Até Mais!
3 Onze
Àquela hora já estava em casa. Tinha cuidado do ferimento na cabeça; Roberta tinha lhe pegado desprevenida. Tinha repulsa a violência física, afinal eram bruxas; deviam lutar com magia, certo?
Mariana concentrava-se nos símbolos de proteção e não percebeu o morcego no teto que a observava há um tempo.
— Você acha que isso vai dar certo?
O livro voou pelo susto e Mariana irou-se. O adolescente sorria zombeteiro.
— Como... Demônio. A culpa é toda sua!
— Ah, claro! T-toda Eva tem sua serpente! F-faça-me o f-favor! — o vampiro gaguejava, lembrança da afasia na vida humana.
— Chega disso! Preciso de ajuda, Gustavo.
Notas finais
*Ana! Ana! Viva Mariana!* to com essa musiquinha na cabeça faz dois dias kkkkkk socorr
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