As irmãs Heartfilia
8 When it rains
Notas iniciais
Levy pov's
Chegando em casa, eu e Gajeel não falamos nada durante toda ''viagem'' , ele ficou super pensativo e eu? Ah eu não queria falar com ele!
– Anãzinha, você já tem uma idéia doque fazer pra droga desse trabalho? — Quebrou o silêncio totalmente confuso.
– Vamos discutir isso na biblioteca, trate de entrar logo nessa casa! — Estávamos na porta de casa já, onde Nina-chan nos aguardava.
– Ok mamãe, não pera.
– Não pera?
– Boa tarde Levy-chan! Boa tarde rapaz! — Nina interrompeu uma discussão que logo iria começar.
– Eai. — O tipo de vocabulário de Gajeel era um tanto quanto ''bad boy''
– Boa tarde Nina-chan! — Subimos para o segundo andar onde se encontrava minha amada biblioteca.
Sentamos nas cadeiras daquela deslumbrante biblioteca, eu me sentia muito bem ali, o ar tudo...
– Bom.. Vamos começar nos conhecendo melhor para que eu tenha uma noção doque poderíamos fazer.
– Guitarra, rock, irritar baixinhas, bacon e moto.
– Hm? Que merda foi essa?
– Pra não atrasar falei tudo que gosto de fazer, assim é mais fácil.
– Então quer dizer que irritar ''baixinhas'' está em uma das suas coisas preferidas?
– Sim!
– Irritante, cabeça de lata E idiota. — Gritei no E dando uma autoridade superior.
– Pequena, fofa, mandona E nerd. — Me imitou, bufei.
– RETARDADO!
– Chega moçinha, temos que começar logo esse trabalho, pensei que você era uma boa aluna.
– Eu sou mas você me irrita.
– Tá começa logo essa droga.
– E bacon é nogento igual a você.
– Bacon você já deve ter provado, mas eu.. — Sorriu pervertido e eu corei.
– OK! Começando...
[...]
Depois de muita discussão decidimos que como a professora pediu que tirássemos fotos de algo que algum do grupo fazia sempre, iríamos ao museu, Gajeel não gostou muito da idéia, mas, era só ele aparecer nas fotos para ganhar nota. Depois do musei eu iria no tal show, pois a cidade que estamos indo é muito próxima do Sting.
– Pronto para sair? — Meus olhos brilhavam, fazia 1 mês que eu não visitava meu museu preferido, por ele ser muito longe iriamos ter que pegar uma estrada para chegar lá.
– Não gostei muito doque você escolheu, mas tudo bem. Só quero nota!
– Como se isso já não estivesse estampado na sua cara!
– Mas baixinha, é muito longe, to vendo aqui pela internet... Como nós vamos?
– De carro ué!
[...]
Seguiamos de viagem, meu motorista na frente e nós dois atrás, meu motorista Jack era um cara muito legal, porém ele era mudo. Pensa num silêncio, além disso Gajeel dormia tranquilamente, preguiçoso? Magina! Estava sorrindo da cara de besta do ser ao meu lado até que avistei uma moto, achei suspeita então começei a observa-la olhando para os vidros de trás do carro. Depois de alguns minutos ela não parava de se aproximar, começei a ficar assustada...
– Gajeel, Gajeel... — Sacudia o ser inútil.
– Hm, bacons fritos. — Sonhava igual a uma criança...
– GAJEEEEL!
– AAAAAAAAAAAAH, oque foi?
– Essa moto está nos seguindo! — Meu celular começou a tocar, era Lucy eu precisava atender. — Esperem!
– Levy? — Lu-chan, tudo bem?
– É, não vou mais fazer o show, me desculpa? Eu diria pra você ir sozinha mas não confio no Sting pra deixa você ir sem mim..
– Lu oque te fez mudar de idéia assim tão derrepente?
– Af! Acredita que ele falou que ia me ''comer'' hoje? Não dá pra aguentar ele mais! E como estão as coisas ai com o Gajeel?
– Ah, err... — Hmmmmmmmm, te conheço tá com vergonha de algo. — LU-CHAN! Nã-Não é isso eu estou completamente normal, e o Natsu?
– Pare de mudar de assunto sua baixinha maluca!
– Agora você que mudou de assunto. Lu, vou desligar, depois nos falamos. Beijos, te amo maninha.
– Também te amo pequenina.
Mau sabia Lucy que eu não estava com vergonha e sim com medo, e eu não queria deixar ela preocupada comigo.
– DESÇAM DO CARRO, ISSO É UM ASSALTO! — A moto parou na janela do motorista, estávamos na estrada praticamente deserta. O cara tinha uma arma na mão já apontando pro meu motorista.
Paralisei, nunca tinha vivido isso.. Gajeel segurou a minha mão enquanto o carro parava e eu me senti mais segura.
– Desçam!! — Meu motorista abriu a porta e desceu com as mãos pra cima, eu e Gajeel descemos logo atrás, mas Gajeel me deixava um pouco atrás dele.
– Valeu panacas! — O cara saiu com a nossa BMW e ainda teve a ousadia de atirar pra cima. — BOOM!
– Levy você está bem? — Gajeel me perguntou colocando seu braço no meu ombro.
– Sim, você está bem Jack? — Jack apenas acenou com a cabeça.
– Ok agora nós estamos no meio da estrada DESERTA, sem oque comer, meu celular está sem sinal, está escurecendo e marcou chuva para hoje. Oque falta acontecer? — Gritei
Ping, Plug... E a chuva começou.
– Corram! — Gajeel começou a correr e pegou a minha mão, Jack apenas seguiu a gente logo atrás e a chuva ficou muito forte, até que finalmente chegamos embaixo de um ponte de onibus e eu tremia de frio.
A chuva estava muito gelada, eu fiquei toda molhada, assim como Jack mas ele não parecia estar com frio diferente de mim, já Gajeel retirou o casaco que estava por cima e o resto de suas vestimentas estavam secas.
– Baixinha, eu estou seco, tira seu casaco e deixa eu te abraçar, se não você vai pegar um resfriado.. temos que ficar assim até que um carro passe e assim pegaremos uma carona.
– Que cara de pau a sua, acha mesmo que vou ficar abraçada com você!
– Venha logo. — Me puxou com força e eu não pude recusar era tão quente.
Ficamos ali sem falar nada, Jack apenas viajava como sempre e a chuva não passava. Uma luz começou a surgir na estrada, era o faról de um carro... Talvez essa pessoa pudesse ajudar?
– EI PARE! POR FAVOR! — Gritamos todos juntos, pulando para que talvez nos enchergassem na escuridão, e graças a Gajeel que era gigante nos enchergaram.
– Oque fazem aqui?
– Por favor nos ajudem, fomos assaltados, levaram nosso carro. — Gajeel disse.
– Tudo bem entrem.
Entramos todos encharcados dentro da camionete do homem que aparentava já seus 50 anos, porém muito simpático.
– Daonde vocês são?
– Tókio. — Respondi.
– É muito longe, eu moro por aqui mesmo, não tenho gasolina o suficiente para levar vocês até lá. — Coçou um pouco a barba. — Posso deixá-los numa pousada e amanhã levo vocês, oque acham?
– Pode ser, já é de grande ajuda.. Qual o seu nome? — Gajeel perguntou.
– Meu nome é Antônio
– Ok seu Antônio, mas você poderia nos emprestar o dinheiro da pousada? Levaram tudo que era nosso, a bolsa da baixinha e minha mochila ficaram no carro. — Dei lingua pro Gajeel que me chamou de baixinha como sempre.
– Podem deixar!
Continua....
Fale com o autor