Aventura Celestial
1 Introdução.
Notas iniciais
Capítulo 01: Introdução.
Começando em um mundo onde a magia dos elementos predomina. Há aquelas pessoas que usam os poderes para o bem, outras que usam para o mal. Na cidade de Comédia em dattebayo há uma equipe chamada: Animes, comédia e diversão. Onde os elementalistas, usam os seus poderes para ajudar as pessoas que necessitam de ajuda.
No total são oito elementos: Luz, escuridão, fogo, água, folha, terra, ar e místico. Cada um foi privilegiado com esses dons inclusive os da equipe. Porém, há rumores sobre o décimo* elemento: Celeste, cujo poder é criado apenas juntando os três cristais: Amor, coragem e sabedoria, que foram separados. Muitas pessoas estão à procura desses cristais, porque dizem que o elemento celeste é o mais poderoso tendo vantagem sobre todos os outros e não possuindo um ponto fraco.
Comecemos nossa aventura com uma garota loira de olhos vermelhos, se veste com uma regata preta e jeans escuros, usa botas, luvas e óculos escuros sobre a cabeça. Também tem um colar com uma pedra cristalina e transparente, e uma mochila enorme nas costas. Ela está chegando de uma longa viajem a procura dessa equipe.
– Finalmente cheguei ao meu destino! — A garota acabou de escalar uma montanha enorme, e depara-se com o sol radiante embelezando uma cidade enorme. – Comédia em dattebayo! Aqui vou eu! — Estendeu um sorriso largo e desceu as colinas.
A jovem se chama Diddy, sempre simpática e animada. Ao chegar à cidade, a primeira coisa pela qual foi procurar, era pela equipe chamada ACD, afinal era o seu objetivo. Todavia, o que ela ouve não é nada agradável.
– Equipe ACD? Aqueles marginais? — Exclamou um vendedor irritado. – Para quê você quer saber daqueles malucos?
– Fique longe deles garota! — Disse uma mulher fuzilando a menor com o olhar. – Não diga nem sonhando que quer entrar para aquele time!
– Nossa... Para quem quer que eu pergunte, só ouço coisas ruins. — Fez bico e fitou um riacho. – Ninguém me fala o motivo... Será que é tão ruim assim? — Desviou o olhar para um mendigo usando um manto cobrindo todo o seu corpo que se aproxima.
– Você é a garota que está procurando pela equipe ACD? — Perguntou o moreno misterioso.
– Sim! — Estendeu os braços para o alto. – Eu quero dominar o meu elemento e usá-lo para beneficiar as pessoas!
– E o que você acha de uma equipe muito mais poderosa que a ACD? — Questionou olhando fundo nos olhos vermelhos da menor.
– Ah... Eu vim com o intuito de conhecer a ACD... Mas todo mundo só fala mal. — Abaixou a cabeça pensativa. – Como é essa equipe?
– Venha comigo que eu vou lhe apresentar! — O estranho ser pegou a menor pelo braço e a puxou violentamente. – Rápido, rápido! Não está nesta cidade!
– Ei calma... — Ela fitou as mãos da criatura, e viu que estava sebosa. Sentiu nojo, contudo ele era forte e levava-a para vai saber onde. – Pare, está me machucando!
– Temos que ser rápidos mocinha... — Disse sem olhar para ela. – Antes que nos encontrem...
– Esse cara... — Imediatamente a maior fechou a cara encarando-o.
– Espere ai! — A criatura parou de se mover junto com a rapariga, ao escutar a voz grossa de um homem.
– Essa não! — Murmurou o ser pegajoso.
– Eu não estou entendendo nada! — Diddy colocou as mãos sobre a cabeça assustada.
Um jovem de cabelos escuros usava uma máscara toda colorida cobrindo a sua face e uma roupa super brega. Estilo carnaval, cheia de enfeites e anéis, desde os pés até a cabeça. E tinha uma capa com as cores do arco-íris desenhada. Ele parou os dois.
– Você tem um ar suspeito... — Fitou a criatura que estava trêmula. – Quem é você?
– Um mais louco que o outro! — Bufou a rapariga revirando os olhos. – Você também é suspeito!
– Não vou deixar que me peguem! — O mendigo removeu o manto revelando sua identidade. Um homem meio corcunda tinha buracos sobre o corpo por onde saiam àquela gosma, e tinha uma tatuagem no peito de uma caveira. – Não se aproxime! — Gritou ameaçando furar a jovem com suas garras.
– Anti-Random... — O maior fuzilou o monstro com o olhar.
– O que é isso? — Gritou Diddy pasma. – Socorro!
– Não dê mais um passo, senão ela morre! — Suas palavras tinham firmeza, se o jovem o fizesse, ele realmente mataria a garota.
– Mal dia! Nessa cidade só tem gente louca! — Diz a menor boquiaberta enquanto era arrastada pelo monstro. – Me ajudem!
– Colors clone! — Um clone do jovem de colorido aparece atrás do inimigo e dá-lhe uma chave, impedindo-o de se mover. Nisso a garota é solta e cai no chão. – Está tudo bem agora... Vamos. — Estendeu a mão para Diddy.
– Obrigada por me salvar... — O rapaz a ajudou a se levantar. – Mas quem é você, quem é ele... O que há com essa cidade? — Desviou o olhar para a criatura irritada.
– Meu nome é Alex. — Sorriu, apesar de que ela não podia ver as emoções do jovem. – Não se preocupe, ele é um membro do esquadrão Anti-Random, um grupo espião e inimigo da nossa equipe. Eles estão recrutando novos membros para acabar com a nossa cidade. — O homem fechou o punho irritado.
– Sei... Ah! Você disse "nossa equipe"? — Arregalou os olhos fitando-o. – Então você é...
– Sou um dos membros da ACD. — Respondeu prontamente.
– Ah... Bem, acho que encontrei dessa vez. — Suou fria. – Eu ouvi vários boatos sobre sua equipe e queria entrar nela, mas não sabia que tinha uma péssima fama por aqui. — Afirmou.
– Ah é uma longa história. — Deu de braços. – Mas você verá que não somos tão terríveis como o pessoal diz. — Fez um sinal positivo sem graça.
– Isso não foi nada convidativo. — Fez bico encarando-o.
– Nós tentamos ajudar as pessoas da nossa cidade, porém, temos muitos inimigos que atrapalham nas nossas aventuras... Ela pode ser uma equipe poderosa, contudo há esse problema. — Desanimou.
– Tudo bem, eu entendo como é. — Reanimou-o com um sorriso colgate. – Você me salvou, então lhe darei uma chance, me apresenta a ACD?
– Claro! — Voltou novamente a si, e guiou a loira até o local onde se reuniam.
Era uma casa feita de alvenaria, grande e bonita. É um sobrado, as portas e as janelas eram feitas de madeira, também alguns pilares e um pequeno jardim em frente á casa. Há flores como rosas e hortênsias, alguns arbustos e laranjeiras.
– Puxa, é muito bem cuidado aqui. — Diddy reparava em todos os detalhes.
– Obrigado pelo elogio, nós apreciamos a natureza e procuramos deixar tudo no mais organizado possível. — Abriu a porta. – Pode entrar.
– Com licença... — O local parecia um restaurante. Havia vários pilares de madeira, mesas e cadeiras, também jarros de água e outros de sucos. No fundo tem um balcão, onde é a cozinha. Há alguns jovens conversando, estes pararam a conversa após notar a presença da visitante.
– Enfim uma cliente! — Aplaudiu uma jovem de cabelos longos e escuros, seus olhos eram castanhos, usava um vestido vermelho desenhado com um dragão cuspindo chamas. – Meu nome é Saya, em que posso ajudá-la? — Ela era acompanhada por sua irmã mais nova, uma garotinha semelhante a ela, usava um vestido cumprido, azul e detalhado com rosas escuras. – Esta é a minha irmã, Diva.
– Prazer em conhecê-las! — Respondeu a novata de cabeça baixa. – Bem eu...
– Ela quer entrar para a nossa equipe, Saya. — Afirmou Alex entrando após Diddy.
– Ah, sério? — A menor cruzou os braços e fitou a companheira pensativa. – Qual é o seu objetivo?
– Eu quero dominar o meu elemento e usá-lo para o benefício das pessoas. — Afirmou olhando fundo nos olhos da mais velha.
– Por mim tudo bem, mas quem decide é apenas o líder... — Desviou o olhar para o chão. – Por que não conversamos mais para o fundo? Assim, apresentamos você aos outros membros da nossa equipe, o líder no momento está ocupado. — Acenou e assim ambas foram até o balcão no fundo.
– Cobal esta é a Diddy, ela quer entrar para a nossa equipe. — Disse Saya apresentando a companheira. Cobal é um rapaz muito simpático, ele usa uma roupa casual, tênis, uma camisa meio social azul, uma gravata listrada, vermelha e branca, e uma bermuda jeans preta, até o joelho, com dois bolsos nas laterais. Esta sempre de boca cheia.
– Nossa que da hora! Mais uma companheira? — O jovem se aproximara da menor fitando-a dos pés a cabeça. – Prazer em conhecê-la, eu sou o Cobal! — Sorriu com aquele sorriso todo amarelo, cheio de pedaços de carne.
– O prazer é meu... Acho. — Sorriu olhando-o sem graça.
– Quantas vezes preciso lhe dizer, não fale de boca cheia! — A mais velha socou o pobre coitado, que caiu todo desmiolado. – Francamente... Está assustando ela!
– Calma Saya, não precisa me bater também. — Fez cara de choro enquanto se levantava. – Qual é o seu elemento, Diddy?
– Fogo. — Respondeu.
– Que coincidência! — A morena arregalou os olhos surpresa. – Meu elemento também é fogo!
– Sério? Que legal! — Retribuiu o sorriso.
– É nóis manolo! — O rapaz estendeu os braços para o alto, todo animado e chamou o cozinheiro. – Ei Joel! Vem receber a nossa visita!
– O que é caramba?! — Exclamou o moreno enquanto preparava alguns pratos. – Estou trabalhando aqui... — Todavia, logo que viu a visita, largou imediatamente seus afazeres e correu até a jovem atendê-la. – Bonjour oh minha bela dama! O que desejas? — Fitou-a com os olhos brilhando.
– Ah, você está trabalhando e ocupado... — Sorriu sem graça. – Não quero te incomodar.
– O que? Trabalhando? — O homem de pele escura recuou. – Não estou trabalhando. — Deu uma risada disfarçada. – Não se preocupe, fique a vontade em pedir o que quiser!
– Joel, precisamos falar com você. — Saya interrompeu-o.
– Oh! Duas belas damas na minha frente! Deve ser o arco da paixão atravessando o meu coração! — O mais velho caiu para trás. – Fale querida! Aqui todos os seus sonhos podem ser realizados!
– Pare de enrolar e nos diga onde o líder está! — Gritou à morena batendo o pé.
– Que constrangedor. — Alex abaixou a cabeça.
– O que? — O negro ficou boquiaberto. – Você é mais uma das vítimas dele? Não me diga! Aquele sacana do Hankaruko acha que pode tudo, ele vai ver só! — Agora o homem rangia os dentes e seus olhos pareciam entrar em chamas.
– Que vítima Joel, está louco? — Saya segurou-o pelo colarinho. – O Alex a encontrou, disse que ela quer entrar para a nossa equipe, só que isso apenas com a permissão do líder carambola! — Chacoalhou-o até os ossos do esqueleto do jovem se desmontar.
– Entendi, entendi! — Respondeu pererecando para se levantar. – No momento está ocupado lutando...
– E o outro líder, onde ele está? — Perguntou Diva.
– Aquele ainda não voltou de viajem. — Afirmou.
– Droga! Que injusto! Ele está sempre viajando! — A morena bufou revirando os olhos. – Ele não sabe a falta que faz...
– Ora essa, é só esperar o Hankaruko! — Disse Cobal. – Já deve estar terminando.
– Você fala como se fosse fácil ele aceitar... — A menor cruzou os braços.
– O que está acontecendo? — Perguntou a loira confusa.
– Nós temos dois líderes, um está sempre viajando em missões perigosas, e o outro está ocupado no momento. — Responde o jovem mascarado. – Contudo, o Hankaruko criou várias regras enquanto o outro líder está ausente, e nós só podemos obedecer...
– Entendi e só com a permissão dele para eu entrar na equipe não é?
– Sim... Mas, bem, vai dar tudo certo, não se preocupe. — Retrucou tentando consolá-la. – Quem fundou a nossa organização é o Gabriel, entretanto está desaparecido. Temos outro Gabriel que está... É verdade, onde ele está? — Desviou o olhar para os lados.
– É ele que está lutando contra o Hankaruko agora, Alex. — Respondeu Cobal levando outro pedaço de carne na boca.
– Entendo... Só vou mostrar-lhe os outros cômodos, até lá a batalha dos dois já deve ter terminado.
– Ok. — Estranhou. – Por que dois membros da equipe estariam lutando entre si? — Pensou consigo mesma.
Tem dois quartos o lugar. Um dormitório sem muitos móveis para os homens, com três camas e um guarda-roupa. O outro dormitório é o feminino, tem duas camas, visto que sempre foi apenas a Saya e sua irmã de mulheres que residem na base. Outro cômodo é uma sala, com televisores, sofás e poltronas. Depois de apresentar o lugar para Diddy, eles se juntaram aos outros jovens que conversavam na cozinha, até a luta que Hankaruko tinha com Gabriel encerrasse.
Será que Hankaruko irá aceitar Diddy na equipe ACD? Qual será o resultado dessa batalha e por que está ocorrendo? Que tipos de missões haverá essa aventura? Continua...
Fale com o autor