Asphalt Café
2 We Like the Fact that She was Wrong
Notas iniciais

Beck seguia pelas ruas de Los Angeles ao lado de André que dirigia.
– E então... Nervoso para começar a dar aulas amanhã? – Perguntou André ainda focado no trânsito.
– Ah, sabe um pouco. Sei que vou dar o melhor de mim, mas não quero focar nisso agora. E então, qual são as coisas mais legais para se fazer aqui em Los Angeles? – Perguntou Beck extremamente curioso e empolgado com a nova cidade.
– Sabe... As paisagens, as praias e hum... As garotas. – André riu fazendo uma dancinha animada, Beck riu em seguida. — Dependendo da hora que voltarmos posso te apresentar uma galera da minha rua. São demais!
– Ah, ok então! – Concordou Beck. O sinal vermelho parou todo trânsito daquele ponto e Beck pôs a cabeça para fora, apreciando a vista. Nesse momento um carro preto para ao lado do carro de André e Beck notou que o garoto reconhecia o motorista e até batia um papo, mas não deu muita atenção.
– E ai, Jade! – Disse André reconhecendo a garota parada no carro ao lado. – Indo para onde? – Pergunta simpático.
– Hum... Pegar meu irmão caçula. – Diz Jade ainda irritada, mas menos preocupada, pois Tori aceitou a ida de seu irmão David para a casa delas.
– Ih, já que vi não é uma boa hora para conversas. – Sussurra André para si mesmo, pois conhece a West e sabe que há dias que ela fica em completo mau humor e quando se está assim é incomunicável.
– O que disse? – Perguntou Jade entrecerrando os olhos.
– Nada, completamente nada. Bom, avise a Tori que irei lá mais tarde com um amigo. Tchau, Jade! – Diz André no momento que o sinal abre. Jade arranca com o carro no exato momento que Beck olha de relance para o motorista com quem André conversava e percebe que é a garota que viu há minutos atrás perto da casa de Zac Smith.
– Quem é aquela? – Pergunta curioso.
– Ah, uma amiga. Mas enfim, pronto para curtir? Podemos começar pelo Nethercutt Museum, é sobre carros, é ótimo. Depois podemos comer no Karaokê Dokie, eles servem uma porção divina de Nuggets de búfalo. – Diz André animado alisando a barriga.
– Nuggets de búfalo? – Pergunta Beck achando aquilo tudo muito estranho e se distraindo de sua curiosidade a cerca da garota do carro.
– É, cara! Inacreditável né?! — E assim eles seguem o passeio.
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Tori caminha de um lado para o outro da casa com o telefone pendurado no ouvido. André não atende, pergunta-se o que é que ele foi fazer àquela hora? Eles podiam almoçar juntos no Nozu, mas o garoto não atende de jeito nenhum. De repente se lembra sobre o garoto canadense e o tour por Los Angeles que André iria fazer com ele.
– CAAATTT! – Grita a garota e Cat aparece no topo das escadas. – Quer almoçar comigo no Nozu? – Pergunta e a ruivinha assente, indo pegar sua bolsa. Tori pensa sobre como aquilo tudo surgiu. Cat, Jade e ela. Ah e Trina, morando juntas. Tudo começou depois que Tori gravou seu primeiro CD, Jade e elas fizeram um teste duplo para PMV (A play Music Videos), que é um projeto para favorecer artistas desconhecidos, basicamente, o teste tem que ser feito em dupla, e se passarem os dois artistas são selecionados, um para gravar um CD na cidade atual e outro para viajar a NY, a dupla recebe total apoio financeiro em suas carreiras, até terem certeza e recursos suficientes para seguirem sozinhas. Depois de seu segundo CD, Tori conseguiu meio que se manter financeiramente bem e Jade após seu primeiro CD, pois queria focar mais na carreira de atriz, também. Tori decidiu sair da casa dos pais e precisava de alguém para dividir o apartamento, Cat se ofereceu e as duas começaram a viver juntas sob o mesmo teto. Trina apareceu logo depois, assumindo uma posição de hospede no começo, mas ficando no que pareceu um tempo infinito para a irmã, foi então que Tori cedeu mais um lugar no apartamento com a condição de que Trina pagasse aluguel também. Já com Jade foi mais complicado, a garota não precisava e nem queria dividir apartamento com nenhuma delas, mas as circunstâncias a obrigaram, os pais dela começaram a viajar ainda mais do que antes, e a deixaram com seu irmão e sua tia maluca que era o mesmo que nada, pelo menos para ela, pois sua tia cuidava até que bem de David. Foi então que devido á essa situação, Jade decidiu procurar outro lugar para morar e ver-se livre das reclamações do pai que não aceitava sua carreira de artista, e longe de sua tia maluca. Tori a convidou para dividir o apartamento e ela aceitou, quer dizer, ela negou de principio, mas foi forçada a aceitar ficar por um tempo já que não achava casas para comprar, e depois de um mês, ela foi ficando, ficando e agora já vai fazer quase dois anos que Jade mora com elas. – ESTOU TE ESPERANDO LÁ FORA! – Gritou novamente para que a ruivinha escutasse, afinal, ela sempre demorava. Saindo de casa, Tori sentiu o profundo calor da temperatura das 11h30min, colocando a mão para cobrir os olhos, abriu a garagem para tirar o carro, mas seu tênis desamarrou, e no momento que foi abaixar para amarrá-lo, alguém bateu de encontro ao seu corpo e os dois corpos caíram no chão.
– Droga, não vê por onde anda? – Reclamou alguém já se pondo de pé, e nem tendo a menor educação de ajudá-la a levantar já que ele fora o culpado, sim, culpado, Tori notara pela voz que era um garoto. Tori se levantou, limpando a roupa e depois fitando a figura que a derrubou, mas teve uma surpresa, a pessoa que a derrubou, ou melhor, o cara lindo que a derrubou a fitava de cima a baixo com os braços cruzados e olhar ameaçador.
– Ah... Oi! – Sorriu admirada. O homem era loiro, tinha cabelos bagunçados, olhos incrivelmente azuis e brilhantes, barba por fazer, e estava sem camisa, com a mesma pendurada sob o ombro, usava um calção preto e sapatos. Sinal de que estava correndo. – Eu não vi, me desculpe, é só que... Ei espera! A culpa não foi minha, eu me abaixei para amarrar os sapatos e você que vinha de frente não me viu.
– Haha, agora a culpa é minha? Mas ora essa! Escuta aqui, eu estava correndo e usava fones, não tava dando a mínima para você e seus sapatos desamarrados. – Disse o loiro.
– Han... – Tori o conferiu de cima a baixo e mordeu o lábio, aparentemente nervosa com o sujeito suado e musculoso. – E você corre todos os dias? – Perguntou e logo se arrependeu, o loiro a olhou com um sorriso arrogante no rosto e levantou as sobrancelhas para a garota. – Quer dizer, hum... Tudo bem, vamos deixar isso para lá. – Arrependeu-se novamente, pois agora havia praticamente assumido a culpa e deixado o loiro sair vitorioso. – Hum... Melhor eu ir. – Disse e isso fora a primeira coisa que lhe caiu bem.
– Ok. E vê se não fica por ai esbarrando nos outros. – Disse o garoto dando as costas e voltando a correr. Tori o admirou e sorriu inconscientemente. Chacoalhando a cabeça, ela saiu de seu torpor.
– Mas, não foi culpa minha! – Falou, mas o sujeito já estava longe. – Que droga, que cara idiota!
– Quem é idiota? – Perguntou Cat saindo da casa e trancando tudo.
– Você, por me fazer esperar tanto. – Falou irritada e entrando no carro e deixando Cat dirigir.
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Jade chegara finalmente na sua antiga casa, a residência estava do mesmo jeito que ela se lembrava, cheia de lembranças de uma infância que ela não considerou feliz, afinal, até hoje ela é bem diferente das outras garotas.
– DAVID! – Gritou assim que entrou na casa, abrindo a porta com a chave que tinha escondida numa planta ali perto.
– JADE! – Gritou uma voz ecoando de um quarto, passos animados foram ouvidos e um garoto de sete anos com aparência de ter dez anos, apareceu na grande sala e correu para os braços da irmã, a abraçando.
– É impressão minha ou você cresceu? Caramba, você nem parece ter sete anos. – Disse Jade retribuindo o abraço. – Anda, agora me solta!
– Vou fazer oito daqui a três dias, então posso crescer a vontade não é? – Riu o garoto quando a irmã o afastou, mas ele logo a abraçou novamente. Ele não se parecia muito com Jade que havia puxado os olhos da mãe, enquanto ele puxara os olhos de algum dos avôs, além de seu crescimento elevado.
– Na sua idade eu brincava de boneca. – Jade tentava afastá-lo enquanto garoto continuava a abraçá-la.
– Você cortava a cabeça das bonecas com a tesoura quando tinha a minha idade. Está pensando que a mamãe não conta histórias? – Perguntou rindo e fazendo cosquinhas na barriga de Jade. A garota agora tentava bater nele, é claro, que não passava de brincadeira. – Não precisa fingir não gostar de mim, Jade. Não tem ninguém por perto pra ver isso.
– Eu não finjo, garoto! – Falou rindo, pois conseguira jogar o garoto no chão. Os dois começaram a rir.
– Até parece! – David levantou-se e se jogou no sofá. – E então, o que veio fazer aqui? A tia não tá, como sempre!
– Arruma todas as suas coisas, você vai morar comigo e com as meninas lá na nossa casa. – Disse Jade confiante.
– O QUE? É SÉRIO? – O menino pulou de alegria, e por um momento Jade ficou com pena dele, apesar de receber mais atenção do que ela recebera, não era o suficiente. Mas o sentimento logo passou, pois preferia não pensar em coisas tristes e sim em se divertir com o pirralho. – É claro que ainda vou ter que repensar algumas coisas, afinal, vou morar com garotas, é nojento.
– Se você estiver falando da Trina, é realmente nojento. – Riu Jade malvada.
– Quem é Trina? – Perguntou David.
– O nosso pior pesadelo. Agora vai logo arrumar suas coisas. – Ordenou a West.
– Você não passa de uma chata de 24 anos. MANDONA! – Gritou correndo para seu quarto e rindo conforme deixava a irmã brava. Minutos depois, David voltou com suas malas. – Ei! Sabe o que seria legal? Sair sem deixar bilhete ou qualquer aviso, a tia ia ficar muito preocupada, cara! Ia ser demais!
– Pensei que eu fosse mandona. Pessoas chatas de 24 anos não fazem esse tipo de coisa, elas são maduras e responsáveis e não praticam esse tipo de brincadeira. – Jade cruzou os braços de maneira carrancuda enquanto olhava friamente para o irmão.
– Tá bom, tá bom! Você venceu. Eu admito que você não seja mandona, nem chata... – Jade continuou com o olhar severo. – E... Hum... Prometo não ficar te abraçando enquanto estivermos morando lá.
– Perfeito. Vamos, pirralho! – Disse seguindo na frente.
– Pelo menos enquanto as garotas não estiverem por perto. – Sussurrou David indo atrás dela.
– O que disse? – Perguntou Jade.
– Nada! Só que é demais ir para a sua casa e ainda deixar a tia achando que eu fui sequestrado. HAHA! – Riu malvado, Jade sorriu contente, agora sim, ele parecia seu irmão.
– Isso ai, garoto! – Ela entrou em seu carro.
– Mandona! – Sussurrou entrando no banco de trás.
– Eu ouvi isso, David! – Resmungou e o pequeno West riu gostosamente no banco de trás. Pelo que parece, vai ser uma longa estadia.
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Depois de Tori e Cat almoçarem no Nozu, decidiram ir para o Shopping e foi lá que passaram a tarde toda, agora á noite, estavam sentadas num café, prontas para pagarem a conta e voltarem para casa, quando o telefone de Tori toca, Make it Shine ecoo pelo café e ela atendeu no primeiro toque.
– Alô? André? Ah, oi André! – Falou sorridente.
– Tori, nós precisamos de ajuda! – Pediu o garoto do outro lado.
– Nós? Com quem você está? O que aconteceu, André? – Perguntou preocupada.
– Acontece que meu carro quebrou e já tentei ligar para três reboques, mas eles não atendem. E estamos no meio do nada, não tem oficinas por aqui. Nós precisamos de sua ajuda, o Beck está comigo, sabe... O canadense. – Informou André. – Na minha casa há um gancho que eu normalmente uso para puxar o carro do Robbie quando ele frequentemente quebra, aquela lata velha já está na hora de se aposentar. – Tori concordou. Robbie é dono de uma pequena rede de computadores, ele não é RICO, mas ganha muito bem, mesmo assim insiste em não trocar de carro. André fala com alguém na outra linha e depois volta a falar com a garota. – Meu amigo aqui disse que pode resolver o problema, se você também trouxer minha caixa de primeiros socorros para carros. Pode fazer isso?
– Ok, chego ai em vinte minutos! – Concordou e André lhe passou o local onde eles estavam. As duas pagaram a conta e foram para a casa de André. – Espera ai, ele falou caixa de primeiros socorros para carros? – Perguntou confusa para si mesma. – Acharam a caixa e guiaram para onde os garotos estavam.
Quarenta minutos depois...
– Porque demoraram tanto? – Perguntou André irritado, já estava de noite, e o lugar onde se encontravam era perigoso, pois era extremamente deserto.
– Han... Sabe... Tivemos uma emergência! — Tentou Tori.
– Uma doce, gelada e cremosa emergência. – Concluiu Cat sorrindo.
– Pararam para tomar sorvete? – André já estava no limite do estresse.
– Se me passar à maleta, resolvo o problema rapidinho! – Disse Beck saindo de trás do carro, pois examinava o motor e ninguém havia o notado ali.
– Beck, essas são Tori e Cat. Meninas esse é o Beck. – Apresentou André.
– Ah, o canadense! – Cat chegou mais próximo de Beck e tocou sua barriga enquanto sorria para o garoto.
– Prazer em conhecê-lo! – Disse Tori abrindo um largo sorriso para o garoto. – E ele não é feio! – Sussurrou para Cat.
– O que vocês falaram? – Perguntou Beck.
– Nada!
– Que você não é feio. – Entregou-se Cat.
– Cat! – Reprimiu Tori revirando os olhos para a ruivinha e fazendo Beck rir.
– Han... Obrigado. Mas porque eu seria? Sabe... Feio? – Perguntou enquanto pegava a maleta das mãos de Cat e ia para trás do carro, examiná-lo.
– Porque você é do Canadá! HAHA! – Soltou Cat mais uma vez sem pensar.
– Não, sabe, é que... – Tori tentou arrumar uma explicação, mas não havia. Beck olhava para elas de forma curiosa. – É que uma amiga minha, a Jade, achava que você seria chato, e feio, e nós gostamos do fato dela estar errada.
– Hum... Jade. Entendo. — Beck sorriu, e com uma chave de fenda retirou algo do motor com o puxão forte. Uma vasilha de mingau voo para a estrada. – És o problema! Parece que seu carro sofreu de problemas alimentícios.
– HAHAHA! Problemas alimentícios, hahaha! – Cat ria descontroladamente, depois que parou, todos a fitaram. – O que ele quis dizer com isso? – Sussurrou para Tori fazendo cara de confusa. A Vega não respondeu, afinal, já estava acostumada com a ruivinha que não entendia quase nada do que elas falavam.
– Ah, cara! Eu nunca mais empresto o carro para minha avó. – Falou André explodindo de vez. – Valeu, Beck. Te devo uma.
– Que nada, já fizemos um passeio e tanto e ainda estou hospedado na sua casa, você não me deve nada! – Sorriu Beck.
– Agora é melhor sairmos daqui se não quisermos perder dois carros, duas garotas, e um cabelo maneiro que é o seu. – Falou André entrando no carro. Todos sorriram.
– Melhor mesmo, não tenho boas lembranças dessa estrada. Afinal, a Jade uma vez me trouxe aqui enquanto carregava pás no banco de trás do carro e dizia cosias assustadoras. – Admitiu Tori.
– Nossa! As garotas daqui são tão... Sabe... Hum... Expressivas. – Falou Beck rindo, mas lá no fundo de sua mente um nome ecoava. Jade, Jade. Quem seria Jade? Não sabia, mas tinha sensações boas quanto ao nome da garota.
– Se você nos acha assim, imagina quando conhecer a Jade. – Disse Tori e André foi o primeiro a rir. – Vamos, nós seguimos vocês. – As duas entraram no carro e Beck entrou no carro de André, e os dois aceleraram com as garotas os seguindo.
– O cabelo dele é maneiro mesmo. – Disse Cat já dentro do carro, dirigindo.
– É verdade! Sabe quem vai gostar de saber disso? Advinha só. – Tori riu vitoriosa. Jade com certeza ficaria chocada quando visse Beck, ele era tipo um Deus canadense, a garota não estava interessada em ter relacionamentos com ninguém e era por isso que Tori vivia tentando arrumar caras para a West, secretamente é claro, já que as coisas não deram muito certo quando ela tentou pagar um garoto para dar em cima de Jade e ela acabou descobrindo. Fora um horror! Beck era perfeito para Jade, sabe, calmo o suficiente para aguentar o humor dela, e depois que Tori conseguisse arrumar alguém para a amiga, cuidaria dela, afinal ver um homem bonito e de outro lugar despertou sentimentos nela. Não em relação á Beck, mas em relação á ela mesma, precisava arrumar alguém com quem pudesse compartilhar coisas, viver á vida mais levemente, afinal, já tinha dois CDs e uma carreira maravilhosa, e já tinha 24 anos. Se sua irmã estivesse no carro, iria dizer algo como “Se não arrumar alguém logo vai ficar para a titia, e acredite, eu sei disso. Não porque eu esteja passando por isso, afinal, olha para mim, eu tenho 25 anos e sou LINDAA, sabe Tori, você deveria tentar ser mais como eu, mas infelizmente o dom da beleza só ficou para uma pessoa da família. A GATA AQUI!”. Chacoalhando a cabeça, Tori voltou à realidade, estava aliviada por Trina não estar com elas. Olhou para Cat que tinha uma expressão pensativa.
– Tudo bem, é alguém famoso? – Perguntou. Iria ser uma viagem bem longa.
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Próximo Capitulo:
“E ainda dizem que você não se parece comigo.”
“A maioria dos seus podres você praticou com ela.”
“Pare de ficar pedindo desculpas á cada cinco minutos.”
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