– Spencer... Outro incêndio? — Disse Carly. — É O SEGUNDO FOGÃO!!!!

– Desculpa Carly... Não foi minha intenção.

O silêncio dominava a sala. Gibby estava com os olhos vidrados em alguma coisa, passando seus dedos pelo seu lábio, paralisado, assustado.

– Gibby? — Disse Sam, passando a mão em frente o rosto dele, esperando que ele piscasse. — GIBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBYYYYYYYYY! — Sam soltou um berro, e nada adiantava. Até que Freddie pegou o extintor, e sem dizer uma só palavra, deu a Sam. O recado estava dado, um jato de água vôou sobre Gibby, fazendo assim ele reagir.

– OI? O QUE? MÃE? EU BEIJEIIIIIIIIIIII! — Gibby saiu correndo, pra fora da porta.

– É carly... Você fez o gibby dar seu primeiro beijo.– Debochou Freddie.

– Mas Carly, como assim? Você gosta do Gibby? Teve sentimento? — Sam começou a interrogar sua melhor amiga.

– Não, não sei... Não sei porque fiz isso. Eu não gosto do Gibby, ele é meu amigo, apenas isso.

– Acho que você iludiu ele. — Falou Spencer, voltando da cozinha, todo preto, por conta do fogo.

– Conseguiu abaixar o fogo?

Todos olharam pra cozinha toda destruída.

– Eu tentei!

– Mas Carly, você pode ter iludido o Gibby. — Aconselhou Sam.

– Eu sei, Sam! Não sei porque fiz isso. O discurso dele estava me fazendo sentir culpada, tive que tomar uma atitude, e a melhor coisa a se fazer, naquele momento, foi aquela.

– Eu entendo... — Freddie disse.

Depois de um dia, quando tudo estava mais calmo na casa de Carly, Spencer estava no seu computador, quando gritou:

– CARLY, CAAAAAARLY, CORRE AQUI!

carly desceu correndo as escadas.

– O que foi Spencer? O que aconteceu? Algo mais pegou fogo?

Eles olharam pra cozinha, tudo estava preto, um pouco destruído.

– Não, pior do que isso. Vovô vai vir aqui, nesse final de semana, daqui há dois dias.

– Mas, e a cozinha? Como iremos fazer? Ele irá querer me levar para aquela cidadezinha com aquele nome estranho!

– Eu sei... — Chorou Spencer. — Eu sei.