Notas iniciais
amo vocês

Corremos até o outro lado da floresta até que, exaustos, sentamos na grama e descansamos um pouco
Mig: Não aguento mais correr..
Luc: Não sinto mais minhas pernas...
Paul: Não podemos parar! Eu vi a força daquele encapuzado que estava atrás de nós e ela era absurda!
Mig: Vamos dormir na floresta, ela deve ser segura, pelo menos mais segura do que o apartamento...
Paul: Ok. Caso algo apareça, vou tentar acorda-los.
Mig: Ok.
Os dois começavam a descansar e, como de costume, começo a meditar. Dark Lúcio aparecia ao meu lado e começava a meditar junto. Sinto meu corpo mais leve. Abro os olhos e estou em um lugar escuro, com apenas velas no chão, que me guiavam até um monte com uma estátua de uma Águia negra em seu topo. Um vento cortante sucumbia dos céus, até que uma água com penas mais escuras que a noite descia das nuvens, batendo suas asas até que ela pousa no chão, me encarando.
??: Como chegou aqui ?
Luc: Um amigo me trouxe aqui. Quase um irmão.
??: Sabe onde está ?
Luc: Tenho ideia. Noctis, não ?
??: Interessante. Então você sabe daqui. Quem foi que lhe trouxe aqui?
Luc: Estou aqui por causa da Zoey, mais conhecida como Z. Estou com a Tryfing.
??: Se ela te deu essa espada, você é alguém importante. Lúcio, o pai de seus filhos, não ?
Luc: Você já sabia desde o começo, não sabia?
??: Claro que sim.
Luc: Bleh, isso não importa. Seu nome é complicado, eu não lembro muito bem dele.
??: Hraësvelgr
Luc: Ok.
HRae: Pode me chamar de Rae. Deduzo que você queira ajuda com seus filhos, estou correta ?
Luc: Sim. Preciso saber de um jeito para recupera-los.
Hrae: Você tem algo único na alma. Na verdade, não só você, mas seus amigos também. Algo que só cada um de vocês tem e mais ninguém conseguiria ter. Já ouviu a história da Lua sangrenta ?
Luc: Hm... Não.
Hrae: Sua sorte é que não estou ocupada, então, eu irei lhe contar. Há muito tempo atrás, existiu um grupo de 4 samurais muito famosos no Japão, já na época de transição de Katanas para armas de fogo. Eles foram presos injustamente acusados de que poderiam ser um perigo para o governo, por causa de sua habilidade. Na mesma semana, uma outra gangue de samurais rivais trocaram suas katanas por Pistolas e estavam planejando um ataque ao governo japonês de Kyoto. Passaram-se alguns dias e em uma noite na qual a lua estaria vermelha, os samurais fugiram da prisão e se encontraram com a gangue rival, que estaria fazendo um ultimo treino antes do ataque ao governo. Essa foi a batalha mais sangrenta de Kyoto. Os samurais não conseguiam executar sua técnica unica, porém, quando as nuvens revelaram a lua cor de sangue, suas katanas reluziram a luz da mesma, criando um efeito de que as armas dos tais estariam banhadas a Sangue e foi com essas armas que salvaram Kyoto. Tudo isso aconteceu em um lugar extremamente secreto e ninguém nunca veio a saber quem eles eram.
Luc: Ahm... Eu não consigo entender como isso irá me ajudar.
Hroe: Isso você terá de descobrir sozinho. Ah, o mundo animal é incrível, mas o místico é melhor ainda.

Acordo de meu sono e já é de manhã. Vejo meus amigos comendo maçãs e tomando um suco semelhante a suco de laranja dentro de um Coco.
Luc: Como diabos conseguiram isso?
Paul: Essa floresta tem tudo! Me sinto regenerado comendo essas frutas.
Mig: Continue comendo isso. Eu entendi uma coisa dessa dimensão. Quanto mais comemos, mais recuperamos nossa energia e força. Nossos corpos estão se adaptando a esta dimensão e, consequentemente, nossos poderes também.
Luc: Como descobriu isso?
Mig: Quando eu comi a comida daquele apartamento, eu me senti revigorado e consegui usar meus poderes facilmente. Não 100% dele, mas consegui. Agora que estou comendo essas frutas, sinto que consigo usar 100%.
Luc: Passa pra ca
Paulo pegava 3 maçãs e um Coco e dava pra Lúcio, que abria o coco com um Soco e devorava a comida rapidamente, bebendo a água de coco e comendo seu interior. Encosto em uma árvore e vejo as roupas que Paulo tinha pego. Pego uma camisa, uma calça e um casaco e visto-me atrás de um arbusto. Volto até onde os ouros estavam e digo:
Luc: Por que não botam as roupas também ?
E era o que eles faziam. Todos se arrumavam com roupas típicas de Arret.
Mig: Gostei das roupas, elas são bem leves e soltas.
Luc: Sim! É como se eu estivesse pelado.
Paul: Eu estou incrivaulo! Entenderam ? Incrível + Paulo, que, pra falar a verdade, é a mesma coisa, cof cof.
Mig e Luc: Ok, Paulo.

Descansávamos um pouco mais e logo continuávamos andando pela floresta, até que olho para cima e vejo alguém totalmente coberto por um manto negro, que canalizava uma energia negra em formato de uma bola
Luc: Vejam!
Mig: O que é isso?!!?
Paul: Nada de bom!
Luc: Corram!
Paul: Não! Eu tenho um plano!
Mig: Não confio muito nos seus planos, Paulo.
Paul: Dessa vez ou você confia ou você morre!
Mig: Não tem uma terceira opção não?!?!
O tal homem lançava a esfera negra em direção a floresta, explodindo-a completamente, sem deixar uma árvore se quer. Fecho meus olhos esperando a morte, porém Paulo cria uma barreira de Gelo que protegeria-nos da explosão. Após a explosão, a barreira era quebrada e uma cratera de cerca de 1KM havia sido formada e o único lugar que havia grama era o lugar que Paulo havia criado a barreira.
??: Finalmente encontrei vocês.
Paul: ...
??: É um prazer poder conversar com vocês. Meu nome é Lemon. Sou o encarregado de assassinar o pai da Aquilla.
Mig: Você não vai conseguir tal feito!
Lemon: Conseguirei sim. Agora, qual de vocês é o pai?
Luc: Sou eu.
Paul: Não. Sou eu.
Mig: Parem de mentir, vocês sabem que sou eu!
Luc: O Que estão fazendo?! Ele vai matar todos nós.
Mig: Um por todos.
Paul: Todos por um.
Lemon: Ok. Isso não é um problema. Eu dou conta de todos vocês, só precisarei de alguns segundos a mais.
Lemon pegava uma espada de sua bainha. A espada era igual a Excalibur de Guilherme, porém essa expelia uma energia negra, em formas de bolas. A Mesma energia que havia explodido a floresta e o prédio. Lemon partia em direção a Paulo, que criava uma barreira dupla de Gelo, que o tal quebrava apenas com um Soco. Lemon tentava cortar Paulo, que conseguia desviar, ao mesmo tempo que conjurava a roupa de elfo.
Lemon: Não tentem reagir. A Morte é iminente.
Luc: Ela é iminente para todos os humanos, porém você não irá conseguir apressa-la.
A Pulseira da Ragnarok começava a brilhar e a espada aparecia em meio a luz na minha mão direita. Corro até Lemon, que interceptava com sua espada, causando uma explosão, no qual faria os outros recuarem. Miguel se incandescia de chamas negras por inteiro, partindo pra cima de Lemon em meio a poeira deixada pela explosão. Lemon tentava desviar do ataque de Miguel, porém por conta do fogo ele não conseguia e voava longe, sendo queimado pelas chamas de Miguel, que não cessavam tão cedo. O Mesmo aparecia novamente, quase sem nenhuma marca de batalha, como se o ataque não tivesse feito efeito. Miguel olhava pra mim e fazia um sinal com a cabeça, no qual partíamos em direção a Lemon ao mesmo tempo. Paulo congelava as pernas de Lemon e nós continuávamos correndo até o mesmo, até que, ao chegarmos em frente a Lemon, o mesmo lançava sua espada no chão e socava nossas faces ao mesmo tempo, nos fazendo ser ricocheteados para longe.
Mig: Ele é muito forte.
Luc: Não podemos desistir. Paulo estava certo, não podemos recuar. Nós só conseguiremos entrar no castelo através desse cara.
Lemon aparecia rapidamente na nossa frente, falando:
Lemon: O Poder de vocês é muito limitado. Vocês aparentam ser extremamente poderosos, mas não utilizam e, provavelmente, não conseguem.
Mig: Isso é impossível! Estou usando 90% do meu poder agora.
Lemon: Seu sangue terráqueo não deixa você canalizar seu poder. Ele flui, mas não se concentra.
Mig: Posso não estar usando todo meu poder, mas não preciso de mais de 90% para te matar!
Miguel corria até Lemon, incandescido de chamas normais, iniciando uma sequência de 500 chutes, no qual Lemon desviava, calmamente, de todos.
Luc: Impossível. O Que é esse cara?!
Lemon: Eu sou alguém que fará vocês quererem ter continuado na Terra.
Lemon acertava um soco no estômago de Miguel, lançando-o longe, até que apareço atrás de Lemon acertava um corte com a Ragnarok em suas costas, fazendo-o recuar.
Lemon: Acertou uma, não?
Luc: Uma hora alguém teria que acertar.
??: Lemon, já passou 5 minutos. — Dizia um homem com 1 chifre na cabeça e várias marcas no rosto, se aproximando de nós. — Agora é minha vez.
Lemon: Orange, vamos dar um fim neles logo. O Mestre falou que temos que ser rápidos.
Orange: Ai ai... Tá bom. Então, qual vai ser o primeiro?
Paulo corria até nós e via Orange e Lemon. Secretamente, Paulo se escondia atrás de uma árvore e começava a congelar o solo no qual os dois estavam encima. Paulo congelava minha nuca, o que me fez perceber o que ele estava fazendo. Mando um sinal para Miguel que, na mesma hora, partia em direção a Lemon, realizando novamente uma sequência de chutes e socos no qual, agora, ele não poderia desviar, porém, Orange começava a se transformar. Seu braço começava a ficar maior e roxo, até que suas veias começavam a pulsar forte e um olho surgia de seus bíceps. Era como se fosse o braço de um demônio, porém, não um demônio completo, apenas o braço. Orange não precisava sair do lugar para acertar um soco em Miguel, porém, em frente a Orange, uso a ragnarok para criar a Armadura da Luz, botando-a apenas em meu braço, defendendo o ataque de Orange com um soco, que não era o bastante. Voo longe com o soco de Orange, porém Miguel continuava acertando seu combo em Lemon, até que Lemon explodia o terreno, fazendo todos recuarem.
Luc: Miguel, eu cuido do Lemon, você do Orange, entendido ?
Mig: Feito.
Paulo, a distância, continuava congelado o terreno no qual nossos inimigos estavam, porém agora ele lançava estacas de Gelo em direção à Lemon, que não conseguia se defender de tudo, até que Orange ficava na frente e fazia seu braço demoníaco de escudo. Parto para cima de Lemon, cortando seu braço, porém o mesmo me segurava pela gola e me jogava no Chão, acertando um soco em minha barriga, me fazendo vomitar sangue.
Lemon: A Terra tem muitas limitações e você é um exemplo delas.
Lemon continuava me socando até que ele tentava me contar com sua espada, no qual eu defendia com a Ragnarok, acertando um soco em seu nariz e me levantando logo em seguida. Miguel se incandescia de chamas, que eram levadas até seus braços. As chamas do braço direito iam escurecendo até ficarem totalmente negras. Miguel continuava incandescendo até que suas chamas expeliam calor de uma maneira brutal.
Mig: Se prepare para o fogo cruzado.
Miguel pegava uma distância absurda e começava a correr em direção a Orange, até que miguel saltava no ar e começava a girar, virando uma espécie de Turbilhão humano, que trocava entre as duas cores de suas chamas, preto e vermelho, acertando a mão demoníaca de Orange com tudo, perfurando-a, expelindo um sangue roxo para todos os lados.
Orange: DESGRAÇADO! VOCÊ VAI PAGAR!
Começo uma sequência de cortes com a Ragnarok pra cima de Lemon, que conseguia desviar de todos, até que, o ultimo, eu acerto uma estacada em sua barriga, no qual ele revidava explodindo a árvore atrás de mim. Orange corria até Miguel, pegando-o pelo pescoço, batendo no mesmo com sua mão normal, até que seu braço demoníaco começava a se regenerar. Paulo parava a regeneração do mesmo congelado o braço de Orange, fazendo Orange ter que se virar apenas com seu braço normal. Ou pelo menos era isso que eu pensava. Orange transformava seu outro braço em um braço demoníaco, quase igual ao outro braço, porém esse não havia olhos e as veias estavam mais presentes. É agora a hora de nossa morte. NÃO! Um portal igual ao que Paulo havia feito na prisão se abria do meu lado, no qual todos os outros saíam do mesmo, isto é, Matheus, Guilherme, André, Arthur. Todos! (Eu não vi JV, então na verdade não são todos).
Matt: Miguel!
Uma sirene que vinha do castelo começava a soar. Era um som estrondosamente forte, que nós conseguíamos ouvir mesmo estando a cerca de 20 quilômetros do castelo.
Lemon: Orange, temos que voltar.
Orange: Deixa eu só acabar com esse daqui.
Orange furava seu próprio peito, tirando seu coração do mesmo, expelindo o mesmo sangue roxo de antes em Miguel. Um portão vermelho, com marcas douradas e um bode com 4 chifres banhados de sangue encima. Orange pegava Miguel, incapacitado de se mover por conta dos socos que havia levado do braço demoníaco, e erguia-o em frente ao portão. Guilherme tentava avançar para salvar Miguel, porém uma barreira de um fogo amarelo cobria uma aréa relativamente pequena, que rodeava Orange, fazendo com que os dois não consigam entrar.
Gui: MIGUEL! VAMOS SALVA-LO, ESPERE MAIS UM POUCO!
Matheus tentava sobrevoar a barreira de fogo, porém era como se o fogo fosse apenas simbólico e uma barreira invisível havia no local, rodeando-os por completo. O Portão se abria. Fogo amarelo saindo de tudo que é lugar. Gritos desesperadores e inúmeras almas rodeando o lugar. Orange, segurando Miguel pelo pescoço, erguia-o pra dentro do portão, sem larga-lo.
Matt: MIGUEL!
Mig: Eu sinto meu corpo... queimar.
Orange soltava-o, deixando Miguel cair naquele local que, de certeza, era o inferno e seu portão. Ele se foi. Orange desfazia o portão e Lemon acertava uma faca na nuca de Orange, fazendo-o desmaiar, pegando seu corpo e fugindo, sem chances de ser pego.
Matt: Ele...
Luc: Se foi.
Todos olhávamos para o local que o portão havia aparecido, de cabeça baixa, chorando por Miguel. Quase um irmão para nós 3, havia ido embora por um simples demônio. Depois de um bom tempo de choque, enxugo minhas lágrimas e aperto meu punho.
Luc: Não faremos isto apenas pelos meus filhos, mas agora pelos meus filhos e nosso irmão

Partimos em direção ao castelo rapidamente, até que na metade do caminho, Arthur nota a falta de Matheus, no qual procuramos pelo mesmo durante 2 minutos até que Guilherme diz:
Gui: Ele sabe se cuidar. Vamos priorizar salvar a vida das crianças.
Todos concordavam e seguiam até o castelo. Ao chegarmos em frente ao castelo, víamos algo único. O Castelo não era alto e sim estava flutuando. Olhamos até o topo e um homem mascarado aparece em meio a uma fumaça roxa, falando comigo
??: Sejam bem-vindos, convidados!
Luc: Você deve ser algum comparsa do Andarilho, que nem o Lemon e o Orange.
??: Sim, sim! Vou mostra-los onde devem ir, me sigam porfavor.
O Mascarado ia andando até o castelo, até que a mesma fumaça roxa cobria-nos e, ao sair, estávamos em um lugar extremamente fino, com tapetes vermelhos, candelabros dourados, uma mesa com uma ceia farta. Estávamos no castelo.
??: Este é o castelo do Mastyer, conhecido por vocês como " Andarilho de Dimensões ". Continuem me seguindo, o Mastyer gostaria de encontra-los.

O Mascarado continou andando e nós continuamos seguindo-o, até que chegamos a uma espécie de pátio no ponto mais alto do castelo. Lemon, Orange e outros dois estavam ao lado do andarilho de dimensões, que estava sentado em um trono vermelho com partes douradas nas bordas. No meio do pátio havia uma cesta com um manto vermelho cobrindo-a. Olho pelo parapeito do pátio e percebo que estamos a, no mínimo, 100m do chão. O Mascarado que havia nos guiado levava um copo de vinho até o Andarilho, que deliciava-o lentamente, dizendo:ADD (Andarilho de Dimensões): Então, por incompetência de meus servos, tive que traze-lo aqui, para que não me interrompesse depois. Watermelon, vamos começar o ritual.Um dos " guerreiros " do andarilho se dirijia até a manta do cesto, cesto este que estava abrigando meus filhos, que estavam dormindo calmamente, a não ser Koichi, que chorava olhando para Watermelon.Gui: Eu não vou deixar que encoste um dedo neles!Guilherme corria até Watermelon, entrando em sua forma de ceifador de almas, alterando o formato de sua excalibur, cortando o braço de Watermelon. Um outro guerreiro do andarilho seguia até Guilherme, erguendo suas mãos para o mesmo, lançando-o no chão sem se quer topar nele.ADD: Muito bem, Apple. Lemon, Orange, tratem de que não interrompam Watermelon novamente. Guava, você já fez sua parte, pode se retirar, se algo ocorrer, chamarei-o.WM (Watermelon): Agora sim, vamos começar o ritual.