Notas iniciais
Essa Fanfiction é adaptada da Série Assassin's Creed

Após dois meses, me recuperei totalmente dos ferimentos e Niko continuou meu treinamento básico, agora sei primeiros socorros, e estou pronto para me curar em combate. Jim enfim está retoranando com um Animus, ele teve de ir até a Ásia para conseguir um contrabandeado da Abstergo. Ele estava na cidade, dirigindo um caminhão. chegaria em cerca de uma hora. Eu estava animado para a volta de meu amigo. Mas ao mesmo tempo curioso para saber o que acontecera com Simon, Meu antepassado.

Após uma hora esperando, Jim finalmente chega e para o caminhão na parte de trás do QG. um Armazem abandonado que utilizamos como garagem, temos dois Ford Fusion. Um preto e outro cinza, cores comuns para disfarçar entre outros carros. Peguei o Ford preto e manobrei para que houvesse espaço para o caminhão. Aproveitei o momento pois era a primeira vez que eu dirigia um carro desses, para falar a verdade nem carro eu tinha, mas ao menos sei dirigir. Parei o carro um pouco depois do terreno e voltei até o caminhão. Não pude deixar de reparar minhas roupas. Meu estilo Hipster está voltando. Estou até usando óculos, uma touca e deixei minha barba crescer, sem contar o vício em café.

Voltei para o caminhão, cumprimentei Jim e ajudei-o a carregar o Animus para dentro. O Animus estava pesado para duas pessoas carregarem, mas Niko levou uma flechada no joelho... digo... tiro. John misteriosamente sumiu. Só sobraram as garotas, mas...

Após o Animus enfim estar na sala do QG, os NERDs foram instalá-lo. Niko e Jim começaram a conversar. Eu fiquei num canto lendo um livro sobre a história da família Bórgia.

Depois de muito tempo, finalmente o animus estava pronto para uso. Niko me instruiu a continuar desde o ponto em que parei na Abstergo. Disse para eles o momento da vida de Simon, e então comecei a utilizar o Animus.

Após conseguir fugir da mansão de Napoleão, corri o mais rápido o possível para alertar o mentor e o conselho da ordem. Só que já era tarde demais. Eu estava a 100 metros de uma das entradas e vi companheiros mortos, largados pelo chão. O ataque estava acontecendo. eu tenho que pará-lo. Após passar pela entrada secreta, não pude deixar de notar que haviam três templários se preparando para executar três assassinos. Nem sequer pensei e puxei minha espada para matar um dos executores e assim alertar os outros. Instintivamente enfiei a lâmina na espada no crânio do templário do meio, aproveitando a minha brutalidade para assustar os outros e me dar vantagem. Após chutar o corpo para retirar minha espada, desferi um golpe na mão do templário da direita, fazendo com que sua mão fosse arrancada de seu corpo. Aproveitei seu pânico e enfiei a espada em seu peito. O último inimigo tentou me atacar enquanto eu tirava a espada do peito de seu amigo. Eu desviei, mas não rápido o suficiente para sair ileso. Ele conseguiu abrir um corte no meu abdômen, fazendo um pouco de sangue escorrer pelas minhas vestimentas. Tirei vantagem do fato de ele ter usado toda a sua força para tentar me matar, e puxei minha adaga, desferindo golpes rápidos e letais nele, até que segurei-o e levantei minha adaga até seu pescoço, acabando com sua vida em um último golpe.

Após a luta desamarrei os três assassinos, e percebi que eram recrutas. Mais jovens do que eu, prestes a terem um fim doloroso caso eu não estivesse aqui. Falei com eles e descobri seus nomes. Jean de 16 anos, Wallace de 15 e Louis de 17. Os três jovens estavam apavorados com a situação, já que eles nunca presenciaram uma morte, e então perguntei onde estavam seus mentores, até que Jean e Louis responderam, mas Wallace com um olhar triste disse — Meu mentor foi morto tentando nos proteger, ele estava logo na entrada do túnel. — Percebi que foi o homem que eu vi mais cedo, até que eu fiz a ligação, meu mentor me disse que Wallace foi o jovem cujo os pais eram da ordem. A mãe morreu em uma missão, e o pai era seu mentor... era. Não sei como, mas despertei um instinto de querer cuidar do garoto. Isso se deve ao fato de eu nunca ter conhecido meu pai. Sinto que tenho a necessidade de proteger o garoto, para que ele não fique igual a mim. Um jovem que apanhava de todos na rua, que não tinha casa, que viu a mãe morrer pois não pode defende-la. Tenho de proteger estes garotos, principalmente o Wallace.

Disse para ele que tudo irá ficar bem, e disse para os demais que eu irei escoltá-los para um lugar seguro. Estávamos saindo pelo Túnel quando de repente 5 templários em formação estavam entrando para invadir o esconderijo. "Maldito traidor!", pensei. Mandei os jovens recuarem e deixarem a luta para mim. Dessa vez puxei minhas pistolas para dar cabo de dois dos guardas. Após enfiei minha espada no peito de um guarda e usei-o como base, apoiando meus pés na parede e correndo para dar um chute na cara e nocautear outro. Não tive tempo de puxar minha espada e minha adaga, o último veio para cima de mim e de um modo estranho não tentou me matar com sua espada, e sim me enforcar. Com o impacto da queda, minha lâmina oculta se desprendeu de meu braço, eu não estava conseguindo alcançá-la para matar o guarda que já estava usando tanta força que eu não conseguia nem mover meu pescoço. Tentei mudar a tática e acertar seu rosto, mas eu já estava fraco, eu precisava de ar, Já estava começando a ficar inconsciente, até que uma quantidade gigante de sangue esguichou em meu rosto, e enfim consegui respirar. Após me recompor, observei Wallace parado frente ao corpo do guarda que ele acabara de matar com a minha espada para me salvar. O Jovem estava chorando, era sua primeira vez em algo que envolvesse morte, cheguei perto dele, coloquei a mão em seu ombro e disse — Obrigado. -. Não sei o que ele sentiu, mas instantaneamente ele me abraçou. Ele estava me abraçando com tanta força que fez o corte no abdômen voltar a doer. Tentei retribuir o abraço, sem saber o que fazer. Até que ele disse chorando — Por favor! Você é a última pessoa que se importa comigo Simon, eu sei disso, eu sei que você se importa comigo, Por favor! Me ajude! Eu não sei o que fazer! — Me surpreendi de tantos modos, ele sabia meu nome, eu praticamente nunca falei com ele. Claro, eu ajudei ele outras vezes mas nunca diretamente. E ele estava desesperado, pedindo ajuda. Não havia como recusar. Logo, eu respondi — Calma garoto, primeiro vamos tirar você e seus amigos daqui e então resolveremos isso ok? Não precisa se preocupar, eu vou estar aqui pra te ajudar. -.

Um pouco adiante disse para eles esperarem enquanto eu ia vasculhar para ver se haviam guardas, mas eu disse isso mais como desculpa para ir ver o corpo do pai de Wallace. Ele morreu com honra, lutando para defender sua ordem, lutando para defender seu filho. Um golpe direto no peito. Ele não sofreu muito até a morte. Há bastante sangue no chão. Não sei se Wallace irá querer ver isso. Eu não tinha nenhuma imagem sobre o meu pai. Será que ele iria querer uma última imagem de seu pai morto? Até que eu percebo passos e vejo os três recrutas chegando. Wallace então chega ao lado de seu pai e se ajoelha. Decidi me afastar e afastar os outros dois, dizendo para eles deixarem-no. Após um tempo cheguei ao lado de Wallace e disse — Podemos fazer um enterro digno para ele outra hora, mas para isso precisaremos guardar o corpo dele. — Wallace logo respondeu — Eu agradeceria, gostaria que meu pai tivesse seu último momento de honra. — Então carreguei o corpo dele até o meu esconderijo próximo e deixei-o sobre uma cama. Abri meu baú, peguei meu coldre para quatro pistolas, minha pistola oculta e a Phantom Blade. Equipei-as, peguei minhas melhores pistolas, uma parte de armadura, Minha melhor espada, uma besta, facas de arremesso e meu melhor manto de assassino. Disse para os recrutas ficarem lá até eu voltar. Me equipei e então eles perguntaram: — Aonde você vai? — Respondi: — Matar um traidor.

Notas finais
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