Aways be here for you - FINALIZADA
25 Capítulo - 26 Marry me
Stefan
Ansioso e com mãos suadas entrei no Grill procurando por ela que estava linda num vestido azul e jaqueta jeans, com seus cachos dourados caindo sobre o ombro, em meio a dezenas de balões em formatos de coração, estava indo em sua direção quando Enzo se aproximou dela, ela riu de algo que ele disse, e logo revirou os olhos o ignorando, logo em seguida o outro ex namorado já chegou, ela correu para os braços de Tyler. O que também me deixou com gosto amargo na boca. Ele a girou no ar sorrindo. Estava indo em sua direção quando tropecei e alguém.
— Desculpa — Elena disse seria, mas sorriu ao ver que era eu. Ela derramou a bebida em minha camisa, e fiquei grato por ela ser escura — Foi mau, desculpa.
— Tudo bem Elena
— Eu vou pegar um lenço…
— Não precisa a camisa e preta — justifiquei— Não se preocupe com isso okay?
— Okay — ela respondeu sem jeito.
Pensei em passar direito por ela, mas Elena me lançou um olhar tão triste e desesperado que me intrigou, talvez ela estivesse mal por meu irmão.
— Está tudo bem com você? — ela pareceu despertar de um transe, afirmou com a cabeça — Tem certeza? — ela sorriu em resposta
— Acho que sim, eu só estou odiando muito essa data.
— Com tempo melhora, eu passei dezenas de dias dos namorados sozinho. Sei que vai encontrar alguém em breve Elena — encorajei, ela sorriu.
Mas quando notou onde meus olhos estavam ela murchou em seguida. Caroline ainda estava rodeada pelo seu ex, ex namorado ex paquera. Só faltou Klaus para completar a festa. Tentei engolir o ciúme, respirei fundo e para minha total surpresa Elena tocou meu braço
— Não fica bravo com ela Stefan. O Tyler e Matt são e sempre serão uma parte importante da vida dela, da estória dela. Tenha paciência — sorri admirado com atitude de Elena algo que me fez relembrar a Elena humana que um dia me apaixonei.
— Obrigada pelo conselho Elena.
— Não há de quê, amigos são pra isso não são — assenti ainda sorrindo.
— Sim são, fico feliz que tenhamos conseguido isso.
— Isso o que?
— Sermos amigos, apesar de tudo — ela assentiu com cabeça sem jeito.
— Stefan — Caroline me chamou olhou para minha mão sobre o ombro de Elena
— Eu vou… Pegar uma bebida — Elena disse saindo apressada.
— Eu pensei que não viria mais.
— Eu tive um contratempo, mas você estava bem acompanhada pelo que pude notar — Caroline riu olhando pra trás.
— É verdade eu estava mesmo — ela retrucou sorrindo maliciosamente — Alias eu vou voltar pra eles, acho que sua companhia já deve estar voltando, não quero atrapalhar — acabei rindo disso, segurei Caroline pelo braço a puxando pra mim.
— Tsk, Tsk nada disso! Que tipo de louco você pensa que eu sou, para deixar você voltar pra eles?
— O tipo que me ignora o dia inteiro, que não me atende e fica fazendo confidências com a ex, que por sinal ainda te ama.
— Eu não estava fazendo confidências com ela Caroline, e se quer saber. Ela estava agindo como amiga…
— Ah mais é claro que estava. O que ela te disse? Que vai ficar do seu lado, que estará aqui para o que precisar — ela despejou fazendo uma imitação de Elena, que confesso foi muito boa e me fez rir. Ela ficou indignada e começou andar me deixando para trás.
Alcancei ela em frente a mesa de bilhar, segurei seu braço com força. Fazendo a parar a contragosto.
— Caroline e nosso primeiro dia dos namorados juntos okay. — me aproximei de seu rosto roçando meus lábios nos dela — Não vamos começar a brigar justo hoje — acariciei seu rosto, afastando a mecha de seu rosto.
— Eu não estou brigando — murmurou com voz rouca.
Ela deixou que a coloca-se meu braços em volta de sua cintura. Mas não correspondeu ao meu beijo, nem o segundo. Mas no terceiro suas mãos foram para minha nuca deslisando e puxando meu cabelo. Ela terminou o beijo mordiscando meu lábio inferior.
— Você pensa mesmo que é só me beijar que fica tudo certo… — a calei com outro beijo. Ela riu se afastando — Está muito enganado Salvatore, não é tão fácil assim me ganhar. Tem que fazer muito mas que isso entende?
— Claro que sim — a puxei pra mim tomando seu rosto entre as mãos olhando a nos olhos — Eu sei que tenho que te atender sempre, ligar quando por acaso se esqueci de mim. Que tenho, que dizer sempre que te amo. Tenho que dizer o quanto e linda, mesmo quando briga comigo sem motivo. Dizer o quanto e linda mesma quando acorda pela manhã e se acha feia. Sorrir sempre que escuto você cantando no chuveiro, ou quando começa a dançar quando ninguém esta olhando. Quando você adivinha o que eu quero mesmo antes de chegar a dizer… Gritar para o mundo inteiro ouvir como eu amo essa mulher — gritei a fazendo ficar vermelha com dezenas de olhos sobre nós. A segurei pela cintura a girando no ar.
Ela riu encostando a testa na minha
— Hummm, como está melosinho hoje.
— Hummm, já enjoou de mim? — ela riu — Me fez me apaixonar por você agora aguenta.
— Quem disse que eu estou reclamando — ela retrucou me beijando. Aprofundei o beijo, beijando com saudade pelas horas separadas, disfarçadamente a puxei para fora querendo levá-la para local que preparei para esse momento.
— Caroline vem comigo…
— Stefan não dá, e festa de despedida do Ty. Matt vai me matar se ir embora da festa antes que o Tyler vá embora — argumentou ela. Fiquei frustrado instantaneamente, mas ela me deu vários beijos para compensar
— Não fica bravo comigo, vai? — pediu ela descendo pelo meu queixo e pescoço me fazendo engolir seco com desejo latente crescendo em mim.
— Eu não estou bravo — menti — Mas já que não tem outro jeito. Eu queria te dar isso, quando estivéssemos a sós. Num lugar especial e romântico que preparei para hoje.
— Não Stefan, não me dê nada ainda, eu esqueci seu presente no carro…
— Shiuuu — coloquei o dedo em seus lábios — Me deixa terminar.
— Okay — disse fazendo bico.
— Lembra quando te contei, que eu iria me casar antes…
— Da Katherine aparecer, sei eu me lembro.
— Continuando — ela riu — Aquela foi a única vez, que realmente pensei que me casaria, que teria uma família. E até pouco tempo eu não tinha mas esperanças de encontrar minha outra metade, alguém que eu amasse. Pra querer passar a vidas junto… Eu desacreditei nessa comunhão, depois de passar anos e anos vendo amores acabando, pessoas morrendo e nascendo. Eu me tornei alguém descrente sobre isso. Eternidade ao lado de alguém parecia mais como um contos de fadas… Mas tudo isso mudou quando você entrou na minha vida. Não só agora, como minha namora, você mudou meu mundo e maneira de pensar quando ainda eramos amigos. Você me ensinou a ver o mundo sobre uma nova ótica. Sempre sendo tão otimistas, sempre acreditando no amor… Caroline você transformou meu mundo, eu tento ser sempre um homem melhor por você para merecer você a cada dia….
Ela sorriu, agora chorando ela fez menção de abrir a boca para retrucar mais a detive com beijo em seus lábios novamente, enxugando suas lágrimas.
— Caroline eu amo você, amo tudo sobre você mais principalmente a maneira que você me faz sentir. Me faz querer dançar mesmo sem música, rir mesmo quando não há nada de engraçado… Eu sei que é cedo e você quer ir com calma e eu concordo com você. Mas eu não pude evitar em fazer essa pergunta, de saber se você quer tanto quanto eu…
— Stefan o que você quer dizer….
Tirei o anel do bolso e me ajoelhei estendendo a caixa azulada para ela. Caroline ficou pasma olhando para o anel, sem conseguir piscar ou dizer algo. A atenção de todos sobre nós mais eu só conseguia enxergar ela.
— Caroline Forbes…
— Stefan, não! Pelo amor de deus, nos não completamos nem três meses ainda… Está louco? — ela negou com a cabeça veemente apesar de não parar de sorrir.
— Caroline eu te amo, mas me deixa terminar por favor — ela riu concordando com cabeça — Eu sei, que muito cedo, e não precisamos casar amanhar. Pode ser mês que vem? — ela riu negando com cabeça — Ou quando você si formar ou daqui a dez anos, cem anos, eu não me importo. Mas eu sei que quero passar minha vida inteira com você. Eu quero te levar a cada canto do mundo, quero acordar todos os dias ao seu lado. E não, eu não estou me precipitando, eu nunca tive tanta certeza de algo na minha vida. Eu quero você.
— Stefan…
— Caroline Forbes, aceita passar o resto da vida ao meu lado? — fiquei de joelhos a deixando em choque, chorando — Aceita se casar comigo?
Elena
Estava sentada no bar olhando para todos aqueles casais felizes, fazendo juras eternas de amor. Entornei outra bebida, nem sabia qual era ao certo. Mas já não fazia efeito. Olhei para Stefan e Caroline por um momento parecendo discutirem, e não nego que não fiquei nem um pouco triste com cena. Matt se sentou ao meu lado olhando para Caroline e Stefan assim como eu.
— Eu não me animaria se fosse você.
— O que? — inquiri confusa, Matt sorriu
— Estou me referindo a eles, eu não ficaria com esperanças se fosse você.
— Eu não estou feliz com briga deles – menti
— Ah não? — neguei veemente — Melhor assim.
Fiquei pensativa por um tempo. Mas logo fiquei irritada, desde de quanto todos viraram tão fã assim da Caroline com Stefan
— Por que é melhor assim?
— Porque você sairia machucada Elena.
— Eles não tem nem um ano de namoro Matt — ralhei — É ao contrário do que pensa, eu não estou fazendo nada para separá-los.
— Sim Elena, eles só tem três meses de namoro. Mas realmente acha que esse sentimento surgiu agora? Porque quanto mais eu tento me recordar, mas eu me lembro que eles sempre se olharam desse jeito — argumentou ele, olhando pra os dois que agora se beijavam. Senti um nó na garganta, querendo apagar aquela imagem da cabeça. Matt tocou em meu ombro, tentando me confortar.
— Eu sei que é como é difícil fazer a escolha errada Elena — franzi a testa em descrença — Sim eu sei. Eu sei também o quanto e ruim quando nos damos conta do que perdemos.
— Não Matt, na verdade eu duvido muito que saiba sobre isso.
— Ah sim, porque ninguém no mundo fez mais escolhas erradas do que você? Porque você foi a única a perder aqueles que ama, foi a única a ficar sozinha?
Ele se aproximou sério colocando ambas as mãos em meu ombro abaixei a cabeça envergonhada pelo meu egocentrismo.
— Sabe quando você vai ter certeza de alguma coisa e de quem realmente ama? Quando a felicidade de quem você ama ser mais importante do que sua, quando vê-la sorrir mesmo não estando com você for suficiente Elena. — ele olhou pra trás, olhando Caroline sorrir pra Stefan. — Se não senti isso por ele, e porque nunca o amou de verdade.
Matt beijou minha testa, antes de se afastar. As malditas lágrimas já começavam a rolar por meu rosto, por mais que tenta-se segurá-las. É quando pensei que não podia piorar Stefan se ajoelhou no chão pegando a mão de Caroline… Fazendo um longo discurso apaixonado que ouvi mesmo não querendo. Ele estava a pedindo em casamento.
Olhei para trás e Matt e Tyler ficaram sérios, depois se entreolharam e sorriram e fizeram parte do coro que os aplaudia quando Caroline disse sim. Ele colocou o anel em seu dedo anelar e beijou em seguida. A girando no ar sorrindo como um idiota. Por uma fração de segundo seus olhos esbararam no meu. Ele sorriu, não somente com lábios. Mas seu rosto inteiro parecia reluzir, seus olhos brilhavam.
Não conseguia mas ver nada. Sai esbarrando em quase todos. Matt tentou me deter mais eu o empurrei. Sai pra fora ainda vendo casais de mãos dadas, passeando felizes e tudo que conseguia sentir era ódio. As palavras de Matt ecoando em minha cabeça. Me lembrando o quanto eu era egoísta por não ficar feliz por Stefan ter me esquecido.
Sim eu admito, eu pensei que ele jamais me esqueceria. Que sempre me esperaria como prometeu. Mas todas as promessas são vazias, eram mentiras. Ele deixou de me amar, assim como Damon. Me lembrei de quando ainda estaca com Stefan mesmos apaixonados loucamente ele nunca mencionou desejos como esse, nem depois quando me tornei vampira. Pelo visto ele guardava essas fantasias apenas para ela. Me encostei na parede chorando, quando alguém tocou meu ombro, por um momento sorri pensando ser ele. Mas não era.
— Você está bem? — um rapaz moreno e alto que me lembrou muito Damon me perguntou preocupado — Quer que eu chame alguém? Precisa de ajuda?
Quase desabei quando olhei para cara, senti uma dor tão profunda, que queria arrancá-la do peito, não queria sentir ou pensar em nada. Pensar que Stefan se casaria com Caroline minha melhor amiga e que ao que tudo indicava Damon também estava se interessando por minha outra melhor amiga. Esquecer que eu perdi os dois grandes amores da minha vida, para minhas amigas de infância além de doloroso era humilhante demais.
— Sim eu preciso de ajuda, você pode me ajudar?
— Claro, o que precisa?
— Do seu sangue, cada gotinha dele — ele arregalou os olhos assutado, recuando para trás quem sabe pensando que eu era louca. Agarrei seu braço com força o empurrei contra a parede mais próxima. Olhei em seus olhos o compelindo.
— Agora você vai correr garoto, corra o máximo que puder — ordenei, então ele correu fiquei parada me sentindo ainda mas excitada, podia ouvir seu coração acelerar, podia ouvir sua respiração ofegante, ele corria olhando para trás. Eu realmente torci para que ele fosse rápido, entra-se no bar e me impedisse de cometer uma besteira, mas ele não entrou. O idiota correu, entrou justo num ao lado do Grill.
Ele parou por um instante apoiando se no joelho ofegante olhando para ambos os lados assustado. Sorriu aliviado quando não me viu. Quando ele se virou novamente eu estava atrás dele. Ele começou a dar passos pra trás, mas eu fui mas rápida o peguei pelo cachecol o trazendo pra perto. O joguei contra a parede com violência o fazendo prender a respiração e gemer de dor logo em seguida.
Tirei o cachecol que estava em seu pescoço, ouvindo as batidas de seu coração aumentarei a medida que me aproximava, olhei para seu pescoço pálido e tentador, sua veia que saltava imaginado o sabor que seu sangue teria, fazia tanto tempo que não me alimentava diretamente da fonte, era sempre aquele sangue frio e insosso do banco de doações. Fechei os olhos e minhas presas saíram. Olhei para os lados conferindo se alguém prestava atenção em nos e sorri satisfeita quando constatei que não.
— Moça por favor — suplicou ele com voz trêmula e seus olhos verdes arregalados.
— Não vai doer muito, eu prometo… — ele começou a se debater – Chega, você não vai se mover ou gritar, você me entendeu — suas pupilas se contraíram e depois se dilatou ele assentiu obediente
Cravei minhas presas em seu pescoço sentindo o líquido escorrer por minha boca. Ele tremia, se contorcia um pouco. Podia sentir o medo exalando dele, e apreciei… apreciei mais do que deveria.
Caroline
Stefan se ajoelhou estendendo um anel antigo com uma pedra azulada. Seus olhos brilhavam com expectativa do meu sim. Por um segundo me veio todas as inseguranças, duvidas e incertezas que o futuro representava e pensei em dizer não. Me lembrei da primeira vez que o vi cruzar o corredor do colégio, tão imponente e lindo em sua jaqueta de couro e jeans escura. Naquele momento meu jovem coração humano tamborilou no peito, eu sorri vendo-o passar por mim e dizendo mentalmente que um dia ele seria meu, que um dia nós casaríamos. Me lembrei de horas depois ser rejeitada por ele em frente a fogueira, vendo-o ir atrás de Elena, sua alma gêmea. Lembrando de chorar ate adormecer em minha cama, pensando que assim como todos ele escolheu Elena.
Uma onda de dor e insegurança surgindo em me fazendo querer recuar… Mas quando me voltei novamente para seus olhos tudo que conseguia lembrar. Era daquela noite trágica no carnaval, na noite em que me transformei e ele esteve lá por mim. Ou quando fui torturada ele foi a meu socorro, sempre ao meu lado. Sempre cuidando de mim. Me lembrei de todos os dias em frente a fogueira de sua casa, conversando sobre tudo ou sobre nada em especial, das danças que começaram a ser uma coisa nossa. Lembrando do primeiro beijo, primeira noite… Na primeira vez que ele disse “eu te amo” e mesmo sendo cedo e tendo milhares de incertezas as palavras escarparam da minha boca, porque a única certeza entre as milhares de dúvidas borbulhando em mim, era a certeza que não conseguiria mas viver sem ele.
— Sim eu aceito — ele parecia tão surpreso quanto eu, com o sim que escapou de meus lábios. Ele colocou o anel em meu dedo em seguida me beijou. Eu não conseguiria explicar com palavras tudo que estava sentindo. Todos batiam palma, inclusive Tyler e Matt.
—Eu te amo Stefan — sussurrei em seu ouvido
— Eu também te amo Caroline — ele me beijou novamente um beijo lento e demorado mais que pude entender tudo o que ele sentia, tudo que não conseguia ser descrito em palavras — Mas admito que fiquei com medo, por um segundo achei que não fosse dizer sim.
— Eu também — respondi rindo.
Matt e Tyler vieram até nos desejando felicidades. Notei uma certa tristeza nos olhos negros de Tyler. E me senti culpada por me sentir tão bem, por fazer milhões de planos para futuro e que nenhum deles o incluía. Futuro esse que até pouco tempo ele fazia parte. Matt foi o primeiro a me abraçar dizendo o quanto estava feliz por nós. Logo em seguida abraçou Stefan.
Tyler ficou com as mãos no bolso me olhando, seus olhos caíram para o anel em meu dedo. Ele suspirou e me estendeu a mão, sorri o abraçando forte. Querendo chorar, mas me contive.
— Eu desejo mesmo que seja feliz Care — ele sibilou perto do meu ouvido, olhou pra Stefan — Mas eu sei que vai ser.
— Você também vai ser Ty… Vai ser muito feliz — ele olhou pra mim e sorriu me vendo chorar secou minhas lágrimas
— Ei, agora não é hora pra chorar.
— Diga isso para meus olhos, ele não querem me obedecer — murmurei entre lágrimas ele sorriu.
Tyler se afastou e cumprimentou Stefan com um aperto de mão.
— Bem… Já está na minha hora.
— Mas já?
— Sim, eu já estou bastante atrasado.
Olhei pra Stefan que sorriu em resposta, para meu pedido silêncio para acompanhamos Tyler até o carro.
— Vê se não demora para ir me encontrar Matt
— Pode deixar, daqui há uns dias eu vou. Boa viagem cara – disse abraçando o amigo e entrando no bar em seguida.
Tyler voltou seus olhos para Stefan
— Eu espero que cuide dela Salvatore
— Não se preocupe eu vou — ele respondeu sorrindo e pra minha supressa abraçou Tyler que me olhou por cima do ombro de Stefan confuso — Boa sorte.
Stefan apertou minha mão antes de entrar para o bar nos deixando a sós. Nos olhamos sem saber o que dizer. Acabamos rindo.
— Então?
— Então — ele repetiu rindo
— Promete que manda notícias Tyler, por favor.
— Claro, quem sabe eu não dê uma passada aqui no dia do seu casamento — revirei os olhos rindo e o abracei
— Se cuida.
— Pode deixar, eu vou ficar bem.
Stefan
Caroline demorou tanto para me responder, que temi que a resposta fosse não mas estava errado. Ela disse sim, em breve ela seria minha pra sempre. Eu não podia estar mas feliz. Sei que era um tanto brusco, que ela não quereria se casar tão cedo. Ela ainda estava vivenciando a faculdade e não queria ficar no meio disso, dos seus sonhos. Mas não podia mas viver sem ela, e esperaria o tempo que fosse para tê-la pelo resto da minha vida. A deixei se despedindo de Tyler. Estava quase entrando no bar quando o cheiro de sangue invadiu minhas narinas, agucei os ouvidos para escutar outro e um barulho no beco me chamou atenção. Fui até o beco próximo ao bar, e me deparei com Elena se alimentando, de um cara
— Elena o que está fazendo? — ela olhou pra trás assutada com sangue escorrendo de seus lábios. Ela ficou envergonhada por um segundo, mas logo lambeu o sangue dos lábios e voltou sua atenção para o pobre coitado que estava a um passo de morrer. Corri até ela a impedindo
— O que está fazendo Elena? Vai matá-lo…
— Não, eu não vou — explicou displicentemente — Só umas gotinhas do meu sangue, ele fica bem — ela me empurrou indo com ânsia pra cima do garoto novamente, mas ele caiu no chão com a mão no pescoço, quase desmaiando.
— Elena não faça isso! Ele está morrendo, você não quer fazer isso.
— Eu quero sim Stefan — ela riu — Eu quero muito, cada gotinha dele. Segurei seu braço antes que a mesma chegasse até ele.
— Não Elena você não quer, essa não é você.
— Sim Stefan essa sou eu, desculpe por não ser tão controlada quanto a sua princesinha perfeita… Eu sou a droga de uma vampira. Isso e o que vampiros de verdade fazem, se alimentam de humanos eles são alimentos — ela tentou se soltar mas a segurei mas forte
— Não Elena, ele não é seu alimento. Ele é uma pessoa, como seu irmão alias, como a Bonnie. Como você um dia foi, como você um dia se enojaria de quem faz algo assim. Essa não é você!
Ela ficou paralisada, começou a chorar, mas não se movia. Ela soluçou encostando a cabeça em meu peito.
— Eu… eu… eu o matei? — olhei pra rapaz caído no chão e me aproximei, checando seus sinais vitais que já estavam fraco seu coração batia lento agora
— Não, ele ainda está vivo — mordi meu pulso o dando pra que ele bebesse — Agora hipnotize ele Elena.
Ela se aproximou ainda chorando, toquei sua mão lhe encorajando. Ela respirou fundo e o hipnotizou
— Não vai se lembrar de nada que aconteceu. Vai pra casa!
O rapaz se levantou ainda zonzo e foi cambaleando em direção a rua. Me levantei e estendi a mão para Elena, que aceitou. E começou a chorar de novo ao ver as gotas de sangue em sua blusa. Abracei novamente.
— Eu… eu quase matei ele Stefan…
— Vai ficar tudo bem Elena — ela negava com cabeça e murmurava que não, tomei seu rosto entre as mãos — Elena olha pra mim, vai ficar tudo bem.
xXx
Estava ainda na rua acenando pra Tyler. Tentando parar de chorar. Como ele mesmo disse, eu não tinha motivos para isso. Eu tinha alguém que me amava agora, que cuidaria de mim, nunca me abandonaria. E ele ficaria bem. Era o que realmente queria, que ele ficasse mesmo bem, que fosse feliz.
Fui em direção ao bar mais escutei a voz de Stefan fora de lá, andei até perto do beco e me deparei com Stefan, ele colocou os braços envolta de seu ombro a levando para dentro do bar pelas portas do fundo. Fiquei sem ação, não sabia se chorava ali mesmo, ou corria até eles e lhe arrancavam-lhe as cabeças. Estava indo até eles, quando senti uma mão em meu ombro. Me virei e Enzo estava com seu sorrisinho presunçoso.
— Ele é mesmo bem rápido não é, pede você em casamento mas já manteie a outra, caso de errado.
— Cala boca Enzo!
— Eu calo, eu não quero acabar com seu sonho de felizes pra sempre — ele zombou se aproximou do mim pela costa — Você sabe que ela sempre estará no seu caminho não é, que ele sempre vai comparar vocês duas?
— Você não sabe nada, chegou agora e acha que e perito em algo? Tenho certeza que ele estava apenas ajudando ela. É o que ele faz, ele cuida das pessoas — justifiquei, tentando ser convincente, tentando convencer a mim mesma e confiar em Stefan mas Enzo acertou um nervo em mim, todas as minhas inseguranças vindo a tona de uma só vez.
— Tem razão, quem sou pra opinar alguma coisa. Quando você já sabe não é. Isso e uma coisa que você e o Damon tem em comum, vocês sabem exatamente como Elena e Stefan são.
Ele riu andando de costas realmente se divertindo com minha expressão desolada, ele se virou colocando as mãos no bolso e parou um pouco afrente flertando com uma garota. Senti um nó na garganta, tentei calar aqueles pensamentos. Enzo estava errado dessa vez, Stefan me amava, pelo menos eu acho que ama.
Não quis entrar no Grill depois disso. Eu sei que era infantil da minha parte, fugir sem ouvir o que Stefan teria a me dizer, mas eu não queria ouvir. Eu podia ouvir aquela risada cínica de Enzo na minha cabeça Corri para meu carro e entrei nele, fechando os olhos encostando a cabeça no banco.
Me lembrei de seu presente, peguei a caixa com presente de Stefan. Tinha demorando a fazer aquilo, era um diário. Mas nas primeiras páginas tinha colocado diversas fotos nossas que tirei naquelas três semanas. Depois de ganhar um agrado de George que queria mesmo entra pra família me deu uma polaroide antiga. Fiquei obcecada tirando fotos de quase tudo.
Tirei dezenas de fotos de Stefan, lendo um livro, caçando coelhinhos – ficaram realmente incríveis – até dele dormindo. Ele sempre reclamava disso, colocava a mão na frente dizendo que tinha acabado de acordar. Fechei os olhos me lembrando disso…
Flashback on
Tinha acabado de desligar o celular depois de uma ligação longa com Stefan, estava quase pegando no sono, quando escutei um barulho na janela, ainda sonolenta fui até lá e me deparei com ele sorrindo pra mim. Quase derrubei meu abajur e vários outros objetos até chegar na janela e abrir. Ele quase não me deixou dizer nada, já entrou me beijando com volúpia. Foi um pouco difícil fazer silêncio aquela noite, agradeci aos céus por minha mãe ainda não ter chegado.
Logo pela manha, acordei, e vesti sua camisa que ficou enorme em mim, mas adorei sentir seu perfume, cheirar como ele era maravilhoso. Me levantei abri a janela com cuidado, era primeira vez aquela semana que o dia estava ensolarado. Peguei minha máquina tirando fotos dos pássaros. Mas voltei minha atenção para aquela obra de arte praticamente nu em minha cama. Ajustei a câmera e comecei a tirar várias fotos de ângulos diferentes. Não demorou muito para que ela acorda-se. Ele tateou com as mãos me procurando pela cama e abriu os olhos lentamente quando não me encontrou. Olhou para o pé da cama e me achou tirando fotos dele
— Caroline, não! — ele cobriu o rosto — Volta pra cama vai— choramingou de olhos fechados.
— Não, no momento eu quero tirar fotos — teimei, feito uma garotinha mimada. Puxei a coberta quase o descobrindo por inteiro fiquei frustrada por não conseguir ele segurou aborda rindo.
— Não senhora, se quer me ter nu tem que vir até aqui. Como posso ter certeza que não vai divulgar minhas fotos pelado na internet?
— Por que eu não sou louca, não quero ninguém cobiçando o que e meu!
— HUMM seu?
— Sim meu, só meu — ele me puxou pra ele ficando por cima me dando um beijo ardente, que me incendiou por inteiro, ele desceu as mãos pela minha cintura apertando minha coxa. Me esgueirei o deixando frustrado, tirei uma foto. Ele colocou a mão na frente cobrindo o rosto
— Hein me deixa te fotografar vai?
— Não, antes de me dar meu beijo?
— Mas que mercenário, e só uma fotozinha. Quantos beijos vou te que dar?
— Hummm — ele fingiu pensar e me puxou pretendo minha minha mão acima da minha cabeça — Quitão uns dez, pra começar?
— Como você pensa pequeno — zombei — Só beijos quando…— o empurrei ficando por cima — Quando pode me ter inteirinha.
Ele fez menção de me agarrar, mas não deixei prendi suas mãos lhe beijando no pescoço deslizando minhas unhas sobre seu peitoral. Ele mordeu os lábios. Já podia sentir, sua excitação por debaixo do lençol. Mordi o lóbulo da sua orelha. O fazendo gemer involuntariamente suas mãos foram pra minhas coxas e subindo. Segurei sua mão ele franziu a testa confuso
— Caroline… — ele protestou aflito
— Hoje eu estou no comando — informei, lhe dando um selinho, mordendo seus lábios. Me ergui abrindo os botoes da camisa devagar. Podia ver o desejo arderem em seus olhos verdes, a maneira que ele me olhou me fez hiperventilar. Minha tentativa de strip-tease como eu já imaginava falhou quando ele inverteu as nossas posições me beijando com urgência
— Está querendo me deixar louco? — sussurrou com voz rouca. Mordendo meu queixo e voltando sua atenção para meus lábios, enquanto apalmava meus seios.
— Estava funcionando? — ele assentiu rindo
— Você nem faz ideia do quanto — ele me beijou — mas vou te dar uma pequena amostra agora…
— Caroline, Care. Vai se atrasar pra faculdade filha, e muito longe se lembra? — minha mãe gritou batendo na porta. Bufei irritada, Stefan apenas riu
— Hoje é sábado mãe — retruquei irritada
— Eu sei que é, mas você me disse que tinha um ensaio, pra… sei lá o que. Anda levanta vem tomar café — ela gritou — Ah e pode trazer o Stefan também — gritou ela. Olhei pra Stefan envergonhada ele começou a rir
— Não tem graça, que vergonha! Eu devo ter gritando muito ontem — bate em seu peito — É a culpa e toda sua.
Ele pegou a câmera tirando fotos de mim, eu tente pará-lo
— Hein, me deixa te fotografar amor, fica linda quando está assim toda vermelhinha…— pediu rindo
— Stefan não! — coloquei a mão cobrindo o rosto, mas ele continuou tirando fotos e alternando com beijos e cócegas.
Flashback off.
Suspirei despertando daquele mar de memórias, que mau tinham passado e já estava com saudade. Fechei o diário ou agenda, nem eu sabia exatamente o que era aquele meu presente. O guardei na caixa exageradamente enfeitadas cheias de coraçõezinhos brilhantes com purpurina em cima num vermelho berrante que eu tinha feito com os belos palpites de Taylor. Dei partida olhando pra o Grill ele ainda nem tinha notado que eu não estava lá.
Damon
Bonnie tinha despejado sua raiva em mim e me culpado por tudo de ruim que aconteceu em sua vida. Parecia até um dvaju de Elena me dizendo o quanto eu era egoísta. Mas não consegui ficar calado, lhe joguei tudo na cara, tudo que eu e todos achavam mas não tinha coragem de dizer. Bonnie surtou me mandando calar à boca, me batendo. Eu não a parei nem por um segundo. Acho que reconheci aquela fúria, aquele ódio de tudo.
Eu me vi nela, quando culpava Katherine e Stefan por tudo. Ela não parava de chorar, alternando com tapas e socos. Mas depois de alguns minutos ela parou, deixou os braços caírem inertes. Ficou me olhando com olhar vazio e quebrado. Por alguma razão por mim desconhecia, eu não a sacudi e lhe disse o quanto ela era louca. Sentia vontade estapeá-la por me culpar por tudo.
Mas fiz exatamente o contrário, meio que inconscientemente. Quando me dei conta ela estava chorando apoiada em meu peito, e minhas mãos em sua cintura, outra a hora lhe acariciando seus cabelos. Tentando acalmá-la. A guiei até sua cama, fazendo a deitar. A cobri com coberta, ela fechou os olhos parecendo exausta. Quando estava indo embora ela segurou minha mão, mas não disse nada, ela nunca diria. Bonnie não era do tipo que pediria para que eu fica-se, mas seus olhos falaram por ela. Me deitei ao seu lado, ela dormiu quase automaticamente. Fiquei olhando pra ela, ressonando tranquilamente. Refletindo, sobre aquilo... Que merda era aquilo? Por que eu estava consolando ela, me preocupando com ela, eu a odiava e ela também.
Se passou algum tempo, eu como idiota permaneci ali velando seu sono, estava me levantando para ir indo embora quando ela começou a se mexer inquieta murmurando algo sobre um tão de Joe, eu pensando que só era Enzo e Jeremy na jogada… Doce engano o meu. Fiquei ao seu lado, fazendo carinho em sua cabeça, ainda confuso do porque eu ainda estar ali. Ela voltou a ficar tranquila, quase não se movia.
Eu acabei fechando os olhos e só acordei com Caroline deixando algo cair no chão. Ela estava atônita, com a boca escancarada e os olhos esbugalhados. Ela levou as mãos a boca, balançando a cabeça. Me esgueirei com cuidado da cama e antes que a ela gritasse tapei sua boca a levando pra fora do quarto.
— Nem pense em gritar Barbie, ou melhor nem pense em nada.
— O meu deus — era só que ela repetia maneando a cabeça incrédula — Ai meu deus, o que…
— Nada, não aconteceu nada — fiz uma careta em resposta
— Ata que eu acredito, você e a Bonnie… Argg como ela teve coragem?
— Quem olha até pensa que tem nojo de mim, você não reclamava nem um pouquinho… — ela me deu um tapa no ombro
— Ai cala boca — ela disse fazendo uma careta de nojo — Se eu pudesse apagar uma imagem da minha vida seria essa!
— Qual é Barbie, não era tão ruim assim? — retruquei ofendido
— Ah era sim, você queria me devorar… Literalmente — dei ombros em resposta — O meu deus…
— Dá pra parar de repetir isso?
— Não, eu estou… Entrando em pane
— O que, seus últimos neurônios morreram?
— Acho que sim junto com meus lindos olhos que estão queimando, eu até queria arrancá-los e levá-los com água sanitária…
— Eu posso arrancar eles se quiser — me ofereci, ela fez outra careta. — Não aconteceu nada, pelo menos nada que sua mente suja esteja pensando.
— Sei?! E agora você virou o tipo de cara, que consola a garotas tristes e não se aproveita delas?
— Pois saiba você que não existia mulher mais triste que Elena, eu tive várias deixas para consolar ela dê uma maneira mas divertida, mas não fiz nada.
— Porque ela não quis.
— Quer saber, dane-se. Eu não vou ficar me explicando pra você — lhe dei as costas ela me deteve
— Nada disso Damon, não até me disser o que fez com minha amiga? — ela disse com dedo em riste me acusando. Meus olhos pararam no anel, com uma grande pedra azul em seu dedo.
— Eu não acredito que ele foi tão louco
— Quem foi louco? — inquiriu confusa.
— Meu irmão, ele te pediu mesmo em casamento? — Caroline olhou para o anel, mas não parecia nada feliz como era de si esperar dela, fiquei intrigado mas não ao ponto de me importar realmente.
— Está falando disso — disse ela olhando para anel em seu dedo — Não significa nada
— Como não, você disse não e mesmo assim ficou anel? — Manei a cabeça — Meu irmão e um idiota.
— Não, eu disse sim.
— Meu irmão deve estar muito louco…
— Para tentar esquecer a Elena — ela completou entristecida revirei os olhos impaciente.
— Ah sério que pena, sinto muito por você — retruquei ironicamente
— Sério o que as garotas veem em você? Você é um idiota, previsível, narcista, com ego do tamanho de Texas…
— Você está me descrevendo ou seu antigo amor, o sr vampiro original, esta sentindo saudade dele Caroline? — manei a cabeça — Meu irmão vai ficar desolado.
As bochechas de Caroline ficaram vermelhas ela mordeu o lábio e respirou fundo
— Muito engraçado, eu tenho que admitir que senso de humor você tem.
— Não é senso de humor, e sinceridade Barbie, e agiu muito bem agora. Não quer começar o noivado sendo inimiga do seu cunhado?
— É você não vai querer comprar briga comigo, a melhor amiga da garota que esta afim não é? Por acaso sabe que seu eu contar metade do que fazia comigo enquanto me compelia, ela nunca mas olharia na sua carinha — disse apertando meu queixo sorrindo forçadamente.
— Idai, eu não ligo. Eu não estou a fim dá…
Caroline me interrompeu rindo. Se apoiou na parede tirando os sapatos ainda gargalhando as minhas custas.
— Que bonitinho Damon está mesmo regredindo para os tempos de adolescente, dizendo “Eu não gosto dela” — ela imitou meu tom de voz que ficou assustadoramente parecido — Obvio que não, você a salvou, ficou com ela até que ela dormisse, não agiu feito um idiota e tudo porque… Você não gosta dela, não dá mesmo a mínima sei?!
— Não acredito que meu irmão tenha feito a besteira de pedir você em casamento – manei a cabeça — ele deve mesmo estar desesperado — retruquei sarcasticamente.
Caroline suspirou, mas não retrucou novamente estava quase chorando. Outra garota se debulhando em lágrimas em menos de 2 horas, era um novo recorde. Céus era algum tipo de teste sádico para que eu evolui-se?
— Você não vai começar a chorar por isso vai? — ela olhou para o chão tentando esconder as lágrimas. Grui em irritação — Eu estava brincando, sendo idiota entende, e o que eu faço!
— Não, você estava sendo sincero, idiota mas sincero. Quem no mundo conhece melhor Stefan Salvatore do que você?
Ela fitou o anel em seu dedo e tentou tirá-lo. Fiquei nervoso com aquilo, por que mulheres tinham que ser tão… complicadas e irritantes ou era 8 ou 80. Pensei no sorriso de Stefan desde que se apaixonou por aquela chata. Fiquei aflito com a ideia que ele descobrisse que eu dei uma grande ajuda para que ela joga-se aquele anel na cara dele.
— Hein, ei — segurei sua mão — Para de frescura! Ela arregalou os olhos pronta pra me xingar — Meu irmão te ama, passou dias procurando a droga desse anel, que caso não sabia era da minha mãe. Ele nunca pensou em dá-lo a ninguém, mas deu a você. Eu conheço meu irmão e duro admitir e aceitar que vou ter que te aturar pela eternidade. Mas meu irmão ama você Barbie, então para de fazer show.
Ela ficou seria por um tempo e depois riu. Balançou a cabeça olhando pra mim
— Você realmente e o cara mas sensível que já conheci, sabia? — lhe fiz uma careta em resposta — Eu espero mesmo que a Bonnie esteja certa sobre você Damon, mas se a fizer sofrer eu mato você!
— Ai que medo! Não vou nem dormir essa noite — zombei rindo, ela estava entrando no quarto — Hein, o que quis dizer com o que ela pensa de mim? O que ela pensa de mim? Caroline riu balançando a cabeça
— Homens tão previsíveis — ela começou a fechar a porta e deu uma piscadela — Nunca vai saber por mim Damon.
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