Aventuras!

4 Calma? Ninguém aqui tem.


Notas iniciais
Carly pegou seu celular, após Sam ter ido embora e discou o número de Freddie. E sem antes mesmo de ela apertar “ligar”, Freddie tocou na porta e entrou, todo sorridente.....

Carly pegou seu celular, após Sam ter ido embora e discou o número de Freddie. E sem antes mesmo de ela apertar “ligar”, Freddie tocou na porta e entrou, todo sorridente.
– Oi Carly! Desculpa vir assim... Eu vim aqui te agradecer. Você sempre ajuda eu e a Sam em todos nossos problemas! E agora, está tudo bem de novo...
– Nem precisa agradecer Freddie... Eu só faço minha parte. – Carly abaixou o rosto, bufou, e fez uma cara estranha.
– O que foi? Você não está feliz com a noticia de eu e a Sam termos nos acertado de vez?
– Não é isso, é que... – Carly deu uma pausa e suspirou, sem querer continuar.
– É que...? – Freddie pressionou.
– Pela primeira vez, eu não estou feliz em ter ajudado.
– Como assim não está feliz? Você não quer ver eu e a Sam juntos?
– Ah... Deixa pra lá.
– Como vou deixar pra lá? Agora me fala, por favor! – Freddie suplicou.
Carly sentou em seu sofá e fez sinal para Freddie sentar também. Pegou a mão dele, e engolindo a saliva, cheia de ressentimentos, disse, não muito decidida:
– Eu acho que... Depois de tantos anos, falando não para você... Eu, acho que...
– Acha que...? Oh, Carly! Fala logo, você sabe que somos amigos e não temos segredos.

– Esse é o problema, antes você me considerava sua namorada e agora somos só amigos.
– Esse é o problema? Pensei que você gostava de tudo estar do jeito que está... Só se... Oh, não! Não me diga.
– Se é o que eu estou pensando, é. É isso mesmo. Acho que ver você com outra garota, ainda mais a Sam, está me fazendo perceber a pessoa linda que eu perdi. – Carly enxugou uma lagrima.
– Não precisa chorar, só que agora é tudo complicado.
– Eu sei...
Carly se levantou, limpou seus olhos que estavam cobertos de água e gritou:
– Odeio. ODEIO.
– Odeia o que? Eu? A Sam?
– Tudo. Eu não dei valor e perdi. Agora me arrependi, e sentimento de arrependimento é a pior coisa...
Freddie não sabia o que dizer. Ele estava perplexo com a situação e muito confuso. E sem ao menos dar tempo de os dois falarem algo, que diminuíssem o clima horroroso que estava no ar, Sam entrou com cara de choro na sala de Carly. A porta esteve entre a Berta o tempo todo.
– Não me diga... Não, não me diga que... – Carly, olhava, indignada.
– Sim, eu ouvi. – Sam bufou, com a cabeça baixa.
Freddie olhou para as duas, abaixou a cabeça, e disse:
– Eu estou muito confuso.
– Confuso em relação a que? Se não me ama mais? Você sempre amou Carly...
– Não, isso não é verdade, era antes... – Freddie aumentou seu tom de voz.
Carly olhava para os dois, e subiu suas escadas chorando.
– Eu não sei se vou atrás dela ou se fico aqui, pra ter mais uma confusão.
– Vá atrás dela. É isso que você quer.
Freddie sem dizer nenhuma palavra, subiu, confuso, perturbado.
Spencer saiu de se quarto, e se deparou com Sam deitava no sofá, chorando de soluçar.
– Sam?
– Oi, Spencer. Desculpa, eu já estava de saída, só quis me acalmar um pouco e...
– Não precisa se explicar. Eu te entendo perfeitamente.
– Me entende?
– Sim... Há alguns anos atrás, na minha época de escola... Eu tinha mais ou menos sua idade. Eu sofri algo parecido, mas com meu porco, Berry, de estimação.
– Seu porco de estimação?
– É. Berry, era tão carinhoso, e feliz. Ele, antes, era de um amigo meu, Jerry, que cuidou dele, quando pequeno. Depois ele me deu o porco. Eu sempre o amei. Mas depois... Berry me trocou por Jerry.
– Spencer, acho que não é muito parecida, as nossas histórias...
– É, eu sei, eu só queria compartilhar isso com alguém.
– Escolheu a pessoa certa...
Os dois riram.

Notas finais
Espero que tenham gostado