Assim Estava Escrito
20 A lingerie
Notas iniciais
Era início de noite, logo após o fim do expediente no estúdio. Clara e Marina tinham acabado de se amar e estavam deitadas na cama da fotógrafa, se curtindo. A namorada passava as mãos nos cabelos da morena, que estava apoiada sobre seu colo.
– Você pensava em mim?! — Marina indagou a amada.
– Como assim pensava em você?! — Clara não havia entendido a pergunta.
– Antes de ficarmos juntas, você pensava em mim?! — A fotógrafa explicou.
– Claro que pensava! Muito! O tempo todo! Você sabe disso! Tudo que eu te falava, nossos telefonemas, as mensagens que trocávamos, sempre demonstraram o tanto que eu pensava em você mesmo antes de estarmos juntas. — A morena foi assertiva. — Você não sentia isso?!
– Sim, eu sei que você pensava em mim. Na verdade eu queria saber se você pensava em mim de outra forma sabe... — Marina hesitou um pouco. — Bom, eu queria saber se você pensava em mim assim... hum... sexualmente falando. — Clara estava surpresa com a pergunta. — Tipo, queria saber se você sentia desejo, imaginava situações comigo. — A fotógrafa esclareceu o que estava tentando saber ali. A assistente ficou ruborizada.
– Ah Marina... — A morena fez uma carinha de quem estava sem graça com a pergunta.
– Ah meu amor, você vai ficar com vergonha de mim?! Não acredito nisso. Nós dormimos juntas, dividimos tantas intimidades e você vai ficar sem graça por causa disso?! — A fotógrafa ponderou.
– Tá bom, tá bom. Eu respondo. Bom, eu pensava em você no sentido sexual também. Claro! Imaginava a gente se beijando, se tocando, fazendo amor. Pensava no seu corpo, nesses lábios que me enlouquecem... — Clara mal terminou de falar e deu um beijo na namorada, tão quente quanto a conversa que as duas haviam iniciado.
Quando o beijo terminou, Marina continuou com as perguntas.
– E você se tocava pensando em mim?! — A fotógrafa foi direta.
A assistente olhou para a namorada como quem diz: "é sério que você vai me fazer responder isso?". Marina não se intimidou. Correspondeu ao olhar da morena, esperando a resposta à sua questão.
– Se eu me tocava?! — A assistente começou a responder. — Ah meu amor, depois que a gente tem filho é tão difícil ter tempo para nós mesmos. Sempre há uma prioridade maior do que a outra, e acaba que nossos sonhos e desejos pessoais vão ficando em segundo plano.
– Ah, mas é tão importante a mulher se tocar, se conhecer, saber de sua sensibilidade, perceber o que gosta, alimentar seus desejos. Isso ajuda até no relacionamento a dois. — Marina afirmou.
– Eu sei. — Clara concordou.
– E então, de vez em quando você se tocava não?! — A namorada insistiu.
Mesmo corada, a morena respondeu:
– Tocava sim. E eu me toquei várias vezes pensando em você. — A morena encarou a amada. Tinha o olhar ainda um pouco sem graça, mas logo abriu um sorriso ao ver a felicidade na expressão da fotógrafa.
– E você pensava em mim como?! — Marina queria saber mais.
– Mas que mulher curiosa meu Deus!! — Clara soltou uma risada, sendo acompanhada pela outra.
– Ué, sou mesmo! — A fotógrafa concordou.
– Tá bom minha curiosinha linda, eu falo. Bom, eu ficava projetando nós duas juntas, muitos e muitos beijos. Me imaginava tocando este seu corpo lindo... seus seios... nossa, aquela imagem de você de topless na praia não saiu mais da minha cabeça... Sonhei muito com essa imagem, viu?!
– Ah é, bom saber que o meu topless mexeu com você! — Marina deu um sorriso safado.
– Você é fogo hein?! Consegue tudo o que quer né?! Primeiro me deixa louca por você, e ainda consegue me fazer falar todas essas intimidades aqui. — Clara fingiu indignação, enquanto a namorada soltou mais uma risada.
A morena foi para cima da fotógrafa, e começou a fazer cócegas nela, enchendo-a de beijinhos em seguida. Descontraíram-se um pouco, até que a assistente retomasse o assunto:
– Mas e você hein?! Você pensava em mim desta forma?! — Clara perguntou.
– Se eu pensava?! — Marina foi imediata. — Claro que pensava! Pensava muito! — As duas trocaram olhares.
– E você se tocava?! — A assistente continuou.
Marina acenou afirmativamente com a cabeça e mordeu os lábios.
– Era uma forma de lidar com a abstinência também, né meu amor?! — A fotógrafa afirmou.
– Abstinência?! Você?! Ah pára né Marina. — A morena rebateu a colocação da outra.
– É sim, você não acredita?!
– Difícil né?! Você solteira aí, linda desse jeito... e ainda com a Vanessa te rodeando o tempo todo, dormindo na sua cama... — A assistente tentava justificar sua descrença.
– Pode acreditar meu amor! Depois daquele dia em que nos vimos pela primeira vez na galeria, não tive olhos pra mais ninguém.
– Então quer dizer que depois que a gente se conheceu você só foi minha?! — Clara queria se certificar.
– Sim Clara, desde que a gente se conheceu eu só fui sua. Você é a única que me beijou, me tocou, sentiu o calor do meu corpo.
A morena abriu um sorriso imenso. Embora ela mesma tivesse mantido sua vida de casada após conhecer a fotógrafa, gostava da ideia de ter sido a única na vida da namorada desde que cruzaram seus olhares pela primeira vez na galeria.
– E o que você imaginava quanto se tocava?! — Perguntou Clara, assumindo agora o lugar de curiosa.
– Ah meu amor, eu imaginava tanta coisa. A gente em Angra, se amando na praia. Você e essa sua pele morena, esse corpo maravilhoso que eu amo tanto. — A fotógrafa começou a beijar o pescoço da outra. — Imaginava você posando pra mim. A gente dançando lá no estúdio. — Continuava os beijos. — Mas o sonho mais frequente era você naquela lingerie... meu Deus, como você ficou maravilhosa naquela lingerie! Desde o dia em que eu vi aquela peça na loja... — Marina pausou repentinamente quando percebeu que tinha falado demais. Olhou para Clara, que tinha uma interrogação na testa.
– De que lingerie você tá falan... — A morena nem terminou de falar e já foi fazendo as conexões. — A lingerie que eu ganhei no meu aniversário?! — A interrogação permanecia. — Mas você viu a lingerie antes do dia em que eu a vesti?! Como assim?! Eu não tô entendendo. — A assistente queria respostas.
– Ah Clara, deixa pra lá, nem era pra eu ter falado disso, foi sem querer. — Marina tentou minimizar a questão.
A morena se sentou na cama. Olhou para a namorada.
– Eu não vou deixar pra lá e quero que você me explique essa história agora Marina. — Falou de forma afirmativa.
– Calma Clara. — Marina também sentou na cama. — Eu vou explicar. Na verdade eu nem queria lembrar disso, mas tudo bem, se você quer saber. Bom, pouco antes do seu aniversário, eu estava dando uma volta no shopping com a Vanessa e a gente encontrou o Cadu. Ele tava procurando um presente pra você, uma lingerie, pensando em uma noite especial pra vocês, e teve a brilhante ideia de me pedir ajuda para escolher, e só pra me sacanear a Vanessa apoiou. Lá fomos eu e ele então. Assim que entramos na loja eu vi aquela lingerie em um manequim. Fechei os olhos e na hora te imaginei nela, sabia que você ia amar. O Cadu ficou olhando outras peças, mas não conseguia achar nada que você fosse gostar. Daí eu mostrei a lingerie pra ele. Na hora ele curtiu, já pediu pra vendedora embrulhar, falou que era um presente especial de aniversário para a mulher dele. — Marina falou isso meio cabisbaixa. — Naquele dia eu voltei pra casa muito deprê. Bom, eu sabia que tinha escolhido um presente que você ia gostar, e isso me deixava feliz. Mas por outro lado, fiquei aborrecida por imaginar você usando a lingerie pra ele. — A fotógrafa olhou para Clara. Tinha o olhar ainda triste, que, no entanto, logo deu lugar a um sorriso. — Mas naquele dia em que eu te vi com a lingerie lá na sua casa, minha nossa... — Marina riu e se abanou. — Ficou linda demais, eu fiquei babando. E aquela imagem não saiu mais da minha cabeça. Embora tenha sido ele quem curtiu o presente, eu amei ter te visto com a lingerie, pelo menos uma vez, pois você ficou um escândalo com ela. Maravilhosa! Você e aquela lingerie tomaram conta dos meus sonhos! — A fotógrafa sorriu e acariciou o rosto da namorada.
Clara sorriu em seguida. Mordeu os lábios.
– E quem te disse que ele curtiu o presente?! — Clara falou, e agora era a fotógrafa que tinha uma interrogação na testa.
– Como assim?! Precisa de alguém dizer?! Presente de aniversário, comemoração entre o casal... — Ah, nem quero lembrar disso... — Marina falou.
– Mas não tem o que lembrar, meu amor. O Cadu nunca me viu com a lingerie, exceto debaixo do roupão, no mesmo dia em que você viu. O clima entre a gente já não estava bom desde aquela época, você sabe né?! Daí naquele dia eu tirei a lingerie pouco depois que você saiu, e nunca mais vesti de novo.
– Verdade isso amor?! — A namorada quis se certificar.
– Juro pra você! — A assistente confirmou.
O semblante da fotógrafa mudou. Estava contente! Tantas e tantas vezes tinha sofrido pensando na amada utilizando a lingerie com o marido. Agora aquela tristeza dava lugar à alegria de saber que a cena que a atormentava nunca tinha acontecido na verdade.
– Bom, mas chega de falar de passado, o que importa é a gente, nosso presente e nosso futuro, não é?! — Marina falou animada.
– É sim amor! É isso que importa! — Clara confirmou e a seguir deu um beijo doce na namorada. Quando separaram os lábios, olharam-se por um tempo. Ficaram em silêncio por alguns segundos, mas só o olhar já transmitia todo o amor, cumplicidade e carinho que sentiam. Abraçaram-se.
– Preciso ir agora minha linda. — A morena foi se levantando. — O Ivan vai ficar com o Cadu esse final de semana, mas tenho que ir porque combinei de jantar com a minha irmã. Amanhã a gente se vê, tá?!
– Combinado amor! — A fotógrafa confirmou. — Hoje vou ficar por aqui mesmo, dormir cedo.
Despediram-se. A assistente pegou o carro e seguiu para o Leblon. No entanto, no meio do caminho seus planos foram mudando. Lembrou-se da forma como Marina falou dela com a lingerie, da alegria da namorada ao saber que ela nunca chegou a usar a peça com o ex marido. Clara decidiu então que voltaria a Santa Tereza ainda naquela noite.
Chegou no prédio da família e foi direto para o apartamento de Leninha. A irmã ainda não tinha começado a se aprontar para o jantar, e Clara agradeceu por isso.
– Irmã, será que a gente podia remarcar o jantar para outro dia?! — Perguntou a morena.
– Por mim tudo bem Clara. Mas aconteceu alguma coisa?! — Preocupou-se a mais velha.
– Sabe o que é?! É que eu queria fazer uma surpresa pra Marina hoje... — Clara tinha um olhar misterioso, e um sorriso nos lábios.
– Hum, já entendi tudo Clara! Não precisa se explicar, eu entendo, vocês estão apaixonadas, doidas pra curtir cada minuto que têm ao lado da outra. Eu te entendo.
– Ah irmã, obrigada viu?! — Deram um abraço apertado. — Prometo que logo a gente remarca esse jantar! — A morena afirmou.
– Vou esperar então! Daí você aproveita e me conta dessa surpresa de hoje também. — Helena deu uma risada, o que fez Clara sorrir também. Despediram-se e a assistente seguiu para seu apartamento.
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Depois do banho, a morena se vestiu e passou uma maquiagem leve. Perfumou-se. Olhou no espelho uma última vez, para conferir se estava tudo ok, e saiu com destino a Santa Tereza.
Era por volta de 23h30 quando chegou na casa da namorada. Logo na entrada o vigia a informou que Marina estava sozinha, porque Vanessa tinha saído com Flavinha. A morena ficou feliz em saber que estariam a sós. Na casa, um silêncio enorme tomava conta, indicando que talvez a fotógrafa já estivesse mesmo dormindo. Subiu as escadas devagar. Entrou no quarto pé ante pé. Marina dormia de bruços. Tinha o semblante tranquilo, sereno. Clara se permitiu admirá-la por um tempo. Delicadamente a morena tirou a roupa, e subiu na cama, debruçando-se sobre a namorada, quando lhe deu um beijo e uma leve mordida no lóbulo da orelha esquerda.
– Acho que eu estou sonhando! — Exclamou Marina, ainda de olhos fechados, mas já acordando do sono que, por ser recente, estava leve.
– Não meu amor! Agora é hora dos sonhos se tornarem realidade! — Sussurrou Clara em seu ouvido.
A fotógrafa se virou na cama e ficou de frente para a morena. Seus olhos brilharam, e sua expressão boquiaberta deixava transparecer a surpresa e também alegria pela cena que tinha diante de seus olhos: Clara vestida com a lingerie com a qual ela sonhara tantas vezes.
A fotógrafa abriu um sorriso enorme.
– Você é incrível! — Disse para a assistente.
– Gostou?!
– Se eu gostei?! Eu amei Clara! Muito! Você é linda demais! Um escândalo!
Marina olhou para o corpo da morena, que havia se sentado na cama. A fotógrafa estava maravilhada. Mal podia acreditar na cena que tinha à sua frente. Com sua mão direita tocou a lingerie. Seus dedos deslizaram pelo tecido, sentindo o relevo da peça sobre a pele da assistente. Sua mão esquerda percorreu o mesmo caminho, do outro lado do corpo de Clara. Quando seus braços a envolveram, Marina trouxe a namorada para junto de si, e a morena deitou-se sobre ela. Olharam-se. Clara ajeitou o cabelo da amada para trás da orelha. Iniciaram um beijo que esquentou rapidamente.
A morena colocou sua perna esquerda entre as pernas de Marina, e começou a estimular o sexo da outra com o joelho, ao mesmo tempo em que roçava seu próprio sexo na coxa da fotógrafa. Os estímulos aumentaram e o movimento ganhou intensidade. Os gemidos que começaram leves foram se ampliando. O beijo continuava e seguia o calor do contato dos corpos das duas. Clara passou os lábios pelo rosto da outra, e chegou até sua orelha. Quando começou a chupar o lóbulo de Marina, a fotógrafa gemeu alto.
– Ah Clara, assim você me deixa louca! — Falou ofegante.
– É essa a intenção! — Rebateu a morena.
A assistente continuou chupando a orelha da namorada. Os estímulos que seus sexos recebiam só no contato do corpo de uma com a outra foram aumentando, e Marina não demorou a falar:
– Eu vou gozar amor!
– Goza gostoso pra mim, goza! — Clara pediu.
Continuaram o movimento e pouco depois o gemido alto das duas ressoou no quarto.
Clara voltou-se ofegante e ficou de frente para o rosto da namorada, que respirava na mesma intensidade.
– Eu te amo! — A morena se declarou.
– Também te amo linda! — Marina falou pausadamente enquanto tentava recuperar o fôlego. — Olha o que você fez comigo!
– E olha que eu ainda nem tirei a lingerie. — A assistente falou e sorriu.
– Bandida! — A fotógrafa brincou.
A morena se sentou na cama, seguida por Marina. A fotógrafa a admirou na lingerie por mais um tempo. Se olharam e sorriram.
Marina ficou de joelhos atrás da assistente. Ajeitou o cabelo da outra, de forma a deixar o pescoço da morena livre, e logo depois começou a beijá-lo. Envolveu a assistente com os braços, e a seguir levou suas mãos até as coxas da outra. Foi subindo, novamente tateando a lingerie, até chegar aos seios de Clara, que a fotógrafa tocou delicadamente. A assistente se deliciava com aquele toque e os beijos que recebia no pescoço.
Marina foi desabotoando a lingerie bem devagar, apreciando cada centímetro da pele da assistente que era revelado com a abertura da peça. Após despir uma parte do traje da morena, a fotógrafa a deitou na cama, e se debruçou sobre Clara. Voltou a beijá-la com intensidade. Seus lábios percorreram o pescoço da assistente e pouco depois tocaram seus seios. Marina os chupou com carinho. Os gemidos da morena voltaram a ressoar no quarto.
A namorada desceu mais um pouco e chegou até a calcinha de Clara, a qual começou a tirar delicadamente, deslizando-a pelas pernas da morena enquanto suas unhas a arranhavam de leve. Marina aproveitou e se despiu também. Logo depois, a fotógrafa beijou o sexo da assistente. Passou a língua por ali e se deliciou com o gosto do gozo alcançado poucos minutos antes. Começou a chupar o clitóris da morena, que mordeu os lábios com força. Marina sentia imenso prazer em ver a excitação de Clara, e percebia seu próprio sexo umedecer cada vez mais.
A fotógrafa voltou a se deitar sobre a morena, mantendo a perna da outra entre as suas. Seus lábios se encontraram novamente, e o beijo molhado as deixou com mais tesão ainda. Estimulavam-se rebolando o quadril e pressionando seus sexos na perna uma da outra. Marina levou sua mão até o sexo de Clara e passou a tocar seu clitóris. A morena fez o mesmo, levando seus dedos até o centro da fotógrafa, que estava encharcado.
Tocavam-se e beijavam-se ao mesmo tempo. Em alguns momentos, o beijo era interrompido pela respiração cada vez mais ofegante das duas. A fotógrafa ia ao delírio com os gemidos da amada em seu ouvido.
– Ah Marina... continua... continua que eu vou gozar! — Clara falou com dificuldade.
– Eu também amor!
Pouco depois os gemidos altos das duas voltaram a ecoar no quarto. Gozaram juntas mais uma vez. A fotógrafa ficou ainda um tempo sobre Clara. Seus rostos estavam próximos. Percebiam a intensidade do gozo recente na respiração ofegante e nos batimentos acelerados que uma podia sentir da outra.
– Eu te amo Clara! Muito muito muito!
– Também te amo minha linda!
– Obrigada por vir aqui e me proporcionar esse momento tão especial!
– Eu que te agradeço amor! Por fazer com que eu me sinta amada e desejada, por sonhar junto comigo e por me ajudar a concretizar esses sonhos também!
– Tô muito feliz Clara!
Beijaram-se carinhosamente. Por um tempo ficaram deitadas de lado na cama, em silêncio, apenas se olhando. Logo depois, seus lábios voltaram a se encontrar e reiniciaram os carinhos e carícias. Amaram-se por mais algumas vezes naquela noite, e novamente viram o sol nascer, quando então adormeceram nos braços uma da outra.
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