Notas iniciais
Oi meus amores s2

Meu not voltou, peço muitas desculpas pela demora e nunca vou abandonar essa fanfic! Prometo!

Quero dedicar esse capítulo a Le-chan, minha amante de Gale e xará :333 eu a adoro!

Muito obrigado a quem ainda acompanha, e espero que gostem!

Boa leitura!

Levy pov's


Só se ouvia o barulho do motor do carro e a chuva que batia no chão com força, eu estava confusa e com medo também... Não quero de forma alguma assustar minha irmã e já que não tem sinal nenhum nessa porcaria de celular teremos que ficar na pousada mesmo! Nunca fiquei sozinha nesse tipo de lugar, a Lucy sempre esteve comigo.



– Bom, crianças.. É aqui! — Seu Antônio disse tirando a chave do carro,



Descemos na frente de uma enorme casa de madeira com uma placa escrito ''Pousada de Hiroshima'' Isso comprova que estamos em Hiroshima... O melhor museu do Japão fica aqui bem perto. Pena que ainda estamos na estrada e está chovendo muito, porque pela cara da pousada não vai ser fácil eu ter que dormir sozinha.



– Ei baixinha! Acorda! — Não percebi que fiquei uns minutos parada olhando para aquela pousada assustadora!



– Oque foi? Não posso nem pensar agora? — Levantei a sombrancelha em um tom meio rude, tentando provocá-lo.



– Pensar pode, agora travar aí é outra história! — Com ''travar'' acho que ele se refiriu as gírias que tinha com os amigos que jogavam video game com ele, a própia Lucy que gosta as vezes fala o cara ''bugou''.



– Eu não tenho tempo pra discutir com você! Estou molhada e cansada, vou pegar um quarto pra mim! — Sai pisando no chão com força, e quando virei para falar mais algo, cadê ele? Cadê o seu Antônio? Cadê o Jack? Com medo, começei a andar pra trás, e pra trás, estava escuro e aquela pousada só me assustava mais, foi aí que bati em algo...



– BÚ!



– KYAAAAAAAAAAAAAA! — Sai correndo daquela alma que veio me levar, ou de um ser de outro mundo, que seja! Só sei que em algo eu bati, e em praticamente 40 segundos eu estava na porta da pousada.



[...]



– HAHAHAHAHA! Você tinha que ter visto sua cara! — Gajeel atirado no tapete da recepção chorava de rir do susto que ele mesmo me deu! Enquanto um mordomo sinistro foi busca a chave dos nossos quartos.



– Cale a boca! — Atirei uma almofada na cara de Gajeel que ria muito da minha cara.


– Garotinha, seu quarto é o 53, já tem roupas limpas na cama para você — O mordomo chegou me trazendo a chave.

– E o meu? — Gajeel perguntou.

– O seu será o 58, logo lhe tragarei a chave, estão procurando alguma roupa que lhe sirva.

Não me aguentei e tive que rir.

– TINHA ROUPA DO TAMANHO DESTA ANÃ, E NAO TINHA PRA MIM?

– Sim, a dona da pousada tem uma sobrinha de 13 anos. — 13 anos? Poxa!

Agora Gajeel riu e eu fiquei enfurecida.

– Olha, vou dormir que é o melhor que eu faço! — Sai atrás do meu quarto. — So ouvi um ''boa noite baixinha'' de Gajeel.


[...]



Após um banho quente e servir a roupa, sentei na cama, olhei para os lados... Aquelas paredes de madeira manchadas pela humidade me deixavam com medo, sem TV. sem nada para me distrair e no meio do mato, mas que merda! Nem um livro tem para mim ler nesta porcaria! Só me resta dormir, não vejo a hora de ir embora amanhã.



[...]



23:55 pm



Um certo homem após sair da cadeia tenta achar o rumo que sua vida, matou a esposa num momento de raiva e agora sentado á cadeira de um bar só a cachaça lhe era compania. Não tinha ninguém, seus parentes tinham nojo de qualquer noticia do mesmo, imagine dele própio. A unica parente que lhe restava, era muito nova quando foi preso, era sangue de seu sangue, era parte sua... Porém ele não merecia contato nenhum com a garota que destruiu a vida, ela não precisava saber que ele existia, mesmo que ele tivesse vontade de falar com ela.



– Me vê mais uma garçom.



– Cara você já bebeu demais, e isso que está cedo ainda.



– EU TENHO DINHEIRO E QUERO MAIS! ANDA! — Gritou batendo na mesa, chamando a atenção de todos clientes ali presente.



– Seguranças! Este homem está muito embriagado, tire-o daqui!



Expulso do bar quase que jogado para fora como lixo, ele não tinha doque reclamar... Ele se sentia aquilo, exatamente como foi tratado. Não tinha mais duvidas doque fazer, hoje seria o dia tão esperado, seu dia de libertação chegaria. Foi a caminho do que lhe havia restado, um apartamento que foi herança de seus pais que o amaram tanto e que não esperavam que rumo a vida do própio filho levaria, ele virou um presidiário.



– Não se preocupe Liza eu deixei o apartamento para ela, no meu testamento. — Assinou um papel e o deixou em cima da mesa, junto com um bilhete para seu amigo Tony explicando oque fazer com o ''testamento''.



[...]



02:22 am



– Gajeel! Gajeel! — Bati na porta desesperada. — Abre essa droga de porta!



– A tá bom, estou indo! — Com a voz sonolenta ele me responde aliviando meu coração que estava disparado.



– Baixinha!



– Não grite! Tem gente dormindo sabia?



– Ah me desculpe, é que não achei que era você. — Passou a mão em seus cabelos negros bagunçados e depois bocejou. — Oque está fazendo aqui á essa hora?



– Me deixe entrar, por favor...



– Claro.



Sentou na cama com a maior cara de sono, e eu sentei do lado... Do jeito que eu estava desesperada nem vergonha eu tinha mais.



– Oque foi ? Voce tá tremendo.



– Eu tive um pesadelo horrivel! Eu não sei... Mas estou com muito medo. — Sentei quase que na posição de lótus de frente para ele, tremendo um pouco.



– Me conta como foi o pesadelo... — Sonolento ele deitou deixando um espaço para mim sentar na cama dele.



– Eu estava vendo tudo sabe.. Não era eu ali! Mas tinha uma mulher desesperada e um homem, eu não consegui ver eles muito bem, o cara esfaqueava ela e ela chorava muito... pedindo pra ela parar tinha sangue pra todo lado, uma hora eu até achei que tinha sangue nas minhas mãos, e a sensação era horrivel. — Só de contar isso para ele aqueles gritos da mulher ainda estavam ali de certa forma.



ZzZzZzZzZzZ



– Gajeeel! — Ele dormiu enquanto eu contava, esse idiota!



– Ah me desculpe baixinha. — Abriu os olhos meio cansado. — Venha, deite no meu braçinho que eu te acalmo.



– EU SABIA QUE VOCÊ ERA UM IDIOTA, NEM DEVIA TER VINDO AQUI! — Levantei rapidamente, e corri para a porta para ir embora.



E como sempre ele segurou meu pulso e não me deixou ir.



– Calma!



– Me solta! — Porque eu sempre ficava vermelha quando ele tocava meus pulsos e ficava arrepiada?



– Fica, por favor... Eu quero te ouvir. — Seus olhos em um tom vermelho perfeito e suas pupilas que dilataram ao meu olhar dos pés a cabeça.



– Gajeel... — Como ia dizer não á aquela voz de sono fofa? — Então me ouve caramba! — Ele sorriu de canto e fez carinho na minha cabeça.



Sentamos denovo na cama...



– Porque voce esta vermelha?



– Não estou!


Sua mão posou na minha, subindo pelo meu braço desnudo, sua respiração estava tão perto meu coração ia sair pela boca, batia tão forte... Quando ele ia me beijar virei o rosto.


– Oque pensa que está fazendo?



– Exatamente oque eu quero á dias. — Nossa! Nunca pensei que uma magrela como eu ia ser desejada por um homem tão lindo quanto ele.



– Porque? Eu não faço seu tipo Gajeel! E não diga que eu faço! — me afastei completamente dele.



– Quem disse que você sabe meu tipo? Quem sabe do meu ''tipo'' sou eu! — Disse vindo para cima de mim mais uma vez.



– Se afaste! — Eu não vou negar, eu não queria que ele se afastasse.



– Não parece que é isso que você quer... — Continuava se aproximando de mim e eu logo bati na parede, não tinha mais pra onde correr.



E ele me pegou no colo e me colocou na cômoda ao lado, empurrando tudo que tinha em cima. Acho que ele queria que ficássemos do mesmo tamanho. E ele me beijou, de uma forma agressiva de quem tem sede de alguma coisa... Seus lábios quentes e sua lingua que envolvia a minha, eu só me preocupava em segurar seus ombros fortes enquanto ele segurava minha cintura por baixo da regata branca, estava me faltando o ar já a uns segundos então pedi pra parar o empurrando um pouco. Ele logo me abraçou depois do beijo de um jeito fofo me dando um pequeno selinho no pescoço que me fez arrepiar.



– Não adianta, você é o cara mais impulsivo que eu conheço. — Falei derrotada, com certo sorriso no rosto e com a respiração falha... Ele já me ganhou faz tempo, eu não tinha mais como negar. O abraçei também e meu coração disparado se acalmou.



– Você não viu nada. — Nós estávamos abraçados como se fossemos um.



– Eu vou ir dormir. — Disse enquanto ele passava a mão no meu rosto.



– Você está melhor quanto aquele pesadelo?



– Sim, obrigado.



Desci da cômoda com vergonha e fui indo até a porta.



– Boa noite baixinha.



– Boa noite Gajeel.


Notas finais
Não sei se ficou bom, mas foi escrito com carinho... Aí que começa uma certa história da Levy que eu já tinha em mente faz tempo...

Comentem por favor. s2 Próximo capitulo virá rapido de acordo de quantos comentarem!

Beijos s2