Asphalt Café
31 I Will Enter in this Box Stupid
Notas iniciais

Zac, Tori, Trina, Cat, Robbie, Jade e Beck tomavam banho de água salgada e espirravam água um na cara do outro até Jade sugerir algo.
– Que tal se brincássemos de briga de galo? – Perguntou Jade sorrindo maliciosa para Trina e Tori.
– Acho essa brincadeira perigosa. – Respondeu Cat.
– Você só tá dizendo isso porque é fraquinha demais pra derrubar uma de nós... – Retrucou Jade.
– Isso foi tão cruel. – Falou Cat abrindo a boca e piscando os olhos, mas acima de tudo concordando com Jade, pois sabia que não tinha forças pra derrubar as outras meninas, principalmente a West, e também, nem queria.
– E então, estão amarelando? – Perguntou Zac olhando para Tori e Robbie, pois Trina já havia concordado.
– Tá, nós vamos brincar. – Respondeu Tori referindo-se á ela e Robbie.
– Quem vai me levantar? – Perguntou Trina, Zac abriu a boca para dizer um grande e grosso “Não”, mas assim que olhou para ás arvores perto da praia, avistou uma sombra de capuz, poderia ser algum paparazzi, melhor era ficar longe de Tori.
– Eu fico com você! – O garoto sorriu para Trina e mergulhou, quando levantou, a Vega mais velha já estava em suas costas.
– Não se preocupe, Tori, eu te levanto. – Disse Robbie, ele então mergulhou, mas quando voltou à superfície, derrubou Tori de suas costas, espirrando água pra todo lado. – Me desculpe. – Pediu, assim que a garota apareceu na superfície com o cabelo na frente do rosto.
– Jade, você sabe onde estão David e Chloe? Prometemos aos pais dela que cuidaríamos bem dela e quanto a David ele é seu irmão. – Lembrou Beck enquanto mergulhava e surgia na superfície com Jade já em suas costas.
– Eles estão ali na parte rasa, Chloe tá enterrando David. – Apontou Jade e de fato a loirinha enterrava o pequeno West, deixando apenas a parte da cabeça dele de fora.
– Tá, agora vai... – Falou Robbie mergulhando e voltando já com Tori em suas costas, os três pares iniciaram a briga de galo, Jade tentava derrubar Tori enquanto a mesma se defendia, sem nem sequer atacar, já Trina dera um impulso ainda nos ombros de Zac e pulara pra cima de Jade, quase a derrubando, afastando uma de suas pernas dos ombros de Beck, a sorte foi que Zac segurara nas pernas da Vega mais velha, se não ela teria caído de cara na água. Tori olhara para cena com uma pontada de ciúmes, Jade aproveitando sua desconcentração, empurrara Tori que caíra de costas na água, com o impulso da West, até Robbie se dera mal e caíra também. Com tudo isso, Trina empurrara Jade que aproveitando a vitória, perdera o foco e acabou sendo derrubada também. Trina saiu de cima de Zac e comemorara com ele, Tori não gostara nem um pouco daquilo. Mas todos já estavam cansados de ficarem na água e foram para debaixo dos guarda-sóis, menos Tori e Zac, que ficavam nadando para cá e para lá, sem parar.
– Você gosta bastante de nadar né? E você nada bem. – Elogiara Tori.
– Eu sei, fiz natação quando mais jovem, foi assim que eu conheci á Van... Deixa pra lá. – Zac desviou o olhar e Tori já sabia de quem ele se referia. Desse jeito, a garota saiu da água e foi para o guarda-sol, antes que chegasse lá, escutou o grito de Cat.
– AAAHHH! – Zac também escutou e correu juntamente com Tori para saber por que Cat estava gritando, chegando lá, os dois e os outros viram a ruivinha desesperada com as mãos cheias de areia enquanto cavava um buraco perto de sua saída de praia.
– Cat, o que aconteceu? – Perguntou Trina.
– Roubaram o Sr. Purple. AHHHH!
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– Acho que seu irmão quer me colocar medo. – Falou André quando os dois já estavam na fila para se inscrever no concurso de Melhor Traje de Banho.
– Por quê? O que ele disse? – Perguntou Ashley olhando para os outros candidatos.
– Ele me disse algo sobre você ser bem competitiva e me assustou com essa história de concurso, mas você não é assim, né?
– Claro que não... – Ashley sorriu para ele. – Tá vendo aquele cara? – Ashley apontou para um cara sarado e moreno que desfilava para lá e para cá com sua sunga vermelha. – A sunga dele é bonita, e ele também, precisamos tirá-lo dessa competição... – Ashley saiu da fila, puxando André com ela. – AGORA!
– Pele visto você é mesmo bem competitiva.
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– Espera, quem é Sr. Purple? – Perguntou Jade arqueando a sobrancelha para a ruivinha.
– Sr. Purple é a lagosta roxa com bolinhas que eu dei para Cat. – Respondeu Robbie.
– Existe uma lagosta roxa com bolinhas de verdade? – Perguntou Zac confuso.
– Claro que não, é de pelúcia. – Explicou Robbie, todos ali soltaram seus “AHHH” de esclarecimento. – Mas não fique assim pequena Cat, o super Rob irá salvá-la, vamos, precisamos encontrar sua lagosta. Preciso de uma descrição exata da vitima. – Robbie segurou Cat pelo braço e ela o olhou admirada.
– Robbie, foi você que me deu o Sr. Purple, você sabe como ele é. – Respondeu Cat, sendo óbvia.
– Tá, eu ainda não entendo esse casal. – Zac deu as costas e todos os seguiram, deixando Cat e Robbie resolverem o “mistério”.
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– Alguém ai já ouviu falar de mágica? – Perguntou um cara vestido de mágico empurrando uma caixa mágica toda enfeitada para perto das pessoas que se inscreviam para o concurso. A turma o encarou e Jade e Zac se olharam sorridentes.
– Você quer zoar com o mágico? – Perguntou Jade. Zac assentiu e todos os seguiram.
– Você ai, que tal entrar na caixa mágica para que eu faça o número das espadas? Hum? – O mágico parecia procurar alguém diante daquelas pessoas da praia, mas quando olhou para Zac, ele logo havia se animado.
– Não, obrigado, até porque esse truque ai é furada né? – Retrucou Zac rindo da roupa dele. O “mágico” usava um sobretudo preto, com um casaco por baixo, pois dava para notar as mangas do casaco azul saindo pelo sobretudo. Seu rosto era bem estranho, o mágico usava uma máscara que cobria até a parte de sua boca, e usava um boné por cima da máscara, o que o deixava ainda mais estranho, além de sua barriga grande parecer estranha, como se ele tivesse algum tipo de doença naquela região.
– Claro que não. Isso é só medo de entrar na caixa? – Provocou o mágico.
– Ah, ninguém me chama de medroso, desse jeito. – Zac deu dois passos à frente em direção da caixa, mas Jade pôs a mão á frente de seu corpo, impedindo.
– Se você é mágico de verdade, não vai ligar se outra pessoa entrar nessa caixa boba, não é? – A garota encarou o mágico estranho que pareceu hesitar com sua pergunta.
– É impressão minha ou ela quer mesmo irritar o mágico? – Perguntou Trina.
– Jade, você sabe que tá irritando o mágico e se voluntariando a entrar numa caixa onde o cara que você irritou tá prestes a te enfiar um monte de espadas, não é mesmo? – Perguntou Tori sussurrando em seu ouvido.
– Ei, ele me chamou de medroso, eu tenho que entrar na caixa. – Falou Zac olhando estreitamente para o mágico.
– O loiro tem razão, eu quero que ele entre na caixa, ele é o medroso. – Falou o mágico abaixando o tom de voz como se tentasse disfarçar algo.
– Você não tá vendo que ele tá te fazendo de idiota? Eu vou entrar nessa caixa estúpida e não se fala mais nisso. – Falou Jade entrando na caixa. O mágico parecia aflito, mas tentou disfarçar e começou a pegar as espadas.
– E agora... – Sua voz saíra grossa de mais, ele tossiu e sua voz voltou a ficar fina de novo. – Eu vou introduzir essas espadas na caixa, o que será que vai acontecer?
– Todos sabem o que vai acontecer, ele vai enfiar espadas na minha namorada. – Falou Beck cruzando os braços.
– E ela vai ficar bem, porque tudo isso não passa de um truque. – Completou Trina.
– Esse truque sempre me deixa com medo. – Falou Tori aproximando-se de Zac.
– Aqui não deveria ter uma passagem por trás? – Perguntou-se Jade dentro da caixa, enquanto procurava uma passagem interna, assim que ela colocou a mão na lateral da caixa, uma espada foi enfiada, quase acertando sua mão, a garota colocou as duas mãos junto ao corpo e soltou um grito involuntário, mas lembrou-se que para que o truque funcionasse, os mágicos da TV sempre instruíam seus assistentes a ficarem parados, por isso ela deveria ficar parada, e foi isso que ela fez.
– Ouviram isso? Foi um grito da Jade! – Disse Tori assustada.
– Provavelmente a Jade tá fazendo isso para assustar a gente, eu faria o mesmo. – Disse Zac. O mágico tinha sua testa suada, mas enfiara a segunda espada, na frente da caixa. Jade sentiu seu coração acelerar quando a segunda espada fora enfiada, tudo bem, ela queria zoar o mágico, mas aquele truque era assim mesmo? Ele sabia o que tava fazendo? Jade desviou-se de seus pensamentos quando sentiu uma mínima dor na região de sua coxa, algo molhado deslizou por sua perna, ela olhou para baixo e viu o sangue já chegando a seus pés. Sangue saía de um corte em sua coxa esquerda, a garota se desesperou e gritou mais forte.
– O que tá acontecendo? – Perguntou Beck preocupado. A caixa começou a balançar e virou para trás, o mágico ficou surpreso, quando a turma correu para abrir a caixa, ao fazerem isso, viram Jade deitada de costas com sua perna repleta de sangue. Beck não pensou duas vezes, pegou Jade pelo braço e a suspendeu junto a seu corpo, alisando os cabelos da garota enquanto ela tinha seus olhos arregalados em surpresa. Tori e Trina gritavam. Zac olhou para trás e viu que o mágico já estava correndo na direção mais afastada da praia.
– Eu vou matar esse cara. – Disse Jade tentando colocar seus pés no chão e querendo ir na direção do mágico, mas Beck a segurou, pois a garota quase caíra quando tentara andar.
– Não posso ir, tenho que cuidar da Jade. – Falou o canadense ainda segurando à morena.
– Ah, deixa isso comigo, se depender de mim, esse cara não vai longe. – Zac começou a correr na direção da onde o mágico estava indo.
– Tori, o Zac vai matar aquele cara. – Apontou Trina, o Smith realmente estava com fúria em seus olhos, ninguém fazia aquilo com sua amiga.
– Eu vou atrás dele. – Tori também começou a correr na direção dos dois, tentando impedir que uma tragédia acontecesse.
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– Olha ele ali, o cara já se inscreveu no concurso, nós só temos que roubar a sunga dele. – Falava Ashley, os dois estavam atrás de um montinho de areia, fitando o cara da sunga vermelha enquanto o mesmo tomava sol.
– Você sabe que nós ainda nem nos inscrevemos no concurso né?
– Isso é o de menos, primeiro precisamos acabar com nossos inimigos. – Ashley parecia extremamente determinada.
– Eu só acho que você tá passando dos limites. – Tentou André.
– Que nada, escuta o plano... Você vai até lá e distrai o cara, ai eu apareço por trás e roubo a sunga dele. – Ashley colocara uma máscara estilo pânico e André a olhara com olhos arregalados. – VAI! – Ela praticamente empurrou o garoto que ainda parecia meio confuso pra saber de onde ela tinha tirado aquela máscara.
– Oi, de boa, cara? – Perguntou André se aproximando do cara. – Então... – Sua voz ficou fina de repente, e antes que ele pudesse fazer mais alguma coisa, Ashley saltou do montinho de areia e pulou no cara, fazendo voar areia para todos os lados. O guarda-sol caiu em cima deles e mais areia voava sem parar. André coçava a cabeça sem entender nada, quando alguém com uma máscara do pânico saiu de debaixo do guarda-sol com uma sunga vermelha nas mãos.
– CORRE! – Gritou e saiu correndo para longe da bagunça que fizera, André correra atrás da garota, gritando enquanto um cara sem sunga corria atrás dele.
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– Hum, então o ladrãozinho deixou suas pegadas. – Robbie examinava com sua lupa as pegadas deixadas na areia.
– Robbie, isso são pegadas de cachorro, daquele cachorro. – Cat apontou para um cão brincando com sua dona mais a longe.
– Ah, mas eu resolverei o mistério. – Dissera o garoto. A ruivinha assentiu assustada sentindo falta de sua lagosta de pelúcia. – AHÁ! Achei...
– Achou o Sr. Purple? – Perguntou Cat.
– Não, achei um dólar. – Robbie retirou o dinheiro da areia e o limpou, Cat revirou os olhos.
– Robbie, minha lagosta. – Lembrou a ruivinha.
– Não precisa dizer mais nada, pequena Cat, eu salvarei sua lagosta, usando a minha super lupa. – Robbie piscou para a garota.
– Onde você arrumou essa lupa? – Perguntou Cat.
– Eu peguei emprestada de um cara. – Sorriu Robbie, uma mão tocou em seu ombro, virando-o, um cara negro, alto e forte o levantou com uma só mão e ergueu a palma para que ele lhe devolvesse o que era dele. – Me desculpe, cara. — Cat não deu atenção e foi andando na direção de um guarda-sol suspeito, atrás de um montinho de areia, ela arregalou os olhos, pois havia encontrado o Sr. Purple. Robbie caiu ao seu lado, sujo de areia e com os cabelos desgrenhados.
– O que aconteceu com você? Eu achei o Sr. Purple. – Falou Cat.
– Nada demais, eu só fui arremessado pelo cara dono da lupa. HEEEEY, EU ACHEI O SR. PURPLE. – Gritou Robbie apontando para a lagosta que Cat por acaso já tinha encontrado.
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– Hum, então o ladrãozinho deixou suas pegadas. – Robbie examinava com sua lupa as pegadas deixadas na areia.
– Robbie, isso são pegadas de cachorro, daquele cachorro. – Cat apontou para um cão brincando com sua dona mais a longe.
– Ah, mas eu resolverei o mistério. – Dissera o garoto. A ruivinha assentiu assustada sentindo falta de sua lagosta de pelúcia. – AHÁ! Achei...
– Achou o Sr. Purple? – Perguntou Cat.
– Não, achei um dólar. – Robbie retirou o dinheiro da areia e o limpou, Cat revirou os olhos.
– Robbie, minha lagosta. – Lembrou a ruivinha.
– Não precisa dizer mais nada, pequena Cat, eu salvarei sua lagosta, usando a minha super lupa. – Robbie piscou para a garota.
– Onde você arrumou essa lupa? – Perguntou Cat.
– Eu peguei emprestada de um cara. – Sorriu Robbie, uma mão tocou em seu ombro, virando-o, um cara negro, alto e forte o levantou com uma só mão e ergueu a palma para que ele lhe devolvesse o que era dele. – Me desculpe, cara. — Cat não deu atenção e foi andando na direção de um guarda-sol suspeito, atrás de um montinho de areia, ela arregalou os olhos, pois havia encontrado o Sr. Purple. Robbie caiu ao seu lado, sujo de areia e com os cabelos desgrenhados.
– O que aconteceu com você? Eu achei o Sr. Purple. – Falou Cat.
– Nada demais, eu só fui arremessado pelo cara dono da lupa. HEEEEY, EU ACHEI O SR. PURPLE. – Gritou Robbie apontando para a lagosta que Cat por acaso já tinha encontrado.
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Zac corria sem parar, pulando por cima de montinhos de areia, baldes de crianças e as próprias crianças, mas o mágico estranho estava bem a sua frente, mesmo que ele corresse o seu máximo, não conseguiria alcançá-lo.
– ZAC! ESPERA! ZAC! – Tori gritava correndo atrás dele. O que Tori queria com ele? Ela só iria atrapalhá-lo, mas felizmente a Vega apenas o ajudou, pois com seu grito, chamou a atenção do mágico que virou a cabeça para trás enquanto corria, e por isso tropeçou, numa senhora gorda que tomava sol, e caiu de cara no chão. Zac sorriu, pois sabia que agora poderia alcança-lo. O mágico levantou-se e continuou a corrida, Zac pulou por cima da velha gorda e pediu desculpas, Tori fez o mesmo. O mágico ultrapassou todos os obstáculos que eram postos em seu caminho, Zac e Tori também, vindo logo atrás. Quando a distância entre o loiro e o mágico já era mínima, Zac já podia sentir que conseguiria agarrá-lo, mas o mágico usou seu ultimo truque. Começou a tirar suas roupas, Zac também ficara surpreso, quando o mágico, retirou o sobretudo, expondo o casaco azul e a bermuda por baixo, também retirou o boné e Zac pôde ver que o garoto também era loiro, tinha uma franja muito mal cortada e seu cabelo parecia queimado e não loiro natural, muito diferente do tom de loiro de Zac. O mágico retirou mais algumas roupas por baixo do casaco, e Zac perguntava-se como ele estava aguentando todo aquele calor. O mágico por fim, ficou apenas com a máscara, o casaco azul e a bermuda, revelando que sua “barriga” na verdade, era apenas roupas por debaixo do casaco. Depois de se livrar de todo aquele peso, o mágico correu mais rápido, voltando a manter uma incrível distância entre ele e Zac.
– Ah não, assim já é brincadeira né? – Murmurou Zac tentando correr mais rápido, por sorte o mágico entrou na água, começando a nadar em direção de uma lancha que estava parada a alguma distância da praia. – Agora você vai ver. – Zac entrou na água com tudo e começou a nadar, logo ele e o mágico já estavam perto um do outro novamente. Zac até conseguira pegar um pouco da bermuda do mágico, mas ele tinha muito mais força e o chutara por debaixo da água, aumentando a velocidade de suas braçadas, Zac fez o mesmo. Tori já estava cansada de tanto correr e deu Graças a Deus por Zac e o mágico darem fim a perseguição na água. O mágico mergulhou e começou a bater mais as pernas, mas quase deu de cara com uma rede de pesca, por isso desviou para o outro lado e seguiu nadando. Tori esperava na areia, mas pensou na possibilidade de um dos dois afogar o outro, por isso, também entrou na água e começou a nadar, mais lentamente. Zac não vira a rede e se enganchou com tudo dentro dela. Assim que Tori viu o mágico surgir na superfície e Zac não, logo pensou o pior. O mágico conseguiu chegar até sua lancha e fugiu, Tori começou a se preocupar. Zac tentava a todo custo se livrar da rede de pesca, mas não conseguia e já estava perdendo as forças. Tori mergulhou e conseguiu achar o garoto, mas não era fácil tirá-lo dali. Tentou a todo custo cortar a rede com uma pedra afiada, mas nada. Procurou várias vezes por algo que pudesse usar, quando por fim, numa parte mais poluída da praia, foi à única vez que se sentiu grata por poluírem de tal jeito a praia, que ela encontrara um pedaço de vidro. Conseguira cortar a rede e pegar Zac pela mão, precisou de força para puxá-lo até a margem. Com tudo aquilo ela desabou em cima dele, ofegante, mas Tori não percebera que uma coisa havia acontecido. Zac piscara os olhos, tendo uma visão inesperada enquanto acordava, parecia alucinação, mas ele tinha certeza que vira Tori correndo para água sem a parte de baixo do biquíni, ele piscou mais vezes e quando acordou finalmente, viu que a garota só estava tomando banho. Quando conseguiu se sentar, Tori acenava desesperada para ele. – TORI? O QUE FOI? – Conseguiu dizer, mesmo se sentindo tonto.
– Zac, você precisa me ajudar... – A garota ficou vermelha. – Eu perdi a parte de baixo do meu biquíni.
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– Ufa! Conseguimos nos livrar daquele cara sem a sunga. Aquilo foi assustador. – Falava André escondido atrás de um montinho de areia, Ashley estava ao seu lado segurando um binóculo.
– Tá, tá, mas olha só, agora não temos mais concorrência no concurso. – A garota parecia feliz enquanto olhava para sua frente, não havia nenhum concorrente.
– Ah, é? Olha só! – André virou o binóculo de Ashley e atrás dele havia um monte de gente que havia se inscrito. – E advinha mais, acabaram as inscrições para o concurso. – André apontou para um cara que colocava um cartaz na placa do concurso que dizia “Acabaram as inscrições.” – Tá na hora de assumir que não ganhamos esse concurso, aliás, nem nos inscrevemos. E você é sim muito competitiva.
– Não sou não! – Ashley estava inconformada.
– É sim, e eu pensava que teríamos um dia normal hoje, só nós dois, mas já vi que nada é normal no nosso namoro, principalmente se sua namorada é tão competitiva ao ponto de caçar os competidores de um concurso. – Falava André indo na direção do guarda sol sendo seguido por Ashley.
– Me desculpa, mas eu...
– Não, você não precisa me pedir desculpas... – André colocou o dedo indicador na frente dos lábios de Ashley, impedindo-a de falar. – Não somos normais, e eu amo isso... Eu... Eu amo você. – A garota sorriu abertamente e se jogou nos braços de André, o beijando fervorosamente, os dois se separaram, deram as mãos e foram na direção de seu guarda-sol.
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– Cat, eu sabia, o filho do Sinjin está envolvido nisso. – Robbie apontara para um garoto ruivinho brincando de enterrar a lagosta roxa de Cat. – O que aprendemos aqui?
– Que pessoas com a mesma cor de cabelo que eu gostam de lagostas roxas?! – Disse Cat referindo-se ao fato do garoto também ser ruivo.
– É, isso também, mas me referia ao fato de que garotinhos podem roubar objetos preciosos. O que eu aprendi é que crianças se ligam rapidamente a objetos e será difícil desvincular os sentimentos do garoto daquela lagosta de pelúcia, para podermos pegá-la de volta... – Enquanto Robbie falava, mal percebera que Cat já estava indo na direção do garoto.
– Oi, Sinjin... – Falara com o garoto enquanto ia na direção do ruivinho.
– Oi, Cat. – Cumprimentara Sinjin arrumando seus cabelos com sua escova que vibrava. Rapidamente Cat retornou com sua lagosta roxa.
– O que você fez pra ele te devolver o Sr. Purple tão rápido? – Perguntou Robbie impressionado.
– Eu disse que o Sr. Purple era meu e que sentia muita falta dele e perguntei se ele poderia me devolver, e então ele me deu.
– Ah, então foi isso... – Disse Robbie desanimado caminhando atrás de Cat que ia na direção de seu guarda-sol. – Olha, Cat, me desculpa, eu devia te dar a maior força com a tal Miranda e eu só fiz te criticar.
– Kay, Robbie, tudo bem. Eu também devia ter te avisado que não iríamos sair. Me desculpe. – Robbie sorriu para a garota, e os dois deram um selinho rápido e caminharam de volta para onde eles haviam deixado suas coisas.
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– Sério que está sem a parte de baixo? – Zac perguntou segurando o riso, Tori assentiu ainda envergonhada. – Tá vou ver o que te arrumo daqui. – O garoto olhou para todos os lados, mas estava deserto, procurou em algumas árvores que tinham além da praia e achou uma calça rosa de bolinhas brancas que lembrava a de um palhaço, ela parecia ter sido deixada por ali, pois estava bastante rasgada. Zac jogou na água e a calça flutuou na direção de Tori.
– Jura? Uma calça de bolinhas?- Tori segurou a calça com nojo.
– Melhor do que sair nua... – Falou o loiro, se segurando para dizer que nada era melhor do que ver Tori sem a parte de baixo, mas ele precisava ficar firme.
– Tudo bem. – Tori vestiu a calça e os dois voltaram para perto dos amigos, com Zac rindo a todo o momento com a mão na frente da boca.
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– Queremos ir para casa. – Falaram David e Chloe chegando ao guarda sol de Jade e Beck. As crianças já havia brincando muito e estavam exaustas.
– Nós também. – Falaram André e Ashley aparecendo de repente.
– Nós achamos o Sr. Purple, longa história, queremos ir para casa. – Disse Robbie.
– Concordamos! – Disse Tori fazendo Jade gargalhar ao ver sua calça de bolinhas.
– Tá, de todas as histórias emocionantes de praia, você teve a melhor, Vega. – Riu Jade.
[...]
Na casa das meninas...
– É parece que o David está bastante cansado. – Apontou Beck para o garoto que estava praticamente “morto” no sofá da sala.
– Tá, nosso dia na praia foi bem louco. Ashley quase matou de vergonha os participantes do concurso, Cat e Robbie resolveram um mistério, Zac e eu perseguimos um mágico estranho e o loiro ai quase morreu afogado e Jade sofreu um atentado. Sua perna ainda dói? – Perguntou Tori.
– Não, não foi um corte fundo, mas sangrou bastante. – Dissera Jade.
– Estou começando a suspeitar que algumas pessoas querem te machucar. – Sugeriu Ashley. – Pensa só. O mágico queria que você entrasse na caixa, mas a Jade entrou no seu lugar, por isso ela se machucou, mas podia ser você. Tem também a droga na sua bebida no hotel, essas coisas não são nada normais, alguém quer te prejudicar, Dylan.
– É, mas os únicos que podem fazer isso são os paparazzi e advinha? Não apareceu nenhum e nem irão aparecer, graças a Trina que ficou bastante tempo comigo e não deixou que Tori e eu parecêssemos um casal. Então só quero deixar essa historia de mágico de lado e ir pra casa, até mais pessoal! – Zac sorriu levantando-se do sofá e se despedindo de todos. Ashley o seguiu depois de se despedir de André.
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– O QUE FOI QUE VOCÊ FEZ? – Gritou a garota levantando-se do sofá de sua mansão.
– Eu só dei um susto neles como você pediu. – O garoto tentou se defender.
– Eu mandei você dar um susto em qualquer um deles, menos no Zac, mesmo assim você insistiu que fosse o Zac quem entrasse naquela caixa mágica. EU FUI BEM CLARA. TODOS MENOS O ZAC, ATÉ AQUELA BONECA DE VODOO DA JADE PODIA SER, MAS O ZAC NÃO.
– Mas não foi ele quem entrou na caixa, em vez disso, eu cortei a Jade com a espada, não foi ele, relaxa. – O garoto já estava quase implorando.
– É, mas eu coloquei uma mini câmera na sua máscara e eu vi quando você se desviou daquela rede de pesca e deixou o Zac se ferrar, você viu quando ele não subiu a superfície. Fala a verdade, Frederick? Você queria matar ele, não é? – A garota gritava escandalosamente.
– Eu já disse para não me chamar pelo sobrenome, sua... – O garoto se aproximou dela, a segurando pelos ombros.
– Sua o que? O que você vai dizer? Do que vai me chamar? DIGA! Você não vai fazer nada, eu te ofereci vingança, te expliquei que poderíamos ferrar com a cara da Tori e do Zac e de quem quer que tente defendê-los. MAS... EU EXPLIQUEI... Eu expliquei que de forma alguma iríamos fazer alguma coisa para machucar o Zac, só ferrar com a imagem dele e ai você o deixa morrer lá naquela rede de pesca?
– O que você queria que eu fizesse? Voltasse lá e salvasse o garoto? Ele descobriria quem eu sou e nós iríamos falhar. SERÁ QUE FALHAR SERIA MELHOR DO QUE VER ELE MORTO? VOCÊ O AMA DE TAL FORMA QUE IRIA PREFERIR ME VER PRA TRÁS E FICAR COM ELE QUE TE TROCOU PELA VEGA? – A garota arregalou os olhos para aquele comportamento inusitado, mas decidiu jogar com os truques que ainda tinha na manga.
– Não, claro que não...
– PORQUE EU JURO POR DEUS, QUE SE EU CAIR EU TE LEVO JUNTO, EU TE ENTREGO, É MELHOR NÃO PISAR NA BOLA COMIGO. – O garoto tinha a respiração pesada, mas a garota subira em seu colo, beijando seu pescoço.
– Eu sei, eu sei, me desculpe, é que eu gosto de você, fiquei preocupada quando vi pelos seus olhos aquela rede, poderia ser você e não o Zac. Por isso fiquei tão brava, por você. – O garoto já soltava gemidos involuntários enquanto ela rebolava o quadril em cima dele e continuava a beijar seu pescoço.
– Se você se importa mais comigo do que com ele, porque não me deixa matá-lo de uma vez? Porque pediu que eu pintasse o cabelo igual á ele? – O garoto já estava perdendo sua linha de pensamento, pois a garota descera seus beijos para seu peitoral, e descendo mais e mais, abrindo sua calça, abaixando sua cueca, o fazendo delirar.
– Só não quero que o machuque, já imaginou se respondêssemos por assassinato? Principalmente de uma celebridade como Zac Smith. – A garota começara a distribuir beijos lá fazendo o garoto gemer alto, mas concentrando-se para não dar bandeira e chamar atenção dos empregados. – Esqueça que reclamei com você, vamos só bolar mais coisas para aprontar com eles, e por agora, quero que relaxe.
– Mas seu tio pode chegar. – Ele levantou a cabeça dela antes que esquecesse de vez que estava recebendo um carinho dela em plena sala numa mansão que não era deles, cheia de empregados que poderiam vê-los ali a qualquer momento.
– Se ele chegar, então ele vai ter uma ótima foto para colocar em seu programa de fofoca.
Próximo Capitulo:
“Porque está pedindo demissão?”
“Você viu o tamanho do decote dela?!”
“Você dirige, eu ligo para policia.”
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Hello meus amores, então, o que acharam? Hahaha, Tori não tá gostando nada de ZRINA, hihi. A Ashley pelo visto é bem como o Zac falou kkk. Todos já desistiram de entender CABBIE, haha, acho que até eu! OLha ai, o mágico ferindo as pessoas de proposito? Ui! hahaha o Harris sendo perseguido por um cara nu, kkkkk, morri escrevendo isso! Robbie sendo bocó como sempre kk. E essa perseguição em? Quem era o mágico? Hum, vocês já tem suspeitas? hahaha Tori perdendo a parte de baixo do biquini, eu ri, viu! auhsauhs. Ashé é tão... Own ♥ O Robbie não serve pra nada mesmo, SEM OR kk. hahaha uma calça de bolinhas kkk, dava tudo pra ver essa cena. O mágico, a bebida, quem será que tá por trás disso tudo? Hey, hum, pistas sobre nossos vilões? quero saber tudo, me contem.
E adivinhem as falas nos coments. Eu simplesmente adorei esse capitulo e tinha dito antes que era digno de um episodio da série, porque eu ri pakas o escrevendo, além de ter um pouco de mistério, "ação" e também focar um pouco em cada personagem e suas situações como a série faz muito isso, logo é um capitulo grande e cheio, digno do primeiro dia do ano. Mas quem diz isso sou eu, quero ouvir de vocês se gostaram ou não, então, até mais, amoris :D
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