Assassinos De Verdade?
1 A morte inesperada
Era quase noite, e o desespero ainda me perseguia, meu nome é Thiago Sheffler e não durmo a três dias, quem diria que isso está acontecendo comigo, sinto que estou perdendo essa batalha cada vez mais rápida.
Tudo começou quando recebi um telefonema de um amigo meu, o Thelles, um homem de 33 anos, cabelos grisalhos, rosto pálido e olhos azuis. Ele me ligou desesperado procurando por ajuda.
_Alô?_ Disse eu.
_Olá Thiago, sou eu Thelles.
_Ah, estava esperando você aqui ontem, o que aconteceu?
_É exatamente sobre isso que quero conversar com você.
_Diga...
_Thiago, estou morrendo, preciso de ajuda, não consigo mais compreender minha alma e meus pensamentos...
_Como assim?_ Exclamei eu preocupado, até uns dois dias atrás tive que leva-lo ao médico, e até então sua saúde estava em perfeito estado. Será que é algo sério, poderei eu perder meu melhor amigo?!
_... Vou te explicar..._ Disse Thelles._...minha imunidade anda baixa ultimamente, todavia minha saúde está em perfeito estado, porém meu espírito não, sei que continuo no erro, e mais cedo ou mais tarde a justiça virá, e já está vindo, a cada dia sinto meu espírito morrer.
_Besteira cara, você não vai morrer, pare de graça por favor tenho afazeres aqui em casa, tenho que desligar.
_Espere!
Não, não estou com tempo para brincadeiras. Tchau._
Passado um dia, em torno das nove horas da manhã, recebo um telefonema.
_Alô, senhor Sheffler?
_Sou eu, diga...
_Aqui é da polícia, gostaríamos de lhe dar a triste notícia que seu amigo Thelles Fudge está morto...
_O que? Como? O que aconteceu?
_Ele foi assassinado ontem por voltas das 16: 39... _Percebo que foi mais ou menos no momento em que desliguei o telefone...
_Acreditamos que o senhor sege o próximo alvo desse assassino desconhecido, e também queremos interroga-lo. Já estamos mandando uma viatura para sua casa._ Neste exato momento ouço alguém bater na porta, peço um momento , e vou em passos largos para a porta, e então abro-a, não avisto nada ao meu redor, fecho a porta e volto ao telefone.
_Desculpa a demora, devia ser alguma criança.
_Por favor senhor, não atenda a porta para ninguém até que cheguemos em sua residência, o senhor está sofrendo grande risco de vida.
_Mas como, não fiz nada?!
_Calma, também não sabemos, mas fique calmo, já estamos a caminho.
_Ok._ Fico meio desnorteado com a morte do de meu amigo Thelles, mas sei que estou sofrendo perigo, então procuro alguma arma branca e então, ouço um grito...
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