Awdriges

18 Everybody wants something from Me.


Notas iniciais
NNNNNN Vou prolongar mais a fanfic. Eu não faço idéia de quando ela acaba, então to pensando numa segunda parte. Pensa* Mesmo com pouquíssimos leitores, fazer o que num é? Rsrsrs. Kisses and more kisses my devils s2
Obs. Postei dois cap por que não sei quando posto.

JON POV’S.

Eu estava esperando ela há uns três minutos. O que pode acontecer num simples encontro no Rainbow? Nada! Só um papo legal, sorrisos, e uns beijos. No máximo! Ela é uma garota tranqüila e legal... O que mais pode acontecer?

- Jon? – A voz dela me chamou. Virei-me imediatamente e...

- Uau! Nossa... Você... – Faltaram-me palavras para a visão que eu tinha. Ela estava linda.

- Estou muito exagerada? – Perguntou ela com as bochechas coradas.

- Cla... Claro que não. Você está muito bela... – Tentei disfarçar, mas não estava dando. Aproximamo-nos um do outro e beijei a face dela. O perfume dela era... Incrível.

- Gostei do perfume. – Elogiei.

- Ah, perfume? Não, não... – Ela passou a mão sobre o pescoço. – É o cheiro do hidratante... Ou do sabonete... Ou do condicionador... – Ela tentava se explicar.

- Não, que isso. Esta muito cheirosa. – “Se controle Jon”.

- Ah... Obrigada... Você também. – Disse ela sorrindo para mim.

- Bem... Vamos? – Perguntei erguendo meu braço para ela. Ela correspondeu o gesto, encaixando o dela no meu, então fomos andando até a porta do hotel, onde um dos porteiros abriu a porta para nós. Ali na frente estava a minha BMW X6 — preta. (Merda Jon, desculpa ai se eu num tenho nem uma Brasília amarela para contar história)

- Nossa... Que lindo Jon *-* — A reação dela quando viu o carro foi à melhor. Os olhos dela brilharam e o sorriso tímido ainda permanecia no seu rosto.

- Gostou? – Perguntei jogando um verde. Ela se aproximou do carro e ficou olhando ele de cima em baixo.

- Ele é o meu sonho de consumo... Num bar que freqüentamos em Londres tem uma concessionária da BMW em frente. Todos os dias eu via uma X5 e sonhava. Mas essa é a X6, melhor ainda *-*

- Então dirija. – Joguei as chaves para ela tipo: “pensa rápido”. Ela pegou as chaves no susto e arregalou os olhos ao escutar minhas palavras.

- Não. Nem a pau. Se ta doido? Eu nem dirijo bem, e minha carteira é da Grã-Bretanha. – Ela me jogou as chaves de volta. Mas eu joguei de volta para ela.

- Se você não dirigir, vamos a pé. E o Rainbow nem é muito perto, sabe? – Fiz uma chantagenzinha emocional. Ela segurou as chaves, olhou para mim e depois olhou para o carro.

- Ele é acautelado? – Perguntou.

- Pode relaxar. Confio em você! – Pisquei para ela.

Extra – MUNIC POV’S.

[AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA] Esse cara tem um probleminha? Por que não... Ele é tão cute, cheiroso, charmoso, tem um sorriso lindo e me deixou dirigir a BMW X6 [AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA] Vou surtar gente... Quer dizer... Já to surtando *--------------------------*

JON POV’S.

Ela destravou o alarme do carro e com muito cuidado abriu a porta do mesmo. Eu entrei pelo lado do carona e colocamos o cinto. Eu fiquei quieto, esperando os próximos passos dela. Ela colocou as mãos no volante... Fechou os olhos e deu um suspiro... Eu entendo perfeitamente esta reação, pois foi a mesma quando comprei meu primeiro carro... Então ela apertou o botão para ligar o carro (Adeus ignições) e pisou na embreagem. O carro deu umas duas engasgadas, mas foi normal. Logo ela estava dirigindo pela avenida um tanto movimentada.

- Não está acostumada com o lado esquerdo, não é? – Perguntei.

- Não mesmo. – Ela olhava no retrovisor enquanto me respondia.

- Sei lá, a Avenida esta vazia, então acho que dá pra acelerar um pouco. – Dei idéia.

- Não. Está ótimo á... – Ela olhou o painel e deu uma risada. – 40 km por hora.

- É. Estamos bem devagar. Vamos... Acelere... Não tenha medo...

- Voa lá! – Munic pisou firme no acelerador e em segundos estávamos a 120 km e cada vez mais rápido.

- UHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUL! – Comecei a gritar que nem uma criança de dois anos feliz da vida.

- Yeah! – Munic murmurava algumas coisas enquanto pisava fundo. Meu coração acelerava cada vez mais. Logo a frente tinha um balão na avenida, para todo mundo fazer os contornos. Não ia dar tempo de frear.

- MUNIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIC! – Berrei desesperado. O semblante dela não mudou em nada. Ela apenas apertou os lábios com os dentes e sem pisar no freio, puxou o freio de mão. Não sei bem o que aconteceu, mas meu estomago deu umas 11258749 voltas. O carro parou no fim do balão. Tinha muita fumaça a nossa volta. Munic segurava as mãos no volante e respirava ofegante. Ela fez um drift?

- Você fez um drift? – Perguntei muito assustado.

- Uhum! – Foi só o que ela conseguiu responder.

- CARACA MUNIC, VOCÊ É O MÁXIMO! – Comecei a vibrar que nem um garotinho de sete anos quando ganha no futebol.

- Foi legal, não é? – Perguntou ela super assustada. Ela parecia em choque. Eu parei de fazer escândalo e comecei a prestar mais atenção nela.

- O que foi? Você não ta bem? – Perguntei.

- É que... – Ela não tirava as mãos do volante. E nossa conversa fora interrompida por uma sirene.

- É... Ferrou... – Murmurei. Munic á colocou a mão na marcha.

- O que você vai fazer? – Perguntei assustado.

- Eu sou piloto de fuga Jon! – Falou ela. Quando os policiais saíram do carro, ela não esperou... Deu uma acelerada e arrancamos pela avenida.

- OH MEU DEUS! ESTAMOS FUGINDO? – Perguntei desesperadamente desesperado.

- É CLARO QUE SIM! DEIXA COMIGO! – Falou ela. Segundos depois ouvimos as sirenes. Sim! É uma perseguição. Eu não sei os quantos KM estávamos, só sei que ela fez mais uns quinhentos drifts e fomos parados só em Malibu.

Delegacia de Malibu. 23h: 04min.

Estávamos sentados, em frente do Delegado Wilson (pelo que consta a plaquinha). O cara até que era jeitoso. Mas não o bastante para mim (MULHEEEEEER É VIDA). Munic estava degradada. Ela estava com medo de alguma coisa. Eu estava todo jogado, esperando que ele começasse a falar.

- E então? – Perguntei. O delegado murmurou alguma coisa, então começou a falar.

- Bem senhor Jovi... O que me surpreende é que esta dama estava ao volante, e não você. Isso é um grande ato de covardia...

- Fui eu que pedi para dirigir... – Interrompeu Munic.

- De jeito nenhum, eu... – Agora eu fui interrompido pelo delegado.

- Eu não terminei! – Ficamos quietos. Então ele continuou. – Mas depois de puxar a ficha da senhorita Munic Perez nada nesta situação me surpreendeu mais do que descobrir que você tem uma ficha extensa em Londres, sua cidade...

Eu olhei espantado para Munic. Ela não esboçava nenhum tipo de reação. OMG.

- Bem, vamos ver... – Ele pegou uma pasta com alguns papéis. – Inúmeros assaltos ao comércio... Muitas brigas de rua... Perturbação publica... E o que mais? AHHH! Aqui consta que no juizado de menores foi presa por prostituição, confere? – Ele olhava fixamente para ela. Munic não o encarava. Ela mantinha os punhos cerrados.

- Isso é verdade? – Perguntei.

- Você já devia saber desde o Natal... – Ela falou com frieza. Mas eu não imaginava isso... O delegado se inclinou para frente e começou a falar.

- Bem Jon... Como você vê, não passa de mais uma vagabunda no mundo tentando se dar bem na vida. Mas como eu sou um bom homem, e fã da sua banda, vou liberá-los com uma multa por velocidade. Aproveite a sua noite com ela...

10 minutos depois.

Eu estava na porta da delegacia esperando ela descer. Eu ainda arriscava processar as informações na minha cabeça. Ela é tão legal e bonita. Nunca que eu ia desconfiar que ela fosse uma delinqüente... E prostituta... Não tenho nada contra as prostitutas, só a favor... Mas...

- Munic, espere! – Ela saiu da delegacia como um furacão. Ela não parou quando eu a chamei, então dei alguns passos e segurei-a pelo braço.

- Me solta! – Ela tentou se soltar, mas eu fui mais forte e a segurei. Ela estava chorando e tentava não demonstrar isso. Aqueles lindos olhos azuis estavam lacrimejados... E... – Me solta, agora! – Ela solicitou mais uma vez.

- Eu só quero que me esclareça o que aconteceu lá dentro. – Pedi.

- Não te preocupa Jon! – Ela tentou se soltar mais uma vez, e eu a larguei. Ela começou a andar, e uma súbita adrenalina subiu em mim.

- Você não presta! É mais uma mentirosa... Se passando por santa... Mas na verdade é uma grande vadia! Você e suas amigas... – Falei em altivo e apropriado tom. Ela parou e seus punhos se cerraram. Pude ver que ela deu um suspiro e de repente se vira e vem andando até mim... Ela chorava mais, e então com seu punho fechado ela acertou meu nariz.

- AAAAI! – Resmunguei. Doeu pra valer, sério. Induzi as mãos até o nariz e ele estava sangrando.

- Escuta aqui... – Ela começou a falar e eu olhei para ela... Tinha raiva em seus olhos. – Você dobre a língua para falar delas. Você não as conhece. Muito menos eu. Se você nunca teve a necessidade de vender o próprio corpo por um prato de comida, problema é seu! Se você não teve que fugir da sua própria casa por que seus pais abusavam de você em todas as formas, problema é seu! Mas não venha nos avaliar. Que se dane o que nós fizemos. A vida é nossa e você não tem nada a ver com isso. Agora ADEUS! – Ela saiu andando tão rápido, que antes que eu pudesse ir atrás dela de novo, ela sumiu. Conclusão: Eu estraguei tudo!

Hotel Hilton 00h: 12min

MEREDITH POV’S

Eu estava sentada numa das poltronas do apartamento pensando nos dois dias anteriores. Quanta loucura para dois dias só. O pior é que os meus pensamentos são direcionados aquela grande vaca. Por um momento eu ousei abraçá-la e beijá-la na sua face. Mas depois... O ódio recolhido de anos tomou conta de mim e descontei tudo em vários socos e ponta pés. Talvez ela merecesse mais, ou não. Sei lá.

- Parece que Munic não vai voltar hoje. – Disse Kristen chegando à sala. Eu olhei o relógio e esbocei um sorriso.

- Pois é. Tomara que ela esteja se divertindo. – Quando terminei de falar a porta do elevador se abriu e Munic adentrou o apartamento a mil, com lágrimas escorrendo pelo rosto. Dei um pulo da poltrona e fui acudi-la, junto com Kristen.

- Munic... O que aconteceu? – Perguntei enquanto ia atrás dela. Ela fechou a porta na nossa cara. Kristen me olhou com cara de “comofas” e não entendia nada. Muito menos eu.

- O que aconteceu? – Perguntei para mim mesma. Bati na porta uma... Duas... Três vezes... Nada. Só escutávamos os soluços dela.

- Munic... O que aconteceu? Fala pra mim. – Implorava. Fiquei na porta por meia hora, e nada.

- Meredith? – Kristen.

- Oi. – Eu estava recostada na porta.

- Vamos. Ela não vai falar nada hoje. – Kristen.

- Se ele fez alguma coisa pra ela... Mato ele... – Bufei.

- Não vai adiantar. Vem... Vamos falar diretamente com ele. – Kristen falou mais alto e perto da porta. Eu entendi a jogada dela, então fui dentro.

- Pois é. Vou à casa de Jon AGORA! Vem Kristen. Vamos estilhaçar a cara dele. – Eu segurava para não rir. Dois segundos depois Munic abre a porta, com a maquiagem escorrendo pelo rosto.

- Entrem antes que eu mude de idéia. – Disse ela. Conheço a amiga que eu tenho. Ela prefere resolver as coisas por ela mesma. Nós entramos e nos sentamos na cama. De imediato ela veio e se deitou no meu colo. Kristen ficou apenas observando, enquanto eu acariciava os cabelos dela.

- Quer falar disso? – Perguntei.

- Não. Sim. Claro. Sei lá! – Ela se perdia nas palavras.

- Relaxa. Respire e acalme-se! – Pedi. – Kristen, pega um copo d’água no frigobar, por favor?

- Claro. – Kristen se levantou e fez imediatamente o que eu pedi. Ela leva o copo até Munic, que acaba com tudo em três goladas. Ela deu uma respirada, secou um pouco as lágrimas e foi me contando todo o ocorrido. Minha reação: O__________O. Reação de Kristen: Õ_õ

- Você fez mil drifts com ele no carro? – Kristen.

- Fiz ¬¬ — Munic.

- O problema não é esse, é o que deu depois... Sorte que o delegado não te segurou Munic, se não estávamos no sal. – Comecei a falar. – Mas você está bem, e não fique mal pelas palavras dele. Ele é mais uma estrelinha do rock mimada. Você não! É uma guerreira, que enfrenta os problemas de peito aberto e não deixou que ele sujasse sua dignidade.

- Mas dói tanto Ruiva... – Munic segurou no meu jeans e começou a chorar como um nenê novamente.

- Quer que eu tome alguma providência? – Perguntei.

- Quero! – Respondeu ela com firmeza.

- Então ta! – Continuei ali, a consolar ela, mas minha cabeça estava em outro lugar: Ferrar com Jon Bon Jovi.

Casa de Richie. 00h: 21h.

- Mano, eu não acredito que você tenha sido capaz de fazer isso. – Falou Richie para Jon, que caminhava pra lá e pra cá nervoso.

- Eu sei. Sou um idiota! – Jon.

- Torce pra que a ira dela não se espalhe e aquelas doidas venham para cima de nós. – Richie.

- Tem isso ainda. Fala sério. Vou ter que encarar aquela ruiva. – Jon.

- Senta ai cara e relaxa. Ficar nervoso agora não adianta porcaria nenhuma! – Richie.

- Se eu sentar vou ficar mais nervoso ainda. – Jon. – E se eu ligar pra ela?

- Não. Ta louco? Nem pensar! Deixa a menina quieta cara. Outro dia você se desculpa. Se você ligar agora é capaz de uma delas, menos ela, atender e te praguejar até a morte. – Richie.

- Você tem razão... – Jon se sentou nos sofá. – To me sentindo um merda.

- Bem, você sabe que eu sou sincero. Então vou falar o que eu acho disso... A menina é gente boa pra caramba. Engraçada, atenciosa, cheia de estilo, tem personalidade e é linda. Não é por que ela foi uma coisa no passado que ela tenha que ser aquilo pra sempre. Todo mundo tem os altos e baixos na vida. Ela teve os dela. Vocês não estavam se divertindo? Então... Bobeira sua. – Richie mandou tudo na lata, fazendo Jon se sentir pior ainda. Mas ele sabia que o amigo tinha total razão. – E tem mais. Se você a deixar escapar, quem vai investir nela sou eu, por que garota como ela não se acha em qualquer esquina!

- Você ta brincando. Só pode! – Jon olhou para o amigo desacreditado.

- Não! Ou sim. Mas saiba que tem muitos homens como nós solitários por aí. Ela é demais! Ponto e basta. – Richie se levantou – Quer beber alguma coisa?

- Não, valeu! – Jon ficou ali, sentado, matutando tudo quanto é tipo de idéia em sua cabeça. Como ele poderia reverter esta situação?

12h: 00min.

TRRRRRRIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMMMM! TRRRRRRRRIIIIIIIIIIIIIMMMMMMMMM!

Meio dia em ponto e o telefone no apartamento/suíte das garotas estava tocando. Meredith com sua cara nada inchada mal abre os olhos, estende a mão, e pega o telefone que estava na cabeceira.

- Alô?

- RUIVONAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! – O grito de Evie e Mcbeth ecoou pela mente de Meredith, que levou um susto.

- Oi! – Respondeu ela numa animação ¬¬

- IIIII, QUE ISSO! SÃO DUAS DA TARDE! O SOL BRILHA QUE É UMA MARAVILHA! – Gritou Evie.

- Ah ta. Pelo visto estão bem! – Meredith.

- Sim. Ligamos para avisar que só voltaremos no final de janeiro! – Mcbeth.

- Quê? – Meredith.

- Sim. Sabe. Gostamos tanto daqui, e não vamos pagar nada. – Mcbeth *-*

- O que vocês estão aprontando? – Meredith.

- Nada. Nadinha de nada. – Evie.

- Sei! – Meredith.

- Ah, e Feliz Natal super atrasado *-* — Falaram as duas juntas.

- Pra vocês também. – Meredith.

- Amamos vocês. Mande beijo para todas. Adeeeeeeeus! – Mcbeth desligou o telefone. Meredith jogou o mesmo em qualquer lugar e voltou a dormir.

Meia hora mais tarde.

- Meredith... Meredith... Meeeeeeeredith... – Munic balançava a amiga tentando acordá-la.

- Ai... O que foi mano? – Meredith tapou a cabeça com o travesseiro.

- O Huguinho, Zezinho e Luisinho estão ai! – Munic.

- Quê? – Murmurou à ruiva.

- Steve, Steven e Nikki estão aqui.

- Steve, Steven? Ah ta. Mas qual dos Stevens? – Meredith.

- O do Aerosmith. – Munic.

- Legal! O que eles querem? – Meredith se levantou da cama e ia fazer sua higiene.

- Sei lá. To te esperando na sala. – Munic saiu do quarto. Não demorou muito e Meredith estava indo para a sala. Steve estava do lado de Jen. Steven estava gorando Kristen, e quando Nikki viu Meredith, lhe surgiu um sorriso de orelha a orelha. Ele se levantou par abraçá-la.

- Ruiva... Nunca mais suma deste jeito! – Ele a abraçou. Meredith correspondeu o abraço.

- Se der vontade eu sumo Nikki. – Respondeu ela indo cumprimentar os outros.

- E ai Steven... É um prazer tê-lo aqui. – Eles se abraçaram.

- Que nada. O prazer é meu. – Steven.

- Steve... Depois vamos ter um papo. – Falou a ruiva olhando para ele e Jen. Steve engoliu seco e apenas sorriu. Meredith se sentou entre Munic e Kristen no sofá.

- E então... Posso saber o motivo da maravilhosa surpresa? – Perguntou ela.

- Bem – Nikki esticou os pés e colocou na mesinha de centro. – Estamos aqui por que queremos vocês tocando na festa de aniversário do Bruce!

As quatro se entre olharam. Levaram um susto. Ninguém acreditava no convite, até que Meredith começou a rir debochadamente.

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! Nikki adoro seu senso de humor.

Os três olharam sério para a ruiva. Munic tentava esconder a face numa almofada.

- Estamos falando sério Meredith. – Falou Steven.

- A ta. Daí todos acordaram e foram comprar pão! Gostei. – Meredith se levantou e olhou para Munic. – Isso é obra sua não é?

- Minha? – Munic se fez de sonsa. – Eu não sei de nada.

- Por que essa idéia agora? – Perguntou Kristen. – Mcbeth e Evie nem estão aqui. Não rola.

- Nem se elas estivessem aqui. A Awdriges acabou há milênios. E eu não toco mais em um microfone! – Meredith foi curta e grossa.

- Relaxa Meredith... É só um show particular. Não precisa ser nem duas musicas. – Steve.

- Não rola! – Meredith.

- Por quê? – Nikki.

- Por que não lhe interessa. – Meredith.

- Eu tenho saudades dos mini-palcos. – Jen.

- Eu também... – Kristen.

- Então vão. Mas arranjem outra vocalista. Eu não volto nem por um segundo. Agora se me dão licença... – Meredith abriu a porta do elevador e deu o fora do apartamento. Os garotos ficaram com cara de pastel, olhando uns para os outros.

- Por que ela ficou tão brava? – Steven.

- Por que... A musica era a vida de Meredith junto com Dannika. Daí rolou aquela história toda, e Meredith nunca mais se encostou a um microfone. Nunca mais ouvimos ela cantarolando... Nada... – Jen.

- Mas ela tem que superar isso gente. Ela não pode viver na sombra do passado para sempre. – Steve.

- Bem... Awdriges sem Meredith não é Awdriges. – Munic.

- E mesmo se ela concordasse. Falta a Mcbeth que é guitarrista base e Evie que é baixista. – Kristen.

- Vocês são? (...) – Steven.

- Kristen é baterista. Munic é violinista e eu sou guitarrista. – Jen.

- Ah sim... Dá pra fazer um som ué. Coloca o Nikki como baixista e formo. – Steve.

- Eu? Não. Quê isso. Eu sou feio demais para dividir palco com elas. – Brincou Nikki. Mil almofadas voaram na face de Nikki.

- Bobo! – Munic.

- Mas é a verdade, ué. – Nikki ria.

- Ok! Vocês quem sabem... O convite esta de pé até o carnaval... A festa vai ser em Londres, no Hardrock central. – Steven se levantou. Nikki e Steve fizeram o mesmo. Eles se despediram das meninas e iam para o elevador, menos Steve, que queria trocar uma palavra com Jen. Eles foram para o mini-bar enquanto os outros desciam.

- Diga Steve meu fofo... – Ironizou Jen.

- Sem graça. – Steve.

- Sério Steve... – Jen.

- Eu quero saber se... Você não queria sair comigo de novo... Lá em Londres... – Steven gaguejou na frase inteirinha. Jen sorria meigamente para o baixista.

- Own Steve. Muito fofo da sua parte... Mas eu não sei se é uma boa idéia. – Jen.

- Por quê? — *o* Steve.

- Por que temos vidas totalmente diferentes. Nunca iria dar certo. – Jen.

- Como você pode falar uma coisa dessas se nem tentou? – Steve.

- Por que você iria querer algo comigo? Por que sou bonita e burra o bastante para um rock star? – Jen.

- Não, não. Claro que não Jen. É sério... Eu sei que parece a maior palhaçada, mas eu não consigo tirar você da cabeça. – Steve se aproximava de Jen, que torcia os lábios, desacreditando nele.

- Sei Steve... – Jen.

- Eu estou falando sério. Você é mais do que esses lindos cabelos loiros e esses olhos azuis. Eu sei disso, e por isso resolvi tentar. – Steve segurou na mão de Jen, que não fez nada a respeito. Ela apenas suspirou e disse.

- Steve, me dá um tempinho para pensar? – Pediu.

- Claro... – Ele se aproximou da loira e beijou a face dela. – Nos vemos em Londres?

- Sim... – Respondeu ela.

- Vou embarcar hoje, tenho alguns shows marcados e vamos organizar a festa surpresa de Bruce. – Steve.

- Ok. Bons shows. – Jen o levou até a porta do elevador. Logo ele se foi com cara de cão sem dono.

Notas finais
GEEEEEEEEEEEENTE, QUEM AÍ CONCORDA QUE A JEN É MALVADA COM O STEVE, E QUE ELE DEVIA SER NOSSO, LEVANTA A MÃO! Õ////////////////////////////////////// QUEM ACHA QUE O JON MERECE UM SOCO NA GENITÁLIA TAMBÉM LEVANTA A MÃO! Õ////////////////// Sério, ele foi tão do mal com ela, mimimimi* Mas ele vai ter o troco, por que parece que o Richie ta a fim da Munic. SERÁ QUE ELE SERIA CAPAZ DE FURA OS ZÓI DO AMIGO ASSIM? OMG! Próximo capitulo vai ferver. A festa vai ser da hora. Vão rolar tantas surpresinhas, MUAHUAHUAHAUHAUAH. Beijos s2