Jonathan C.

–Quero. — sussurrou de volta. Chupei seu pescoço. Ela gemeu e senti que seu corpo se arrepiou por inteiro. Eu já estava excitado. Tanto ela quanto eu sabíamos disso. Bianca deixou que eu tirasse seu top, e chupasse seus seios, médios e duros. Senti os seus dedos puxarem alguns fios de meus cabelos, eu sentia um pouco de dor, e gostava. — Oh Jon...
Beijei cada parte de seus seios, e deslizei minha língua por sua barriga até o cós de seu short. Ela estremeceu. Abri o botão e zíper, puxando os jeans por suas pernas macias. Só faltava a calcinha, isso eu poderia deixar para depois. Subi de encontro a sua boca e ela retribuiu-me, apertando minha bunda. Deixei que a mesma, começasse a abrir as presilhas de meus jeans e Bianca o fez muito bem, suas mãos pegaram em meu membro e estremeci.
–Vamos lá Jon. — sussurrou maliciosamente. Deitei-me ao seu lado para que ela pudesse subir em cima de mim.
Os seus cabelos caiam como uma cortina sobre mim, escondendo-nos do resto do mundo. Bianca me beijou, sem tirar suas mãos do que realmente interessava. Levantou-se para tirar a única peça que restava, a calcinha. Sentei-me e livrei-me de meus jeans e cueca box. Em pouco tempo seu corpo já estava sentado sobre o meu, e meu membro pulsando dentro de si.
Bianca rebolou em meu colo e aquilo me deixava louco. Ela riu mordendo meu lábio inferior. Gemi enquanto seus braços ao redor de minha nuca procuravam apoio, suas unhas arranhando minhas costas. Eu gostava quando ela fazia isso.
–É tão bom ter o controle... — confessou.
–Se não for mais rápido, eu te viro e te fodo sem parar. — falei agarrando seus cachos ruivos com força. Ela jogou a cabeça para trás e chupei seu pescoço. Gemeu, seu gemido era como música para meus ouvidos.
Apertei sua cintura, movendo-a para cima e para baixo em meu colo. Seu corpo se esfregava ao meu, e ela rebolava. Vadia, era tão bom e sabia que estava me deixando louco. Seus seios tremiam com os movimentos, praticamente em meu rosto, também passei minha boca por eles levando-a a gemer um pouco mais alto.
Empurrei-a de meu colo, e apenas com uma mão a fiz deitar de barriga para o colchão. Penetrei-a e ela tentou se arquear para trás, mas meus músculos estavam colados as suas costas e minha virilha sentindo o calor de sua bunda.
–Geme... — pedi e ela o fez. Mesmo embaixo de mim, ela empinava sua bunda esfregando-se em minha pele. O suor de meus músculos encontrava o de suas costas. Apoiei-me na cabeceira na cama.
–Você disse que ia me foder sem parar...
–E vou. — comecei forte estocadas e aos poucos que íamos nos cansando eu diminuía o ritmo. Ela também não ajudava, não parava de se mover. Puxei seu cabelo colando meus lábios em seu ouvido direito. — Você é tão gostosa.
–Você também. — gemeu. Eu não podia ver seu rosto, sabia que estava sorrindo. Acelerei o ritmo e ouvia seus gemidos ficando cada vez mais altos. Quando chegamos ao orgasmo, ela soltou um gritinho e tapei sua boca com a minha mão. — Eu disse que ia sem parar.
Passamos quase meia hora assim. Até que eu estava cansado demais para continuar, deitei-me ao seu lado e depois de beijar-me, Bianca deitou a cabeça em meu peito. Colocando seu corpo nu junto ao meu. Puxei um lençol e nos cobri.
–Podíamos fazer isso mais vezes.
–Você não se importa de trair sua namorada? — perguntei olhando para o teto.
–Não mais... Ela também me traía sem se preocupar. — respondeu. Depois de um tempo em silêncio percebi que havia adormecido em meus braços. Exatamente como Duda fazia. Logo me vi, fechando os olhos cheios de cansaço.
Assim que acordei, preocupei-me. Bianca ainda dormia comigo, levantei e vesti minha cueca saindo do quarto em seguida. Na janela do corredor pude observar que o sol começava a nascer. Caminhei até o quarto de Talia e quando abri a porta ela ainda dormia profundamente. Voltei correndo para o meu.
–Bianca. — chamei. — Ainda dá tempo de você ir embora e ela não desconfiar de nada.
–Hum... Só mais cinco minutos.
–Se Talia acordar e não te ver vai ser péssimo. — falei. Ela bufou e se levantou, pegou suas roupas no chão e saiu do quarto. A última imagem que vi foi seus longos cabelos ruivos.
Levantei e espreguiçando caminhei até a janela. Abri as cortinas e fiquei olhando para a vazia rua em que morávamos. Vi o carro de Eduardo dobrar a esquina e parar o carro na frente de casa.
Droga. Procurei minha calça e a vesti. Nem preocupei-me com camisa ou chinelo, fui descalço mesmo. Bianca estava saindo do quarto de Talia com sua roupa de ballet e sorriu para mim. Desci as escadas atrás de si, sem deixar de olhar para sua bunda.
–Onde esta indo? — perguntou ela.
–Atender Eduardo. — a campainha tocou. Atravessamos o corredor e Bianca foi para a cozinha, me dirigi para a sala.
Ao abrir a porta ele estava com as mãos na cintura.
–Bom dia, advogado da empresa que não comparece aos seus compromissos. — disse ele. — Dormiu bem?
–Que eu saiba o presidente é você agora. — falei sorrindo. — Não eu.
–Mas que porra Jon. — gritou dando um soco na porta. Engoli em seco, raramente ele perdia o controle. — A empresa ta um caos. Perdemos algumas ações e o governo se recusa a pagar o que deve para nós. Na verdade todos os que nos devem se recusam a pagar.
–Edu... — falei. — Você é o presidente não eu.
–Aquela empresa é sua. Eu me demito.
–Não pode fazer isso. — falei. — Eu não vou saber lidar com nada, você que trabalhou lá durante todos esses anos com meu pai. Sabe mais do que eu.
–Sei. Janoski, ainda quer que eu assine o contrato. Se fizermos isso, talvez além de ganhar uma aliança com ele, ganhamos mais uns milhões no banco. O que acha?
–Eu sei que você vai fazer o melhor. — coloquei a mão em seu ombro. — É meu melhor amigo.
–Oi Bianca. — disse ele afastando minha mão e olhando para trás de mim. Segui seu olhar e ela estava parada esperando passar.
Se aproximou e beijou o canto de minha boca. Passou por Eduardo e caminhou pelo jardim sem olhar para trás.
–Então eu fico me matando para você ficar transando com a namorada de sua irmã? — ele esperava uma resposta.
–Aconteceu. — encolhi os ombros. — Eu...
–Você está comparando Bianca com a minha irmã. Elas não são iguais. Vai fazer essa garota se machucar, como fez com Duda.
–Edu.
–Não ta tudo bem. Eu vou lá, trabalhar para você. Pode ficar transando com a Bianca a vontade. Só não esquece que quando Talia descobrir, a sua vida vai ser um inferno. — ele se virou e foi para o seu carro. Nada do que eu dissesse faria ele mudar de idéia, droga.

Notas finais
COMO é meu niver, que já passou eu sei. Vou postar este e mais um de presente para vocês.