Aventura Celestial

21 O despertar de Golem e o imortal Olga Flow.


Notas iniciais
No capítulo anterior, finalmente nossos heróis se vingaram dos Anti-Randons. Os elementalistas do ar, da terra e da escuridão completaram seus deveres com sucesso. Todavia, vejamos agora o que eles ainda não completaram... E o Tanooki? E quem é o tal Golem? E a Diva, Miruki e o tal Lord Fekêda que vaga pela torre dos Anti-Randons? Comecemos...

Aventura Celestial. — Capítulo 21. — O despertar de Golem e o imortal Olga Flow.

Ao encerrarem suas missões, nossos heróis conversam por telepatia e resolvem se reunir no segundo andar. Ao subirem e descerem escadas, todos os elementalistas se encontram no corredor que da para a sala do segundo andar. Apenas Miruki que não se encontra com eles.

– Diddy! Saya! — Respondeu o guitarrista abraçando-as. – Que bom que estão bem! Eu vi vocês lutando contra aquela elfa roxa na sala dos monitores.

– Oh, que surpresa Gabriel. — A morena recuou fitando-o. – Aquela Devaneio nos deu um trabalho...

– Diddy-Swan! Saya-Chan! Naty-San! — O homem de pele escura chega com tudo dando seus passinhos de alegria atropelando o menor e se prostando aos pés das três jovens. – A beleza de vocês é que continua cada vez surpreendendo mais e mais! — Fitou-as dos pés à cabeça, envolto de corações. – Novamente unidos pelo amor e o destino... Cumpriremos nossa missão! Resgatar Diva!

– Só você mesmo Joel. — Saya riu baixo.

– Chega de papo pessoal. — Interrompeu o menor, com sua cara de pouco caso como sempre. – Deixe a conversa para depois. Essa é a única sala que não entramos ainda. Vamos checar.

O segundo andar é uma sala enorme e espaçosa, sem nenhum móvel e nem cor... Tudo completamente branco.

– Que lugar estranho. — Retrucou Orange olhando a volta.

– Não tem nada aqui. Tem certeza que esse é o lugar certo? – Perguntou Mr. L coçando a cabeça.

– Sim... — Respondeu Saya olhando o cristal que carregava. – Ele aponta para adiante...

– Tem razão. — Afirmou Jack. – Essa sala é guardada pelo nosso guardião Golem. Apesar de que eu não o conheço muito bem... No final dela há um elevador que nos levará até a sala onde nos reuníamos com nosso líder. — E virou-se para todos. – Tanooki provavelmente aprisionou Diva na sala secreta, que fica no subterrâneo.

– Golem né... — O taichou deu de braços. – O Droops pediu ajuda para esse ser antes de morrer... Não há nada aqui. Deve ter fugido de medo.

– Sim é verdade. — Concordou a loira. – Todos os nossos inimigos, antes deles serem derrotados, eles pediam ajuda para um tal Golem que concedia-lhes seus desejos.

– Estranho... — Richter cruzou os braços estranhando a quietude e o vazio na sala. – Não será uma armadilha?

– Mesmo se for, estamos todos reunidos, bem treinados e o mais importante! — Vibrou o construtor com brilho nos olhos. – Agora estou com a minha espada mágica! — Disse babando.

– Vocês podem voltar para nossa casa tomarem seu leitinho... — Debochou Hankaruko. – Eu aqui sou mais do que o suficiente. — E seguiu em direção reta até o elevador.

– Espere! — Interveio Richter tentando pará-lo, entretanto, tarde demais.

Um enorme ser caiu no centro da sala, criando rachaduras em todo o chão. Ele era uma máquina enorme, de uns três a cinco metros de altura. Sua cor era dourada, seus braços e pernas eram achatados e tinha uma bola redonda visando ser seu olho, no centro de sua cabeça. Os Anti-Randons os chamam de: O gigante Golem. A máquina mortífera. Também é apelidado de futuro “Véssel”.

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– ... — A máquina nada disse, apenas fitou-os sem reação.

– Que porra é essa... — Cobal arregalou os olhos.

– Os Anti-Randons os chamam de: O gigante Golem. — Atrás do enorme ser, adivinhem quem aparece? Tanooki? Não... Chutou errado... A pequena garotinha Mary... Carregando uma bola de cristal transparente, como sempre. – A arma secreta deles... A máquina mortífera. Também é apelidado de futuro “Véssel”, embora eu não saiba o porquê...

– Desgraçada! — De repente, Diddy dispara labaredas de fogo em direção à garotinha, contudo, Golem a defende. As chamas dispensam-se nas mãos do robô gigante ao tocá-lo. – Droga...

– Onde esconderam minha irmã? — Gritou Saya irritada.

– Que engraçado. — Sorriu à pequena mostrando-lhe sua bola de cristal. – Vejam.

O estranho objeto revelou imagens de onde Diva estava presa. Ela estava aprisionada em um cristal azul, envolto de uma fumaça de coloração roxa. Mary revelou também que eles pretendiam torná-la maligna e despertar o seu poder total. Além de poder criar a água, poderia formular também o gelo.

– Então é isso mesmo que pretendem fazer... — A atiradora rangeu os dentes irritada.

– Basta nós a resgatarmos a tempo. — Completa o elementalista das trevas.

– Que nada... O Golem vai dar um fim em vocês aqui e agora. — Mary sorriu sarcasticamente subestimando-os. – Eu tenho um trabalho a fazer. Até logo. — Despediu-se e entrou no elevador.

– Esperem. — O arqueólogo parou a todos e os reuniu em um canto. – Façamos o seguinte... Eu, o Mr. L, Orange, Saya, Naty e Gabriel distrairemos Golem. Hankaruko, Jack, Joel, Diddy e Cobal aproveitam este momento para alcançar Mary e resgatar Diva.

– Tem certeza disso Richter? — Perguntou o médico. – Não seria melhor unir os elementalistas que possuem os mesmos poderes? Assim estaremos separando uns aos outros...

– Não se preocupe. — Afirmou o mais velho fazendo um sinal positivo. – Eu tenho um plano.

– Certo, confiamos em ti Richter! — Disse Diddy tomando à dianteira.

– Vamos começar o show dos horrores! — O músico abre um órgão musical enorme e começa a tocar uma melodia sombria, que emana uma névoa negra em volta de Golem.

– Tempestade de areia! — Os elementalistas da terra juntaram seus poderes e um tufão empoeirado avançou sobre a máquina.

– É agora! Vão! — Gritou o detetive apontando para frente. E assim os outros cinco heróis passaram por Golem entrando no elevador.

– Não deixarei! — Respondeu a máquina acionando outras duas mãos que carregavam metralhadoras.

– Chuva de meteoros! — Saya concentrou sua energia na palma de sua mão e a disparou no céu. Ao explodir, inúmeras gotas de fogo caíram sobre a máquina, como uma chuva de meteoros.

– Flash da luz! — Orange por sua vez, atacou com flashes dourados de sua espada.

– Duendes noturnos! — Com a névoa escura que saia do órgão musical, Gabriel invocou criaturas pequenas do mesmo atacando assim Golem por todos os lados.

– E para completar... — Naty saltou para o alto junto com o seu irmão. – Mostrar-lhe-emos a união dos nossos poderes! Ar místico NC! — E atirou uma bolha de ar junto com Cax que penetrou no robô gigante fazendo-o cair no chão.

– Excelente! — Richter bradou vitorioso.

– Conseguimos! — Saya pulou toda contente.

– ... — Golem nada disse apenas se levantou, para a surpresa de todos. – Black Ring! — E uma carapaça foi aberta em suas costas, disparando anéis escuros que ao chegarem perto de suas vítimas, eles se estendem e os prendem impossibilitando-os de se moverem.

– Como pode! Não sofreu nenhum dano? — Reclamou o elementalista místico surpreso com a recuperação do inimigo.

– Já vi que esse vai nos dar problemas... — Retrucou o músico transformando o seu órgão em uma ocarina.

– Não é hora para admirá-lo! — Gritou o mais velho batendo seu martelo contra o anel, destroçando-o. – Destruam esses anéis! Não sabemos o que ele pode fazer!

– Tarde demais. — Ao desviarem o olhar, Saya, Naty, Cax e Orange haviam sido presos. Os anéis cercaram ambos e ao prenderem-nos, Golem soltou um gás lacrimogêneo fazendo com que aqueles que não foram pegos pelo anel, ficassem impossibilitados de ajudá-los. – Hora do almoço! Concedam-me suas energias! — A máquina mortífera começou a se concentrar em um único ponto, uma esfera verde localizada em sua cabeça. Então ele ergueu os braços para o alto, e assim roubou grande parte da energia vital dos seus inimigos. – Bom apetite. — Bufou satisfeito.

– Maldito! — Exclamou a atiradora exausta.

– Agora mesmo que não tenho mais forças para me libertar... — A navegadora caiu no chão desanimada.

– Não desistam! — Aconselhou o cientista irritado. – Se não temos forças para destruir esses anéis, fujamos e recuperemos nossa força!

– Sábio conselho Orange. — Afirmou o arqueólogo limpando seus olhos. – Vão para longe da vista do inimigo e libertem-se dessa coisa. Eu irei enfrentá-lo. — E fuzilou a criatura com o olhar. Apesar de que... Ao olhar, ela não estava mais lá. – O que?

– Orange, cuidado! — Avisou o guitarrista ao perceber o movimento de Golem.

Ora, a máquina já avançou para cima dos nossos heróis quando eles ainda estavam conversando. Estando bem atrás do cientista, ela estapeia o jovem, que afunda no chão todo desmiolado.

– Orange! — Gritou o moreno assustado. – Assim que eu me libertar desta coisa, irei te salvar! — Preocupado tentava se soltar do anel que o prendia.

– Você tem que se preocupar com você! — O Golem apontou para o jovem e disparou seu braço contra o mesmo, acertando-o diretamente. O impulso do soco é tão forte, que faz quebrar o próprio anel que tinha disparado contra o construtor, além de jogá-lo longe.

– Quebre Megaton! — O elementalista da terra gira seu martelo e bate-o contra o ar, causando novamente aquela rachadura no mesmo, que se segue até seus companheiros ajudando-os a destruir aqueles anéis.

– Esmagador de ossos! — O elementalista das trevas invocou uma criatura no campo de batalha. Parece mais uma múmia. Toda podre enlaçada com gaze à parte da cabeça. Também tinha quatro braços e sua boca estava toda quebrada, aberta para cima. – Mostre a ele o poder dos mortos Malory! — Ordenou o guitarrista como seu mestre.

A múmia obedeceu ao seu senhor e disparou uma onda de energia de sua boca em direção à máquina assassina. Entretanto, não pôde ser páreo para este, pois ele tirou um espelho místico de suas costelas e colocou em frente ao ataque da criatura invocada, devolvendo-lhe o raio de energia contra a própria invocação. E não apenas ela, mas também ao seu mestre Gabriel. Malory volta a ser pó, enquanto o músico se debate de dor. O local onde o ataque foi atingindo: O seu ombro ficou todo queimado.

– Ativar... Velocidade! — Aproveitando o momento que todos estavam aflitos, Golem correu rapidamente até a garota ninja e esmurrou-a contra a parede. Depois de notar que seu irmão que já se recuperara, iria atacá-lo levitando uma enorme rocha com a força da mente, a criatura destrói a pedra com raios lasers disparados de seus olhos. Ainda estapeia o mesmo e logo avança em direção de Saya. – Ativar... Paralisia e veneno! — O robô exala uma fumaça de coloração roxa por todo o local que envenena nossos heróis. Também atira milhares de agulhas por todo o local, causando paralisia corporal em quem acerta.

– Ele está acabando com um por um! — Bufou Orange pererecando para se levantar.

– Não! — Clamou Saya sendo pega pelo inimigo. Golem prendeu seus braços e pernas impedindo-a de realizar qualquer ação. Então ele abre sua boca e ameaça disparar uma enorme onda de energia contra a elementalista do fogo, o que se ele fizer de tão perto, com certeza será fatal para a menor. Será o seu fim?

Enquanto isso vejamos o que houve com os nossos outros heróis que avançaram para a entrada atrás do quarto onde Golem está. O local é uma plataforma de formato circular, como se fosse outra dimensão. É um elevador extremamente grande, parece haver quilômetros e quilômetros de altura. Bloody Mary flutua no ar carregando aquela esfera que agora havia ficado escura.

– Vocês aqui novamente... — Fitou-os séria.

– Você não irá fugir! — Afirmou Jack fuzilando-a com o olhar. – Até nos dizer onde está Kalis! Digo... Diva!

– Desgraçados. Graças a vocês, meu mestre não confia mais em mim. — Bloody Mary começou a emanar uma densa energia negra de sua esfera e seus olhos ficaram vermelhos. – Essa é a minha última oportunidade de acabar com vocês, então vou caprichar. — Levantou um sorriso maléfico. – Não pude mergulhar o coração do menor ai nas trevas daquela vez! — Apontou para Hankaruko. – Também o mesmo nos atrapalhou naquele país das maravilhas, quando eu estava usando o Saint Million. — Agora bufava irritada. – E ainda conseguiram fortalecer mais a equipe com a ajuda dessa Diddy ai! — Seu corpo passou a sugar toda aquela névoa escura, que envolvia toda a tristeza e o sofrimento que a esfera da jovem havia causado. – Idola! Tenha uma pena imortal! — A garotinha se transformou em uma enorme criatura de cor azulada com traços amarelos. Têm asas enormes, quatro pernas. Carrega uma espada e um escudo.

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– O que ela fez? — Indagou a capitã da equipe com os olhos arregalados.

– Sofreu uma transformação... — O médico analisava todos os detalhes.

– Insignificante. — Debochou o elementalista das trevas dando de braços. – Ela usou toda a energia negra que sua esfera continha e colocou-a em si mesma, dando-lhe forças para se tornar esse monstro.

– Isso mesmo. — Gargalhou a criatura. – Eu sou Olga Flow. Se preparem porque nesta forma, não sou tão bondosa como antes...

– Olga flor? Mas ela não tem nada de flor! — Argumentou Joel sem entender.

– É verdade. Só nessa torre dos Anti-Randons já encontramos dois elementalistas da folha. — Concordou Cobal. – Primeiro aquele esquisito que ajudou a mim e ao Orange, e agora essa Olga Flor.

– Rosas são vermelhas, violetas são azuis. O açúcar é doce, mas não tão doce quanto você. — Joel estralou os dedos e piscou para Diddy. – Agora essa coisa ai não tem nada de doce e nem de bela! — Apontou para o inimigo que flutuava enquanto o elevador subia.

– Maldito! Cala-te! — Furiosa, Olga Flow parte para cima dos nossos heróis. O inimigo atacava inúmeras vezes com sua espada tentando acertá-los, porém, Hankaruko defendia todos os seus golpes com sua foice. O ataque de Olga podia não atingir diretamente os seus parceiros, todavia, apenas a energia negra que emanava de sua espada já era o suficiente para causar alguns ferimentos nos outros heróis. – Você não irá me derrotar se ficar apenas se defendendo! — Provocou o inimigo.

– Você é rápida hein... — O ceifador deu um leve sorriso enquanto defendia os seus golpes. – Mas falta força nisso! — Contra atacou o inimigo batendo sua foice contra a espada do maior, causando-lhe um pequeno choque, tanto no braço direito de Hankaruko quanto no de Olga.

– E você é baixinho, mas é forte hein! — Gargalhou Olga usando sua energia para recuperar o dano causado em seu braço direito. – Não me subestime! — E com o braço esquerdo, atacou o ceifador com uma dimensão que disparou inúmeros Unows, aqueles mesmos inimigos que os elementalistas do ar enfrentaram anteriormente.

– Monster no reiki! — Apesar de seu braço direito estar um pouco danificado, isto não é problema para o taichou, pois este também tem um poder especial em seu braço esquerdo. Inúmeros braços saíram do mesmo, correndo todos os inimigos assim que cada um dos membros do jovem atingisse-os.

– Grants! — Bocejando para cima, Olga Flow dispara uma chuva de coloração dourada e esbranquiçada sobre cada um dos nossos heróis. Causando-lhes um “pesar” afundando-os no chão.

– Droga! — Bufou Hankaruko preso pela energia branca.

– Essa não! — Disse a loira aflita, também presa pela energia do Grants. – O elemento escuridão perde para um poder do elemento luz quando este é maior e vice-versa!

– Hora de acabar com vocês! — Olga abriu uma boca em sua barriga ameaçando devorá-los. – Serviram de energia para mim! Hora do lanche!

– Coma isto! — Todavia, o inimigo não esperava que havia um elementalista da luz com eles, ou seja, este não sofreu dano algum por receber o Grants, na verdade, o ataque do inimigo deu-lhe mais forças. Todos se surpreenderam, Cobal estava com a Excalibur, enfiada direto na garganta da criatura. – Corte divino! — E com um enorme flash da luz, perfurou o monstro, atravessando-o. O Grants que prendia nossos heróis também se desfaz.

– Não pode ser... — Olga gorfou um líquido verde enquanto tentava se recuperar.

– Primeiro, segure a carne para que ela não escape! — O negro saltou para cima da criatura e fez com a mão como um garfo. – Garfada! — E espetou o monstro com um corte. – Segundo, use a faca para fatiar a carne. — Fechando as mãos, fez uma posição como se estivesse mexendo com uma carne de frango a vinagrete, temperada com molho de salsa. – Para completar, o tempero especial... Orégano, óleo de rícino, cebolas picantes ao redor e despeje o molho por cima. – Panelada! — Juntando ambos os braços, o cozinheiro deu duas cotoveladas na criatura diretamente em seus pontos vitais, paralisando-a por um curto tempo. – Bueno apetite! — Finalizou limpando a saliva que escorrera de sua boca.

– Desgra... Desgraçados! — Gaguejou Olga quase caindo.

– Estou sentindo... Minha energia fluir... — Falou a moça levantando-se novamente.

– Eu sinto o mesmo Diddy. — Afirmou o médico flutuando no ar. – Nossos parceiros devem estar pedindo a nossa ajuda...

– Isso! Vamos unir nossos poderes agora! — Bradou Cobal todo contente. – E finalizaremos com isso!

– O que pretendem fazer? — Olga Flow fuzilou-os com o olhar avermelhado.

Todos os cinco heróis estavam sentindo algo diferente fluir em seus corpos, provavelmente era algo que seus parceiros que compartilhavam do mesmo elemento, estavam tentando fazer naquela mesma hora. Vejamos o que houve com os outros heróis que enfrentavam a máquina mortífera: Golem.

– Canhão destruidor! — Falou Golem mirando em Saya que estava presa em suas mãos.

– Essa não! — Disse Richter assustado, tentando se mover. – Se ela receber um golpe daquele nível logo de frente, ela vai...

– Socorro! — Clamou a morena.

– Prisão de madeira! — Quatro braços feitos de madeira cercaram o inimigo e martelaram em sua cabeça bem na hora que o mesmo disparou o canhão de energia em Saya, explodindo sua cabeça. E assim a jovem caiu no chão, sem levar um arranhão da explosão. Quem chegou? Um novo herói? Ou um novo vilão? Pode-se sentir que a energia deste não é uma bondosa... Mas é muito familiar. É o que a navegadora sente.

– Quem é? — Perguntou Gabriel paralisado.

– Apesar de ser uma máquina, ela tem um ponto fraco! — Revelou um jovem mascarado, todo de preto e verde. – Pode-se perceber que na hora que ele ataca, ele revela uns cristais vermelhos embaixo dos braços e das pernas. Se vocês destruírem ali, já era. — O homem se apressou e levantou suas mãos para o alto, visando fazer algo. – Poros de flores! — Usando o mesmo poder que salvou Orange e Cobal na luta contra Honey, o jovem cura os nossos heróis do veneno. – Flores amarelas: 11 horas! — E espalhando pétalas amarelas por todo o local, ajuda os que estavam paralisados. – Eu me chamo Lord Fekêda. — Olhou cabisbaixo. – Vocês já sabem o que devem fazer. Desculpem, mas estou com pressa, preciso fazer uma coisa. — Prendendo Golem com trepadeiras, o jovem segue adiante, saindo do local.

– Droga! Que porra é essa? — O robô não conseguia se soltar era muitas trepadeiras que o prendia, sem contar os braços de madeira que tinham esmagado sua cabeça.

– É agora! Os pontos vitais do inimigo estão aparecendo! — Gritou o arqueólogo fitando os cristais vermelhos embaixo dos braços e pernas da máquina. – Vamos atacar todos juntos! Mr. L! Vamos usar aquilo!

– Sim, hora de darmos a esta máquina, o nosso presente. — Cax ajuda sua irmã levitando-a com a força da mente.

– Fluiremos nossas energias até os nossos companheiros, então mesmo estando distantes, usaremos nossos poderes especiais. — Afirma Naty.

– Isso... Será como uma mensagem. — Concorda Gabriel se aproximando. – Vamos usar o nosso poder máximo, eles provavelmente, ao sentir nossas energias, também o farão, despertando os super poderes de ambos os lados!

– É agora! — Todos juntos, despertam seus poderes especiais. Conseguirão derrotar a máquina mortífera, o gigante Golem? E os outros heróis acabaram de vez com Olga Flow? Fekêda chegará até Tanooki? Resgataram Diva? E quanto à Miruki, o que houve com este? Continua...

Notas finais
Campanha mande um review! :D Não dói e faz bem ao coração do autor. ^~