Asphalt Café

4 You've Even Given me a Nickname Sexy


Notas iniciais
Hello meus amores, como vocês estão? tudo bonzinho? na minha vida tá uma agitação medonha, sabem porque? Porque proxima segunda feira, não essa, mas a outra (dia 27) será minha formatura, e advinha quem está mt mt mt mt nervosa?! Pois é... Eu aqui kkkk Mas enfim, pessoas, vamos falar da fic. O que vocês estão achando até agora? Estão ficando curiosos ao passar dos capitulos? uhuh se sim, tomara, to conseguindo alcançar meu objetivo. MUHAHAH! Tá, mas vamos falar sobre coisas mais quentes... Sabem os capitulos HOTS? pois é, irão ter nesta fic (Essa é a hora que todos girtam WWOOOOWW, ou nem todos né?! Vai saber) Mas sim, terão momentos HOTS, e talvez terão 5 cenas hots na fic, eu ainda não sei bem, mas duas já foram escritas, e é por isso que estou pensando em mudar a classificação para +18, o que vocês acham?! Tá, mts não sabem ainda, o que vamos fazer para resolver isso... Quando tiver a primeira cena HOT da fic (que não vai acontecer JÁ, nem amanhã, nem semana que vem, vai demorar um pouco...) vocês dirão se preferem +16 ou +18 ai eu mudo ou deixo, combinado assim? Ok, vamos ao proximo assunto, que é... APROVEITEM O CAPÍTULO... uhuhu Bjus e até lá embaixo! *Esse capítulo segue a série: Brilhante Victoria ou Victorious Como descrito: Não seja rígido, pois cenas serão mudadas, acrescentadas ou invertidas. Aqui a imaginação é livre e o prazer é seu em ler!

O sorriso de Beck se alargou no mesmo momento, olhando para frente, ele pensou no próximo passo que iria dar. Se Jade voltara fora porque claramente gostara dele, ou não, a garota era imprevisível, mas pelo menos estava no mesmo lugar que ele. Beck havia tentado se desculpar várias vezes e tentar causar uma boa impressão, mas não adiantara, a West se fizera de difícil, ou vai ver que ela era assim mesmo, pensou ele. Tinha que tentar algo diferente. Teve uma ideia, se ser simpático a deixava com raiva, o que aconteceria se ele a irritasse? Saindo de seu lugar, ele foi para a ultima fileira, na cadeira ao lado da garota, sentou-se, ao mesmo tempo que passava a mão nos cabelos.

– O que faz aqui? Podia ter ficado lá. Não precisa vir para cá para puxar papo comigo. – Falou a garota cruzando as pernas e encarando a apresentação de um garoto loiro baixinho.

– Não vim para cá por sua causa. É que... Aqui é mais fresco, já que o ar-condicionado fica posicionado acima de nós. – Ele apontou para o teto e Jade acompanhou o seu dedo, avistando o ar-condicionado acima de suas cabeças. Ela bufou irritada e quando Beck achou que havia errado na dose de provocação, algo surpreendente aconteceu.

– Então veio para cá para ser um mero professor substituto? – Perguntou a garota. Ele sorriu, mas assim que ela o encarou, ele voltou a ficar sério.

– Sim, parece besteira largar tudo no Canadá para ficar sendo professor substituto por três dias, mas valeu a pena. – Explicou Beck.

– Não vejo como! – Resmungou Jade se ajeitando na cadeira.

– É que eu precisava de uma desculpa para sair daquele lugar. Aqui estão minhas melhores oportunidades, e depois que meu tempo aqui acabar, eu posso arrumar coisa melhor... Ou acabar indo de volta para casa. – Falou Beck.

– Ou pode morar debaixo da ponte. – Murmurou Jade, ele sorriu com o mau-humor da garota. Ela não fingia, praticamente era daquele jeito mesmo.

– Mas tudo que vi desde que cheguei me fez ter mais vontade de ficar e me adaptar á esta cidade e as pessoas daqui. Sabe... Pessoas que conheci ontem e que posso conhecer hoje nos mais variados lugares, até mesmo numa sala de aula. – Disse passando a mão pelos cabelos em sinal de nervosismo, aquela fora uma das investidas que ele havia preparado para a garota.

– Tomara que esteja falando do David, porque você não tem nenhuma chance comigo, Oliver. – Falou Jade encarando o próximo garoto que estava se apresentando.

– Veremos, Jade. Garanto que ficaremos bem amigos durante o tempo que ficarei aqui, e se eu for mesmo voltar para o Canadá depois da HA, então levarei pessoas como você dentro do meu coração. – Ele piscou para ela que o olhava confusa com sua aparente confiança.

– Tomara que volte logo para o Canadá, Oliver. – Resmungou quase que cuspindo as palavras, mesmo que o que tenha dito fosse mentira. Queria que ele ficasse, queria poder conhecê-lo melhor, chacoalhou a cabeça afastando os pensamentos.

– Para você é Beck ou Professor Oliver. Considerando que queira que eu vá embora logo, você até já me deu um apelido sexy, mas comporte-se Jade, estamos numa escola. – Disse Beck se levantando da cadeira e indo novamente para a fileira da frente deixando Jade de boca aberta. Não conseguia acreditar no que aquele homem dissera, isso a irritava tanto, ninguém podia ser tão confiante perto dela, muito menos ele, um mero canadense. — Com vocês, David West. – Anunciou Beck e o pequeno West subiu no palco, Jade deixou tudo que acontecera para pensar depois, agora precisava ver seu irmão em cena. David começou com uma pequena apresentação de dança de rua, nem Jade achava que ele era tão bom, o garoto manejava seu corpo para cá e para lá, fazendo passos que ela achava que não existia, muito menos que crianças de sete anos conseguissem executar. Em seguida, David pegou seu skate e aperfeiçoou seus movimentos, fazendo com que parecesse que o skate fosse parte de seu corpo, ele movia o objeto para cá e para lá conforme movia o corpo fazendo pequenas manobras de vez em quando, já que o espaço era pequeno para aquilo, e finalizou com uma manobra em que ele girava o corpo enquanto o skate permanecia parado e assim que pulava do mesmo, dava uma cambalhota acabando com um giro para trás no final e ficando deitado no skate com os cotovelos apoiados no chão, numa pose fofa. Todos do Teatro se levantaram para aplaudi-lo. Em seguida mais apresentações foram feitas e diante do sucesso de seu irmão e da sensação de ficar no mesmo local que o chato do Beck Oliver, Jade não queria sair dali, nunca.

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André caminhava pela rua principal do bairro, indo na direção da casa de Tori, iria caminhar com ela, Cat e Robbie e com Jade, se ela tivesse aceitado. André disse que iria mandar uma mensagem para Tori caso Beck fosse correr com eles no dia seguinte. O Harris não conseguia acreditar que Tori estava afim de Beck, ele era bonito, mas eles mal se conheciam. Não sentia ciúmes, mas Tori era como uma irmã para ele, sempre iria cuidar dela. Pensando sobre isso, ele nem viu quando a pessoa que caminhava na sua frente parou para pegar algo que havia derrubado, e de repente, aquela linda imagem atingiu o mais profundo de seus pensamentos. Uma garota estava com a bunda levantada bem á sua frente enquanto pegava as moedas que havia derrubado, usava um short preto de malha e tinha um traseiro completamente gigante, não que ele estivesse reclamando, mas aquilo não era normal. Sorriu para aquela imagem e nem percebeu quando seu sapato atingiu uma pedra e ele caiu de cara no duro concreto.

– AHH! Você está bem? – Perguntou a garota largando as moedas e olhando para ele, espantada. Ficando de lado com o cotovelo direito apoiado no chão, ele tentou sorrir e fingir que nada tinha acontecido, mas não deu certo, logo seu rosto se contorceu de dor, e as pedrinhas que grudavam em sua face devido á queda estavam quase chegando aos seus olhos e o cegando.

– Ai! – Falou deixando ser ajudado pela loira que o levantou sem dificuldade. – Nossa, você é forte.

– Ah, valeu! – Agradeceu limpando o rosto dele com um paninho que tirara da sua bolsa. – Você está realmente bem? – Perguntou preocupada.

– Sim, é só que algo me surpreendeu. – Falou ficando sem graça. Agora teve mais tempo de admirá-la. A garota era loira, mas dava para ver que seu cabelo era tingido, sua face era fofinha, mas ela não estava acima do peso, possuía covinhas no queixo e na bochecha o que lhe fazia ficar bem mais fofa do que aparentava, usava uma camisa branca com uma jaqueta por cima, short preto de malhar, short esse que havia lhe provocado pensamentos sugestivos. – Ah, deixa eu te ajudar! – Ele se pôs a pegar e juntar as moedas que ela havia derrubado e lhe entregou assim que pegou todas.

– Obrigada, você é muito gentil! – Ela sorriu simpática. — Meu nome é Ashley Smith, eu moro ali, prazer em conhecê-lo! – Ela estendeu a mão para que ele apertasse, mas André a pegou delicadamente e a beijou.

– Muito prazer, senhorita. – Falou sorridente, ela o olhou de cima a baixo, gostando do que via. O homem era negro, alto e musculoso, bem musculoso. Usava boné branco, um calção de corrida preto e uma blusa regata cinza o que demonstrava o quão forte ele era. – Então você mora naquela casa ali? Agora tá explicado, já te vi ali. – Disse imaginando a cena em que vira uma garota loira lavando um carro e consequentemente molhando a blusa, agora conseguia visualizar melhor sabendo quem era a garota e que ela estava bem na sua frente, novamente ficou sem graça.

– Já me viu? – Ashley perguntou confusa.

– Sim, você estava lavando o carro. – Logo se arrependeu por suas palavras, pois a garota corou tão profundamente que o deixou sem graça de novo.

– E quanto daquilo você viu? – Perguntou ainda mais sem jeito do que ele.

– Não muito, passei correndo, sabe, eu corro por aqui todos os dias. – Mentiu, afinal iria começar a correr hoje. Mas gostou do que disse, pois a garota ficara profundamente aliviada com suas palavras.

– Tomara que corra tão bem quanto caía. – Disse Ashley descontraindo o ambiente, os dois riram alto. – Bom, eu vou indo, afinal tenho que fazer algumas coisas ainda, acabei de voltar do mercado, sabe... Faltavam ingredientes para o almoço. – André sorriu, pela animação da garota, ela gostava de cozinhar, ele adora garotas que saibam e gostam de cozinhar. – Ah, desculpe, isso não deve te interessar tanto.

– Que nada, comida sempre me interessa. – Ela riu, e André ficou feliz por fazê-la rir, o seu sorriso era lindo e contagiante.

– Acho que te interessaria bem mais se em algum dia eu te convidasse para um jantar lá em casa. – Disse Ashley o olhando confiante, ele se admirou pela originalidade da garota, mas pelo tempo que demorou a responder, a garota se desanimou. – Talvez eu deva ir, desculpe por isso.

– Relaxa, é só que eu estava pensando sobre a proposta. – Ele piscou para ela. – Melhor eu não aceitar o convite... – A garota baixou a cabeça tristonha, deveria seguir mais o conselho de certa pessoa que uma vez disse que ela era muito atirada e que os caras não gostavam disso. – Que tal você aceitar o meu, e irmos jantar fora qualquer dia desses? – Ela se iluminou com aquilo e acenou a cabeça diversas vezes, onde já se viu, por um momento iria aceitar o conselho de Jennifer, a garota com quem Zac dá umas pegas, onde ela estava com a cabeça? Percebendo que já fazia tempo que ela acenava a cabeça sem parar, Ashley parou e o fitou envergonhada.

– É claro que aceito, então... Te vejo qualquer dia desses. – Ela beijou André na bochecha e saiu dali entrando numa casa enorme. Sorrindo triunfante o Harris seguiu para a casa de Tori agora cada vez mais confiante enquanto murmurava sozinho.

– É Cat, parece que graças as suas ideias malucas de correr todos os dias, eu arranjarei uma namorada. – Disse apressando o passo, pois já estava atrasado.

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Tori, André, Cat e Robbie se alongavam de frente a casa dos Vega para que começassem a corrida. Já eram 10h da manhã e o sol estava bastante quente, perfeito para queimarem mais calorias e treinarem para a corrida que aconteceria daqui á dois meses.

– E então, até onde vamos? – Perguntou André verdadeiramente animado.

– O que aconteceu que te deixou tão feliz? – Perguntou Robbie.

– Tenho um encontro com uma garota espetacular. – Falou sorridente.

– Legal! – Disse Tori realmente feliz pelo amigo. – Pelo menos você teve sorte, a Trina furou meu encontro com um asiático gato.

– Daqui para lá você acha alguém. – Falou Cat tentando animá-la.

– Então, voltando ao assunto... Vamos correr por essa rua inteira até o final dela, e dar a volta pela próxima rua. Acho que basta, afinal, isso é quase uma avenida e é bastante extensa, dá até em outro bairro. – Explicou Robbie.

– Precisamos ir logo porque Robbie e eu ainda precisamos ir trabalhar no consultório. – Disse Cat, ela e Robbie possuíam um consultório veterinário do outro lado da cidade e como eram donos, podiam chegar a hora que quisessem, mas eles estabeleceram o horário após o almoço para que as coisas não saíssem do compasso.

– Tudo bem, agora! – Disse André e eles começarem a correr, cada um com seus fones de ouvido e em ritmos variados. André ia confiante na frente, Robbie tentava segui-lo, mas se acelerasse um pouco mais seu ritmo não iria conseguir respirar direito e provavelmente cairia no asfalto, envergonhando-se e fazendo pose de mané para sua namorada. Cat e Tori seguiam os dois mais atrás, com ritmos idênticos e de vez em quando conversavam. O grupo chegou ao fim da rua e deu a volta pela outra rua e depois de uma hora e meia chegaram á sua rua novamente, ambos desacelerando enquanto se aproximavam da casa das Vega. Tori olhou para a casa pela qual passariam na frente e avistou alguém com uma tesoura de jardinagem, a pessoa parecia furiosa. Ajustando sua visão, conseguiu ver um cara loiro, forte e sem camisa com pequenos pedaços de planta grudados em seu peito nu enquanto ele aparava o mato com sua tesoura de jardinagem. Era o mesmo cara com quem esbarrou. Então ele era jardineiro daquela casa magnífica? Quem diria! Passando agora na frente da casa, o loiro a encarou sorridente, aquele mesmo sorriso convencido que dera ao deixar a garota sem fala da ultima vez. Ela desviou o olhar e ele voltou as suas atividades, mas nunca esqueceria daquele corpo suado coberto por algumas plantas e do cabelo totalmente bagunçado como se ele tivesse o bagunçando de propósito.

– Nossa, tá calor aqui né? – Perguntou á Cat que já havia apressado o passo e chegado á sua casa.

– Deve ter sido a corrida. Foi bem produtiva. – Disse Robbie.

– É! Bem produtiva. – Pensou no loiro jardineiro. – Deve ter sido só a corrida mesmo. – Disse Tori chacoalhando a cabeça e afastando os perversos pensamentos enquanto entrava em casa. Mas não era apenas ela quem tinha perversos pensamentos. Zac entrou em casa pensativo e calado até demais para ele, Ashley desconfiou apesar de estar com seus pensamentos em um cara negro, alto e musculoso que por acaso tinha encontrado e que agora tinha um encontro.

– O que foi? – Perguntou curiosa ao ver a expressão do irmão.

– Não, eu só preciso de um banho frio e sabe... Terminar de vez com a Jennifer. Ela tá empatando minha vida! – Explicou indo para o chuveiro enquanto pensava na garota magra e de cabelos castanhos que pareciam grudar em seu rosto no ritmo em que ela corria, seu corpo suado e seu mini short de corrida, e sua blusa que deixava sua barriga levemente amostra. Ela era a mesma que tinha esbarrado com ele, e desde aquele dia, ela tinha uma morada no fundo dos seus pensamentos.

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Jade não aguentava mais tantas apresentações. Já haviam dado um intervalo e tinha ido almoçar no Asphalt Café com David enquanto conversavam sobre a apresentação dele e o sucesso com o publico que ele conquistara de fato. Na outra mesa, Beck a observava enquanto comia seu burrito. Agora, as apresentações haviam voltado e Jade agradeceu quando escutou de um dos professores que aquilo já iria acabar.

– Bem, quero agradecer á todos que ficaram para assistir a apresentações dos alunos da HA e quero saber se alguém quer fazer alguma pergunta? – Perguntou Beck, Jade prestou bastante atenção nele, mesmo que lutasse para fazer o contrário, ele possuía um charme natural que a encantava, mesmo que ela não quisesse admitir.

– Eu tenho uma. – Disse um garoto ruivo de mais ou menos nove anos de idade que fora advertido sobre ser seguro demais na hora de atuar. – Porque tem que se arriscar para fazer uma boa atuação?

– Boa pergunta, Jim. Porque atuar tem a ver com se afastar das suas zonas de conforto, com elevar suas emoções a outros níveis... Espero que essa resposta tenha esclarecido bem as coisas para você, amigão. – Disse Beck voltando sua atenção para o pessoal. – Vejo vocês outro dia, tenham uma boa tarde! – Disse saindo do palco. Sim, já era fim de tarde e Jade ficara por mais tempo do que imaginara, para começar ela nem pensou em entrar na escola, e agora já tinha assistido uma longa série de apresentações por ali. – E então Jade, gostou das apresentações?

– O que você quis dizer foi: “E ai Jade, gostou de me ver tendo pose de professor? Olhem para mim, haha, eu sou o Beck, eu sei atuar, eu falo bonito”. – Disse imitando a voz de um homem. Beck gargalhou alto chamando a atenção das outras pessoas da sala.

– Talvez você ache que eu só queria te impressionar, não é? Mas não é verdade! – Falou Beck dando seu sorriso charmosos de canto.

– Não, imagina. Desde que cheguei que você fica grudado em mim. – David que estava ao lado de Jade, observava a cena sorridente. Ele havia adorado seu professor e imaginou um milhão de situações onde seu professor namorasse sua irmã, seria demais para ele!

– Acontece que só estava sendo simpático, assim como posso ser com todo mundo.

– Duvido! – Resmungou a garota.

– Senhorita William, vi que gostou das apresentações... – Beck parou uma mulher de mais ou menos trinta anos, alta, loira e de olhos incrivelmente verdes que acompanhava seu filho até a saída.

– Ah, adorei Senhor Oliver, você leva muito jeito com crianças, e nossa, como o meu Philip está carente de uma figura paterna nesses tempos difíceis. Seria muito bom se qualquer dia desses nós pudéssemos nos encontrar para conversar em algum lugar particular, o que acha? – Perguntou a mulher entrando no jogo que Beck pretendia.

– É claro, seria um prazer Senhorita William. – Disse contente.

– To caindo fora. VEM DAVID! – Gritou Jade irritando-se pela conversa dos dois.

– Pode me chamar de Mary mesmo. – Falou a loira agora já agarrando a mão de Beck e a acariciando. Jade desviou logo o olhar.

– Nos vemos por ai, Jade. – Gritou o garoto para que ela pudesse escutar, pois já estava saindo do teatro.

– Morra, Oliver! – Gritou de volta saindo dali completamente estressada. Como ele podia fazer aquilo na frente dela? Pensava que ele estava caidinho por ela e ele faz aquilo? O que deu na cabeça dele? Não pode fazer isso com as pessoas! – Argh!

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Tori andava de um lado para o outro em sua casa, Trina jogava tênis virtualmente enquanto gritava palavrões, pois estava perdendo.

– Ah, que droga, nem a Cat nem a Jade chegam. Preciso desabafar! – Tori falava para si mesmo, desistindo de esperar e se jogando do sofá. Já era noite e nenhuma de suas amigas havia chegado, o que era bastante estranho, mais para Jade do que para Cat, afinal a ruivinha estava trabalhando e a Jade já deveria ter voltado.

– Já disse que pode falar comigo, mana! – Trina jogou o controle do jogo para lá, afinal estava perdendo mesmo, porque não prestar um pouco de atenção na Tori em vez de discutir sozinha com o jogo?

– Mas você nunca ajuda, Trina. – Disse Tori fazendo biquinho.

– Claro que ajudo, pode falar! – Tori sabia que ia se arrepender, mas fez assim mesmo.

– Então, eu encontrei um garoto lindo, loiro, gato e sem camisa com quem esbarrei um dia desses. E ele é extremamente irritante e convencido, mas sabe... Ele é tudo de bom, o que eu faço? O vi hoje trabalhando de jardineiro em uma casa aqui perto e tive vontade de ir lá e...

– O QUE? JARDINEIRO? TÁ BRINCANDO NÉ? Uma Vega namorando um jardineiro? – Gritou Trina.

– Não ligo para essas coisas, Trina. Você sabe! – Falou Tori revirando os olhos para o preconceito da irmã.

– Pois deveria. Você gravou dois CDs, tem uma longa carreira pela frente, é bonita, estilosa e tem dinheiro, o que vai querer com um jardineiro? – Trina tentava a todo custo mudar a opinião da irmã.

– Você acha? – E Tori estava quase caindo, afinal, era fácil de ser influenciada.

– Mas é claro, você é linda, merece alguém melhor. – Disse Trina.

– Porque está me fazendo todos esses elogios? – Perguntou Tori já desconfiada, pois conhecia muito bem sua irmã e não era do feitio dela falar coisas como aquelas.

– Que elogios? – Trina tentou disfarçar.

– Você sabe! Me chamando de estilosa, bonita e etc. O que você quer?

– É que... Talvez eu não queira que você fique brava comigo de novo depois de hoje de manhã. – Trina saiu do sofá se distanciado da garota.

– É mesmo, você furou meu encontro com Jack Kong e depois que a Cat desmaiou e a Jade se foi, tive que ajudá-la e esqueci da sua traição, mas não pense que vai ficar assim... – Tori levantou-se do sofá indo na direção de Trina que girava em torno do sofá, mantendo distância entre as duas. – GRR! – Tori atacou e as duas caíram no chão, nesse exato momento Jade chegou com David.

– Caramba! Elas ainda estão brigando, isso é demais! – Disse David e Jade sorriu, pois o irmão se parecia muito com ela. Cat também chegou avistando os dois ali na porta.

– Chegamos iguais. VIVA! – Falou sorridente, mas ao olhar para Tori e Trina brigando, ela empalideceu. – Jade, faça alguma coisa. – Jade deu de ombros se aproximando das duas e com um movimento rápido jogou Trina para o sofá que virou em cima dela com o impacto e por incrível que pareça apenas ajudou Tori a levantar, a Vega ficou surpresa pela ajuda de Jade. – Antes que pergunte, eu só gostei de ver você batendo nela. – Tori sorriu, agora tudo estava explicado.

– Bom, agora vamos ao que interessa. – Tori e Cat pularam no sofá depois de tirar ele de cima de Trina deixando a garota lá gemendo de dor, mas ninguém ligou para ela. – Você tem que correr com a gente. O André confirmou hoje e advinha quem vai correr amanhã com a gente? Beck Oliver, o canadense e novo professor da HA, ele arranjou tempo de manhã e irá dar aulas á tarde. Isso não é demais?!

– O QUE? Você está louca? Eu nunca correria com esse idiota, estúpido e canadense de uma figa. Pode esquecer, Vega. – Jade não deixou em aberto a discussão, infelizmente acabara ali, e Tori sabia que não adiantaria insistir com ela, terminaria levando uma tesourada, ou nem estaria nesse mundo para correr no outro dia com os amigos. Minutos depois Robbie chegou e todos estavam assistindo um programa chamado: Celebridades debaixo d’água.

– Meu Deus, ele não tá se mexendo. – Disse Cat preocupada.

– Relaxa meu amor, porque... Ai, ele não tá se mexendo mesmo. – Falou Robbie com medo. Jade revirou os olhos para aquela cena ridícula e Trina agora recuperada pintava as unhas do pé no outro sofá, pois ninguém queria ficar perto do pé dela.

– Nossa, que gatas! – Disse David sentando na poltrona de massagem num canto mais afastado da sala.

– O que você disse? – Perguntou Trina e todos olharam para ele. O programa acabou e eles desligaram á TV.

– Sabe, eu mudei de ideia, é muito bom, morar aqui com garotas. – Disse David com um sorriso travesso no rosto que lembrava Jade quando fazia algo contra a Tori como quando ela passou o hambúrguer de Tori no pé descalço dela quando eram mais novas. – Conversei com uns caras e eles me convenceram que é ótimo viver com garotas lindas e de shorts curtos como vocês. – Todos sorriram.

– Até parece um adulto falando desse jeito! – Falou Tori.

– E quantos anos tinham esses seus amigos? – Perguntou Robbie.

– Eram do nono ano, tinham 15. – Todos soltaram murmúrios de entendimento.

– E então, qual das garotas acha mais bonita? – Perguntou Jade entrando na brincadeira. – Eu sei que sou eu, mas sou sua irmã, não vale! – Todos riram.

– Também não fique intimidado pelo Robbie. – Disse Tori.

– Ele não me intimida. – Falou David seguro de si mesmo e fazendo todos rirem mais alto ainda.

– Viu só Robbie? Nem um garoto de dez anos tem medo de você. – Disse Trina.

– Ele tem sete. – Falou Jade. – E ainda dizem que ele não se parece comigo. Haha!

– Mas enfim, qual de nós você acha mais bonita? – Perguntou Cat tentando tirar a atenção da plena humilhação que acontecia com seu namorado.

– Você! – Todos se surpreenderam quando David apontou o dedo para Trina.

– Agora podemos provar de vez que ele não é seu irmão, Jade. – Disse Robbie.

– Fale isso de novo e você acorda sem língua, Robbie. – Ameaçou Jade o deixando calado logo em seguida.

– Espera ai, querem dizer que tenho algum problema? – Perguntou Trina confusa.

– O problema de fato é, qual não é o problema com você, Trina? – Perguntou Jade e todos gargalharam alto enquanto Trina ficava de cara emburrada, aquela foi uma noite cheia de gargalhadas e brincadeiras idiotas, mas enfim, foi mais uma noite comum na casa das Vega.

Próximo Capitulo:

Sinto vontade de protegê-la.”

“Já devia ter feito isso há muito tempo.”

“O dia foi salvo pela menina super poderosa.”

Notas finais
Hello pessoas, e ai o que acharam do capitulo em?! Beck sendo chato com a Jade e até mesmo dando investidas, é pois é, com a morena tem que se tentar de tudo kkkk David fofo Zac e Tori uhuh O que acharam no geral? Me contem pelos reviews, plys! E claro, não esqueçam de dar seus palpites sobre as frases no final do capitulo, haha Bjus, espero que tenham gostando, obrigada, bjus, até mais!