Notas iniciais
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Meu nome e Nat , fiz essa fanfic porque adoro escreve , espero que gostem.

Obrigada :)

Amanheceu, enfim havia chegado um dos dias mas esperados, irei me alistar para o exército, estou atrasado e tenho que chegar a tempo antes que perca essa oportunidade.

-Filho não vai tomar café da manhã?

-Não vai dar mãe, estou atrasado, vou comendo uma fruta pelo caminho.

-Mas Rafael... A interrompo para lhe pedir sua benção -Mamãe me de sua benção.

-Oh meu filho que Deus te abençoe. Boa sorte meu amor. Nos abraçamos. Para mim era importante seu apoio, não tive uma presença paterna ao longo da vida, sofri muito com isso, mas minha mãe supriu junto com minha avó esta falta. Então lhe devo isso quero dar a ela tudo o que estiver ao meu alcançe, por tudo o que fez. Ando rapidamente e distraído, estava pensando no que falar, em como agir. Será que iria conseguir? De repente sou surpreendido por um carro, onde o motorista, ou melhor a motorista freiou bruscamente, por pouco não fui atingido, caí com o susto. Do carro saiu uma mulher jovem e bonita, era loira, tinha traços singelos, meigos aos meus olhos, veio educadamente pergunta como estava. Ai meu Deus! Como você esta? Tem algum ferimento? Quer ir ao hospital? Eu o ...

- Ei calma, estou bem, apenas caí com o susto não tem porque se preocupar, me desculpe o incidente.

-Você parecia esta com pressa.

-Mas estou, tenho um compromisso e não quero me atrasar. -Desculpe a indiscrição, mas pra onde você vai? Porque talvez possa te dar uma carona.

-Estou indo para o exército, vou me alistar. -Faz parte do meu trajeto. Aceita uma carona?

-Pode ser. Era estranho uma pessoa oferecer carona a um desconhecido. Quando entramos no carro ficamos em silêncio, s timidez e uma espécie de nervozismo me invadiu. Pra ela devia ser intediante aquele silêncio, mas como iniciariamos uma conversa se nem seu nome eu sabia. O rádio foi ligado por ela, começou a tocar " De janeiro a Janeiro", acompanhei a música cantando baixo, foi então que ela finalmente disse algo.

-Adoro essa música.

-Nando Reis.

- Você gosta das música compostas por ele?

-Sou fã. A conversa estava monótona, ela perguntava eu respondia com pouca palavras, até que ela anunciou que estavamos chegando. É incrível quando estamos com alguém e não temos o que falar, o tempo demora a passar, ficamos vinte minutos no mesmo carro, mas nos falamos apenas em dois minutos, poderia ter aproveitado bem mais se não fosse um anti-social.

-Chegamos! Boa sorte, tomara que você se saía bem. -Obrigado pela carona e força. Respondo.

-De nada. Queria saber depois como foi. Mas qual o seu nome?

-Rafael. Você não quer me da seu número? Perguntei.

-Posso sim. Quando ela disse que sim, não consegui esconder o sorriso, gostei da sua presença, não sei, me senti bem, é algo sem explicação. Saí do carro, acenei com a mão me despedindo, então ela gritou :

-Rafael! Meu nome é Marina.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.