Assassinato em Minnesota - Interativa

14 Interrogatório - Ally Kim


Notas iniciais
Oláa, meus amores! Como estão? Aqui vai o último interrogatório! Espero que gostem!

​—Bom dia, senhorita Ally — Jack cumprimentou a jovem moça, que veio acompanhada de Matthew.

—Bom.. Boa tarde, senhor Jack — a garota o corrigiu gentilmente, mostrando o horário de seu celular para o detetive.

—Nossa! Meio-dia e quinze? Como passou rápido! — falou, assustado — Boa tarde, minha jovem. Sente-se.

—Com licença — sorridente, a garota, dona de cabelos levemente castanhos, se senta.

—Quer um café? Ou um biscoito? — Jack ofereceu.

—Eu aceito um biscoito — a garota aceitou, alegre, e o detetive a serviu — Muito obrigada.

—Você já sabe do ocorrido? — Jack perguntou, abrindo seu caderno.

—Sim, eu fiquei sabendo.

—Então... como era seu relacionamento com Lucy?

—Éramos amigas, mas eu não a conhecia direito — falou, degustando o doce — Nós andávamos com pessoas diferentes.

—Certo... Por acaso ela, alguma vez, te contou um problema pessoal?

—Eu sabia que... Lucy odiava seus pais — Ally falou, batucando seus dedos no celular.

—Sabe o motivo?

—Ela não gostava de comentar sobre isso — respondeu, começando a soluçar.

—Sem problemas — o detetive solta o lápis da mão e olha para a garota — Senhorita Ally, soubemos que tiraram a vida de sua amiga anteontem, entre as nove e dez horas. Poderia nos informar onde que se encontrava no momento?

—Eu devia estar no meu quarto — respondeu, com a mão na boca por causa do soluço — Acho que... comendo o meu pudim!

—Você estava no seu quarto, mas por acaso viu alguém nessa hora?

—Só lembro da Sophie, que é minha companheira de quarto. Ela estava indo para o restaurante — respondeu. Matthew deu à garota um copo d'água e ela conseguiu parar seu soluço.

—Está melhor? — Matthew perguntou, preocupado.

—Sim, obrigada — Ally agradeceu ao garoto, dando-lhe um belo sorriso e o mesmo retribuiu.

—Bom, em qual quarto está hospedada e com quem está dividindo?

—Estou no 19 e divido com a Sophie.

—Muito obrigado, minha jovem — o detetive fecha o caderno — Pode ir.

—De nada — a garota se levanta e sai do aposento.

—Enfim, acabou — Matthew falou, se encostando na parede e olhando para o teto.

—Ainda não, estamos quase lá. Já tem uma suposição?

—Sim, já tenho — passou a mão no cabelo — Mas acho uma coisa impossível.

—As coisas mais impossíveis são as que tem mais chance de acontecer — Jack disse, acendendo um cigarro.

—Senhor Bennet, não é bom fumar em um local fechado assim — Matthew reclamou, abrindo a janela. O detetive ia pará-lo, com medo de que entrasse muita neve no aposento, mas percebe que a neve já não está tão forte.

—Acalmou — Jack falou, assustado, e o mais novo assentiu — mas que coisa estranha... essa época costuma nevar bem forte por duas semanas, e só se passaram cinco dias.

—Precisamos correr — Matthew disse e Jack assentiu.

—Vamos descansar até amanh​ã e pensar sobre a conclusão do caso — o detetive observava a neve caindo do lado de fora — Amanh​ã de manh​ã, nós conversaremos com os funcionários e, em seguida, concluiremos o caso.

—Você já tem certeza do que acha? — os dois sentiam o ar gelado dominar o local.

—Só confirmarei minha suposição com os funcionários — respondeu — E espero que você descubra antes de eu dizer.

—Sim, eu irei — Matthew garantiu, pegando um pouco da neve com a mão.

Notas finais
E aí? Muitas suspeitas? Já tem certeza de quem é? Comente!!