Aventura
4 Quatro Diabinhos
Esta história vai ser muito cansativa, pois com quatro gatinhos bebés não dá para viver grandes aventuras. Mas acreditem, ser pai é a minha maior aventura! O meu filho, Dinky, as minhas três filhas, Mica, Tica e Kina não me dão descanso, mas tenho muito orgulho na minha família. Eu, a Tyara e os meus quatro diabinhos, ainda vivemos com a Esmeralda e os meus donos, não tenho estado em aventuras, mas de repente surgiram-me quatro!
“Papá acorda, depressa!” Tinha-me dito o meu filho, Dinky. Ele tinha riscas por todo o corpo e era pardo (tal como eu), atrás dele estavam as minhas três filhas, a Mica, que era toda cinzenta (tal como a mãe), a Tica, que também era como eu e a Kina, que era branca e preta. “Vamos despacha-te mamã, depressa papá” Gritava a Tica.
“Mas o que se passa? Ainda não percebi…” Dizia eu olhando para a Tyara. Então a Mica disse-me que já era véspera de Natal, e que os meus irmãos e as minhas irmãs vinham cá. “Pois é como é que nos esquecemos?” Lembrei-me de repente. A minha sorte é que já tinha comprado os presentes para todos, se não os tivesse comprado provavelmente teria de fazer uma aventura para os comprar. No entanto, não era o único a esquecer-se dos presentes, os meus filhos tinham-se lembrado do Natal, mas esqueceram-se completamente dos presentes. Envergonhados não nos tinham dito nada e correram para a sala.
“E agora? Não temos presentes para os pais…” Disse a Kina. “Eu acho que não é justo não lhes dar nada, eles sempre fizeram um esforço para nos comprarem tudo o que nos precisamos. E agora que chegou o Natal, nós não temos nada para contribuir…” Tinha constatado a Mica, então o Dinky rebitou as orelhas e olhou para as irmãs com o seu ar de malandro e disse-lhes: “Lembram-se das histórias que o papá nos contava sobre as aventuras dele?” “Sim.” Responderam as minhas filhas em coro, então o Dinky continuou: “E se fizermos uma aventura para comprar os presentes para os pais? Não há-de ser difícil, afinal temos as aventuras nas nossas veias!” As minhas filhas olharam muito sérias para o Dinky, então a Tica chegou-se á frente e disse: “Eu alinho! O Dinky tem razão, não me parece que seja complicado.” A Mica e a Tica olharam uma para a outra e disseram em coro: “Está bem, nós vamos.”
A noite estava a cair e aos meus filhos disseram para mim e para a Tyara: “Bem, nós vamos dormir…até amanhã.” A Tyara olhou para mim e de seguida para os quatro diabinhos e disse: “Vocês estão doentes? Que estranho…normalmente nunca querem deitar-se assim tão cedo. Mas vão lá…Boa noite.” O Dinky, a Mica, a Tica e a Kina foram para a cama, mas não foram dormir, apenas foram preparar a viagem para fazer as compras de Natal. Eram duas da manhã e a Kina acordou em primeiro lugar: “Acordem, já são horas de irmos.” O Dinky, a Tica e a Mica acordaram de seguida e foram até á cozinha ver se estava lá alguém: “O caminho está livre, venham depressa!”
Como na minha primeira aventura, a janela do quarto da Esmeralda estava aberta, os gatinhos caminharam em direção á janela e saltaram lá para cima: “Lembram-se da primeira aventura do papá? Ele também saiu por esta janela, parece que estamos no caminho certo.” Disse a Kina. Todos juntos saltaram da janela e caíram mesmo no meio do jardim dos pais da Esmeralda: “E agora? Por onde é o caminho?” Perguntava a Mica, então a Tica olhou para os irmãos e disse de repente: “Bem, vamos para a cidade. Na cidade há lojas e é nas lojas que se compram os presentes.” “Mas que boa ideia! Mas alguém sabe onde fica a cidade?” Concordou o meu filho, Dinky. A Tica começou a correr, e os irmãos correram atrás dela. Quando pararam a Kina perguntou á Tica: “Porque é que vieste a correr?” “Nós não sabíamos onde era a cidade…” Dizia a Tica mas a Mica interrompeu-a antes de ela acabar a frase: “O que queres dizer com “não sabíamos” nós continuamos a não saber onde fica a cidade” Então a Tica continuou: “Como eu estava a dizer antes de ser rudemente interrompida, “nós não sabíamos onde era a cidade” mas agora já sabemos. Olhem o que eu encontrei!” “Boa! Um mapa!” Tinham dito o Dinky e a Kina em coro. “Mas esse mapa vai levar-nos ás lojas de presentes?” Perguntava a Mica. “Em princípio sim, é um mapa da cidade.” Respondeu-lhe a Kina, mas esta olhou de novo para o mapa e disse com grande desilusão: “Mas olhem…a cidade é demasiado longe! Nunca iremos conseguir voltar a tempo…” O meu filho, Dinky, olhou para as caras tristes das irmãs e disse com confiança: “Nós vamos conseguir! O papá já nos contou que foi até França a pé…por isso não pode ser assim tão difícil andar uns quilómetros. Eu vou, quem vem comigo?” “Eu vou!” Disseram as minhas três filhas em coro. Nesse instante um autocarro parava na paragem e a Tica disse de imediato: “Quem precisa de correr? Vamos de autocarro, assim é mais rápido!” Todos concordaram. Entraram junto dos pés das pessoas e esconderam-se atrás do caixote do lixo. Cansados como estavam, adormeceram. O autocarro já tinha passado a paragem da cidade e continuava a andar na direção de uma pequena aldeia chamada “Pequena Aldeia”. No caminho havia imensas lombas e numa delas a Mica acordou: “Malta! Acordem depressa! Eu não sei se já passamos a nossa paragem!” O Dinky, a Tica e a Kina acordaram sobressaltados: “Já estamos acordados, não é preciso miar tão alto…mas o que é que se passa?” Perguntou o Dinky assim que acabou de acordar.
“Malta, eu acho que já passamos a nossa paragem!” “O quê!?” Exclamaram a Kina, a Tica e o Dinky em coro. “Porque é que não nos acordas-te agora estamos perdidos por tua causa!!” Ralhou a Tica com a Mica. “HEY! Calma, não é preciso ralhar…” Disse o Dinky na tentativa de acalmar as irmãs. Enquanto os meus quatro diabinhos estavam a discutir, o condutor do autocarro disse: “Ultima paragem, saiam todos.” No fim de saírem do autocarro a Tica e a Mica ainda discutiam: “Agora a culpa é minha!? Tu é que estavas a dormir e a ressonar. E se não fosse eu a acordar-te íamos passar a noite no autocarro!” “Sim a culpa é tua, se acordas-te agora já podias ter acordado á mais tempo!” “Parem! Já não vos posso ouvir! Temos de comprar os presentes e não matarmo-nos uns aos outros!” Gritou a Kina para parar com a discussão das irmãs.
Depois de um longo silêncio, todos olharam á volta então o Dinky perguntou: “Alguém sabe onde estamos?”. Estava escuro e não se via nenhuma casa. Ao longe, viu-se o autocarro a ir embora.
“Precisamos de um sitio para passar a noite…e temos de comprar os presentes ainda hoje, amanhã já é natal.” Disse a Mica. Então começaram a andar, sem saber para onde ir, talvez encontrassem uma loja aberta aquela hora da noite.
Quanto mais andavam mais se afastavam da aldeia. Estava a ficar muito tarde e eles perceberam que a essa hora já não encontravam lojas abertas: “Eu tenho uma ideia, vamos para a zona central da cidade. Depois dormimos á porta de uma loja, que é para quando ela abrir sermos os primeiros a entrar. Apanhamos um autocarro e voltamos para casa.” Disse a Kina. “Pois mas temos um pequeno problema…ESTAMOS PERDIDOS! Não sabemos para que lado fica a cidade.” Ralhou a Mica. Então uma voz respondeu: “Talvez eu vos possa ajudar.” O Dinky, a Tica, a Mica e a Kina ficaram em pânico. Não sabiam de onde vinha aquela voz, nem se era uma boa pessoa ou não: “Não tenham medo eu não vos faço mal.” Disse aquela voz com um risinho, então saindo das sombras apareceu um gatinho siames de olhos azuis.
“Quem és tu? De onde vieste? “. Perguntou o Dinky desconfiado…”Eu sou o Daffy e vivo nesta aldeia, eu posso-vos ajudar a voltar para a cidade…e a encontrar as lojas e até posso fazer com que…” Estava a dizer o Daffy quando a Mica o interrompeu: “Desculpa lá! Nós nem sabemos se podemos confiar em ti…!”. Os meus outros filhos olharam de relance para a Mica com os olhos bem abertos, o Daffy percebeu o que se passara e disse: “Eu compreendo-a…mas eu só estava a tentar oferecer a minha ajuda, sei como é estar perdido…isso já me aconteceu.” “A sério, a nós foi a primeira vez, mas ao nosso pai já foram muitas…ele é um aventureiro e nós somos os seus filhos: eu sou o Dinky, estas são as minhas irmãs a Kina e a Tica e a mal educada…” Disse o Dinkyolhando para a Mica, “…é a Mica. Olha nós precisamos mesmo da tu ajuda…” O Daffy sentiu-se muito feliz e respondeu com um grande sorriso. “Ótimo! Teria muito goto em ajudar-vos, venham para minha casa, amanhã vamos ás compras. ”
No dia seguinte os meus filhos acordaram bem cedo, tal como o Daffy. “Ora bem, por aqui vamos dar á cidade e por ali vamos dar á estação dos comboios para vocês voltarem para casa. Vamos fazer o caminho de uma forma circular.” Explicou o Daffy. “Partimos para a esquerda e vamos ás compras, depois vamos para a direita (Tudo isto de uma forma circular) para a estação dos comboios, dai vocês voltam para casa e eu volto para a minha. O que vos parece?” “Por mim vamos.” Concordou a Kina, de seguida o Dinky e a Tica acenaram com a cabeça. Mas a Mica não pareceu convencida…” Mas como é que vamos cumprir os horários se não sabes a hora da partida do comboio para Lisboa.” O Daffy riu-se. “Por acaso sei, porque é o único comboio qua parte daqui.” Depois de umas gargalhadas partiram. Todos iam animados expecto a Mica que se encontrava mais atrás do grupo, e sozinha. “É o único comboio que parte daqui… Que irritante… pensa que sabe tudo… mas é um gato da aldeia…” Murmurava a Mica de mau humor. Enquanto caminhavam um homem apareceu por trás da Mica e apanhou-a, como ela estava mais atrás ninguém se apercebeu.
“Mais uns metros e estamos lá.” Disse o Daffy para a Kina. O dinky virou-se para trás para falar com a Mica. “Vês, ele é de…confiança?...Mica…PESSOAL! A MICA DESAPARECEU!” Gritou o Dinky para o resto do grupo. “OH não! E agora onde é que ela está? O que vamos fazer? E se não a encontrarmos? Não podemos voltar sem ela…e os pais que vão dizer?” Perguntava a Tica. Então a Kina, que é muito calma disse ao Daffy. “Ouve, nós agradecemos muito mas mesmo muito a tua ajuda mas é a nossa irmã e não podemos voltar sem ela…vamos voltar para trás, vens connosco?” O Daffy respondeu de imediato. “Não há problema, eu compreendo. Vamos não há tempo a perder! Temos de a encontrar!”
O Dinky, a Tica, a Kina e o Daffy começaram a correr. Enquanto corriam o Daffy disse que a probabilidade de a Mica ter sido raptada pelo Jack (um estrangeiro) que matava os animais para fazer a sua coleção de peles, era muito elevada. “E nunca o denunciaram?” Perguntou a Tica. O Daffy respondeu. “Já muitas vezes. Mas a policia não faz grande coisa, apenas o mantem na prisão por duas noites.” Quando chegaram ao local onde a Mica desaparecera o Dinky disse. “Olhem! É a coleira da Mica…foi aqui que o Jack a raptou!” “Temos de seguir o cheiro dela…mas todos sabemos que os gatos não são bons nisso…” Disse a Kina. Então o Daffy disse animado. “Estão a brincar! Eu conheço um pastor alemão que é policia e encontra droga com o faro, ele pode-nos ajudar. Afinal isto é um rapto!” Os meus filhos concordaram logo e foram todos a correr até á esquadra da polícia.
“O Jack outra vez? Não se preocupem vou mordê-lo com tanta força que ele vai ficar sem a perna!” Disse o pastor alemão logo quando os meus filhos lhe contaram a história. “Obrigada agente Rex.” Agradeceu o Daffy. Os pequenos gatinhos mostraram o local do crime ao agente Rex, e este disse de imediato. “Já estou a sentir o cheiro dela… ela é cinzenta?” “Sim.” Responderam os meus filhos. “…e usa perfume?” “Sim.” Responderam de novo os meus filhos. “…e ela tem a mania que manda?” “Sim.” Tinha respondido a Tica, os seus irmãos olharam para ela, e a Tica perguntou ao agente. “Espera lá! Porque perguntas-te isso?” “Por nada só curiosidade… desculpem. Apanhei o cheiro sigam-me.” Todos começaram a correr atrás do Rex. O cão corria em direção á floresta e os pequenos gatinhos seguiam-no.
“Olá pequena gatinha… tens um pelo muito bonito… fica bem na minha almofada… hahaha” Tinha dito o Jack para a Mica enquanto a punha dentro de uma jaula. No fim de ele trancar a jaula, a Mica olhou em volta e ficou muito assustada. “Ohh não! Isto não é bom, mesmo nada bom!” Disse a Mica enquanto olhava fixamente para as peles e a cabeça de leão que estava na parede.
“Vamos ver se tenho uma almofada pequena para pôr a tua pele… ora bolas! Era o que faltava! Tenho de ir comprar uma almofada mais pequena… eu já venho, e nem tentes escapar.” Tinha dito o Jack. “Oh… claro que não vou escapar… até saíres desta casa de madeira.” Murmurou a Mica enquanto o Jack fechava a porta. “Ora bem, como é que vou sair daqui?” Perguntou a Mica aos seus botões, olhando em redor.
“É aqui.” Disse o agente Rex aos gatinhos. Estavam todos escondidos no meio das árvores, quando viram o Jack a sair da cabana. “Muito bem. Ele está a sair. É a nossa oportunidade, vamos!” Afirmou o Dinky. Ele começou a correr, e o Rex, o Daffy, a Tica e a Kina seguiram-no.
Quando chegaram á porta da cabana, empurraram a porta todos juntos, com as patas. E ao ver a porta a abrir, a Mica entrou em pânico e escondeu-se. “Mica! Estás aqui?” Perguntou a Kina ao espreitar pela porta. Ao ver a irmã, a Mica gritou logo: “Estou aqui na jaula! Depressa ajudem-me! O Jack foi comprar uma almofada para a minha pele!” “Uma almofada! Oh não! Não temos muito tempo, a loja de almofadas é já aqui perto! Depressa vamos ajudá-la!” Exclamou o Daffy.Enquanto a Kina e a Tica ficavam de vigia, o Daffy e o Rex estavam a fazer uma armadinha para prender o Jack, e o Dinky tentava abrir a jaula com as suas garras.
“Depressa! Ele deve estar quase a chegar!” Dizia a Kina para o irmão, para o Daffy e para o Rex. Então nessa instante a Tica mandou um grande grito de pânico: “Ele já chegou! Está a aproximar-se!” Nesse instante o Daffy respondeu que a armadilha estava pronta, e ouviu-se um clique que saia da fechadura da jaula. A Mica estava livre, mas era tarde demais o Jack entrou na cabana e os animais só tiveram tempo de se esconder.
“Mas que…só podem estar a gozar!” Resmungava o Jack, e continuou: “A gata não pode estar muito longe, apenas aqui dentro da casa…aqui bichaninha…” Enquanto o estrangeiro caminhava pela cabana, os gatinhos e o Rex estavam em pânico. A Tica e a Kina estavam escondidas atrás de umas sacas, e o Jack começou a andar em direção às gatinhas. Os olhos do humano estavam quase a reparar nos bichos, mas a armadilhar que o Daffy e o agente Rex tinham preparado entrou em ação: “AH! Mas o que é isto!?” Gritava o Jack enquanto uma rede que estava no chão o puxava para cima e o prendia como se fosse uma pinhata.
Os animais aproveitaram para escapar. Como o Rex já tinha chamado reforços, estes aproximavam-se da cabana. Então o parceiro humano do Rex, disse para o seu cão: “Bom trabalho amigo. Desta vez vai ficar preso por uns longos dias…”
Estavam todos felizes quando a Mica disse de repente: “OH não! O comboio parte daqui a 30 minutos, e não temos os presentes para os pais…” Nesse instante o Rex disse para os 5 gatinhos: “Têm aqui 5 coleiras com os distintivos de Pequena Aldeia, usem-nos com orgulho. E para os vossos pais, tem um saquinho cheio de erva de gato.” Os meus quatro diabinhos e o seu novo amigo, Daffy, agradeceram radiantes. Todos se despediram e os meus filhos convidaram o Daffy para nos vir visitar um dia. O comboio já seguia caminho, e o Rex fez uma proposta ao pequeno gatinho siames: “Mostras-te bravura nesta missão. Nós agentes policiais da aldeia queremos propor-te o cargo de Agente Daffy, nas forças policiais. Aceitas?” “Mas é claro que sim!” Respondeu o gatinho de imediato.
O Dinky, a Mica, a Tica e a Kina entraram sorrateiros em casa e fugiram para o quarto. Então mo momento em que a Tyara abriu a porta para lhes dar os bons dias todos se meteram dentro da cama, todos exceto a Tica que tinha ficado para trás.
“Tica! O que estás a fazer fora da cama? Ainda te constipas.” Avisou severamente a Tyara, mas a pequena Tica não sabia o que dizer, então a Mica salvou a irmã dizendo: “Fui eu que lhe pedi para me ir buscar um lenço…acho que estou a ficar constipada…” A Tica olhou para a irmão, e esta piscou-lhe o olho. “Está bem. Vá, toca a levantar, os vossos tios já devem estar a chegar.” Disse a Tyara enquanto fechava a porta.
“Muito bem, está na hora dos presentes!” Disse eu enquanto caminhava em direção á arvore de natal, e continuei: “Este é para ti, Dinky, e este é para ti, Kina, Tica e Mica. E para os meus irmãos e irmãs, e para ti amor.” A Tyara ficou radiante com a coleira com o diamante que eu lhe dei.
Estávamos todos felizes e os meus filhos aproximaram-se de nós e disseram em coro: “Estas prendas são para vocês! Feliz Natal!” Os presentes eram ótimos. Eu e a Tyara adoramos o natal, e eles também. Mas tenho um pressentimento de que vai haver muitas mais aventuras, desta vez com os meus quatro diabinhos!
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