Aventuras E Desventuras Com Os Deuses
1 Queimando o Cabelo de Perséfone - Por: RáhDiAngelo
Notas iniciais
Ah, e serve também para meus co-autores verem como será a fic!!
Espero que gostem, de verdade!
Hey povo! Aqui é a RáhDiAngelo, mas como todo mundo me chama
de Rapha, insisto para que você também me chame de Rapha. Então, vou começar de novo.
Hey povo! Aqui é a Rapha (Bem melhor...)^^.
Primeiramente, antes de eu contar minha história, tenho de dizer, sou filha de Hades e Perséfone.
Vozinha misteriosa: Uma deusa menor? o.O
Sim, mas não cabe dizer ‘do que’ agora... Metade das pessoas não falam comigo por causa disso... =x
Então, hoje estava no conforto de meu larzinho (que provavelmente você chama de reino de inferno, casa de Hades, Olimpo do Mundo Inferior e blá blá blá), lendo um livrinho novo que Atena me deu, título: Mundo dos Espíritos – Volume Único; já dá pra imaginar que era imenso né? Okay, mas voltando... Lá estava eu, linda e maravilhosa (modéstia faz parte!), com minha franja sobre os olhos, minha espada estige na bainha, roupas pretas e uma bota de salto 15 cm, etc, aí me vem a chata da minha mãe (sim, Perséfone; e sim, ela é chata) me gritando:
– Larga esse livro ai menina! Você devia ler histórias sobre jardinagem, flores... Às vezes acho que você é só filha de seu pai...
Eu a ignorei e continuei lendo.
– Não está me ouvindo não? E suas obrigações? Você é uma...
–CHEGA! Me deixa em paz! Já não basta você me atormentar todos os dias de minha vida, que é bem longa tenho de admitir, e nem ler me deixa? E minhas obrigações? Não tenho mais nada pra fazer, pode revisar sua chata!
– Mais respeito eu sou sua mãe, mocinha!
– Infelizmente não pude escolher esse parentesco, não é mesmo? Acho que eu preferia ser filha de Hera com meu pai! Ela ia ser uma mãe melhor do que você!
– HADES! – Agora é que a coisa fica feia, ou melhor bela! Kkkk’
– O que é Perséfone? – disse a voz impaciente, meu pai.
– SUA FILHA!
– Nossa filha, Perséfone. – disse ele entrando na sala, por isso, dobrei a ponta da página e fechei o livro.
– Não, em momentos como esse, ela é somente sua filha, e não minha! – disse a chata.
– Tudo bem, então. – disse papai super impaciente. – O que MINHA filha fez?
– Disse que preferia ser filhe de Hera ao invés de minha filha! – E começou a chorar. Fingimento puro, eu não ia aguentar aquilo.
Meu pai deu um longo suspiro, então, abriu os braços e disse:
–Vem cá, vem...
E a abraçou.
Então, ela virou a cara pra mim, e deu um sorriso de vitória, aquele meio demoníaco de filme, de ladinho, sabe?
– Já chega. – E então fiz.
Em minhas mãos, surgiu uma pequena bola de fogo grego verde. Retribui o sorriso a ela, então, discretamente, quanto meu pai não estava olhando... Joguei a bolinha no cabelo dela, e para me livrar de qualquer punição, liguei meu modo on de fingimento.
– MAMÃE! SEU CABELO ESTÁ PEGANDO FOGO! OH HADES, O QUE FOI QUE ACONTECEU? – Cara, eu podia ter ganhado o Oscar, sem sacanagem.
– OH ZEUS! – Minha mãe gritava, rebolava, dançava Macarena, imitava um zumbi, corria, Pulava o sofá, quebrava vasos... Hilário.
Então eu comecei a canta uma música que tinha acabado de inventar, sem rimas nem nada, depois umas já existentes, assim:
– Pega fogo cabelinho! Queima tudinho! Quero ver ela dançarrrr! Oh Rebolation, oh Rabolation... ÊÊ Macarena!! – E fiquei repetindo. Eu sei, eu sou doida! Mas eu adoro sacanear... Oh Humor Negroo... ;) Adooro!!
Pude ver meu pai se segurando pra não rir.
Então, eu não quis nem saber, comecei a gargalhar, e papai me acompanhou.
– QUEREM PARAR DE RIR E APAGAR ESSE FOGO LOGO? VOCÊ VAI FICAR DE CASTIGO, RAPHAELA! – Gritava minha mãe, desesperada, enfurecida...
Meu pai então ergueu a mão, fez um gesto e o fogo simplesmente apagou.
Então olhei o resultado do cabelo de minha mãe. O cabelo grande estava destruído, quase careca, saía um pouco de icor de seu couro cabeludo, mas eu ainda achava que o estrago poderia ter sido maior...
– Vou agora falar com Afrodite! – Ela disse, então saiu correndo, pegou um chapéu grande que Deméter a tinha dado de presente, colocou.
Passou de novo pela sala, mandou a mim e a meu pai (principalmente a mim) um olhar suicida, e saiu marchando porta afora.
Quando ela fechou a porta, eu e meu pai caímos na gargalhada.
Quando terminamos de rir, ele me disse:
– Foi você, não foi, Raphaela?
– Okay, eu admito, fui eu!
Ele me olhou bravo por um momento, mas depois começou a rir.
– Só posso te pedir uma coisa, filha?
– Claro! E o que seria?
– Da próxima vez, joga uma bola de fogo maior... Ah, e não se esqueça do vestido.
Então, rimos mais um pouco.
Perséfone demoraria mais para chegar em casa. Mas eu preferia quando estava só eu e meu pai, ele era diferente comigo, pra melhor.
Ele simplesmente era o melhor pai que eu podia querer, em minha opinião.
Bem, como eu disse essa história aconteceu hoje, não agora. Devem ter umas duas horas.
Nesse momento, voltei a ler meu livro, enquanto papai dava ordens pra Alectó e comandava alguns treinadores de cães infernais, bem rotineiro.
Bem, então foi isso. E não se assuste caso você veja Perséfone com o cabelo ainda não restaurado, mas caso vir, somente ria, e saiba que a culpa foi minha.
Até mais alguma história que eu tenha pra contar a você.
Vou ter muitas, minha vida é beeemmmm agitada...
Então até breve ^^.
Rapha (RáhDiAngelo), Filha de Hades e Perséfone. =)
Notas finais
Ah, e quem querer escrever também, mande MP, podemos conversar! E não se esqueça do review!
Bjkis, Rapha.
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