Até breve!
1 Até breve!
Notas iniciais
O casal é um dos meus favoritos de sempre e o Milo meu personagem favorito.
Eu peço desculpas com antecedência pelos erros, eu não tenho ninguém para revisar as coisas que eu escrevo.
Deixa eu parar de enrolar e boa leitura!
- Você pegou tudo? — Saga perguntou logo após se sentar ao lado do escorpiano no pequeno sofá da sala de estar.
- Pela sexta vez, Saga. Sim, eu tenho certeza que peguei tudo. — O jovem riu, inclinando-se para beijar o geminiano na bochecha esquerda. — Eu só vou ficar fora por um mês, eu não preciso empacotar meu apartamento inteiro.
Saga franziu a testa. — Eu só quero ter certeza de que você não esqueceu nada importante.
Milo sorriu carinhosamente. Ele era muito grato por ter um amigo como Saga, um amigo que se preocupava muito.
Eles se encararam por alguns segundos e, antes que Saga soubesse o que estava fazendo, ele viu-se inclinando para frente, se aproximando de Milo.
- Sa..., O que... — Milo parou de falar quando os lábios de Saga tocaram os seus em um beijo suave, mas firme. Milo ficou surpreso demais para fazer qualquer coisa, pois ele não podia acreditar. Saga, o cara que ele secretamente amava, seu melhor amigo, estava beijando-o. Ele pensou que estava sonhando.
Quando Saga não sentiu o escorpiano corresponder ao beijo, ele se afastou e olhou para baixo desapontado.
- Eu sinto muito... Eu não deveria ter feito isso... Eu... — Ele se levantou do sofá e começou se afastar, mas Milo conseguiu detê-lo.
- Não! Espere um minuto, Saga! — Ele agarrou o braço do mais velho, puxando o outro homem para perto e, em seguida, beijando-o de volta.
Saga retribuiu ao beijo imediatamente, passando a língua nos lábios de Milo e mordiscando seus lábios carnudos. As pontas de suas línguas se tocaram, enviando um choque pelo corpo dos dois. Milo enredou os dedos pelos cabelos escuros de Saga, aprofundando ainda mais o beijo e o contato das línguas. Saga, por sua vez, segurou o rosto de Milo entre as mãos com muito delicadeza. Poderia parecer um exagero, mas um mês sem ver o amigo seria mais do que uma simples tortura. O beijo continuava com intensidade, não era mais suave e nem lento. Era um beijo entre dois homens que tinham passado um longo e maldito tempo esperando por esse momento.
Relutantemente, se afastaram quando a necessidade de respirar propriamente se fez necessária. Milo olhava para Saga com olhos sonhadores e rosto corado.
- Milo, eu... Eu tenho pensado muito sobre isso, sabe...
- Você... É sério? — Milo perguntou, atordoado.
- Sim.
Os muitos sentimentos que vieram com esta única palavra fez Saga puxar Milo para perto e começar a acariciar os longos fios dourado e encaracolados do cabelo do mais jovem.
- Eu gosto muito de você, Milo, e eu tenho certeza que é mais do que isso, mas eu não quero assustá-lo. Eu quero ter a oportunidade de mostrar o quanto você significa para mim, eu quero cuidar de você... Será que você me deixaria?
- Saga, eu... Claro, Saga, eu nem sei o que falar..." Milo estava tão emocionado que não conseguia pensar direito.
Saga encostou a testa contra a de Milo, sorrindo para ele. O mais velho o beijou novamente, num contato que era doce, suave e brincalhão.
Mas infelizmente…
- Chegou a minha hora. — Milo anunciou, assim que eles se afastaram. — E você deve ir também ou vai perder a festa do Aioria.
- A festa que me interessa está aqui. Venha, eu vou te levar para o aeroporto.
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Os dois olharam para cima quando uma voz feminina soou no alto-falante do aeroporto.
"Voo 216 para Berlim preparado para o embarque."
- Esse sou eu. — Milo disse com um sorriso fraco. Ele fitou Saga, reparando em como seus olhos estavam marejados.
- Vou sentir sua falta. — O mais velho disse suavemente.
- Eu vou sentir sua falta também, Saga. — Milo respondeu, abraçando o homem mais velho em torno dos ombros e beijando-o na bochecha. — Vejo você em um mês.
Eles sorriram um para o outro, antes de Milo correr para pegar o voo, deixando Saga com o gosto da solidão em seu rosto.
- Me liga quando chegar! — O mais velho gritou.
Milo virou-se e acenou, reparando que Saga parecia absolutamente adorável enquanto tentava segurar o choro.
Notas finais
Beijinhos!
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