Notas iniciais
Heyyyyyyy galerinha!!!! Eu sei, eu fiquei um século sem postar essa fic... mas agora estou aqui! Gente, eu abandonei um pouquinho essa fanfic, mas vou tentar me dedicar a ela o máximo possível! Bom, espero que gostem da história que eu to fazendo com muito carinho.

Droga! A festa começava às nove, já eram oito horas e eu só tinha feito o meu cabelo.

— Foco Giovana, foco. – falei para mim mesma sem muito sucesso.

—Falando sozinha gizi? – Aline falou aparecendo do nada.

—Graças a deus!!! Você precisa me ajudar.

Então ela começou a me maquiar. Sempre agradecia a presença da Aline na minha vida, ela é a melhor amiga que alguém pode ter. Nos conhecemos desde pequenas e ela sempre foi como uma irmã pra mim.

—Acabei! Olha no espelho e veja como ficou.

Fiz o que ela aconselhou e me surpreendi. Tinha ficado maravilhoso, não, espetacular, não, mais que isso, esplêndido.

Falei isso pra ela, que riu da minha cara falando que eu era muito exagerada. Eu ainda tinha que me arrumar. Quando terminei mostrei para ela o resultado e ela ficou de queixo caído. Acho que isso é um bom sinal.

Entramos no carro com meu irmão e a namorada dele (que era a irmã mais velha da Aline) e fomos em direção a formatura.

—É aqui Diogo?

—É sim Aline – A Brena respondeu pelo meu irmão

— Gizi, se prepara que daqui a pouco vamos sair do carro.

—Criatura divina, por que você chama a gi de gizi? – A bre perguntou.

—Essa história faço questão de contar. – eu disse rindo – Você conhece conhece sua irmã Bre, ela sempre gostou de ser diferentona, e todo mudo me chamava de gi, gigi e outros parecidos. Por isso ela resolveu me chamar de Gizi. E eu peguei a mania dela.

–Chegamos! – disse meu irmão interrompendo nossa conversa.

Ele estacionou e saímos do carro em direção ao salão. Lá na escola existia a formatura e uma festa apenas para jovens, para comemorarmos o final do terceiro ano do ensino médio.

Ao chegarmos no salão eu e a Aline nos afastamos dos nossos irmãos para darmos privacidade a eles. E quando eu menos esperava Aline disse de repente:

—Olha ali o Henrique!

Meu coração disparou. Acho que eu não estava pronta para vê-lo. Eu gostava dele desde o nono ano.

—Vai falar com ele boba.

— Ai lizi to morrendo de vergonha.

—Eu estou dizendo que não tem porque, você está linda.

Ela se afastou e fui falar com ele já que não tinha jeito.

—Oi Henrique, tudo bem?

— Oi Gi, tudo. Essa festa ta irada! – ele falou pegando duas bebidas do garçom. – Quer?

— O que é?

—Cerveja ué, uma festa não é uma festa sem cerveja.

— Não, eu não bebo, obrigada.

—Ah, fala sério Gi! Larga de ser careta. – ele disse estendendo-me o copo.

—Tá bom, mas só um pouco. – eu disse pegando o copo, não queria que ele me achasse careta.

Beberiquei um pouco e achei péssimo. Nunca mais beberia isso na minha vida.

—E aí, que curso da faculdade você quer fazer? – perguntei.

—Faculdade?! Acho que a de ficar em casa jogando vídeo game. – ele disse para logo em seguida rir, como se tivesse contado algo engraçadíssimo. — Tenho dezessete anos. Sou novo demais para pensar nisso.

—Hum, entendi.

—Giovana, me da só um minutinho, vou no banheiro e já volto.

—Claro.

Que ótimo aí daria pra eu jogar essa porcaria fora. Dancei um pouco enquanto o esperava. Ele estava demorando muito, deve ter encontrado um conhecido no caminho.

Michelle chegou interrompendo meus pensamentos.

—Uauu Gi! Você está linda!!!

—Obrigada.

—Cadê seu irmão?

—Não sei, em algum lugar com a namorada.

—Ai eu não gosto dela, acho ela muito arrogante.

—Ela é muito legal – disse defendendo minha cunhadinha – você diz isso porque não a conhece.

—Eu não acho, mas respeito sua opinião.

—Vamos mudar de assunto? – pedi

—Claro. Ai me deu uma sede. Vamos ali no bar pedir uma bebida.

Concordei de imediato, precisava tirar aquele gosto de cerveja da boca. Pegamos as bebidas e seguimos até a pista de dança, mas no caminho vi a pior cena da minha vida: O Henrique beijando outra garota. Comecei a chorar e saí correndo e a Michelle foi atrás de mim.

—Acho que vou ter que te levar pra casa.

—Faz isso por favor. – implorei

—Claro, mas antes me dá um minutinho?! Vou comprar uma água para você.

Logo depois ela voltou com a água e eu a agradeci muito.

Ela pediu um taxi para me deixar em casa.

—Você quer que eu vá com você?

—Não pode ficar aqui e curtir um pouco mais a festa. Você ainda tem uma hora e meia.

—Então ta. – ela disse secando as poucas lagrimas que saiam do meu rosto. – Bebe essa água agora e também quando você estiver na sua cama pronta para dormir, porque aí você vai se acalmar e vai dormir bem.

Agradeci muito a ela. Na hora que chegou o taxi abri a bolsa para pegar a carteira, mas ela me proibiu, me deu trinta reais e me disse que achava que o valor não passaria desse preço, se passasse de trinta reais seria muito pouco e aí eu teria que completar.

Agradeci mais uma vez, dei um abraço nela e entrei no taxi.

O taxista perguntou para onde eu ia e dei o nome da minha rua, eu só queria ir para casa. Aproveitei e mandei uma mensagem para a Aline, para a Brena e para o meu irmão, dizendo que fui embora de taxi porque fiquei com dor de cabeça.

Cheguei em casa e paguei os dezesseis reais do taxi. Eu morava num apartamento no terceiro andar.

Subi de elevador para eu não cair da escada, pois isso era bem capaz de acontecer, já que as lágrimas embaçavam meus olhos. Cheguei em casa agradecendo por meus pais terem ido jantar fora.

Tomei um banho, comi um sanduiche, escovei os dentes e fui dormir. Antes bebi um pouco da água dela para me acalmar, e ver se dormia melhor.

Deitei e comecei a ficar com calor, ver tudo preto, ficar tonta e não lembrar de nada que aconteceu....

Notas finais
Então foi isso gente! Espero que tenham gostado. Comentem o que acharam, sugestões para a história, o que pode melhorar, etc. Bjks e até o próximo cap.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.