As irmãs Heartfilia

6 Um piano e lágrimas.


Notas iniciais
Eu sei eu demorei, mas sabe porque? Porque tudo que eu escrevia ficava um lixo e eu não estava com criatividade e eu acho que vocês merecem o meu melhor, eu não sei se ficou muito bom então aceito xingamentos, podem me matar nos comentários mas comentem! Não deu pra descrever os 3 dias em um só capitulo, então vai continuar no próximo, la no fim eu explico pra voces o porque.

Beijos e comentem! Seja pra me xingar ou não!

Amo voces. :3

Boa leitura!

Lucy Pov's



– Tá Natsu, fala logo qual a sua sugestão então. — Estávamos dentro do carro indo para a casa do ser rosa tentando pensar no que faríamos para o projeto, e eu como sempre tive a idéia do Natsu ficar na dele e me deixar fazer tudo sozinha.



– Bom, como a primeira matéria é Sociologia que fala sobre coisas ''sociais'' poderíamos fazer algo que faço todo mês. — Virou a cara pro volante novamente para que não nos matasse.



– Natsu, você não deveria dirigir sem carteira! — Se eu fosse a Levy estaria pirando agora, mas não to nem ai ele faz até corridas e ficamos duas horas discutindo para que eu confiasse e entrasse nesse carro com um maluco de 17 anos que nem carteira tem.



– Meu pai é policial, eles nunca me pegam. — Colocou a mão no seu cabelo sério.



– Que foi Natsu?



– Por culpa sua demoramos demais, minha mãe me mata se eu me atraso para o almoço, ela gosta de horários e é bem rígida.



– MI-MA-DI-NHO. — Caí na gargalhada, aquilo era demais pra mim. — Bom.. — Parei de rir respirando fundo. — Como assim algo que você faz todo mês?



– Minha mãe é enfermeira, então eu sou voluntário na ala de cancêr infantil.



– Você fazendo uma boa ação?



– Sim, ou já esqueceu que fui bonzinho e não te agarrei no armário. — Sorriu bobo. — Ou te prendi na cama aquele dia e te agarrei, sou um menino especial e de boa educação.



– Claro.. um menino educado que faz as merdas e depois pede desculpas dando uma de santo. — Bufei. — Você é um idiota, não pense que me esqueci do que me chamou. — Mesmo antes não indo muito com a cara desse tapado, pra falar a verdade estou começando a ir com a cara dele, peraí oque eu estou pensando?



– Loirinha, mimadinha, chata e irritante, porém, é divertido fazer esse trabalho com você. — Coitado nem sabe que vou fugir da casa dele hoje à noite. — Você riu da minha cara por ter medo da minha mãe, mas você não conhece ela, e não conhece a chata da minha irmã. Vocês mulheres complicam a minha vida. — Sorriu derrotado.



– Você tem uma irmã? Quantos anos ela tem?



– 19, eu só sou dois anos mais novo e ela me chama de pirralho. Garota chata do inferno! Parece você! — Apertou o acelerador e começou a andar rápido com aquele carro vermelho que eu não se de que marca era. — Se segure! Estamos muito atrasados, minha mãe vai me matar!



[...]



– Lucy vamos entrar escondidos para que minha mãe ache que estávamos no meu quarto o tempo todo. — Disse ele baixinho, estávamos na frente de uma casa linda de dois andares, branca com janelas de madeira com um jardim lindo na frente.



– Está bem! Está bem! Não sei como você tem uma gravata preta você é um cagão! — Cruzei os braços, ele muda muito quando fala de sua mãe.



– Pare de falar asneiras, rápido a Sakura está vindo. — Me pegou no e me pendurou em suas costas sem eu menos ver, tudo que pude fazer foi segurar seu pescoço para não cair. Quando me dei de conta com oque estava acontecendo ele estava escalando a parede, exatamente assim! Ele não é nada normal!


– Ei! Me solta! Como você vai escalar comigo junto seu tapado? — Dei um soco em sua cabeça.


– Mãee o Natsu chegou! — Gritou uma garota linda, de olhos verdes claro de cabelos rosa e magra, havia uma maçã em sua mão e ela deu uma mordida rindo por entregar seu irmão.



– Tch! Sua vadia, sempre me entregando! Você me paga sua seca! — Natsu bufou me



– HAHAHAHA, que medinho pirralho.



– Natsu dá pra você me largar? — Parece que ele esqueceu que ainda estou em suas costas, como pode ter tanta força?



– Aé, tem algo encomodando aqui. — Nem preciso dizer do que ele falou né? Malditos seios!



– Vai pro inferno! — gritei.



– Adorei você menina, qual o seu nome? Eu sou a Sakura a mais inteligente desta familia e a mais legal, oque sobrou pra defeitos ficou com o lixo do meu irmãozinho.



– Adorei você também e concordo, você é mais inteligente. Sou a Lucy, prazer.



– NATSUUUUUUUU, VOCE SE ATRASOU. — Ela vinha descendo as escadas, uma mulher de uns 40 anos de cabelos rosa também com uma cara de irritada.



– Natsu você tá ferrado. — riu completamente contente por seu irmão estar ferrado, já estou com medo dessa mulher mãe do purpurina.



– Mamãe que saudade! — Abraçou ela pra se livrar de um castigo talvez.



– SEU IDIOTA! ALÉM DE SÓ ENCOMODAR DIRIJINDO POR AI E FAZENDO PARKOUR AINDA SE ATRASA? NÃO ADIANTOU O COLÉGIO INTERNO? — Eu estava tremendo com as palavras daquela mulher louca. — NÃO DUVIDO QUE NÃO CHAMOU O TAXI E USOU SEU CARRO COMO SEMPRE! MALDITO IGNNEL!



– AYE! Me perdoe! Me perdoe! — Primeira vez que vejo Natsu com medo sinceramente, uma vez o cara mais forte do colégio brigou com ele e ele mandou ele se fuder, poisé.



– EU VOU TER QUE TIRAR SEU CARRO DENOVO?



– Mamãe temos visita se controle! — Disse Sakura.



– Ah.. — Arrumou os cabelos rosados. — Olá querida, qual o seu nome? — Parecia envergonhada.



– Olá.. sou a Lucy. — sorri tímida.



– Mãe, eu e a Lucy almoçamos no caminho, precisamos subir pro meu quarto para termos idéias. — Não diria que foi um almoço aquilo, nós comemos um pacotão de doritos juntos.



– Tudo bem, tudo bem. Caso você fazer algum mau a aquela menina eu te mato, entendeu? Já disse que temque tratar muito bem as mulheres. — Saiam faíscas dos olhos mortais daquela mulher maluca, uma vez o Natsu me pediu desculpas, como mora com duas mulheres deve ser bem educado para não ser pervertido.



[...]



Subimos e quando Natsu abriu a porta apareceu um quarto branco com poster's do Megadeth e Pink Floyd, uma cama beliche (aquelas que tem gaveta embaixo), bem organizado e limpo, mas um gato azul se encontrava deitado na cama. Oque me chamou a atenção foi um piano.


– Happy! — Gritou sorridente e o gato pulou nele, como se fosse um cachorro.


– Essa é a raça mais rara de gatos, como conseguiu? — Disse imprecionada, gatos azuis são extremamente raros.



– Presente do Papai, ele não trabalha aqui e sim no USA, não fale a ninguém mas ele é do FBI.



– Tá chega de falar asneiras, vamos começar a droga do trabalho. — Se terminássemos hoje, eu poderia fugir e não voltar.



Depois de uma longa pesquisa sobre câncer deixamos tudo no papel, assim só faltava a prática, decidimos ir no hospital ser voluntários e tirar algumas fotos pra por no trabalho. Depois de algum tempo já estava exausta, decidi perguntar oque estava na minha cabeça, eu tenho certeza conheço aquele piana.



– Natsu, você toca piano? — Perguntei atirada em sua cama, ele se encontrava no chão sentado.



– Aham, quer ver? — Se sentou na cadeirinha do piano e quando ia começar uma música. — AHHHHH LEMBREI, LEMBREI!



– KYAAAAAAAAH, NÃO GRITE SEU MALUCO!



– LUCY H-E-A-R-T-F-I-L-IA! LAYLA, LAYLA A SUA MÃE!!



– Oque tem a minha mãe?



– Eu fui aluno dela! Tudo que eu sei de piano ela me ensinou! E era isso que eu ia te contar aquele dia, então inventei uma história porque eu havia esquecido enquanto tomava banho.



– Natsu, você.. Você conheceu a minha mãe — Meus olhos já ardiam pra chorar, eu sempre quis conhecer alguém que falasse dela pra mim porque meu pai sempre mudava de assunto.


– Ei! Não fica assim, desculpa... — Colocou a mão no meu ombro, percebendo que eu não superei a morte da minha mãe ainda. — Lucy você está chorando? EI! — Era tarde demais, eu não conseguia parar de chorar. E para a minha surpreza ele me abraçou isso mesmo, me abraçou.


– Natsu você..



– Não chore na minha frente poxa! Eu não gosto de ver mulheres chorando.



– Você não entende eu estou sozinha, mesmo que eu tenha a Levy ela vai se casar um dia, e eu não posso atrapalhar a vida dela.. — Minha voz era falha demais, e mesmo que eu não quisesse chorar eu não conseguia parar.



– Ei! — Empurrou meus dois ombros e me encarou com seus olhos verdes que mudavam de cor. — Mesmo eu sendo um cara chato, eu quero ser seu amigo! Você nunca vai ficar sozinha entendeu? Nunca.. Não chora. — Me abraçou denovo e eu me senti confortável em seus braços, peraí oque eu estou fazendo? Abraçando o cara que me irrita e gostando, no seu quarto.



– Lucy, sua mãe era uma pessoa maravilhosa, vocês são muito parecidas e mesmo que você não vá com a minha cara, eu sei que no fundo você é meiga também. — Passava a mão nos meus cabelos me acalmando e eu parecia uma criança que antes estava forte e agora fraca.



– Eu ficava triste quando ela saia pra trabalhar, e até meu pai não gostava pois nós somos ricos e ela já tinha dinheiro, e eu ficava com saudade era muito apegada à ela. Quando ela engravidou gostava tanto de suas aulas que só parou com 6 mêses de gestação. — Sorri com o rosto molhado em lágrimas. E Natsu secou as duas com seus dedos delicados.



– Ela amava oque fazia, e qualquer um sabe que ela foi a melhor pianista mulher o nome da sua mãe é conhecido em muitos países, e mesmo que ela tenha ido para outro lugar na minha frente existe alguém igual á ela, você Lucy!



– Você acha que se eu aprender a tocar posso manter ela viva? Eu já pensei nisso, mas seilá quem me ensinaria?



– Eu claro! Eu já sei tudo sobre piano, sou capaz de dar aulas, juro.



– Você faria isso por mim?



– Claro! Sua mãe foi uma grande amiga do meu pai e minha também.


– É.. Acho que mudei minha idéia ao seu respeito. — Sequei as lágrimas e ri um pouco. — Obrigado.


– Vem cá. — Pegou a minha mão e me sentou na cadeirinha do piano. — Que tal começar agora? Mas antes uma foto para o trabalho!



– Natsu eu to feia!



– Cale-se. — E tirou a minha foto, tentei virar a cara mais foi impossivel, rápido demais.



– Ok, agora você vai começar entendendo as notas.



Ficou lá falando por uma hora, e eu estava adorando aprender, acho que puxei da minha mãe este talento, mas já estava ficando tarde e nós precisávamos dormir.



– Natsu.. — Bocejei, quando o meu celular tocou com Ignorance do Paramore. — Só um minuto...



Ah, Sting.. — Loira, eu tava pensando, você é tão gostosa que sair sozinha será um perigo, quer que eu vá te buscar? Só me dar o endereço, já ta na hora de você perder a virgindade, deixa eu te comer hoje vai? — Af, pare de falar como se eu fosse um objeto! E quer saber? Não vou fazer mais show nenhum, foda-se você! — Desliguei o telefone quase o quebrando.



– Lucy, tá tudo bem? — Natsu perguntou confuso.



– Aham, vou fazer uma ligação já volto.



– Levy? — Lu-chan, tudo bem? — É, não vou mais fazer o show, me desculpa? Eu diria pra você ir sozinha mas não confio no Sting pra deixa você ir sem mim.. — Lu oque te fez mudar de idéia assim tão derrepente? — Af! Acredita que ele falou que ia me ''comer'' hoje? Não dá pra aguentar ele mais! E como estão as coisas ai com o Gajeel? — Ah, err... — Hmmmmmmmm, te conheço tá com vergonha de algo. — LU-CHAN! Nã-Não é isso eu estou completamente normal, e o Natsu? — Pare de mudar de assunto sua baixinha maluca! — Agora você que mudou de assunto. Lu, vou desligar, depois nos falamos. Beijos, te amo maninha. — Também te amo pequenina.



Levy nem me xingou por ter desistido do show depois de obrigá-la a levar o Gajeel pra nossa casa e aceitar o trabalho numa boa, acho que como eu e o Natsu eles se deram bem um com o outro.


Voltei ao quarto do Natsu porque até agora eu me encontrava do lado de fora.


– Natsu aonde eu vou dormir?



– Comigo.



– Pare de brincadeiras!



– Relaxa vai, tem uma cama nessa gaveta.



– Como uma menina pode dormir num quarto de um cara? — Bufei.


– Para de besteira, moro com duas mulheres, já dormi com elas.


– Natsu elas são da sua familia! Como você é burro!



– Tava demorando pra me esculachar né loira!



– Tudo bem, tudo bem, eu vou ficar aqui, se você falar alguma merda, EU-TE-MATO entendeu? Nunca mais faça oque fez aquele dia na escola, entendeu NATSU DRAGNNEL?



– Hai!



Fui tomar um banho e colocar meu pijama, Natsu foi dormir com Happy em sua cama. Quando voltei ao seu quarto minha cama já havia sido arrumada, oque dizer? Ele é um cavalheiro, menos viado claro. Eu não tenho medo dele como tenho de Sting, e tenho vergonha de dormir em outro quarto dessa casa pra falar a verdade, então aqui está tudo bem.


Continua...


Notas finais
Então eu só nao terminei os 3 dias ai porque primeiro teria que fazer a Lucy ficar amiga do Natsu pras coisas rolarem mais fáceis! Então é isso minna.

Gostaram? Eu acho que ficou uma droga u.u Por favor comentem!