Aurora Boreal
12 Capítulo 12
Notas iniciais
RECOMENDO AS FICS:
O QUE MERECES E FAKE...AMBAS MUITO BOAS!
Aurora Boreal cap 12
Os dias passaram num piscar de olhos. Edward tinha retornado a uma semana de Washington e a equipe de investigação partira sem respostas conclusivas. O caso só não foi considerado como um ato de vandalismo por causa da agressão que sofri o que deu um tom mais grave e serio ao fato. Tentava voltar a minha vida no Centro à rotina, mas, percebi que não conseguia dar nem um passo sem que Edward, Emmet e até o Jacob não estivessem logo atrás de mim ou se prontificando para fazer minhas tarefas quando era externo.
Na verdade, eu sentia Edward mais tenso e introvertido a cada dia. Quando perguntava o motivo do seu comportamento, ele desconversava dizendo ser impressão minha.
Alice ligava todos os dias para conversar, habito nascido por ocasião da viajem do Edward e, desde então a nossa amizade ficou cada vez mais estreita. Ela e o Jasper me deram todo apoio e carinho e eu me afeiçoara a eles como se fossem amigos de longa data. Estávamos ao telefone quando ela de repente lançou um convite.
- Bellinha, eu estou pensando em fazer um jantar aqui neste final de semana e gostaria de ter a presença de todos vocês.
- Será ótimo, Alice. Sabe, por causa dessa historia toda tenho ficado muito reclusa e isso já está me dando nos nervos. Estou realmente precisando de um pouco de distração. – resmunguei.
- Então amiga, está combinado. Sábado às 19h00, esperamos vocês – disse com voz feliz
- Quer que eu leve alguma coisa Alice?
– Talvez aquela sobremesa dos deuses que você fez... Se não for muito trabalho.
- Lógico que não, amiga. Levarei o manjar. – ri quando ouvi o gritinho dela do outro lado.
Despedimos-nos no momento exato em que Edward me enlaçou por trás.
- Era Alice?
- Sim. Convidou a todos nós para um jantar no sábado.
- Hum... Você gostaria de ir? — perguntou beijando o meu pescoço e causando arrepios em minha pele. Virei-me para encará-lo.
- Já aceitei o convite, inclusive. Fiz mal? – quis saber enquanto o enlaçava e distribuía beijos pelo seu queixo.
- Não. Você fez bem. Estamos precisando espairecer um pouco. – disse sério.
- Principalmente eu, não é? Tenho me sentido como uma prisioneira aqui, vigiada 24 horas por dia, desde que aconteceu aquele incidente. – reclamei.
- Agressão, você quis dizer. – corrigiu – Bella estamos tentando proteger você. Esse marginal provavelmente tentará algo novamente e quero você bem longe do alcance das mãos dele.
- Edward não é correto que eu altere a minha rotina, a minha vida por culpa disso. EU não cometi crime nenhum. Não é justo viver como uma prisioneira enquanto esse cara está solto por aí.
- Não. Não é justo... Por isso estive pensando muito nestes dias e, gostaria de conversar com você sobre minha decisão. – começou me observando com a fisionomia tensa.
- Decisão? Sobre o que? – perguntei me afastando já preocupada com o tom de sua voz.
- Pode achar prematuro o que vou dizer, mas, quero que considere o assunto.
- Diga logo, Edward. Estou começando a ficar preocupada.
- Se não descobrirmos logo o culpado e, se houver outro atentado contra o centro ou algo que evidencie que você corre perigo, eu solicitarei a nossa Central a sua transferência. – disse num tom firme e senti o sangue gelar nas minhas veias.
- O...O que? – arfei. — Você quer que eu vá embora? — não podia acreditar que estava ouvindo isso dele.
Edward se afastou suspirando, passando a mão nos cabelos nervosamente.
- Se for para a sua segurança... Sim! – respondeu me encarando.
- Você não pode estar falando serio, Edward! Acha que vou jogar para o alto todo o meu trabalho desenvolvido aqui por causa de um maluco? — sentia todo meu corpo tremer
- Bella, você pode continuar no projeto trabalhando em Washington. Será mais seguro e eu ficaria mais tranqüilo – ele se aproximou me envolvendo em seus braços.
- Não é só isso... E quanto a nós? Como tem coragem de me dizer que ficará tranqüilo se eu estiver longe daqui? – me soltei do seu abraço, magoada. — Edward, essa sua obsessão em me proteger está indo longe demais... Pedir o meu afastamento?
Uns dias sem ele e quase morri de tristeza. A simples idéia dele cogitar de eu ir embora me causava mal estar.
- Pedir a sua transferência. Bella, nós continuaremos juntos. Darei um jeito de me juntar a você assim que for possível.Isso certamente será a coisa mais difícil que farei na minha vida, mas, se for necessário eu farei. Não posso ariscar perder você.
- Pois saiba que se fizer isso comigo, terá me perdido para sempre. – disse e fui saindo da sala antes que ele visse as lágrimas que já ameaçavam cair
— Bella! – ele segurou o meu braço — Por favor, vamos conversar! – Maneei a cabeça
- Não temos mais nada para dizer. Pelo visto você já tem tudo decidido – não consegui disfarçar a mágoa. Puxei o braço me soltando dele e sai do centro batendo a porta.
Estava muito magoada com a atitude dele. Como ele podia decidir esse assunto que me envolvia diretamente sem considerar os meus sentimentos?
Caminhava pisando tão duro que podia fazer buracos na camada grossa de gelo. Fiquei buscando uma explicação para esse comportamento de Edward e então, a lembrança do encontro dele com a Tânia a alguns dias me atingiu como uma tapa na cara. Será que ele estava buscando uma maneira de acabar nosso relacionamento? Talvez no reencontro com a Tânia ele tenha percebido que nunca deixou de ama-la. Essa possibilidade doeu dentro de mim e as lagrimas começaram a escorrer em cascatas pelo meu rosto.
Estava tão absorta nos meus pensamentos que não percebi a aproximação de um homem até que ouvi a sua voz.
- Finalmente nos reencontramos... Isabella. – a voz masculina ligeiramente zombeteira me assustou.
Neste momento eu me dei conta de três coisas. Primeiro havia me distanciado demasiado do Centro. Segundo, na pressa, saí sem o rádio e em terceiro lugar e a pior das constatações: eu provavelmente estava de frente com o criminoso e desta vez não iria escapar...
Edward POV
Eu sou mesmo um idiota! Passei a semana inteira pensando em como abordar a Bella sobre o assunto da possível transferência dela sem iniciar a terceira guerra mundial entre nós e a magôo dessa maneira.
- Mas que droga, Bella! — ela não entende que só quero protegê-la? Suspirei fundo. Vesti o meu casco e resolvi ir atrás dela para esclarecer. Não posso deixá-la pensando que não é importante para mim.
Sai para o frio externo e a busquei com o olhar na imensidão branca e a cena que eu vi ao longe me causou um choque que fez paralisar momentaneamente todo o meu corpo.
Bella se debatia tentando sem sucesso escapar dos braços de um homem que a arrastava para uma moto próxima a eles.
- Bella! – gritei desesperado saindo do meu torpor e correndo para dentro do centro para pegar as chaves da moto.
- Emmet! Emmet! – gritava enquanto pegava as chaves e o rádio.
- O que foi cara? Quer me matar do coração?- Emmet apareceu assustado.
- Ele pegou a Bella! Avise ao policia. – gritei correndo para fora e sendo seguido por ele
- Quem pegou a Bella? Ele quem? – gritava confuso enquanto eu dava a partida na moto.
- O homem que estamos procurando. Vou atrás para tentar detê-lo. – gritei e parti em todo velocidade na direção que os tinha avistado.
Não me perdoaria se algo acontecesse a Bella. Maldita hora que resolvi falar sobre a transferência. Tinha deixado a Bella vulnerável para ele.
- Por favor, Deus... Ajude-me a encontrá-los e não permita que ele a mate! Eu prometo que nunca mais duvidarei da sua existência, se me ajudar com isso. – rezei baixinho. Eu lutava para não deixar o desespero me tomar.
O temor de que não conseguisse encontrá-los me dava calafrios, mas, uma parte de mim me dizia para manter a calma, pois, só assim conseguiria ajudar a Bella. Acelerei a moto mais ainda fazendo o motor protestar na sua potência máxima e em poucos minutos consegui avistá-los. Bella ainda lutava contra o homem, por este motivo eles iam um pouco mais lentos do que eu e consegui encurtar a distancia entre nós.
Quando o som da minha moto ficou audível para eles, o piloto virou e começou a atirar contra mim. Eu dirigia em ziguezague para que ele não me atingisse e vi com terror a Bella agarrar o braço dele que tinha a arma, na tentativa de impedi-lo de atirar contra mim.
- Não Bella! – gritei mesmo sabendo que ela não me ouvia. De repente o barulho de um tiro ecoou no silencio ártico.
- Deus, não!- transtornado vi a moto tombar com os dois corpos que caírem deslizando ainda agarrados no gelo devido a velocidade que estavam. Nenhum dos dois se mexia quando cheguei ao local. Desci correndo e tirei o maldito que estava inconsciente de cima da Bella que também estava desacordada.
- Bella. – Assustado vi uma mancha de sangue na sua roupa na altura da barriga. – Amor, por favor, abra os olhos pra mim. Fale comigo! Não me deixe Bella... Por favor!- Abracei o seu corpo inerte e comecei a soluçar em desespero.
- Edward...- a sua voz era fraquinha mas senti uma imensa alegria em ouvi-la.
- Bella! Esta com dor? Não. Não fale nada, amor. Vou chamar o socorro...
- Edward. – chamou mais forte me fazendo calar. – Estou bem. Não fui eu que o tiro atingiu. Disse apontando para o bandido. Foi então que observei que a roupa dela não tinha buraco, só a mancha de sangue.
- Graças a Deus!- exclamei abraçando-a novamente. – Ah, Bella...Tive tanto medo de te perder.- disse apertando-a mais nos meus braços.
- Eu também, Edward. Achei que ele me mataria, desta vez. Provavelmente é o que aconteceria se não fosse por você! Você me salvou! – disse com voz emocionada. Ela tentava ser forte, mas, o seu corpo tremia por causa do estresse do medo.
- Shhhh...Está tudo bem agora, amor. Você está segura. – Quando ela se acalmou fui até o individuo e busquei o pulso. Estava vivo, apesar da sua pulsação fraca. Peguei o rádio e liguei para o Emmet.
- Fale mano! Onde está? – perguntou ele tenso
- A uns 50 quilômetros a noroeste do centro. Avise a policia da localização e que temos um ferido.
- Avisarei. Precisa de mim ai, cara?
- Não Emmet. Bella está bem. Imobilizarei o individuo antes que ele volte a si. – falei num fôlego. – Emmet... Obrigado!
- Não por isso, irmão! Estamos esperando por vocês. – disse desligando.
- Você está bem? Está com frio?– perguntei a Bella que estava sentada me observando.
- Estou bem, não se preocupe. É melhor amarrá-lo. – disse apontando com a cabeça o bandido. Concordei indo até a minha moto pegar uma corda de nylon para amarrar os pulsos e as pernas dele. Depois de me certificar que ele estava bem preso, puxei o capacete para ver o seu rosto e soltei o ar incrédulo.
- Não é possível! – falei enquanto escutava uma exclamação surpresa da Bella...
Notas finais
Faça compostagem
Cerca de 3% do metano que ajuda a causar o efeito estufa é gerado pelo lixo orgânico doméstico. Aprenda a fazer compostagem: além de reduzir o problema, você terá um jardim saudável e bonito.
Reduza o uso de embalagens
Embalagem menor é sinônimo de desperdício de água, combustível e recursos naturais. Prefira embalagens maiores, de preferência com refil. Evite ao máximo comprar água em garrafinhas, leve sempre com você a sua própria.
Compre papel reciclado
Produzir papel reciclado consome de 70 a 90% menos energia do que o papel comum, e poupa nossas florestas.
Utilize uma sacola para as compras
Sacolinhas plásticas descartáveis são um dos grandes inimigos do meio-ambiente. Elas não apenas liberam gás carbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Quando for ao supermercado, leve uma sacola de feira ou suas próprias sacolinhas plásticas.
Plante uma árvore
Uma árvore absorve uma tonelada de gás carbônico durante sua vida. Plante árvores no seu jardim ou inscreva-se em programas como o SOS Mata Atlântica ou Iniciativa Verde.
Compre alimentos produzidos na sua região
Fazendo isso, além de economizar combustível, você incentiva o crescimento da sua comunidade, bairro ou cidade.
Compre alimentos frescos ao invés de congelados
Comida congelada consome até 10 vezes mais energia para ser produzida. É uma praticidade que nem sempre vale a pena.
Compre orgânicos
Por enquanto, alimentos orgânicos são um pouco mais caros pois a demanda ainda é pequena no Brasil. Mas você sabia que, além de não usar agrotóxicos, os orgânicos respeitam os ciclos de vida de animais, insetos e ainda por cima absorvem mais gás carbônico da atmosfera que a agricultura “tradicional”? Se toda a produção de soja e milho dos EUA fosse orgânica, cerca de 240 bilhões de quilos de gás carbônico seriam removidos da atmosfera. Portanto, incentive o comércio de orgânicos para que os preços possam cair com o tempo.
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