As irmãs Heartfilia

12 Você é minha, Lucy.


Notas iniciais
,Oi gente, quero agradecer aos fantasminhas que apareceram no outro, fiquei muito feliz >< Mas por favor meus amores, não me abandonem neste, ok? :C Como viram, este capítulo saiu mais rápido que o normal por conta da minha felicidade, então se querem o próximo logo comentem! Os fantasminhas que não falaram comigo ainda, por favor siga exemplo dos outros e apareçam! Boa leitura! s2

Levy foi á procura de ajuda da direção, Gajeel já estava sumido a umas três horas.

– Makarov, posso entrar? — Levy pergunta desconfiada, nem Mirajane estava em sua salinha de sempre.

Ninguém respondeu, ele não estava na sala, todos da direção haviam sumido. ''Já sei, vo perguntar para a Erza aonde eles estão, talvez ela saiba'' pensou decidida e foi procurar a ruiva e por sorte logo á encontrou.

– Erza, preciso falar com você.

– Diga Levy, está tudo bem?

– Eu preciso falar com o senhor diretor mas não acho ele em nenhum lugar.

– Me diga, é grave?

– Um pouco.

– Me conte oque aconteceu, acho melhor assim, o Makarov está meio mal de saúde estão pensando em colocar o neto dele como diretor enquanto ele se recupera, acho melhor não encomodar agora.

– É que o Gajeel, sabe? Ele sumiu simplesmente, só vi ele hoje de manhã e até agora nada.

– Natsu não sabe onde ele está?

– Não, ele foi ao nosso quarto perguntar achei muito estranho... — Levy respondeu.

– Céus! Está falando sério? — Quase deu um berro no corredor.

– O-que foi Erza? — Levy tomou um susto com o escandalo que ela fez, era bem reservada.

– É que se nem o Natsu sabe é algo muito grave, os dois são muito amigos, Levy prepare-se nós vamos fugir daqui e ir procurar ele. — Erza explicou oque era verdade, mas nenhuma delas sabia que tudo foi uma desculpa para seu pequeno atrevimento em ouvir conversas alheias.

– Que? Você dona da moral e da ética desta escola? — Era estranho de fato a presidente do grêmio querer sair e violar regras.

– Sim, eu. Não podemos deixar o diretor preocupado, ele está na enfermaria agora, está velho tenho medo do que pode acontecer...

– Sério? Tadinho, gosto tanto dele!

– Mira que me pediu que eu não levasse problemas para ele, pelo menos hoje sabe? — A albina tinha um carinho muito especial por ser sua sobrinha, que foi quase uma filha por ela não ter um pai muito bom.

– Sim, eu entendo perfeitamente, mas como vamos sair daqui?

– Não se preocupe, eu sei uma saída, mas primeiro vamos falar com o Natsu para saber aonde o Gajeel costuma ir.

– Você não acha que ele foi pra casa?

– O Gajeel? — Erza deu uma breve risada irônica. — Aquele lá prefere até a prisão que sua própia casa!

– Ele tem problemas familiares?

– Sim, mas não temos tempo, aonde o Natsu está?

– Suponho que no meu quarto, com a Lu. — As duas fizeram uma cara de que ''eles devem estar aprontando''

– Vamos lá então, espero não atrapalhar nada... — Quando Levy lembrou do fato do Sting, parou com a brincadeira e mudou sua feição para triste sem que a ruiva percebesse.

Enquanto as duas corriam para chegar rápido aos dormitórios encontram com Lisanna.

– Lis, tenho que falar contigo. — Erza afirmou se aproximando, Levy achou estranho tudo aquilo e só ficou observando.

– Sim?

– Seu irmão Elfman, ele tem carro aqui perto ainda, né?

– Tem, deve estar uma rua abaixo do colégio estacionado já que eles não permitem colocar aqui. — Percebeu que Levy estava ali também e se dirigiu á ela — Eai Levy, tudo bem? — Levy concordou. — Me desculpe aquele dia, minha irmã me falou que você e a loira são boas pessoas, foi errado oque eu fiz.

– Relaxa. — Levy respondeu e as duas apertaram as mãos.

– Tá chega de mimi, e vá falar com o seu irmão logo, não temos tempo! — Oque Erza tinha de bonita tinha de apressada, resolvia problemas rapidamente com sua mente ágil.

– Oque aconteceu afinal? — Lisanna perguntou.

– Eu te conto depois! Fiquem esperando naquele lugar que você já sabe, daqui uns dez minutos eu e Levy chegaremos lá. — Lisanna não disse nada e foi atrás do irmão.

Levy achou tudo muito maluco a forma com que os alunos desta escola já tinham certa amizade para fazer as coisas, um contava com o outro sempre, até nas horas dificieis. Agora sabia que tinha sido bom ir pra lá, afinal, todos eram como ela e até da menina que não tinha gostado antes já podia dizer que não tinha nada contra agora.

As duas sairam correndo para irem perguntar para o Natsu aonde Gajeel sempre ia quando fugia, para terem uma certa base de onde procurar ele.

– Oque estão fazendo?! — A ruiva ficou totalmente vermelha e Levy chegou para ver qual a visão de seu quarto e logo entendeu.

– Muito bonito Lucy. — Como sempre adorava zoar a irmã.

Natsu e Lucy se levantam meio sem graça, estavam dando um beijo de cinema.

– Oi Erza, como vai? — Lucy muda de assunto, estava meio envergonhada.

– Estou muito bem obrigada, mas agora não tenho tempo para dar uma suspensão para os dois pombinhos, é proibido se pegar no colégio ainda mais dentro de quartos!

– Lembre-se você não viu nada disso, Erza-chan. — Natsu tentou convencer a amiga.

– Eu vi com os meus dois olhos, mas como sou boazinha e amiga dos dois HOJE irei esquecer, porque sei que os dois não fariam mais isso, estou certa?

– Sim. — Os dois responderam.

– Então Natsu, tenho que falar contigo. — Levy estava em pé, Lucy, Natsu e Erza sentados na cama da loira.

– Diga, oque foi?

– Aonde o Gajeel costuma ir? Você disse que ele sumiu!

– Ah sim... Eu disse... — O rosado havia esquecido totalmente que tinha dedurado o amigo, ele podia ter ficado lá e voltado sozinho. — Ele costuma ir no Bunker's Bar, fica no centro da cidade na outra esquina do hospital Sakura.

– Obrigado, mas é só nesse lugar que ele costuma ir? — Erza perguntou desconfiada.

– Não, é que hoje eu acho que ele foi pra lá, simplesmente. — Deu um sorriso sem graça, claro ele daria um chute certeiro, sabia exatamente aonde o amigo estava. — Especialmente hoje que umas bandas irão se apresentar lá, acho que ele não perderia isso. — Finalmente ele deu uma desculpa boa o bastante para engana-la.

– Eu também acho. — Disse se levantando. — Bom, eu vou ir com a Levy buscar ele e Natsu venha conosco porque você vai ir pro seu quarto.

– Quanta confiança! — Disse o rosado.

– Exatamente. — Erza deu de ombros. — Vamos Levy. — Os três sairam do quarto deixando Lucy.

As duas seguiram pelos corredores até que Erza chegou no laboratório de Ciências onde havia um jardim em área aberta para que os alunos estudassem biologia, lá estavam esperando Elfman e Lisanna também.

– Erza demorou um pouco. — Elfman disse.

– Erza sem querer me meter, porque não vamos com o carro do Natsu? — Levy perguntou meio confusa.

– Porque o carro dele está cheio de multas pela velocidade! Se a polícia nos parar estaremos ferrados...

– Tive alguns problemas, temos sorte que hoje é sexta e os professores foram para um bar qualquer beber juntos, eles sempre fazem isso. — Virou-se para Elfman para responder.

– Erza você pesquisa a vida de todo mundo? — Lisanna perguntou zombeteira.

– Fique em silêncio gasparzinho! Estou tentando pensar.

– No que? — Perguntou Levy.

– Como faremos para enganar o guarda, não irei gastar dinheiro hoje!

– Relaxa, eu pago. — Elfman disse tirando do bolso uma quantia em dinheiro e colocando no bolso para que na hora em que pagassem não tivessem que ficar procurando.

– Vai sair caro, pois são quatro pessoas, contando com o Gajeel que vai voltar cinco. — Lisanna avisou o irmão.

– E se a gente não achar ele? — Levy perguntou preocupada e todos olharam pra ela com cara ''sabemos que você gosta dele e está em desespero'' — Peraí gente, ele também é meu amigo!

– Levy, você é novata aqui certo? Não é a primeira vez que vamos buscar ele, conversamos mais sobre isso no carro, agora vamos pular o muro antes que fique tarde!

O motivo deles pularem por ali eram dois: Primeiro, a cerca elétrica não dava choque a muito tempo mas o pessoal que cuidava os detalhes técnicos do colégio ainda não perceberam. Segundo, não tinha cameras naquela parte da escola, o porquê ninguém sabia. Elfman ajudou Lisanna e Levy a pularem, Erza como era mais idependente pulou sozinha, logo os quatro estavam fora do colégio.

– Vão sair? — Lúcio, o segurança mais canalha que aceitava dinheiro dos alunos para os mesmos fugirem perguntou. — Meu dinheiro, sim?

– Tá aqui, estamos indo, tentaremos voltar no máximo as nove e meia, tchau! — Elfman disse rapidamente entregando e dinheiro e todos sairam correndo, até chegarem em um carro vermelho.

Todos entraram no carro de Elfman, ele dirigia e Erza sentou na frente, Levy e Lisanna logo atrás. Lisanna falou algo para quebrar o gelo entre as duas.

– Levy, você gosta do Gajeel?

– E-Eu não! Daonde tirou isso?

– Eu sei que gosta, só quero te dizer, mesmo ele sempre fazendo merda e a gente sempre tendo que ajudar ele, ele é uma ótima pessoa.

– Eu já percebi isso, Lisanna. — Levy respondeu. — Mas você sabe do filho que ele vai ter?

– Sei, mas isso não devia afastar vocês dois. Ele tem um filho, não uma mulher, pensa nisso...

– Isso é verdade Levy, você podia dar uma chance pra ele. — Erza se meteu na conversa.

– Chegamos. — Disse Elfman.

– Levy, você entra e procura ele, qualquer coisa liga pra gente.

– Porque eu tenho que ir sozinha?

– Vocês precisam conversar e também se quatro adolescentes entrarem em um bar de uniforme vão desconfiar, como você é pequena passa mais facilmente — Levy bufou e saiu do carro indo para o bar que estava logo a frente.

Entrou no bar e tinha muitos bebados e uma banda tocando, realmente era verdade oque Natsu disse, quando virou para ver se Gajeel estava no balcão à direita viu ele caindo.

– Gajeel? — Correu para tentar segurar, mas era tarde demais, ele caiu.

Sentiu uma forte vontade de chorar, mas percebeu que seu coração ainda batia e um alívio percorreu sua cabeça, ele só havia desmaiado. Algumas pessoas do bar viram a cena e foram ver oque tinha aconticido, decidiu então pedir ajuda a um deles.

– Senhor, pode por favor chamar meus amigos? Não consigo carregar ele sozinha para o carro. — O homem que parecia apavorado, olhava diretamente nos olhos da menina a abservando.

– Sim, pode deixar, aonde eles estão? — Disse o homem.

– No carro vermelho á frente, diga á eles que a Levy mandou chamar que o Gajeel não está bem!

O homem leu com todas as letras o nome da escola da menina que constava em seu uniforme, Fairy Tail e o nome dela também não sairia de sua cabeça Levy, sim, era o nome da sua pequena que foi arrancada de seus braços, também era identica a sua mulher. Era a sua filha, ele tinha certeza, mas não podia fazer nada agora, seria estranho para ela. Algum dia iria tentar manter o contato e aos poucos tentar se aproximar, tinha medo dela não querer saber de seu verdadeiro pai.

– Sim, eu vou, já volto. — Disse o homem, meio confuso, não é todo dia que você encontra um filho pelo qual sempre procurou.

Chegou no tal carro vermelho e os avisou do ocorrido, Elfman e Erza foram ajudar Levy a colocar Gajeel no carro e assim fizeram.

– Elfman, você pega os braços e eu as pernas! Levy e Lisanna, vão abrir as portas do carro, sim?

– Ok! — As duas foram arrumar o carro.

Erza e Elfman colocaram ele no automóvel.

– Gente, a Levy pode ir atrás com a cabeça do Gajeel nas pernas enquanto eu e a Lisanna dividiremos o banco da frente, beleza?

Todos concordaram, Lisanna e Erza ficaram meio apertadas mas foram. Levy passou a mão no rosto dele e sentiu um certo alívio, estava muito preocupada e quando achou ele no chão se sentiu perdida, Erza vendo a expressão facial dela disse:

– Fique calma, levaremos ele pra enfermaria agora e tudo vai ficar bem, ele só bebeu demais!

Levy concordou com a cabeça e eles foram, Lisanna e Erza meio esmagada mas a albina sabia se reclamasse poderia ser uma menina morta.

[...]

Lucy atirou uma pedra na janela de seu vizinho, após uns três minutos ele apareceu e ela disse:

– Natsu, por que será que eles estão demorando tanto, acho que vou ligar para a Levy.

– Não acho necessário, a Erza me mandou um sms agora me avisando que está tudo bem.

– Atá, então tudo bem.

– Lucy vamos no jardim, tenho que falar contigo. — Fez uma cara de sério e veio um vento, a loira se arrepiou, como podia ser tão lindo?

– Está bem.

A loira colocou um casaco que era daquele maldito uniforme que ela não aguentava mais usar, e pentiou os cabelos depois colocou um rímel em seus cílios grandes. Mal ela sabia, mas a parte em que ele mais gostava dela era quando ela olhava pra ele com aquele olhar, aqueles olhos tão lindos e grandes.

Chegando no jardim, não achou ele mas sentou para esperar em um dos bancos, perto dela tinha margaridas e várias outras flores que fizeram ela lembrar da sua mãe, sentiu a brisa do vento e fechou os olhos, gostava muito da natureza.

Natsu que já estava ali á fitou de longe com um sorriso.

– Lucy... — Já eram umas oito da noite e o céu estava totalmente escuro.

– Oi, oque queria comigo? — Ele se sentou ao lado dela no banco.

– Me desculpe por hoje mais cedo, além de quase ter te colocado em uma encrenca... Você está noiva e tal. — Fechou a cara.

– Como você sabe disso? — Lucy ficou pensativa, era tão estranho ela saber que estava noiva daquele sujeito que à irritava.

– Oi Natsu-kun! — Uma garota muito bonita veio dar oi quase deixando Lucy louca de ciúmes.

– Oi, tudo bem? Eu perdi seu número, poderia me dar denovo? — Sim, ele queria provocar certo ciúmes nela, mas tinha esquecido que Lucy era uma fera, ás vezes.

– Bom, Natsu eu vou indo. — Piscou e saiu andando, deixando os dois conversando.

Ela estava com ciúmes sim, ele chama ela pra sair depois de ter beijado ela, pede desculpa todo fofo e ainda arrasta a asa para uma garota em seu lado? Por favor! Os homens são todos iguais mesmo. Tudo bem, ela estava se mordendo de tão curiosa para saber como ele descobriu que iria ''casar'' mas tinha que fingir indiferença, fingir para ele e mentir para si mesma que não se importava. Pensou ''foda-se'' e foi direto para o corredor, iria procurar um romance na biblioteca.

Natsu ficou sentado quando a garota foi embora, estava com raiva pensando que ou ela teria ficado com ciúmes realmente, ou não se importava com ele, decidiu entrar para ver pra onde ela iria. Porém, encontrou uma cena que não lhe agradou, Lucy sendo comida visualmente por seu professor de Educação Física.

– Lucy, você está linda hoje. — Mordeu os lábios.

– Professor! Obrigada. — Sorriu totalmente sem graça, mesmo que ele fosse novo não é todo mundo que é cobiçada por um professor, na verdade isso irritava ela um pouco.

– Por onde andava? Não te vejo faz um tempo... — ''Fugindo de você talvez, tarado!'' pensou

– Ah, ando meio ocupada... Estudando.

– Hm, que tal sairmos domingo? — Piscou. Loki era um homem tarado por loiras, ainda mais peitudas, tudo que ele queria era comer Lucy. Isso mesmo, ele não se importava de ser professor dela e ter que dar o exemplo.

– Ah, que pena, mas ela vai sair comigo. — Colocou o braço em volta do ombro dela, que agradeceu aos céus por ele ter aparecido.

– Sabe Dragneel, já te ensinaram que é feio interromper uma conversa? — Perguntou com raiva no olhar.

– Bom... Acha que me importo com boas maneiras? — Passou a mão em sua gravata.

– Eu sei que não. — Piscou. — Bom Lucy, estou indo, tchau. — Lucy acenou e ele foi embora.

– Natsu, daonde você veio?

– Do jardim? — Lucy revirou os olhos e ele mudou de assunto. — Você não me deixou falar oque eu queria, foi embora do nada. Eu realmente queria que você saisse comigo no domingo para tocarmos piano, lembra que tenho que te ensinar?

– Mas Natsu, nós não podemos sair do colégio e porque não convida sua amiguinha de antes?

– Ciúmes Heartfilia?

– Não, eu sou noiva. — Sorriu com a resposta que deu, se sentindo vitoriosa.

– Ah é mesmo? Então porque me beijou antes?

Lucy ficou vermelha e em silencio por uns segundos...

''Porque ela temque ficar tão linda quando está com vergonha?'' Pensou ele.

– P-Porque sim.

– Ah claro, será que você não percebe que talvez não vai ser feliz com seu noivo? — Lucy abaixou a cabeça

– Eu sei, mas a vida nem sempre é como a gente quer. — Respondeu

– Principalmente quando a gente não luta por oque nos faz feliz!

– Natsu, não são coisas que você entenda.

– Eu não entendo as mulheres, essa é a verdade.. — Olhou ela nos olhos e a loira desviou o olhar, seu coração parecia que tinha vento quando seus olhares cruzavam. — Eu vou ir tomar um banho, está de pé nossa saída domingo?

– Mas Natsu, como vamos sair domingo?

– Você não conhece o neto do Makarov ainda, ele libera até alunos de gravata vermelha nos fins de semana.

– É definitiva a saída do velhote? — Lucy perguntou cabisbaixa

– Dessa vez, acho que sim, mas o Makarov sempre fica por perto, não se preocupe!

– Ah sim, fico feliz. — Sorriu

– Estou indo lá, Lucy. — Tirou uma mecha do olho dela. — Tchau.

– Tchau... Natsu. — Tinha vontade para pedir pra ele ficar, mas era tudo tão difícil...

A loira também subiu e ligou para a irmã que não chegava nunca, já se passaram uma hora que saiu...

– Levy?

– Lu, já estamos no colégio, não se preocupe já vou subir, ok?

– Tudo bem, mas venha logo, daqui a pouco vai acabar a confusão de mudança de diretor e podem notar sua ausência.

– Lucy tenho que desligar...

– Tudo bem, tchau, volta logo heim!

– Tchau beijoqueira. — Levy riu no celular e a loira desligou.

Foi tomar um banho e certo rosado não saia de sua cabeça, mal ela sabia que ele estava na mesma situação, tomando banho e pensando nela. Estavam apaixonados um pelo outro, mas para ela tudo era novo precisava ter certeza para desistir do sonho do pai, de todas as coisas que ele á pediu aquele dia e implorou. A água quente caia em sua mão, pensou que aquela água podia ser os sonhos que perderia se cassase com Sting.

Quando saiu do banho de toalha e com os cabelos pingando tem uma visão que assusta, Natsu estava pulando sua janela.

– Natsu!

– Oi denovo Lucy. — Corou totalmente ao lembrar que estava de toalha

– Oque está fazendo aqui, maluco?!

Antes mesmo que ela pudesse perceber estava na parede presa por dois braços fortes.

– Você não vai casar com ninguém, entendeu? — Seus olhos estavam tão lindos, provocantes...

– Natsu! Pare! Eu estou de toalha e você assim tão perto... — Olhou para os lábios dele com desejo. — Eu não consigo respirar, você está me apertando!

– É? E você gosta? — Pegou a mão delicada da menina e colocou em seu rosto. — Você é minha.

– Desde quando? — Seu coração batia frenéticamente, o nervosismo e a famosa borboletas no estômago.

Alguém abre a porta como sempre, atrapalhando os dois.

– DENOVO? — Levy chega e ri de toda situação.

– Depois continuamos nossa conversa, Luce. — Pulou a janela novamente.

– Lucy você está vermelha. — Levy levantou a sobrancelha — Não fez nada aqui com ele, né?

– C-Claro que não! Ele apareceu aqui do nada, juro!

– Aham...

– Tá Levy, vamos ao que interessa, achou o Gajeel?

– Sim, ele estava desmaiado de bebado, deixamos ele na enfermaria...

– E não descobriram vocês?

– Não, botamos toda culpa no Gajeel e falamos que ele tinha bebida aqui no colégio...

– Ele vai matar vocês!

– Eu sei, mas estou despreocupada agora que a enfermeira disse que vai ficar tudo bem se ele ficar sem beber por muito tempo...

– Entendo...

– Irei dormir Lu, estou muito cansada, amanhã te conto mais detalhes do que aconteceu.

– Eu também... — Lucy respondeu

As duas colocaram seus pijamas e foram dormir, tranquilamente...

Notas finais
Oque acharam? :3 Gente vocês perceberam que eu mudei o nome da fic né? Mudei a sipnose e também a capa... Me deem suas opiniões sobre isso também, please... NECESSITO da opinião de vocês, não me deixem t-t