Notas iniciais
Agradeço a quem leu, e aqui vai mais um capítulo. Espero poder postar muitas vezes, e quanto mais rápido melhor, e que a minha inspiração nunca acabe! ahahah!

Hoje é o casamento da mãe do Finn com o pai do Kurt! Todos nós estamos nos arrumando, já que iremos cantar uma música na abertura da cerimônia/festa. “Marry You” do Bruno Mars. Foi uma ótima sugestão da Quinn, a linda garota com os belos cabelos lisos louros e olhos azuis. Sabe a ex-namorada do Finn? Sabe a garota que eu acidentalmente engravidei ano passado? Agora voces sabem de quem eu estou falando né? Foi a maior fofoca ano passado, então não preciso explicar ou dar detalhes porque vocês já devem ter ouvido muito pelos corredores.

Todos tiveram quase duas horas para se vestirem. Quando chegou às 5 horas da tarde, eles foram chegando de pouco em pouco, no salão ao lado do que iria acontecer o evento.

Os primeiros a chegarem foram Sam e Quinn – sem ressentimentos guardados pela gravidez adolescente- ou se você preferir Ken e Barbie. Fui falar com eles, cansados de ficar sentado sozinho no sofá.

Deu 5:35.

Todos já estavam reunidos no salão exceto Finn e Rachel. Rachel chegou antes dele e fui lá falar com ela. Somos bons amigos. Ela falou com animção sobre o casamento e o número que iremos cantar. Ela começará cantando ao lado de Finn e depois Ken e Barbie, que para mim, ficaram com a maior parte das linhas da música.

Finn chegou – finalmente — e se desculpou pelo atraso, ele nao conseguia dar o nó da gravata. O que eu percebi naquela hora que ele entrou me deixou um pouco incomodado. Quando ele entrou, Rachel se afastou de mim. Será que ela nao queria que ele soubesse que somos amigos? Nao sei. Talvez. Mas também nao há motivo para esconder coisa alguma. Ela já nao sente nada por mim.

A cerimonia começa e começamos a entrar, a dançar e a cantar.

It's a beautiful night
We're looking for something dumb to do
Hey baby
I think I wanna marry you

Is it the look in your eyes
Or is it this dancing juice?
Who cares, baby
I think I wanna marry you

No meio da música fico me perguntando se algum dia cantaria essa música para Rachel. Ou para qualquer outra pessoa. Obvio que não. Ela é muito boa para mim, não teria coragem de atrapalhar seu caminho ao estrelato. E não me imagino me casando e ficando com apenas uma pessoa para o resto da minha vida.

A cerimonia terminou e começou a música, não a nossa, e todos foram dançar. O casamento foi tocante, todos os discursos foram belos, principalmente o do Finn. Ele disse que quando uma relação começa, damos apelido para o casal –Finchel, ele e Rachel. Puckleberry, Rachel e eu- Corei quando percebi o nosso apelido foi dito. E se você pensar, foi desnecessário para nós dois, pela quantidade de tempo em que namoramos. Espero que ela não tenha reparado em como fiquei envergonhado, e ela ficou com uma expressão leve que demonstrava raiva. Será que era isso? Ela ficou com raiva do nosso namoro? Que foi um desperdício de seu tempo, e poderia ter gasto o tempo cantando ou tentando fazer o Finn gostar dela.

Uma semana depois do casamento, houve uma grande briga entre Finchel, porque aparentemente ele não havia contado a ela sobre ter dormido com a Santana. Eu simplesmente não pude acreditar. Ele não contou para ela? Todos sabíamos e ele não tinha contado nem para a própria namorada?

Então dois dias depois da briga...

- Você quer sair comigo hoje a noite? – Ela me perguntou. Não sabia o que dizer, era como amigos ou “ficantes”? – Poderíamos ir a algum restaurante quieto na cidade.

- Claro, não tenho nada para fazer mesmo. – Ela me olhou com um olhar desconfiado , como se estranhasse que fosse sexta á noite e eu não tinha nada para fazer. Eu. Puckerman.

Vai pode me julgar. Mas o que era para eu ter feito? Realmente, era para eu ter imaginado que ela me usaria para descontrair a raiva que ela sentia pelo Finn?

E como dizer não para um encontro com uma das garotas mais bonitas e com a qual você está apaixonada? Tal coisa, de negar, não existe para este caso.

-Então te busco as sete?

-Passa na minha casa as oito. – Ela sussurrou no meu ouvido, e depois deu um beijo no canto dos meu lábios, uma mistura de amor com amizade. O único problema era que eu não sabia qual sentimento era predominante.

Comecei a me arrumar para o encontro uma hora antes. O que era realmente cedo apara um homem. Mas estava muito nervoso. Não sabia o que falar, o que vestir, nem o que pensar.

Passe pela casa dela pontualmente, e ela logo saiu pela porta. Meu Deus! Como ela estava linda! Com uma saia laranja e a blusa preta. Seus cabelos muito bonitos também, ondulados ao invés do liso já bonito de sempre. Mas além das roupas, algo mais tinha mudado... Será que era a maquiagem? O rímel que realçava seus magníficos olhos castanhos claros. Mas não era isso... Era algo a mais. Talvez a confiança. Ela sabia que estava magnífica. Dava para perceber isso no brilho de seu olhar.

- Oi Noah, está bonito hoje! – Ela me cumprimentou ao entrar no carro.

- Oi Rach, obrigado. Mas você que está magnifica hoje!

Ela deu um sorriso alegre, e o jeito como ela ficou levemente envergonhada com o elogio me fez achar que Finn não a elogiava bastante. Ou nem mesmo um pouco.

Chegamos ao restaurante, era um lugar chique, escolha dela, -obviamente- e nos sentamos a mesa reservada para nós. Pedimos a comida, ela pediu um pato uma sala da como acompanhamento. Ficamos conversando por muito tempo. Rindo e fazendo imitações de alguns personagens de filmes! Ela me contou qual era seu filme preferido (qualquer filme ou musical que Barbra ou Judy Garland estrelavam), e eu lhe disseque estava tendo uma noite uma amável!

Paguei a conta como um cavalheiro deveria fazer e enquanto estávamos nos dirigindo para o carro, ela reclamou que estava sentindo um pouco de frio. Tirei minha joqueta e a botei sobre seus ombros. Ela se aproximou de mim. Seu rosto tão perto do meu que eu podia ouvir sua respiração e sentir seu coração batendo. Ficamos assim por um tempo indeterminado. Não sei se já haviam se passado minutos ou apenas poucos segundos quando Rachel lentamente se aproximou de mim, quebrando o espaço que nos separava e me beijou. Senti seu corpo quente colado ao meu. O beijo começou de leve, mas foi ficando cada vez mais intenso e apaixonado. Não me lembrava que ela beijava tão bem. Levemente nos afastamos, ela sorriu, e eu também. Devia ser mais uma risada, pois conseguia perceber que parecia um palhaço, com a minha cara sorridente. Não importa o que acontecia eu simplesmente não conseguia parar de sorrir.

Fomos para o carro, e a levei para casa. Houve mais um beijo dentro do carro, logo antes dela sair e entrar em sua casa. Mas este foi diferente. Não pareceu planejado. Foi mais espontâneo e mais carinhoso, de uma forma boa. Neste beijo, sentia mais sentimento, de amor, paixão. Enquanto aquele beijo durava, realmente pensei que podia existir a possibilidade de Rachel gostar de mim. Mais do que como amigo.

Era isso que eu esperava que ela sentisse, pelo menos.

Notas finais
Valeu por terem lido! Comemtem! Negativamente, positivamente, qualquer coisa que eu possa melhorar.