depois ela jogou o cobertor no chão e agarrou mais o travesseiro.

- Calorenta! – Murmurei enquanto sorria um pouco bobo. Ela era um anjo caído. A perfeição com que conseguia me cativar era desconhecida. Algo nela me chamava. Eu só não sei o que é. A vontade de me deitar junto dela, apenas deitar, era imensa. Mas eu devia respeitá-la. Ela esta bêbada e Meredith me castraria. Vire-me para ir tomar meu rumo, quando escutei alguma.

- Richie?! – Olhei para trás, e seus olhos azuis estavam um pouco abertos me fitando. – Você ia mesmo me deixar sozinha? – Ela perguntou com a voz totalmente manhosa. (OH PAI! O QUE EU FIZ PARA O SENHOR? JOGUEI PEDRA NA CRUZ? ISSO É TÃO INJUSTO! ELA É TÃO LINDA, E FALANDO DESSE JEITO ME DEIXA DOIDO!) < Estes eram meus pensamentos. Coloquei as mãos dentro da jaqueta e sorri sem graça.

- É que eu achei que você estava dormindo, e... Vai que alguém chega e pensa alguma coisa... – Balbuciei. Fala sério! Ela sorriu de canto e com aqueles olhos lindos me olhando, disse:

- Eu não quero que você vá embora! – (OOOOOOOOOOH PAPAI DO CÉU! OBRIGADO!) < O meu lado emocional estava gritando, mas eu não podia ficar eu não iria agüentar e as conseqüências iriam ser péssimas.

- Munic você está bêbada. – Repreendi-a. Eu quero, mas não posso fazer isso. Seria judiação...

- Por favor... – Meus pensamentos foram interrompidos pela insistência dela. Ela fez um meio bico e se encolheu totalmente, como se fosse uma criança pedindo colo. Agora entendo o que me cativa nela: A carência. Ela precisa de proteção! – E que se dane – Vou protegê-la! Tirei minha jaqueta de coro e fui tirando meus sapatos. Quando fiquei perto o bastante dela, ela me segurou pela nuca e tocou os seus lábios nos meus. Passei uma das mãos sobre o rosto dela e senti o calor dos lábios dela. Retirei minha blusa e a joguei em qualquer lugar. Ela ia fazendo o mesmo. Logo os beijos foram descendo para o meu pescoço, me deixando arrepiado... Doido... De repente senti os seios nus dela junto do meu peitoral. Ela tinha se livrado do sutiã. Retirei minha calça por completo e também o short dela. Ela pressionou os pés, tirando as ankle. Nossas respirações estavam ligeiras, junto com nossos corações. Eu podia escutá-lo. Envolvi sua cintura com meus braços e a pressionei levemente contra mim enquanto eu ia ficando por cima dela. Com a palma da minha mão fui acariciando suas coxas. Em poucos segundos desgrudamos nossos lábios. Eu a tomava para mim de uma forma como eu nunca fiz antes. Tudo nela me pedia para possuí-la. Acariciei seus cabelos e a olhei bem nos olhos. Ela sorriu de uma forma meiga para mim, me fazendo perder todos os sentidos. Suas pernas deslizavam pelas minhas costas, então comecei a beijar seu pescoço... Ela suspirava e se arrepiava... Desci meus beijos até seus seios... À medida que eu lambia seus mamilos, ela agarrava em meu cabelo e o puxava com um pouco de força. Apalpei aqueles lindos seios e ela suspirava cada vez mais rápida. Retiramos nossas ultimas roupas intimas, e meu membro procurou a intimidade dela. Devagar... Bem devagar o enfiei nela... Ela soltou um gemido baixo perto do meu ouvido. Com as mãos em sua cintura, comecei a dar estocadas um pouco mais fortes, mas não muito rápido. Os gemidos dela iam ficando cada vez mais finos. Suas unhas se encontraram com minhas costas, e ela me arranhava sem piedade. – Oh Richie... – Ela me chamou com a voz embargada de prazer. Levei minha língua até seus lábios e dei uma lambida nos mesmos. Ela correspondeu o gesto, e logo depois os mordeu. Ela ia permitindo que eu metesse mais forte, e assim fui fazendo. Os gemidos finos dela ecoavam pelo quarto... Agora ela era minha!

05h: 03min

O rádio-relógio na mesa de cabeceira condenava a hora. Virei-me para olhá-la por um instante. Eu estou espremido em uma cama de solteiro com ela dormindo do meu lado. Eu estou virado de lado e ela esta frente a mim. Sua respiração bate em meu peitoral. Com meus braços, eu cubro seus ombros. Sua perna esta entrelaçada na minha, e agora eu sou o travesseiro dela... E ela é minha... Apenas minha!

Jen & Steven – Segundo ato.

Naquele mesmo horário.

Jen e Steven estavam deitados, dormindo de conchinha (AAAAAAAAFFFFFF GENTE EU NÃO IRIA CONSEGUIR COLOCAR OUTRO MODO A NÃO SER CONCHINHA. TEM TUDO A VER COM ELES U.U). Ele estava com um sorriso todo bobo nos lábios. Ela acariciava o braço dele enquanto fitava um pôster atrás da porta dele, da Lita Ford com um maio fio dental, empinando a bunda.

- Steve... – Murmurou ela.

- Diga meu amor — >.< Steve.

- Por que tem um pôster da Lita Ford naquela situação no seu quarto? – Perguntou ela.

- Ah amor... É que ela é minha musa inspiradora! – Mandou ele na lata. Jen apenas suspirou.

- E aquele maldito pôster tem que estar aqui... Agora? – Ironizou ela.

- É que ele é um consolo... Já que ela é a única mulher que não vai transar comigo... – Steve. Quando Jen escutou aquelas palavras, parecia que seu coração ia parar. Ela retirou as mãos de Steve de cima dela, se enrolou num lençol e se levantou da cama imediatamente. Steve olhou para ela um pouco confuso. Ela ia pegando sua roupa pelo chão enquanto ele tentava entender o motivo da reação dela.

- O que foi? – Perguntou ele. Ela não o respondeu. Apenas cerrou os dentes e ia se vestindo. Steve se levantou (Ele estava de cueca, é/) e foi tentar abraçá-la por trás.

- Meu amor... Eu não quis dizer... – Jen o empurra para trás, com os sapatos nas mãos e os olhos um pouco lacrimejados começou a falar:

- Não quis dizer que eu sou uma vadia fácil? Foi isso? Ah, imagina se não, não é Steve? – Ela ia abrindo a porta do quarto dele, mas ele segurou o braço dela, tentando evitar que ela fosse embora.

- Jen, não é assim...

- Cala essa boca Steve! – Ela tentou se soltar dele, e ele não insistira muito. Ela abriu a porta do quarto e deu de cara com Bruce e Ron ouvindo a conversa. Ron e Bruce sorriram sem graça e abriram caminho para ela. A loira desceu as escadas bufando, e na saída, bateu a porta tão forte, que as janelas tremeram. Steve começou a socar a porta com muita raiva.

- Como eu sou um idiota! – Dizia pra si mesmo.

- É cara... Mil vezes a Jen do que a Lita. – Disse Ron. Steve estava quase soltando fogo pelas ventas, então Bruce puxou o amigo para longe dali.

- Vamos dar o fora Ron, se não estamos fritos! – Bruce e Ron sumiram dali, enquanto Steve se trancou no quarto.

Meredith & Nikki – Terceiro ato.

NIKKI POV’S

Eu estou deitado sobre ela... Apoio meu peso em um dos cotovelos, enquanto fico por cima dela, sem colocar meu peso nela. Ela não para de sorrir e me intimidar com esses olhos verdes.

- Que foi? – Perguntou ela.

- Nada. Só estou vendo o quanto você é linda! – Minha resposta foi seguida de um selinho. Ela me deu um tapa no ombro e mantinha o sorriso sem graça no rosto.

- Não sou acostumada a receber elogios, então pare com isso... Estou desconcertada. – Pediu. Ela começou a ficar corada. Nunca a vi corada. Imaginem a beleza dela ao cubo? Então! Eu tentava não olhar para ela, mas era difícil.

- Sabia que... – Comecei a deslizar a outra mão no braço dela, e a fungar o pescoço dela. – O seu cheiro me deixa louco? – Ela se arrepiou por inteiro. Estávamos nus, tapados por um fino lençol de seda. Dava para sentir.

- Nikki... Para com isso... Não é justo... – Ela gaguejou a frase inteira. Venci! Achei o ponto fraco dela.

- Então você não gosta que dêem uma fungada no seu pescoço, não é? – Meu sorriso maroto tomou conta do meu semblante. Ela fez uma cara emburrada e me deu outro tapa no ombro.

— Para agora. – Pediu ela encolhendo o pescoço para que eu não o fungasse de novo.

- Mas eu não a fazer nada! U_U – Reclamei.

- Sei... Bobo! – Ela se encostou mais em mim. – Quero que me abrace... O ar condicionado está alto! – Assim que terminou de falar, gargalhei discretamente e atendi ao pedido imediatamente. Deitei de lado, e a abracei contra meu peitoral. Ela se ajeitou perto do meu pescoço, e sua respiração batia bem ali. Eu não sabia se ria de cócegas ou ficava arrepiado. Mas consegui disfarçar bem. Repousei meu queixo sobre sua cabeça, sentindo o perfume daqueles cabelos ruivos. Eu revezava minhas caricias nela. Uma hora no braço, outrora nas costas.

- Sabia que eu ainda acho que é um sonho? – Perguntei.

- Por quê? – Perguntou ela com a voz embargada pelo sono.

- Por que mesmo perto... Você parecia tão distante... – Murmurei. Ela nada falou. Ficamos em silêncio por cinco minutos. Ela deve ter dormido...

- Eu queria me entregar... Mas as feridas do passado não permitiam até então! – Falou ela do nada. Ao escutar aquelas palavras, senti meu coração aliviado.

- Não me deixe ir, Nikki. Eu lhe imploro... – Pediu ela. (Sua voz ainda estava embargada de sono).

- Eu não seria louco... – Respondi. – Não mesmo, meu amor!

Evie & Rachel – Quarto ato.

RACHEL POV’S.

Estou sentado no píer de um cais afastado de Londres. O lugar era paradisíaco. A água era verde. Poucos barcos. E o céu estava pintado de laranja e rosa. O sol estava nascendo. Deitada em meu colo estava Evie. Ela repousava sua cabeça sobre minhas pernas. Minha mão acariciava o braço dela, tentando mantê-la aquecida. Minha jaqueta parecia não dar conta. Eu estou tentando não esquecer nenhum minuto das horas anteriores... As melhores horas da minha vida...

Flash Back On.

- Para onde estamos indo? – Perguntou ela olhando para o lado de fora da janela.

- Estamos indo para o único lugar que eu gosto no Reino Unido. – Respondi amigavelmente. Ela apenas sorriu e ficou em silêncio.

Minutes too late.

- Nossa... Aqui é tão... Lindo... – Ela estava impressionada. Olhava cada detalhe do lugar. – Eu nunca tinha vindo aqui... – Ela me olhou surpresa. – Como sabe deste lugar?

- Quando vim tocar em Londres pela primeira vez... Briguei com Sebastian... E como na hora da raiva eu gosto de andar, descobri este píer. – Respondi.

(...)

- Venha... Vamos dançar... – Ela pegou na minha mão e me puxou para si. Eu fiquei sem nenhuma reação.

- Mas eu não sei dançar. – Protestei.

- Eu te ensino... – Ela levou as mãos até o meu ombro, e eu levei as minhas até a cintura dela.

- Mas e a musica? – Perguntei confuso.

- Imagine uma na sua cabeça. – Falou ela.

- Qual?

- Hum... – Ela parou por dois segundos. – Warren Barfield. Love is not a fight!

- Essa musica não é daquele filme Prova de Fogo? – Perguntei mais confuso ainda.

- Uhum. Meu filme favorito! – Ela sorriu espontaneamente. – Venha... Dois pra cá, dois pra lá... – Ela me mostrava os passos, e eu os seguia atentamente.

(...)

Nossos rostos estavam colados. Meus olhos estavam fechados enquanto eu cantarolava o ritmo da musica. Não sei se estávamos dançando certo, mas havia certo tempo que estávamos ali... Com os rostos colados... Eu cantarolando a musica... Sentindo o doce perfume dela... Sentindo o calor dela... Virei meu rosto para o lado, encontrando os olhos dela... Logo ela fitou o chão, mas segurei o queixo dela delicadamente e voltei a fitar aqueles lindos olhos... Rocei meu nariz no dela... Ela correspondeu o ato timidamente... Mais tímida ficou quando me aproximei demais e a beijei... Iniciei ali um vagaroso e longo beijo... Onde nenhum de nós dois tínhamos a menor afobação.

Flash Back Off.

Notas finais
EEEEEEEE AI GALEEEEEEEEEEERA? *-----------------------------------------*Quando uma amiga minha muito fã da fanfic (sim... ela lê primeiro que vocês, mas eu não deixo... Ela se intromete no meu PC e lê escondida) ficou doida com Muni e Richie. Ela disse: O RICHIE É MEU! TCHAU! KKKKKKKKKKK Digam oi pra doida da Jennifer. Sim. Ela é minha inspiração para a personagem Jen. TODAS as personagens desta fanfic são inspiração das minhas amigas. Até a Dannika ¬¬, mas um dia conto essa história. Enfim... Vou dar meus pitacos... Steve cachorro! SIM! CACHORRO! AU-AU! Nikki coisa linda *-* Gente eu quero ele pra mim, sério! E o RAAAAAAAAAACHEL, [AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA] Coisa fofa gente *-* Quero todos pra mim! Ah, e tem uma coisa que quero mostrar pra vocês que a Jennifer fez:
Sten Steve & Jen.
Merikki Meredith & Nikki.
Murichie Munic & Richie.
Rachevie Rachel & Evie.
EU RI DEMAIS QUANDO VI KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK É isso *-*
Espero que gostem, viu? Xoxo, Ruivona!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.